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Wesley Pinto

Colaborador

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Sobre Wesley Pinto

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    Ganho de massa muscular
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  1. Gostaria de entender o motivo. O que vai determinar se é aeróbico ou não é frequência cardiaca. Frequencia cardiaca tb é um vetor de intensidade, intensidade + tempo = muito gasto calórico. Seja correndo com pesos, com farmer walk, correndo na subida, sprints. Se o intuito é aumentar potência, não é o melhor treino, se é velocidade, também não. Tem utilidade as artes marciais? Sim, mas tem que fazer com cautela e sem muita frequência, o objetivo é colocar alguma resistência dinâmica, para poder ficar bastante tempo em uma posição de guarda, aguentar dar vários socos, mas se o intuito é velocidade tem que treinar pliometria, elásticos ou e socos simples no máximo de velocidade sempre. Agora força ou resistência, da para usar sim, força fazendo semelhante aos strongmans com muita carga, e resistencia no caso de caminhar com o peso. Eu não correria, como falei, melhor então correr na subida, depois aumentar velocidade, tempo e assim vai. Cuidado com suas articulações e tendões.
  2. Pouco agachamento, muito focado em barra. No inicio faça rotinas fullbody, use o tripé: Barra (pegada na largura do ombro), Flexão militar, Agachamento. Se perceber seus movimentos só trabalham os planos pra cima e para baixo, pra frente e para trás, e o lateral? Nesse inicio é importante que faça completo para dar estrutura aos mais completos.
  3. Naka vs Frank brennan https://www.youtube.com/watch?v=hfzV7jG8VPQ
  4. Meu Sensei conta que o Brasil sai quebrado dai, viram os japoneses pequenos e magrinhos mas com um corpo duro como pedra. Cada entrada, pancada, defesa e até acerto doia muito. Naka vs Frank brennan https://www.youtube.com/watch?v=hfzV7jG8VPQ
  5. 1kcal é 1kcal. O preço para os processos de redução o alimento a essa kcal é diferente, e a o custo de utilização do substrato diferente tb. Entenda a CAL como 1 moeda de ouro. 1 caloria é o custo para elevar 1 grau celsius a temperatura de 1g de água, 1 moeda de ouro é o preço de 1gm de agua. Entenda essa analogia: Logo se a moeda de ouro veio da arabia ou do japão, se precisou escavar ou peneiras, 1 moeda de ouro compra 1gm de água, assim como 1 cal da carne ou do açucar esquenta 1gm de água. Mas no japão para se coletar 10 moedas de ouro você gasta em todo processo de extração, locomoção e etc, 7 moedas, sobrando 3, ja em minas gerais você gasta 2 moedas para coletar 10. Além disso devido a geografia minas quanto mais você cava mais fácil fica o solo de pegar mais diminuindo o custo exponencialmente, enquanto no japão a rocha fica mais dura dificultando. Assim ocorre o processo do seu corpo, o entendimento do alimento em nível de processo, micronutrientes e etc... gera um ambiente diferente do outro, podendo alterar o "lucro" em ouro. Nos dois você coletou 10 moedas, 10 moedas são sempre igual, mas em um com o tempo de 7 moedas o custo foi pra 8 sobrando lucro liquido de 10, e em Minas o que custava 2, passa a custar 1,5 sobrando 8,5. A caloria do pão e do frango farão papéis iguais, 1kcal = 1kcal. Mas pão não é igual frango.
  6. é um modo de dizer que as bolas não produz testosterona de modo efetivo, eu natural batia 400 e sentia os colaterais. Hipogonadismo.
  7. A única garantia são alguns estudos que mostram que o eixo volta, fora isso o tempo e a certeza não existem. Mas do que adianta o eixo bom se as gonodas são preguiçosas pra testo?
  8. Isso é dose de TRT, e olhe lá dependendo da Testo. Faço TRT sub cult com com enantato com ciência de que é pra vida toda (espero), que eixo foi pro saco e que meus ganhos são apenas em qualidade de vida, minha testo era baixa, sentia colaterais, após TRT até sono organizou. Se é com fins estéticos esqueça essa dose.
  9. Falta maturidade? Por favor, explique, num é zueira. Você é uma das pessoas que mais respeito as postagens por isso gostaria de entender o critério, pois achei o shape do cara bem bom. Anos luz do que sou em questão estética kkkk.
  10. BF consideravelmente baixo. Mas o que pode estar faltando ai é antebraço, fica a dica
  11. Casca do amendoim ajuda no controle do diabetes e na prevenção da obesidade Compostos presentes na casca reduzem a absorção de açúcar e gordura pelo organismo. Compostos naturais da pele de amendoim podem auxiliar na prevenção da diabete e da obesidade. Esse é o resultado de um estudo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, sediada em Piracicaba. De autoria do cientista de alimentos Adriano Costa de Camargo, o trabalho resultou em uma tese que segue a linha de estudos recentes e demonstra que subprodutos da indústria de processamento de amendoim e uva podem ser ricos em compostos bioativos. "O que acontece é que esses compostos neutralizam a ação de radicais livres a partir da sua função antioxidante. Os radicais livres causam danos no DNA, que podem levar a modificações genéticas e progredir para um câncer, por exemplo", explica Adriano. Além disso, o pesquisador afirma que "os radicais livres também causam danos no LDL [colesterol ruim], o que desencadeia processos inflamatórios e a formação de placas nas artérias, o que pode prejudicar e até impedir o fluxo sanguíneo até o coração, podendo levar a um infarto". No caso da pele do amendoim, Adriano Camargo explica que, quando ingerimos alimentos que contêm carboidratos (açúcares) e lipídios (gorduras), é necessário que haja quebra dessas moléculas gerando outras moléculas menores, que podem ser absorvidas e utilizadas pelo nosso organismo. "Essa quebra ocorre a partir da ação de enzimas. Os compostos presentes na pele do amendoim se ligam a essas enzimas e é como se impedíssemos completa ou parcialmente a quebra dos açúcares e das gorduras. Neste caso, a diminuição da absorção de açúcares e gorduras pode ser benéfica para o gerenciamento e prevenção do diabetes e da obesidade, respectivamente", complementa o especialista. Outra ação comprovada em laboratório foi a atividade antimicrobiana. "Testamos os compostos extraídos do amendoim e da sua pele em nove bactérias e houve inibição do crescimento bacteriano em todas elas. O teste foi feito comparando-se com o antibiótico comercial Ampicilina. Esses compostos podem vir a ser utilizados como fontes de substâncias antimicrobianas naturais, que podem auxiliar na prevenção de doenças de origem bacteriana", diz Adriano Camargo. (com Jornal da USP e Acom da Esalq).
  12. Pra mim o que vai te ajudar é: Lhe falta mobilidade no quadril, falta dorsiflexão, força nos gluteos, mobilidade dos eretores de coluna e força na lombar. Investe em ficar o mais tempo que puder de cócoras, avance nessa postura, faça terra stiff esse sim com anilha mas embaixo da ponta do pé. E hora outra subtitua por treino de pistol squad + Agachamento com peso do corpo.
  13. Terapia de Tecido Mole O trabalho em tecido mole tem várias nomenclaturas. Os fisioterapeutas usam o termo mobilização de tecido mole. Os quiropráticos normalmente utilizam o acrômio ART (do inglês, Active Release Technique) para Técnica de Liberação Ativa. Os massagistas apenas chamam de trabalho tecidual profundo. A mágica está em suas mãos: é tudo pressão aplicada em tecido para deformá-lo e causar uma reação química. A terapia em tecido mole, para problemas de tendão ou distensões musculares crônicas, é como o treinamento de peso. Na verdade, o tratamento é um estímulo. Efetivamente, o que o terapeuta faz é irritar o tecido para produzir uma resposta química. As substâncias químicas produzidas são aquelas que começam o processo de cicatrização. Por isso o trabalho em tecido mole é, muitas vezes, doloroso, podendo doer no dia seguinte, similarmente à dor muscular tardia (DOMS, do inglês Delayed Onset Muscle Soreness). De acordo com o fisioterapeuta Dr. Donnie Strack, a mobilização de tecido mole estimula a formação de fibroblastos, o que ajuda a alterar o colágeno imaturo e randomicamente alinhado do tipo 3, visto na tendinose em colágeno maduro paralelo do tipo 1 mais forte. Em outras palavras, a massagem altera a qualidade das fibras musculares. Uma grande mudança de atitude para prevenção e tratamento de lesão tem sido evidenciada pela ciência das técnicas manuais como massagem, técnica de ativação muscular (TAM) e ART, as quais podem trabalhar maravilhas em atletas lesionados. Parece que o tratamento de lesões está se afastando daquele por isocinéticos e eletrônicos para um processo terapêutico mais europeu que se concentra no cuidado manual do tecido mole. A massagem perdeu aceitação durante o boom da fisioterapia na década de 1980, não porque era ineficaz, mas porque seu custo-benefício não compensava. Com o aumento do uso de modalidades como ultrassom e estimulação elétrica, os treinadores e terapeutas podiam tratar mais atletas de maneira mais rápida. Na Europa, quando se tratava de atleta de elite, como atletismo de alto nível e natação, criou-se um desdém pela abordagem baseada em aparelhos e aumentou a afinidade pela massagem com inspiração europeia. Por fim, o mundo do alto rendimento percebeu a ideia de que a manipulação dos tecidos moles ajuda os atletas tanto a permanecer saudáveis quanto a recuperar a saúde com mais rapidez. O sucesso dos fisioterapeutas com a mobilização de tecido mole e manipulação TAM e a quantidade de quiropráticos usando ART claramente colocou o foco de volta ao músculo. TAM é uma técnica de tecido mole desenvolvida por Grag Rospkof, usando teste muscular manual, contrações isométricas e trabalho tecidual principalmente na origem e na inserção do músculo. Em teoria, isso ativa o músculo estimulando áreas de maior propriocepção. Eu já fiz isso e funciona. Na elite atlética, a mensagem é ficar melhor e mais saudável, e conseguir um bom terapeuta manual na sua região é fundamental. Algo fundamentalmente diferente agora de quando o original Functional Training for Sports foi escrito é que não havia ênfase em qualidade tecidual... trabalho tecidual... liberação, alongamento. Não consigo acreditar que não havia referência à flexibilidade estática e nenhuma referência ao rolo de espuma há apenas alguns anos. Não tínhamos o conceito de alteração da densidade tecidual. Rolo de Espuma Os rolos de espuma são os massagistas do homem pobre, o trabalho em tecido mole para as massas. Conforme os preparadores físicos e personal trainers observem os atletas de elite atribuírem seu sucesso a várias técnicas de tecido mole, a pergunta óbvia surgiu: como podemos produzir um trabalho de tecido mole em massa para grandes grupos de atletas a um custo razoável? Uma década atrás, preparadores físicos, treinadores atléticos e fisioterapeutas olhariam desconfiados para um pedaço redondo de espuma de cerca de 90 centímetros. Atualmente, quase toda sala de treinamento atlético e a maioria das salas dos preparadores físicos contém vários rolos de espuma de diferentes comprimentos e densidades. O fisioterapeuta Mike Clark tem o crédito da exposição inicial das comunidades atléticas e fisioterápicas ao rolo de espuma e ao que ele chamou de autoliberação miofascial, outro termo para automassagem. Em um dos primeiros manuais de Clark publicados como precursores de seu livro Integrated Training for the New Millenium, ele incluiu algumas fotos de técnicas de autoliberação miofascial usando um rolo de espuma. A técnica ilustrada era praticamente autoexplicativa: pegue um rolo de espuma e use o peso corporal para aplicar pressão nos pontos doloridos... um tipo de técnica de autoacupressão. Essas fotos deram início a uma tendência que hoje é, provavelmente, um negócio multimilionário de fabricação e venda desses rolos de espuma. O rolo de espuma consiste em um pedaço cilíndrico de espuma bem densa. Pense nos macarrões de piscina, apenas um pouco mais denso e maior em diâmetro. Estão disponíveis em inúmeras densidades desde uma espuma relativamente mole, ligeiramente mais dura que um macarrão de piscina, a rolos novos de alta densidade com muito mais solidez. A sensação proporcionada pelo rolo e a intensidade da automassagem precisam ser apropriadamente geradas de acordo com a idade e o nível de condicionamento do cliente. A recomendação inicial de Clark não foi de uma técnica de automassagem, mas sim um conceito de acupressão. Os atletas ou pacientes são instruídos a usar o rolo para aplicar pressão em áreas sensíveis nos músculos. Dependendo da orientação do terapeuta, esses pontos são alternadamente descritos como pontos-gatilho, nós ou áreas de maior densidade muscular. Independente do nome, aqueles que atuam no campo esportivo e da reabilitação estão familiarizados com os conceitos dos músculos doloridos e com a necessidade da massagem. O uso de rolos de espuma progrediu em muitos círculos de uma abordagem do tipo acupressão à automassagem. Hoje, o rolo é usado para aplicar uma espécie de massagem extensa nos grupos musculares longos como a panturrilha, os adutores e o quadríceps e uma pequena força direcionada a áreas como o Tensor da fáscia lata (TFL), rotadores do quadril e glúteo médio. Quando imaginamos um músculo como uma corda com nó, o rolo de espuma é o objeto que desata o nó. É o que nos permite criar um comprimento tecidual e o que nos permite alongar. Os atletas devem ser instruídos a usar o rolo buscando áreas dolorosas ou pontos-gatilho, massageando essas áreas para diminuir a densidade e a reatividade. Como regra geral, 10 rolagens lentas são feitas em cada posição, embora não existam regras para o uso do rolo de espuma. Muitas vezes, os atletas ou clientes são estimulados a simplesmente rolar até que a dor desapareça. GRUPO DOS GLÚTEOS E ROTADORES DE QUADRIL (procurando a continuação do livro para dar continuidade ao tópico) Por hora é isso galera, esperem que gostem.
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