Ir para conteúdo

Clique aqui

Líderes


Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 16-12-2018 em todas áreas

  1. 7 pontos
    Esse aí faz supino no reto...
  2. 7 pontos
    Acho engraçado o jeito como vocês homens colocam o papel de vilã nas mulheres.. acho que cada um tentar puxar uma sardinha pro seu lado né, já que estamos em lados opostos. O que eu tenho visto.. é que de maneira geral, os sentimentos estão muito mais rasos do que antes.. é aquilo né, nossos pais e avós tentavam consertar as coisas antes de separar... e era assim até com eletrodomésticos. Já perceberam como hoje tudo parece mais superficial? Se quebra um liquidificador.. cafeteira.. a maioria das pessoas nem pensa em consertar e já compra outro. E assim também está sendo com os relacionamentos. Queremos perfeição... pessoas que vão ser 100% parecidos conosco.. e isso não existe. Teremos mesmo que procurar alguém o mais parecido, cujos defeitos sejam mais fáceis de lidar. Mas isso não acontece só com os homens.. Conheço muitas amigas que possuem grande valor e mesmo assim não encontram homens maduros. Isso ai não é atributo ao gênero... é um mal do século... infelizmente hoje vale muito mais postar uma foto que vai gerar curtidas do que ter uma vida saudável no modo offline.
  3. 5 pontos
    O que aconteceria se os homens, de tão mal-acostumados, arregacem e se rendessem incondicionalmente às mulheres? Como funcionaria uma sociedade assim? A teoria evolutiva do investimento parental sugere que, em virtude do alto custo da reprodução, os membros do sexo que fizer o menor investimento parental disputarão o acesso sexual aos daquele que fizer o maior. No caso dos seres humanos e da maior parte dos mamíferos, as fêmeas é que se veem obrigadas a fazer o maior investimento na reprodução. Não bastasse passarem nove meses carregando o filho no ventre, as fêmeas humanas ficam extremamente vulneráveis e têm mais dificuldades de deslocamento, nos últimos estágios de gestação. Mesmo dar à luz é uma coisa traumática, e, no passado, as mortes ocorridas durante o parto eram mais corriqueiras que hoje em dia. Depois disso, a mãe continua especialmente vulnerável por um curto período de tempo, ao passo que a criança, extremamente vulnerável nos primeiros meses, continua vulnerável por vários anos. Também a amamentação é um investimento que se exigia das mães humanas até bem pouco. Para os machos, essas coisas comparativamente fáceis. Podemos transmitir nossos genes em questão de minutos e, depois, sumir do mapa — a não ser que sejamos persuadidos a não ir muito longe, seja pelas próprias fêmeas, pelos controles socais ou por pais de trabuco na mão. A evolução dos machos humanos os levou a disputarem o acesso às fêmeas, por causa do prêmio valioso que é o investimento reprodutivo delas. Os machos até poderiam viver no mundo exclusivamente masculino da gangue, mas as fêmeas representam quase que literalmente o futuro. Os homens traçam um perímetro e estabelecem a segurança; criam os rudimentos de uma hierarquia, de uma ordem e de uma cultura seminal, que contrapõem nós e eles. Para perpetuarem o nós, os homens precisam de mulheres — daí tentarem bolar como consegui-las e como ter “acesso a seu investimento reprodutivo”. Major West, personagem do filme de zumbis Extermínio, conta uma história que lembra a da fundação de Roma. Em poucas palavras, ele explica a razão para o rapto das sabinas: O Código dos Homens é o Código da Gangue, mas uma gangue só de homens não tem futuro nenhum. Uma gangue exclusivamente masculina acaba junto com a morte do último homem. Os homens querem ser lembrados, querem que sua tradição sobreviva — e querem sexo. Em última instância, esses mecanismos e desejos psicológicos lhes dão a chance de transmitirem seus genes. Numa disputa por recursos, inclusive por mulheres, a melhor estratégia para uma gangue de homens é criar uma hierarquia patriarcal, eliminar as gangues rivais vizinhas, tomar suas mulheres e protegê-las das demais gangues rivais. É exatamente isso que fazem muitas tribos primitivas. Trata-se de uma estratégia básica de gangue. E o que acontece quando a disputa por recursos é drasticamente reduzida? O que acontece quando as mulheres fazem as coisas de seu jeito? Dois de nossos parentes primatas mais próximos, chimpanzés e bonobos, ilustram algumas das diferenças entre os hábitos dos homens e os das mulheres. O argumento de Richard Wrangham e Dale Peterson é que, apesar das teorias culturais deterministas e da quantidade de ilusões sobre o pacifismo dos matriarcados pré-históricos, evidências evolutivas, arqueológicas, históricas, antropológicas, fisiológicas e genéticas sugerem de forma inequívoca que os seres humanos sempre foram uma espécie patriarcal, um grupo-subgrupo unido pelos laços entre machos e envolvido regularmente em coalizões com finalidades violentas. É uma conclusão corajosa, tendo em vista que os dois autores parecem sinceramente contrários à violência. Na qualidade de autodenominados feministas evolutivos, eles oferecem sugestões de como poderíamos dar um basta à violência masculina, agora que os homens têm os meios de descarregar seu ódio de uma forma bem mais destrutiva que a que permitiam os braços fortes e armas toscas de seus primitivos ancestrais. À parte a adoção da procriação seletiva para reduzir as violentas tendências alfa dos machos — programa que parece estar em andamento, muito embora acidentalmente — e o estabelecimento de um governo mundial, eles sugerem que busquemos orientação nos dóceis macacos bonobos. Chimpanzés e bonobos são parentes próximos dos seres humanos. Ambos têm muito comum com as pessoas, mas quando se trata de estruturas sociais, aqueles estão mais aptos a viver em subgrupos, sob a liderança de uma hierarquia de machos, ao passo que a tendência dos bonobos é viver em grandes grupos mais estáveis, com um número maior de fêmeas; e são as fêmeas que mantém coalizões, para impedir a violência dos machos. Os chimpanzés se organizam em prol dos interesses reprodutivos dos machos e os bonobos, em prol dos interesses das fêmeas. Os chimpanzés observam o Código dos Homens. Os bonobos observam o Código das Mulheres. A ORGANIZAÇÃO DOS CHIMPANZÉS Os chimpanzés podem se misturar em grupos maiores, se puderem fazer alianças e se houver comida farta. Chimpanzés e seres humanos preferem comida de qualidade, e os chimpanzés machos saem efetivamente à caça de carne, em especial a carne dos macacos colobus-vermelhos. Os recursos sendo escassos, eles os disputam se dividindo em subgrupos. Essa estrutura social é chamada “grupo-subgrupo”, por causa da flexibilidade no número de membros. Sob pressão, eles revertem aos subgrupos patriarcais comandados por parentes machos e aliados unidos pelos laços entre machos. As fêmeas passam (e são passadas) de subgrupo em subgrupo. Os machos disputam o acesso sexual às fêmeas, mas eventualmente também as cortejam e as escoltam para longe da violência da competição masculina. Às vezes, as fêmeas sem filhotes se juntam aos machos nas atividades de caça e incursão. Na hierarquia social dos chimpanzés, as fêmeas se subordinam aos machos e têm de demonstrar submissão. Quando o macho jovem chega à idade adulta, é comum que faça um estardalhaço e passe a querer mandar nas fêmeas, até que elas o reconheçam como macho adulto. Depois que ele consegue, para de criar caso. Contudo, os chimpanzés espancam as fêmeas, esporadicamente, para manter o prestígio e mostrar às garotas como é que a banda toca. Os machos que chegam à idade adulta passam um bocado de tempo juntos, mas também passam muito tempo disputando prestígio entre si. Essas disputas costumam ser violentas, e, em raras ocasiões, soube-se de dois machos que fizeram uma aliança para matar o macho alfa. É possível que os seres humanos reconheçam isso como parricídio ou tiranicídio. Para os chimpanzés, disputas internas importam menos que a disputa com outros grupos. Chimpanzés e seres humanos são as duas únicas famílias dos grandes primatas cujos machos formam coalizões para sair em incursões ou para eliminar os membros de um subgrupo vizinho.Em certas ocasiões, os chimpanzés alfa reúnem os outros machos, vão à fronteira de seu território e tentam capturar e matar um membro desprevenido com a estratégia de “guerra furtiva”, comum entre seres humanos primitivos também envolvidos em incursões de guerrilha. Com o tempo, os machos abatem todos os machos do subgrupo vizinho, absorvem a seu próprio subgrupo de fêmeas remanescentes e acasalam com elas. Em razão de caçarem, os chimpanzés têm de estar dispostos a pôr de lado as disputas internas e manter sólidos laços entre si. Escreve o primatólogo Frans de Waal: A ORGANIZAÇÃO DOS BONOBOS Os bonobos se alimentam de muita coisa da qual os chimpanzés gostam, e também comem carne quando encontram. Mas uma vez que os bonobos não compartilham território com os gorilas, conseguem comer os mesmos tipos de erva de que aqueles se alimentam. Wrangham e Peterson acham que essa é uma das principais diferenças entre os chimpanzés e os bonobos. Os bonobos dispõem de uma fonte de alimentos essenciais fáceis de achar, não têm de disputar recursos nem quando muitos desses alimentos estão fora de estação — daí conseguirem relaxar parcialmente o ano inteiro, desfrutando da paz proporcionada pela fartura. Embora disputem prestígio, os machos parecem menos preocupados com essas coisas, que não dizem muito para eles. Os bonobos não disputam parceiras. Cada macho só faz esperar por sua vez, e as fêmeas recebem de bom grado qualquer um que as procure. Para os bonobos, o sexo é social, e eles mantém relações tanto heterossexuais quanto homossexuais. Os machos ignoram quais são suas crias, qualquer um dos filhotes pode ser seu. Sobra para a mãe todo o investimento parental. Os machos bonobos sabem quem são suas mães e permanecem ligados a elas a vida inteira; não raro eles as acompanham por toda parte ao longo de toda a idade adulta, e elas intervêm em conflitos em nome deles. Entre os bonobos, os machos não passam muito tempo juntos, mas as fêmeas criam sólidos laços de amizade entre si, Quando os machos começam uma encrenca, elas se juntam em bando e dão logo um chega-pra-lá. As fêmeas bonobos é que mandam. Quando um grupo entra em contato com outro, elas se encarregam de selar a paz e, em geral, passam a fazer o hoka-hoka — que é como os nativos chamam a relação entre as bonobos fêmeas. Depois, acasalam com os machos do outro grupo. Os machos de seu próprio grupo só fazem ficar ali à toa observando, dar de ombros e, por fim, entrar na dança. UM CONFLITO DE INTERESSES Bonobos e chimpanzés são adaptados para ambientes diversos, e suas estruturas sociais são influenciadas pelo que esses ambientes têm a oferecer. A sociedade dos bonobos privilegia o interesse das fêmeas. As coalizões entre elas prevalecem na política, e seus laços são mais importantes que os laços entre machos. Estes são ligados a suas mães e ignoram quem são seus pais. As fêmeas ficam juntas o resto da vida. Na sociedade dos chimpanzés, as fêmeas ficam meio que isoladas, e permanecem com suas crias enquanto estas forem pequenas; já os machos se dedicam tanto à rivalidade quanto à camaradagem, e permanecem com seus pais, irmãos e amigos o resto da vida. A sociedade dos chimpanzés privilegia o interesse dos machos. Wrangham e Peterson acreditam que os bonobos oferecem um "caminho triplo para a paz", tendo em vista que conseguiram reduzir a violência entre sexos, reduzir a violência entre machos e reduzir a violência entre comunidades. Em resposta à destruição em massa inerente às guerras modernas, muitos homens têm procurado meios de abandonar o “sistema de hostilidades”, a serviço do patriarcado, e se orientado com as mulheres sobre a formação de coalizões e a descoberta de um estilo de vida mais pacífico. Quem acredita que a hostilidade humana é de certo modo artificial não encontrará, na história das ciências, muito apoio objetivo para essa teoria. As sociedades humanas são complexas, e certos aspectos do padrão de comportamento dos bonobos e dos chimpanzés são bastante familiares. Só que a agressão masculina, a violência das coalizões masculinas e a ascendência política masculina foram todas elas identificadas como “universais humanos” — o que significa dizer que evidências desse comportamento foram encontradas, sob diferentes formas, em quase toda sociedade humana já estudada. Em razão de se desenvolverem num território restrito e abrigado, os bonobos só passaram a ser estudados pelos cientistas como espécie à parte e distinta na década de cinquenta. O território dos chimpanzés é bem maior, e eles se adaptaram a ambientes mais diversos. É evidente que seres humanos e chimpanzés têm mais em comum, em termos de organização social. Embora os humanos sejam mais inteligentes e se organizem em arranjos sociais bem mais complexos que os dos chimpanzés, é provável que os laços entre machos e a violência das coalizões masculinas tenham sido características constantes das sociedades humanas e pré-humanas. Essa tabela mostra as diferenças entre os diversos aspectos das sociedades de chimpanzés e das sociedades de bonobos — ela mostra dois caminhos, dois extremos. Alguns pesquisadores sugerem que os bonobos não assim tão pacíficos quanto Wrangham e Peterson acreditavam, mas o que de fato parece claro é que são mais pacíficos e matriarcais que os chimpanzés, e que seu estilo de vida é semelhante à minha descrição.Tomados como uma metáfora do que ocorre aos homens que vivem na paz e na segurança proporcionadas por uma fartura como a nossa, os hábitos dos bonobos parecem assustadoramente familiares. Então a maioria dos homens de hoje em dia não é composta de filhinhos de mamãe mimados, desprovidos de figura paterna, desprovidos das atividades de caça e combate e de laços fraternos, e cuja masculinidade só encontra vazão no sexo promíscuo? Esse tipo de "homem" que a sua filha idolatra, caro colega. Exemplos de masculinidade nos dias atuais. As guerras contra outros homens são uma coisa que cada vez menos de nós conhecemos. O recrutamento obrigatório para a Guerra do Vietnã acabou no ano anterior ao de meu nascimento. Dessa época em diante, os EUA tiveram sucesso em formar uma classe de soldados profissionais, que travam combates em terras distantes no lugar do governo. O americano médio sabe mais de basquete universitário que de qualquer conflito além-mar. Assim como os bonobos, não temos de nos preocupar com a fome. Mal e porcamente temos razões para levantar da poltrona.Até a recente recessão prolongada, era razoavelmente fácil arranjar emprego, e quase todo homem disposto a trabalhar era capaz de conseguir uma vaga. Programas de bem-estar e assistência social oferecem redes de proteção para muitas outras pessoas, e são poucos os americanos de hoje que se criaram numa casa que não tivesse televisão. Fome, pobreza e desespero de verdade, do jeito que os africanos conhecem, são raros até para quem é oficialmente considerado pobre. Doenças que dizimaram populações do passado hoje têm tratamento, e as pessoas chegam a se recuperar por inteiro de ferimentos que teriam sido fatais cem anos atrás. Se tem uma coisa que ilustra a fartura surreal de que desfrutamos hoje em dia, é o fato de enfrentarmos problemas como epidemia de obesidade. Ou seja, a pessoa consegue ficar sentada em casa, comendo, até ficar tão gorda que nem dá mais para se mexer. Os americanos estão obesos, em parte, porque simplesmente não fazem o suficiente. É difícil encontrar um emprego no qual se tenha de fazer o tipo de trabalho estafante de nossos ancestrais. Sei disso porque sou daquele tipo de pessoa para quem um emprego temporário cavando fossos parece uma diversão. E olha que cheguei a procurar. Nosso corpo é dotado de uma tremenda capacidade de trabalho, quando estamos condicionados para isso. O corpo humano é feito para trabalhar arduamente. Quando não se tem trabalho a fazer, a saúde física deteriora. Os médicos têm de mandar as pessoas fazerem caminhadas como se fosse alguma espécie de inovação na tecnologia de exercícios físicos. Uma vez, observei assombrado um personal trainer conduzir autoritariamente uma parelha de uns quarenta e poucos adultos, numa caminhada nas imediações da própria vizinhança deles. Era um passeador de cães humanos a setenta e cinco dólares por hora. Homem comum de hoje O restante de nós vai à academia “malhar”, que é só um substituto para a execução de trabalhos físicos. Pessoas que vivem de responder e-mails vão a um prédio especial onde enganam o corpo, fazendo-o achar que elas estão de fato executando o tipo de trabalho para o qual a evolução as preparou. Atividades como treinar com sacos de areia, levantar pedras e correr descalço estão virando coqueluche. É só uma questão de tempo até aparecer alguém que bole um jeito de comercializar mais um modismo fitness, que ponha as pessoas para correr de lá para cá lanceando mamutes de mentirinha. E, contudo, somos bons à beça em conceber formas inventivas de masturbar nossa natureza primitiva com a “segurança” de prazeres virtuais, vicários e abstratos. O objetivo da civilização parece ser o de eliminar o trabalho e o risco, só que o mundo mudou mais que nós. Nosso corpo suplica por trabalho e sexo, nosso espírito suplica por risco e conflito. Isso é um tipo de desafio para o ser humano moderno. Sempre me pareceu surpreendente que, mesmo nas mais populares de nossas concepções futuristas, não fôssemos capazes de eliminar o conflito — como na série Jornada nas Estrelas, por exemplo. Por alto, ela é um sonho modernista, feminista, igualitário. Homens, mulheres e povos de todas as raças trabalhando lado a lado numa meritocracia mundial, com o objetivo de levar a paz a todo o universo. Mas nossa fantasia é o conflito, não a paz. Se não houver conflito entre nós e eles não haverá trama. Em Jornada nas Estrelas, eles estão sempre em luta com alguém. Muita gente sente atração por essas platitudes pacifistas, iguais às que se ouvem na música “Imagine”, de John Lennon; só que as pessoas não são assim tão boas nem têm tanto interesse em imaginar um futuro sem conflito. Se escrevessem uma série de ficção científica que não tivesse conflito, será que alguém assistiria? Nossa sociedade não tem tolerância quase nenhuma com a violência física não sancionada. Crianças são expulsas da escola quando brigam, e uma coisa historicamente banal como um arranca-rabo entre bêbados desarmados é capaz de mandar um homem para o juiz ou para a prisão. À medida que as coalizões femininas, os políticos alcoviteiros e os homens acovardados se organizam para nos proteger de nosso mundo, para criminalizar as armas e regulamentar os esportes violentos, os homens recuam para redutos de masculinidade virtual e vicária, como videojogos e simulações de jogos de futebol americano, que é tudo o que sobrou para eles. (Este fórum é um exemplo explicito disso) As pessoas também estão buscando outras formas não violentas de risco simulado e aventura “segura”. De paraquedismo e bungee-jumping a montanhismo guiado e corrida de aventuras, homens e mulheres têm bolado um número cada vez maior de simulacros da vida humana primitiva. Homens e mulheres são dotados de impulsos semelhantes, mas em graus diferentes — e o que percebi, quando participei de corridas de 5K, dos CrossFit e da “Warrior Dash”, é que, depois que a novidade esfria, é comum a presença ser cada vez mais feminina. Mesmo que algumas mulheres participem de forma competitiva, um número bem maior atribui à experiência um caráter social e emocional, parando a meio caminho para animar as amigas e incentivar seu esforço. Minha impressão é a de que muitos maridos e namorados reconhecem a natureza masturbatória, “de bem com a vida”, dessas atividades e dão de ombros, se perguntando porque eles deveriam atravessar correndo um lamaçal a uma temperatura de mais de 30º, sem razão nenhuma. Do ponto de vista evolutivo, faz sentido as mulheres tenderem a preferir e se sentir mais satisfeitas com simulações de risco “seguras" e “divertidas”, enquanto os homens desejam disputas reais, com riscos reais e a possibilidade real de ganhar prestígio. Raramente o exercício que é cuidadosamente orquestrado, higienizado, acolchoado, segurado e autorizado se compara à fantasia de ação viril e risco significativo. Nos videojogos os homens pelo menos vivenciam uma morte virtual. É o que nos resta À medida que foi diminuindo a disputa física por recursos, o sexo foi se tornando cada vez mais social — que é o que acontece com os bonobos. Homens e mulheres se juntam para satisfazer seu impulso primitivo de reprodução. Para o desgosto dos reformistas da masculinidade, as mulheres ainda respondem sexualmente àqueles traços e comportamentos “alfa” que teriam feito dos homens bons caçadores e combatentes. Para as mulheres, as demonstrações de força, coragem e destreza são sinais de superioridade genética e de um acentuado prestígio masculino — inclusive para aquelas que não têm planos de reproduzir. Os homens estão atrás de mulheres que pareçam amáveis e férteis, e elas empulham o cérebro de macaco deles com batom, lipoaspiração e seios de silicone. Hoje em dia, o sexo é cada vez mais desconexo do acasalamento, e para muitos virou uma questão de “se masturbar com o corpo do outro". Em muitos casos, o que esse corpo tem a oferecer é desapontador, se comparado ao sexo isento de riscos que os homens podem ter virtual e vicariamente, com pornografia de alta qualidade e acesso imediato. Em 2003, a feminista Naomi Wolf e o escritor David Amsde disseram que a experiência da simulação de sexo estava fazendo os homens se desinteressarem do sexo com mulheres de verdade, que se sentiam obrigadas a disputar a atenção deles com a pornografia. 2003... Não faz tanto tempo assim que as pessoas ainda pagavam efetivamente por pornografia, e arquivos de um gigabyte ainda pareciam enormes. Hoje em dia, os jovens podem baixar pornografia de alta definição em segundos e assistir na mesma TV deslumbrante, de tela enorme, que compraram para assistir ao Super Bowl. A New York Magazine investigou esse assunto em 2011, com a reportagem “He’s just not that into anyone”, na qual o autor relata que tinha fingido um orgasmo numa relação sexual real, mas que não tinha problema nenhum em atingi-lo quando assistia a pornografia. Alguns homens entrevistados para a matéria disseram que vinham sofrendo com disfunção erétil durante as relações sexuais reais, outros contaram que tinham de se recordar de cenas de pornografia para conseguir gozar, quando trepavam com as esposas. O cantor John Mayer confessou à revista Playboy que, certos dias, antes de se levantar da cama, era provável que ele já tivesse visto fotos de umas trezentas vaginas. Nosso mundo não está oferecendo aos homens outros meios de obterem um desempenho viril, nem uma experiência vital. O que o mundo moderno tem a oferecer ao homem comum são mil e um métodos seguros de enxotar seu cérebro de macaco para o esquecimento. Não é de surpreender que alguns homens, naqueles momentos de lucidez entre uma e outra masturbação inspirada por diversas formas vicárias de sexo e violência, se façam a mesma pergunta que, segundo Betty Friedan, as donas de casa instruídas andavam se fazendo na década de cinquenta: — É só isso? Nascemos na fartura proporcionada pela paz, numa economia de prazer, numa sociedade masturbatória de bonobos. O futuro que a elite de nossos adestradores nos reserva só apregoa mais do mesmo, ou seja, mais prazer indiferente, menos risco, liberdade da necessidade, mais masturbação. Os reformadores da masculinidade nos oferecem a oportunidade de combatermos batalhas metafóricas, mas, no mundo real, as batalhas mais importantes serão “travadas” entre a elite da burocracia e os gestores especialistas e abastados, que acham que sabem o que é melhor, enquanto o resto de nós se arrasta num emprego tedioso, isento de riscos, no qual fazemos um trabalho idiota e ficamos de olho no relógio, ansiosos para voltar para casa e nos render furiosamente a qualquer forma de experiência primitiva vicária ou virtual que nos proporcione um orgasmo. Jornalistas cosmopolitas de escolas de elite, tipo Betty Friedan, encheram a cabeça das mulheres, fazendo-as fantasiar carreiras empolgantes na cidade grande, mas que poucas delas poderiam ter esperança de um dia conseguir. Para cada mulher que hoje vive essa fantasia, há uma penca de outras mulheres registrando mercadorias na caixa de alguma grande rede varejista, ou fazendo um trabalho repetitivo de preenchimento de fichas em algum escritório cinzento. No Oriente, elas estão atendendo a nossas chamadas telefônicas ou executando tarefas monótonas na linha de montagem de alguma fábrica. A isso se dá nome de “progresso”. É provável que, para muitas dessas mulheres, melhor seria passarem mais tempo participando ativamente da vida dos filhos — mas elas já não têm a opção de ficar em casa. O custo da civilização é a progressiva permuta com a própria existência vital. É a troca do real pelo artificial, pela fraude convincente, que a gente faz pela promessa de segurança e de barriga cheia. Sempre foi assim. A questão é: “Quando é que essa troca passa dos limites?” No futuro que globalistas e feministas conceberam para eles mesmos, só umas poucas pessoas chegarão a fazer alguma coisa que valha a pena. Alguns serão cientistas, encarregados de desvendar os mistérios do universo. Alguns serão engenheiros, daqueles que concebem, projetam e resolvem problemas. Alguns farão parte de uma classe gestora privilegiada de financistas e de burocratas, responsável por tomar as decisões importantes em nome de todos os demais. São eles que estarão à frente de companhias e departamentos, e erguerão seus enormes leviatãs a partir de documentos legais e de sorrisos fingidos. Assim como hoje em dia, também haverá uma classe criativa glamorosa, encarregada do planejamento de nossos divertimentos sedentários. Haverá gladiadores e corridas de carruagens. Haverá encenações e gente de teatro, e haverá os mexericos da aldeia global. Só que não dá para todo mundo ser cacique — e a maioria de nós ficará mesmo é com o papel de índio. Os produtos precisam de hordas de consumidores, vendedores, atendentes, balconistas, estoquistas, assistentes de prevenção de perdas, vigias noturnos. Qualquer um que esteja no lado esquerdo da curva de sino, qualquer um que faça a escolha errada na hora errada, qualquer um que não seja submetido a duras provas ou não se comporte com correção, qualquer um que não tenha sido “adequadamente socializado”, qualquer um que decline das opções erradas pelas razões corretas, acabará ganhando uma merreca para trabalhar feito um burro de carga. Como observa Matthew B. Crawford, até o chamado “trabalho de conhecimento” dos colarinhos brancos está “sujeito à rotinização e à degradação, a se seguir a mesma lógica que atingiu o setor industrial cem anos atrás, ou seja, os elementos cognitivos do trabalho são expropriados dos profissionais, aduzidos num sistema ou processo e, depois, restituídos a uma nova classe de trabalhadores — os funcionários — que substituem os profissionais”. Ter leitura e escrita de nível superior não significa que, para fazer o que você faz, seja necessária uma capacidade de raciocínio ou de solução de problemas graves muito maior que a necessária para ser um gerente do McDonald’s. Só vai poupá-lo da testa oleosa. Só algumas centenas de anos atrás, muitos homens hoje destinados ao funcionalismo teriam aprendido um ofício com os pais e adquirido destreza nele, fosse a agricultura ou outro tipo de trabalho interessante do qual pudessem se orgulhar. Teriam sido membros valorosos de uma reduzida comunidade de pessoas, que se importariam se estavam vivas ou mortas. Alguns passariam a vida com grupos de homens, a bordo de alguma embarcação, mas a maioria estaria destinada a prover e a proteger suas famílias — seu pequeno clã pessoal. Era um acordo factível entre a vida de gangue e a vida em família. Algumas gerações atrás, esses homens teriam responsabilidades significativas, e seus atos teriam o potencial de causar estragos maiores que meramente ferir os sentimentos de alguém ou causar incômodo. Eles teriam razões prementes para se esforçar em serem bons em serem homens, mas também em serem bons homens. Não muito tempo atrás, esses homens teriam dignidade e honra. No futuro concebido por globalistas e feministas, para a maioria dos homens só haverá mais funcionalismo e mais masturbação. Só haverá mais pedidos de desculpa, mais submissão, mais solicitações de permissão para serem homens. Só haverá mais exames, certificações, requisitos obrigatórios, processos de triagem, inquéritos pessoais, testes de personalidade e diagnósticos de caráter político. Só haverá mais medicação. Só haverá mais ocasiões de confiarem a sua secretária um frasco quentinho de sua própria urina. Haverá alongamentos matinais obrigatórios, e apresentações de segurança em vídeo, e folhas rubricadas para seu arquivo. Haverá mais capacetes, e óculos de proteção, e arneses, e uniformes alaranjados chamativos com tarjas refletivas. É inevitável que haja mais aconselhamentos e mais treinamentos de sensibilidade. Haverá mais empecilhos administrativos a superar, para quem quiser abrir o próprio negócio e pô-lo para funcionar. Haverá mais apólices de seguro obrigatórias. Não restam dúvidas de que haverá mais impostos. É provável que haja mais leis e políticas corporativas contra o assédio sexual, caracterizadas pela bizantinice, e ainda mais recursos graças aos quais tanto mulheres quanto grupos identitários privilegiados poderão acusá-los de conduta imprópria. Haverá mais rotinas microgeridas, e regulamentos mais insignificantes, e multas mais pesadas, e penalidades mais severas. Haverá mais meios deles se meterem em encrenca com a lei e mais meios da sociedade preservar suas doces ilusões, varrendo-os para debaixo do tapete. Em 2009, nos EUA, havia quase cinco vezes mais homens na condicional ou cumprindo pena nas prisões que na ativa em todas as Forças Armadas. Esse é o nosso destino? Se você for um bom rapaz e seguir as regras, se souber falar num tom passivo e inofensivo, se for capaz de convencer algum outro pobre paspalho inadvertido de que você está tomado de um desejo quase doentio de fornecer um serviço excepcional de atendimento ao consumidor ou de aumentar a eficiência operacional aperfeiçoando os processos internos e tornando mais efetiva a comunicação organizacional, se conseguir repetir babaquices estúpidas como essa sem cair na gargalhada, se seu histórico conferir e seu mijo cheirar bem — você poderá conseguir um E-M-P-R-E-G-O. Quem sabe você não vira o sujeito que aplica o exame ou que autoriza a apólice de seguros? Quem sabe você não vira o sujeito que ajuda alguma corporação global desnaturada a fazer um dinheirinho? Quem sabe você não recebe um afago por ter tido a brilhante ideia de mandar uma penca de outros rapazes para o olho da rua, terceirizando os empregos entediantes deles e entregando para gente de outro lugar, disposta a trabalhar mais e ganhar menos? Seja lá o que você faça, não importa o que as pessoas comentem, não importa a quantas atividades de formação de equipa você compareça, nem quantos cartões de aniversário receba da secretária de não-sei-das-quantas, você saberá que é só uma unidade de trabalho, completamente substituível, no grande esquema das coisas. Nenhuma burocracia pervasiva nem corporação global jamais cairão de amores por você. Elas contam com dotações orçamentárias para seus setores de relações públicas e com departamentos de recursos humanos para proteger os interesses e os lucros delas. Não há um “nós”. Não cabe a uma entidade legal se importar se você vive ou morre, nem se você é feliz. Se você for um bom rapaz, se vestir com esmero, tiver um EM-PRE-GO e souber dizer a coisa certa, quem sabe não acaba convencendo uma garota legal a permitir que você dê a ela um bebê e ajude a custeá-lo? Mas se essa não for sua praia, você pode gastar seu dinheiro enchendo a caveira ou ocupar seu tempo no esforço de conseguir trepar com o primeiro traseiro que mexer com sua imaginação. Afinal de contas, nesta sociedade masturbatória de bonobos, o sexo é social. Você desfrutará do “direito” arduamente conquistado de se esfregar em qualquer coisa que o faça sentir-se bem — contanto que siga as regras. Se você for um bom rapaz, pode se enroscar na segurança uterina de seu apartamentinho de condomínio em estilo soviete-nouveau, com seus trastes confortáveis, e desfrutar de suas indulgências meticulosas, sua dieta gourmet, sua cerveja exclusiva. Pode ocupar o tempo procurando se adestrar na arte de reduzir suas emissões de carbono, ou fazer sua parte indo de bicicleta para o trabalho, costurando displicentemente no meio de uma barragem de caminhões e de carros capazes de esmagá-lo por puro prazer. Quem sabe você não faça aulas e obtenha uma autorização, e, depois de outro funcionário confirmar que você é competente o bastante para merecer uma licença e a devida cobertura do seguro, não se habilite a fazer uma coisa fora do normal, tipo andar de moto? Quem sabe você não pague a alguém para deixá-lo disputar um jogo, ou participar de uma corrida, ou se meter num arnês de segurança e escalar pedras falsas? Caso contrário, nada impede que você assista a alguém fazer isso na TV. Quem sabe você não fique revoltado com alguma iniquidade ou injustiça à toa e participe de uma resistência pacífica? Quem sabe você não se convença de que está fazendo a diferença quando marca com outras pessoas de se encontrarem em algum lugar para dirigir gritos enraivecidos contra uma gente que não está nem aí? Se preferir, pode entrar na internet e dar largas a sua fúria confusa, impotente e vangloriosa assumindo a identidade daquele casca-grossa anônimo que vive em algum blog ou fórum. Ou pode só tocar um foda-se e gastar todo o dinheiro em videogames que proporcionem a sensação vicária de enfrentar hordas carniceiras de “outros”, cheios de agressividade. Você pode ficar obcecado com o time de futebol de seus sonhos. E não podemos esquecer dos hobbies. Você pode arranjar uma atividade inútil e inofensiva para passar o tempo. Jardinagem, talvez. Você pode formar uma banda ou mexer com carros. Virar um cinéfilo. Você pode pintar estatuetas de guerreiros. Você pode até vestir uma fantasia e jogar RPG na modalidade live action. Seja lá o que você faça, arrume um jeito de se manter ocupado. Não há nada de errado com essas coisas, todas elas são “divertidas”. E o que é “diversão”, se não dar uma masturbadinha em seu cérebro primitivo? Eu gosto de me “divertir”. Não há mal nenhum em se permitir um pouco de “diversão” — daí a gente chamar de “diversão”, em vez de alguma coisa extremamente grave, tipo “sobrevivência” ou “guerra”. Mas se isso é tudo, se sua vida se resume a sair à cata de “diversão”, será que é o bastante? Será que este patamar de civilização — toda esta paz e esta fartura — vale o que estamos pagando? Por quanto tempo os homens se satisfarão em reviver e reinventar os dramas conflituosos do passado por meio de livros, filmes e jogos, sem esperança de passar por qualquer conflito significativo em suas próprias vidas? Quando será que nos cansaremos de ouvir histórias de grandes homens há muito falecidos? Por quanto tempo os homens tolerarão esse estado de relativa desonra, sabendo que seus ancestrais eram mais fortes, mais resistentes, mais sabendo que essa força que herdaram continua viva neles, mas que seu próprio potencial para as virtudes masculinas, para a glória, para a honra, será desperdiçado? Já sabemos como era o Código dos Homens. Será que viver uma vida de bonobos foi só o que nos restou?
  4. 5 pontos
    viniciusgronkowski

    tópico do desafio

    DIA 0 Caí e já vim relatar para não entrar em frenzy. Perdi o controle da mente e comecei a dar desculpas e já era. Não sei como consegui 192 kkkkkkkk
  5. 5 pontos
    Não vou comentar sobre a atitude dos nutricionistas pra ser antiético, mas, infelizmente, isso é algo bem comum de se ver... Assim como falaram, eu colocaria a proteína em 2g/kg em média e subiria os carboidratos e gorduras aos poucos. A proporção entre eles dependerá da sensibilidade à insulina dela... mas ela precisa de carbo, sem dúvida... daí vai aumentando aos poucos, observando como ela responde, até chegar no que teoricamente seria o GET dela. Depois fica um tempo comendo nessa faixa e, então, volta pro cutting. Também manteria os aeros moderados cerca de 30min 3x na semana, em média...
  6. 5 pontos
    RDU

    Preguiça pra fazer cardio o que fazem?

    mané biotipo pleno 2k18 rapaz cria vergonha, 2 tapa na cara e vai mexer os bacon
  7. 5 pontos
    Fefe

    "Fefe on line"

    Realmente estou me sentindo muito, mutíssimo bem. Fiz um full body ontem ao estilo "À la Fefe" e me senti vitoriosa ao final. Depois comi o que quis, sem culpa, sem pesar, sem apostar no certo. Entrei numa fase diferente e vou viver a vida e ver no que vai dar. Dormi bem e hoje estou no low carb, mas farei aeróbico mais tarde para clarear a mente. E a partir de amanhã, a rotina mudará positivamente e essa sensação de liberdade chega a me fazer mais amável que de costume. Mantra da Fefe: " I feel something so right, doing the wrong thing" Pirei na batatinha e não é batata doce. Avisei aos coaches. Bons treinos a todos e como não estou contribuindo positivamente para vcs andarem na linha, vou me policiar e escrever menos, ou não escrever. Beijo no coração de vcs, seus lindos e suas lindas.
  8. 5 pontos
    viniciusgronkowski

    tópico do desafio

    183 Se temos disciplina para bater o ponto em um emprego indesejado, devemos ter muito mais para conquistar os nossos sonhos. Segundo dia que acordo sem despertador, 02:42, pensei em voltar a dormir, mas parei de negociar com a minha mente.
  9. 4 pontos
    MBD

    Enantato com Oxandrolona e 18 anos

    Essa gente é burra. E você não é burro. Logo, se vai usar QUALQUER hormônio, PRECISA FAZER TPC. Ponto final nessa história. 1 - Depende do quão longe você está do seu limite natural e de quão regrado você será na dieta, antes, durante e depois. Dá pra segurar quase tudo. 2 - Como eu já falei anteriormente, na sua idade você tem MUITA testo, portanto NÃO É NECESSÁRIO usar testo junto da oxandrolona. Fora que, usando só a oxandrolona, seu crash hormonal pós ciclo será muito menor, recuperação mais rápida, menos bad, menor chance de ter queda de libido, maiores chances de segurar tudo que ganhar... 3 - Vale sim, na sua idade vale. 4 - Não, desde que faça tudo direito e bem feito. Agora se tu começar com essa ideia debil mental de "não quero fazer tpc blablabla" aí você tem mesmo que se lascar e vai ficar com o eixo arrebentado, e daqui a 1 ano vai estar choramingando pelo fórum que o bilu não funciona etc etc etc. Não seja burro cara, não seja. Aproveita que estou praticamente te dando uma consultoria grátis (deve ser o espírito natalino) e faça as coisas direito.
  10. 4 pontos
    hjr_10

    Onde conhecer mulheres para relacionamento?

    Os relacionamentos de hoje são totalmente tóxicos ao homem. Todos deveriam receber um adicional de insalubridade de 40%. Não tem lugar certo para encontrar mulher pra namorar, mas existem os lugares em que você já pode excluir, como micaretas e baladas. Mulher que sempre marca presença em micareta/carnaval/baladas não serve para relacionamento sério, pois são lugares extremamente promíscuos. Mulheres que fazem sexo casual também não servem para relacionamento. OBS: daqui a pouco aparece os(as) mimizentos(as), "ain machistxs, preconceituosx". Nem na igreja se pode confiar. Aliás, o que não faltam são mulheres de caráter e índole duvidosos nas igrejas. Enfim, nada contra quem curte relacionamento ou queira entrar em um, só acho que a encheção de saco + raiva + ciúmes + joguinhos + dinheiro e tempo gastos não são saudáveis.
  11. 4 pontos
    Compra um videogame e esquece esse negócio de mulher amigo
  12. 4 pontos
    Refeed é uma estratégia interessante para indivíduos que estão muito tempo num deficit calórico, bem planejado, e com percentual de gordura razoavelmente baixo. Portanto, não acho que seria o mais adequado nesse caso. O que eu faria: Voltaria gradualmente para as calorias de manutenção e ficaria o tempo necessário para resgatar o metabolismo dela, interessante ressaltar que isso pode demorar muito mais do que o esperado. Sinceramente, uma pessoa sem experiência em treinamento tem resultados fantásticos só comendo em manutenção, sem precisar necessariamente de deficit calórico para perder peso. Mesmo assim, se ela quiser fazer isso após "recuperado" o metabolismo, parta da taxa de manutenção, você pode começar com um deficit de 300 a 500 calorias, dai depois disso eu recomendaria abaixar de 100 em 100 quando você chegar num platô. Agora preste atenção, sempre que ela chegar num platô é importante esperar de 1 até 3 semanas para ver se realmente é um platô ou uma simples oscilação de peso causada por água. O que eu mais vejo é neguinho queimando etapa e querendo perder x % de BF em poucos meses, isso é receita para estagnar!! Quer um bom termometro para saber se seu cutting está indo bem? 1)Lesões antigas não reaparecem 2)A perda de força é inexistente ou muito lenta 3)Energia boa para treinar 4)Sono regulado 5)Libido inalterado 6)Sem sinais de depressão ou irritação Sou nutricionista e minha dica pra você, bem generalizada, é essa.
  13. 4 pontos
    A sua irmã não está em déficit calórico, se estivesse ela estaria perdendo peso, a estudos mostrando que em casos extremos o metabolismo não reduziu mais do que 15%, fala pra sua irmã bater 2g proteína/kg 1g de gordura/kg o resto em carbo e acrescenta 1 hora de corrida ou 30m de hit que ela vai continuar perdendo gordura, se estagnar de novo vai ter que partir pra um bulking com BF alto.
  14. 4 pontos
    frankx

    Músicas boas pra motivar

    Eu poderia sugerir Disturbed - melhor banda para treinos Motorhead Megadeth Rammstein Metallica Manowar - polêmico esse
  15. 4 pontos
    frankx

    tópico do desafio

    Dia 53.
  16. 4 pontos
    viniciusgronkowski

    tópico do desafio

    182 Eu sou privilegiado. Ué, por que? Porque estou tendo a chance de sentir uma dor ferrada na alma e conseguindo transformá-la em energia. Ah, a dor, como ela é presente e intensa quando você não desiste. Bora para mais uma vitória! Vocês conseguem o que querem!
  17. 4 pontos
    Mano... Vocês precisam urgentemente transar
  18. 3 pontos
    lukao1993

    tópico do desafio

    Esse tópico é de nofap ou de contos eróticos?
  19. 3 pontos
    lukao1993

    tópico do desafio

    Força guerreiro!!! Sei como é cair depois de uma boa sequência.
  20. 3 pontos
    Primeiro, entenda que tudo tem seu espaço na vida. Entendo sempre quem diz que não gosta de balada, festa, putaria, mas eu acho importante você avaliar se já provou isto do jeito certo, e se não é por 'falhar' no que considera sucesso numa balada e etc que tem essa impressão. Digo isso porque uma das piores coisa da vida deve ser você querer fazer isso com seus 40 anos, ficar totalmente deslocado e aí sim, passar vergonha a torto e direito. Independente de qualquer coisa, não tem nada de errado em não curtir ir em show sertanejo e pegar mulher mais maquiada que a Dercy. Definitivamente não tem. Arrume novos amigos. Os seus parecem estar num momento totalmente diferente do seu, e isso é muito normal, principalmente quando a gente vai passando dos 20. São os anos em que a vida vai se transformando, que escolhemos a profissão, o quanto vamos nos dedicar ao futuro agora ou só mais pra frente, e vemos quem está mais preso no passado do ensino médio e quem está com o olhar já na aposentadoria. Os caras podem continuar sendo seus amigos eternamente, mas arrume outros que agora tem a mesma mentalidade que você. Vai encontrá-los no trabalho, na academia, em outros meios sociais, enfim... esse pessoal aparece. Sobre encontrar mulher do jeito que você quer, cara, porra, sério? Mulher tem em todo lugar. Não é porque está na balada que ela é "vagabunda, fácil, desregrada e quer nada com a vida". Larga desses paradigmas e entenda que mulher tem em todo lugar. O que todo mundo faz é: chega naquela que te chama a atenção, pelo motivo que ela chama atenção, e depois descobre o resto. Pode ser num bar, no restaurante que você esta almoçando, na porra da fila do Pão de Açucar, mas você vai ter que ver algo que te agrada e chegar lá pra descobrir o resto. Ela treinar, ser regrada, e ter a mesma rotina que você é um quesito de escolha meio merda, na minha opinião. Você tem que arrumar uma mulher companheira, que te entenda e apoie, mas não que necessariamente viva sua rotina. Ela não tem que dividir seu whey, a vida é muito mais que isso. Ela também não precisa ter o mesmo gosto musical, nem assistir Game of Thrones ou saber aplicar oleo no seu ombro. Larga de procurar essas superficialidades e foca em ter alguém que faz você se sentir bem. Os seus hobbies você pode fazer sozinho, e é mó saudável você ter rotinas suas que ela não participa. Eu namoro, já estive solteiro por um tempo, e faz alguns anos que eu só vou onde quero. Mulher tem em TODO lugar. Não vou em show que não gosto, odeio balada, só vou pra bar que toca as musicas que gosto, só vou naquele happy hour da empresa se vai o pessoal que gosto, e só me sujeito a fazer diferente disso se tiver um motivo maior, se quiser estar com alguém e isso for mais importante para mim que o que toca no lugar. Tenho 32 anos, vida feita pra caralho, me dediquei a trabalho e estudos pra cacete dos 20 aos 30. Não me arrependo nem um pouco, soube curtir nesta época também. Se preocupar em namorar nestes momentos é um desserviço a si mesmo, e um erro que cometi. Eu não indico você mudar sua rotina para achar alguém, até porque fazendo isso você vai acabar arrumando alguém que não te conhece de verdade e a parada tende a não dar certo. Parece o conselho mais manjado do mundo mas: seja você mesmo que uma hora vai acontecer! Eu sou o cara mais cético que você vai conhecer, ou perto disso, e te digo com toda certeza do mundo: fica de boa que vai acontecer. Se você veio aqui postar é porque está se sentindo sozinho, cansado de sair com as mesmas minas que não te agregam. Aproveita esses momentos como aprendizagem, evolui como ser humano, segue seu caminho, cresce sua empresa, cuida do seu corpo e fique atraente, confiante, e uma hora a mina que você quer vai chegar. Sério, cara. Bem sério.
  21. 3 pontos
    Angélica G.

    Preguiça pra fazer cardio o que fazem?

    Minha motivação é: Cardio = Maior gasto calórico = Mais comida = Felicidade hahaha
  22. 3 pontos
    Willian Brener

    Trembolona + Deposteron + GH

    Falou, falou, falou e não falou oque queria falar
  23. 3 pontos
    viniciusgronkowski

    tópico do desafio

    @SWRF quando comentei não levei em consideração isso. Porém, esse fato pesa muito na ponderação. Cuidado para não estar tampando o buraco do ex. Mas como você se afastou vamos ver a reação dela.
  24. 3 pontos
    @ndrew92

    Enantato de testo e oxandrolona (com fotos)

    Agora vcs aparecem né seus puto ? kkkk Alpha pharma é top demais!! Um pouco mais cara, é gringa e tal, mas vale o investimento. Porém aconteceu um acidente de percurso. Fui comprar a segunda caixa e simplesmente NINGUÉM tem mais, tudo esgotado. Acabei pegando enantato da cooper. Achei melhor do que cortar o ciclo no meio, ciclo q esta indo muito bem por enquanto. Sobre a suplementação, eu cortei o BCAA pois estudei e vi q não faz efeito. Sigo com whey, creatina, hipercalorico e multivitaminico. Ainda não senti a ox bater, mas ela demora mesmo. E tem mais exames pra sair essa semana. Estou no aguardo. 3 semanas exatas Vlw mano Demais !! Me falaram muito bem dela e eu não botei fé. Agora sinto na pele. Querendo comer até parede kkkk Ta foda lidar com a libido. Pra piorar eu tretei com a mina que eu tava ficando, e outra que ta no jeito mora em outra cidade. Ou seja, 3 punheta por dia. vlw irmão! Tentar pegar mais uns 4 kgs até o fim
  25. 3 pontos
    viniciusgronkowski

    tópico do desafio

    180 Decidi ter constância no foco e hoje acordei às 3 novamente. Talvez toda essa energia seja por estar no modo hard. E como só farei sexo após casar e só casarei após passar, preciso estudar demais hahahaha às vezes enquanto estou estudando dá uma fissura, mas quando venço é igual no GTA, upa meu autocontrole. Se não tenho o controle do meu pau, terei controle do que na minha vida? Antes eu reclamava demais, porém liguei o "foda-se", por exemplo, tá calor demais "foda-se preciso estudar", tá difícil "foda-se preciso acertar questões", saudade ferrada da morena "foda-se eu prefiro um civic". Foco no objetivo. Mente fraca é o meu ovo. Não considero foda-se palavrão, então... foda-se.
Clique aqui


×