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Wesley Pinto

Paleo Workout / Ancestral Training

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Abaixo alguns vídeos, extraiam o que considerarem de melhor, descartem o que não gostarem. Como falei no inicio, tudo está muito solto, cada um pegou um grupo de exercícios e formatou em seus pacotinhos para venderem para galera. Alguns são mais característicos outros contém alguns movimentos e estão misturados com outros mais "modernos"

Spoiler

 


Diversos movimentos:

 

 

Uma sequência bem bacana de agilidade, mobilidade, pernas e movimento em estado de alerta:

 

 

Um festival no qual apresentaram um pouco dos conceitos e movimentos:

 

 

Combate ancestral e saltos de precisão:

 

 

Corrida ancestral: 

 

 

Explicativo da corrida ancestral: 

 

 

Sobre a cocoras: 

 

 

Cocoras em movimento (frente e tras) e outros movimentos de calistenia uteis mas não são o foco:

 

 

 

Mais movimentos, um pouco mais "calistenicos" e parkour: 

 

 

Video bastante essencial:

 

 

 

Apresentação animal Flow:

 

Movimentos Animal Flow:

 

 

Uso do Mov Nat para preparação pro UFC 195:
 

 

Pro UFC 194:

 

 

Primitive Funcional Workout (é como eles vendem):
 

 

 

Engatinhar: 
https://www.youtube.com/watch?v=nroB4KH_FKA

 

Movimento complementar interessante: 
 

 

Ginástica Natural do Rickson Gracie (tem calistenia em barras, foge do tópico, mas tem coisas uteis):
 


 

 

Aos poucos vou colocando mais coisas para complementar.

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É um bom treinamento. Uma mistura de Crossfit com Strongman. Quando treinava Calistenia fazia muito o engatinhar, press com blocos de pedra e por aí.

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Acompanhando aqui com certeza...estou muito focado em treinos calistenicos (nivel ucrânia) e os movimentos de argolas olímpicas. mas vou pesquisar essa filosofia pois atualmente estou treinando muito ao ar livre 

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Vale a leitura

A mudança de modo de vida caçador-coletor para agricultor deixou os ossos humanos mais frágeis

Spoiler


Pesquisas mostram que através de milhares de anos de evolução humana nossos esqueletos tornaram-se muito mais leves e mais frágeis desde a invenção da agricultura – resultado do nosso estilo de vida cada vez mais sedentário, que passou de caça e coleta para a agricultura.

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Esta ilustração mostra humanos modernos (à direita) possuem uma densidade baixa incomum nos ossos, incluindo as juntas dos ossos das mãos (epífises de metacarpos). Este novo estudo descobriu que a densidade das juntas dos osso permaneceu alta através da evolução humana durante milhões de anos até começar a cair significativamente em humanos modernos recentes, provavelmente como um resultador de modo de vida cada vez mais sedentário. Da esquerda pra direita: Chimpanzé moderno, Australopiteco, Neandertal, e humano moderno. Crédito: © AMNH/J. Steffey

O estudo, publicado na revista PNAS, mostra que, enquanto os caçadores-coletores humanos de cerca de 7.000 anos atrás tinham ossos comparáveis em força com orangotangos modernos, os agricultores da mesma área, 6.000 anos depois, tiveram ossos significativamente mais leves e mais fracos, mais susceptíveis a fraturas.

 

A raiz do problema

A massa óssea era cerca de 20% maior em populações forrageiras (caçadores-coletores) – o equivalente ao que uma pessoa média perderia após três meses de ausência de gravidade no espaço.

 

Depois de excluir diferenças de dieta e mudanças no tamanho do corpo como possíveis causas, os pesquisadores concluíram que a redução da atividade física é a principal causa da degradação da resistência óssea humana através de milênios. É uma tendência que está chegando a níveis perigosos, dizem eles, como as pessoas fazem menos com seus corpos hoje do que nunca.

 

Os investigadores acreditam que os resultados apoiam a ideia de que o exercício, ao invés da dieta, é a chave para prevenir o elevado risco de fraturas  e  outras condições, tais como a osteoporose em idades avançadas: mais exercícios durante a juventude resultam em um pico mais alto de resistência óssea ao redor dos 30 anos, ou seja, o enfraquecimento dos ossos, inevitável com a idade, é menos prejudicial.

 

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Etsa imagem mostra uma comparação entre a massa óssea da epífise do fêmur (junta do quadril) em um caçador coletor e um agricultor. Repare que na imagem abaixo aparecem mais espaços vazios. Crédito: Timothy Ryan & Colin Shaw.

 

Na verdade, não há nenhuma razão anatômica para que uma pessoa nascida hoje não consiga alcançar a força do osso de um humano forrageiro, ou de um orangotango, dizem os pesquisadores; mas mesmo as pessoas vivas mais ativas fisicamente não estão susceptíveis de exercitar os ossos com a mesma frequência e intensidade de estresse de um caçador-coletor, que permitiria o aumento da resistência óssea. Afinal, os modos de vida da maioria da população atual difere, e muito de grupos caçadores-coletores. (isso me lembrou o sensei que publiquei no physical culture que  após anos de treino consegue socar vigas de concreto, e tb outros senseis e atletas que desenvolveram ossos largos principalmente do punho, vide ginastas como Arthur Zanetti e a largura do osso do punho).

 

“O homem atual vive em um ambiente cultural e tecnológico incompatível com as nossas adaptações evolutivas. São sete milhões de anos de evolução dos hominídeos voltados à ação e atividade física para a sobrevivência, é apenas nos últimos 50 ~ 100 anos que temos sido tão sedentários – perigosamente sedentários“, disse o Dr. Colin Shaw, da Universidade de Cambridge.

 

 


“Nós não evoluímos para ficar sentados em um carro ou em frente a uma mesa.“

 

Os pesquisadores radiografaram amostras de ossos de fêmures humanos de contextos arqueológicos, junto com fêmures de outras espécies de primatas, com foco no interior da cabeça femoral: a bola na parte superior do fêmur, que se encaixa na pelve para formar a articulação do quadril, uma das conexões ósseas que suporta mais carga no corpo.

 

 

 

 

Dois tipos de tecido formam o osso: o cortical, que reveste o exterior; e o trabecular ou osso “esponjoso”, na parte interna, que permite flexibilidade, mas também é muito vulnerável a fraturas.

 

Os pesquisadores analisaram o osso trabecular da cabeça femoral de quatro populações humanas arqueológicas distintas, representando caçador-coletores móveis e agricultores sedentários, todos encontrados na mesma área do Illinois, Estados Unidos, (e provavelmente geneticamente semelhantes, como conseqüência).

A estrutura trabecular é muito semelhante em todas as populações, com uma notável exceção: os caçadores-coletores têm uma quantidade muito maior de osso real em relação ao ar.

 

Escanemanto da cabeça femoral de um caçador-coletor:

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O osso trabecular tem muito mais plasticidade do que outros ossos, mudando de forma e direção, dependendo das cargas impostas sobre ele; ele pode mudar a estrutura de pino ou de bastonete para algo muito mais espesso, quase em forma de placa. Nos ossos de caçadores-coletores, tudo foi engrossado“, disse Shaw.

 

Carga Constante

 

Este espessamento é o resultado de carga constante sobre o osso da atividade física que caçadores-coletores realizavam na paisagem buscando o seu sustento. Este esforço feroz causavam danos menores que resultavam num tecido esponjoso que voltava a crescer cada vez mais forte e mais grosso ao longo da vida – construíam um “ponto de pico” da força óssea, contrabalanceando a deterioração dos ossos com a idade.

 

Shaw acredita que há lições valiosas a serem aprendidas com os esqueletos de nossos antecessores pré-históricos. “Você, com certeza, pode transformar até mesmo os seus ossos para que eles lidem com o estresse e tensão de forma mais eficaz. As fraturas de quadril, por exemplo, não tem que acontecer simplesmente porque você fica mais velho, se você construir a sua resistência óssea mais cedo na vida, e aí quando você envelhecer nunca irá ficar abaixo desse nível, onde as fraturas podem ocorrer facilmente “.

Outras teorias para os seres humanos terem evoluído um esqueleto mais leve e frágil incluem mudanças na dieta ou seleção para um esqueleto mais eficiente, leve, que nunca era revertido.

 

A mudança inicial para a agricultura causou uma queda na saúde humana devido a dietas de monocultura que careciam de variedade, as populações testadas foram afetadas por essa janela na história. “É claro que precisamos de um certo nível de cálcio para manter a saúde óssea, mas um excesso nesse nível de cálcio não é necessário“, disse Shaw.

 

A pesquisa também contraria a teoria de que, em algum momento da evolução humana, nossos ossos simplesmente se tornaram mais leves – talvez porque não havia comida suficiente para sustentar um esqueleto mais denso. “Se isso fosse verdade, esqueletos humanos seriam totalmente distintos de outros primatas vivos. Nós mostramos que os caçadores-coletores são muito similares aos primatas de um tamanho corporal similar. Esqueletos humanos modernos não são sistematicamente frágeis; não estamos limitados por nossa anatomia“.

 

“O fato é que nós somos humanos, podemos ser tão fortes como um orangotango – não somos, simlesmente, porque não estamos desafiando os nossos ossos com carga suficiente, predispondo-nos a ter ossos mais fracos de modo que, à medida que envelhecemos, surgem situações em que os nossos ossos estão quebrando, quando, na verdade, não deveriam“, disse Shaw.

 

Enquanto os forrageiros de 7.000 anos atrás tinham ossos muito mais fortes do que os de 700 anos atrás, os agricultores, nenhum dos dois se compara com hominídeos até mesmo mais antigos, de cerca de 150.000 anos atrás. “Algo está acontecendo no passado distante para criar uma resistência óssea maior que qualquer outra nos últimos 10 mil anos.“

 

O próximo passo para a equipe de pesquisa da Shaw será olhar quais diferentes tipos de cargas e mobildiades moldam corpos e ossos através da referência cruzada de registros arqueológicos com testes em corredores de ultra-maratonas modernos, que cobrem enormes distâncias de mais de uma variedade de terrenos – desde o Himalaia até deserto da Namíbia. Ele espera que este trabalho futuro forneça informações sobre o tipo de mobilidade que deu nossos ancestrais tão poderosa força física.

 

Artigos publicados no PNAS: Gracility of the modern Homo sapiens skeleton is theresult of decreased biomechanical loading; Recent origin of low trabecular bone density in
modern humans

 

Artigo original: http://intl.pnas.org/content/112/2/372.full.pdf

 

 

14 minutos atrás, Blancastroll disse:

O máximo que eu conhecia disso eram os vídeos do Ross Enamait, mas acho que não estão muito na ideia de ancestrais

 

 


Esta em partes, tirando a barra, trx e o AbRoll ta ok. Fazer corrida na neve, se erguer em tronco, carregar pedra. O ponto é critico é que ele faz os movimentos "modernos" na natureza, ai foge do conceito, contudo é um adendo interessante, creio que ninguém vai focar só no modo paleo, vai apenas complementar, o que faz do video válido. 

24 minutos atrás, Blancastroll disse:

Acompanhando aqui com certeza...estou muito focado em treinos calistenicos (nivel ucrânia) e os movimentos de argolas olímpicas. mas vou pesquisar essa filosofia pois atualmente estou treinando muito ao ar livre 


Saiba que o essencial é praticar descalço ou no minimo com um sapato minimalista, quando estiver na grama e terra tire os sapatos, descarregue a carga magnética do seu corpo. 

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Eu sou adepto da corrida descalça/minimalista a mais de um ano.

Para iniciantes, principalmente acima do peso, só se for de forma gradativa e corrigindo a biomecânica da corrida, caso contrário acho que a chance de lesão(estiramento, Tend. Aquiles e Fascite planar)..

A forma com que se corre é muito mais importante do que com o que se corre, excluindo em tenis que te obrigam a pisar com o calcanhar(drop alto).

Editado por Born4Run (veja o histórico de edições)

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9 minutos atrás, Born4Run disse:

Eu sou adepto da corrida descalça/minimalista a mais de um ano.

Para iniciantes, principalmente acima do peso, só se for de forma gradativa e corrigindo a biomecânica da corrida, caso contrário acho que a chance de lesão(estiramento, Tend. Aquiles e Fascite planar)..

A forma com que se corre é muito mais importante do que com o que se corre, excluindo em tenis que te obrigam a pisar com o calcanhar(drop alto).


Quem estiver acima do peso pode começar com a caminhada de forreagear. É uma forma de andar reto, olhando sempre em frente como se buscasse um novo lugar para montar acampamento. E claro descalço ou de chinelo, de preferência descalço. Se morar na praia maravilha, se morar em sitio tb.  Caminhar descalço fortalece o tornozelo e arco plantar. Muita gente que começa correr descalço sente dor no arco plantar.

No primeiro dojo que treinei karate era obrigado a correr descalço ao redor do clube onde treinavamos, passavamos do concreto ao gramado. Na época eu pré adolescente obeso sentia muita dificuldades, mas logo foi passando, entretanto o fato de ser gordo me fez ter pernas bem fortes para idade e altura. 

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56 minutos atrás, Wesley Pinto disse:

Mais videos:

 


Quase 1h da ginástica natural dos Gracies (aproveitem o que é bom para seu treino ou para filosofia Paleo Workout)
 

 

 

Entrei pra comentar sobre a ginástica natural. Essencial para quem treina BJJ isso ai...

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1 hora atrás, Wesley Pinto disse:

Uma crítica

Movement-Skill-Development.png

 

Isso ai já está bem ultrapassado, hoje em dia essa imagem se resumiria só nas extremidades. Não se vê mais crianças correndo, pulando, brincando, logo bebês já estão sentadas na frente da TV ou do PC.

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É tipo um parkour com uma inspiração in natura, para os que amam a natureza e nem tanto as cidades hehehe.

No exército o pessoal deve realizar muito destes movimentos. Os caras não são grandes, mas são bem psicos...

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3 horas atrás, Blancastroll disse:

O máximo que eu conhecia disso eram os vídeos do Ross Enamait, mas acho que não estão muito na ideia de ancestrais

 

 

 

O canal dele é sensacional os treinos são inspiradores, os mais completos que já vi atualmente. Não só faz treinos com o peso corporal e aeróbicos, mas  uma grande variedade de exercícios complexos e compostos com grande intensidade. Acho que devido a variedade de exercícios ele não os faz em alta frequência(compostos), não sei como mantém as cargas, nem imagino como deve ser o planejamento...  

Editado por Norton (veja o histórico de edições)

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1 hora atrás, Norton disse:

 

O canal dele é sensacional os treinos são inspiradores, os mais completos que já vi atualmente. Não só faz treinos com o peso corporal e aeróbicos, mas  uma grande variedade de exercícios complexos e compostos com grande intensidade. Acho que devido a variedade de exercícios ele não os faz em alta frequência(compostos), não sei como mantém as cargas, nem imagino como deve ser o planejamento...  


Vou acompanhar valeu a indicação 

15 horas atrás, Lucas Vilela disse:

Qual  o nome do calçado que o bruno montoro está usando no video?


Cara eu não sei não, uso aqueles semelhantes ao allstar só que sem cadarço e descalço. 

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Sobre esse Ross Enamait, a coisa deve ser bem instintiva e personalizada, sem muito (ou qualquer) planejamento. Muitos caras tocam a vida toda assim. 

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58 minutos atrás, R.U.M. disse:

Sobre esse Ross Enamait, a coisa deve ser bem instintiva e personalizada, sem muito (ou qualquer) planejamento. Muitos caras tocam a vida toda assim. 

 
E particularmente acho o mais adequado, o corpo se adapta em variáveis estimulos. 

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Em terça-feira, 5 de janeiro de 2016 at 21:27, Wesley Pinto disse:

 
E particularmente acho o mais adequado, o corpo se adapta em variáveis estimulos. 

 

Também acho o mais adequado, só que é preciso ter equilíbrio para não haver um destreino(perda de frequência num, ou mais exercícios), ou um treino não prejudicar o outro(progressão/execução), porém não sei como estruturar isso. Tem exercício composto que treino 2x por semana, ao ficar uma semana sem executar já não consegui levantar minha 3 rm, acho que é mais mental que físico, bom deixa pra lá se não acaba desvirtuando o tópico...

Editado por Norton (veja o histórico de edições)

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2 horas atrás, Norton disse:

 

Também acho o mais adequado, só que é preciso ter equilíbrio para não haver um destreino(perda de frequência num, ou mais exercícios), ou um treino não prejudicar o outro(progressão/execução), porém não sei como estruturar isso. Tem exercício composto que treino 2x por semana, ao ficar uma semana sem executar já não consegui levantar minha 3 rm, acho que é mais mental que físico, bom deixa pra lá se não acaba desvirtuando o tópico...


Bom eu penso em progressão nos exercicios mais básicos, ou ao menos a manutenção (meu caso que tenho limitação de cargas). Ex.: Paralelas, Agachamento, Barra fixa, LPO e Terra, Flexões. E outros tento manter o condicionamento, nunca perder o aprendizado como: Parada de mão, parada de 3 apoios com extensão de perna, X tempo nas pranchas e L-Sit, e por ai vai. Outros como engatinhar, alongamento escorpião e por ai vai "não tem como" pensar muito em progressão então a prática visa o condicionamento, ao meu ver, não especifico. Exemplo é escalar uma arvore, uma vez que conseguir, seu corpo terá trabalhado costas, peito e etc... não é algo especifico, porém não pode pensar que isso elimina a necessidade da barra e que barras eliminariam da escalada. 

5 horas atrás, TheKingGamerBr disse:

Contribuindo :

 

 


Muito bom. 

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Fala pessoal, queria deixar minha contribuição com 2 podcasts que vi do Ido Portal e achei fantásticos. Ele entra bem a fundo na filosofia do Movement Culture.

 

Infelizmente  não tem tradução.

 

 

 

 

 

 

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O IDO portal adapta muitas coisas das artes marciais. Lembra muito o falecido Karateca Tetsuhiko Asai que resolver estudar a fundo o Karate Shotokan, resgatar certos conceitos perdidos e apresentou a arte de uma maneira que havia sido esquecida devido a brigas politicas ocorridas após a morte do fundador. Hj seu sucessor é André Bertel. 

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Contudo galera, não acho que tudo se baseia na repetição de treinos, no estilo "3x12" "3x8" e por ai vai. Por isso publiquei os movimentos bases a serem dominados para que sejam competências adquiridas a partir de movimentos que devem ser naturais e performáticos. Como assim performáticos? 

Creio que a essência do paleo/primal/primitive está na performance ou expressão corporal que imita guerra, lutas, caçadas, sobrevivência e principalmente resgate o movimento/mobilidade natural e confortável do homem primitivo. 

Falo isso pois quanto mais procuro no youtube mais vejo, como já disse, as formatações para vender em academia, vira um cross fit feito no mato ou parkour do mato, vejo em muitos casos apenas bodyweigth comum com uma pitada de "dança". Entendam dança como expressão que a galera tem feito para parecer primal, o que é diferente de ser primal, a té pq a dança era comum nas tribos mas tinha o propósito de imitar uma luta ou uma caçada e não o mero propósito de vender um formato novo de fitness. De exemplo são Katas e Katis das artes marciais, quem vê de fora pensa que é dança mas o propósito é marcial e funcional e não mero exibicionismo mercadológico como vi em alguns videos do IDO Portal. 

Por isso acredito que ainda n˜ao tenha um formato adequado de primitive/paleo training. Ainda tudo e valido e por isso a criatividade é essencial. Como falei antes, o que tem são pessoas que pegaram alguns movimentos e colocar em uma proposta de fitness, onde ao meu ver não é o ideal, o ideal real é observar tribos, crianças, animais e entender como fazem a manutenção de suas capacidades físicas. 

Assim acredito que agachamento com troncos não é nada paleo, é moderno com um tronco, o homem primitivo não faria agachamentos, ele desenvolveria a habillidade a partir de movimentos necessários ao dia a dia. O carregar por terrenos uniformes e situações diversas proporcionaria a capacidade e não séries de agachamento. Se for para agachar normalmente porém com tronco ao invés da barra melhor fazer com barra mesmo rs. 

E por isso tb disse que essa filosofia, hj em dia, é principalmente um complemento de outras atividades, ainda que não impeça de alguém fazer disso sua única atividade, creio que nunca substituirá um agachamento convencional. Se complementam. 


Em resumo, para mim isso não é paleo:

11352846_1657172851181989_75933140_n.jpg

 


Escrevo isso apenas para debatermos, sair um pouco do ctrl c e ctrl v. O que acham? 

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Mais um video, Duck Walk, no vídeo é utilizado por militares, entretanto de acordo com muitos documentários que vi o Duck Walk era uma forma prática de andar em grutas e para caçar coelhos.
 



Monkey Bar (e variações):

 


 

Grau de dificuldade Extremo: Jump Monkey Bar:
 

 

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9 horas atrás, HeadShot disse:

Que tópico foda!

Pena que não teve muita projeção.

 

Pois é... Tinha passado batido por mim também. Mais tarde vou dedicar um tempinho pra ver os vídeos. =)

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Séries que todos que se interessam por essa prática de treino e modo de vida deveriam assistir:
 

 

 

 

 


Existe também o Desafio em Dose Dupla mas não gosto, Largados e Pelados a tribo pra mim um big brother no mato, e o Bear Grylls mas acho ele focado em imprensionar.

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Em 24/03/2017 at 22:39, Wesley Pinto disse:

Um documentário muito interessante, da para tirar proveito de muita coisa, sobre Ginástica Dinamica para bebês

Aqui no brasil o cara seria preso por maus-tratos infantis rs, mas bem bacana essa ginástica...

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1 hora atrás, BUSY disse:

Aqui no brasil o cara seria preso por maus-tratos infantis rs, mas bem bacana essa ginástica...


Sim, basta ler os comentários nos vídeos relacionados. Eu acho a abordagem um pouco extrema, girar recém nascidos sobre a cabeça, e se eles caem? E se exagera no tranco?

Contudo uma parte da para ser absorvida, são mais resistentes do que imaginamos. Penso que somos uma espécie reativa ao ambiente e não ativa a ele. Exemplo: Leões são ativos ao ambiente, caçam de forma incisiva e dominam o território, possuem força e armas naturais habilitadas para a savana. Humanos por outro lado mudam pouco suas questões ativas, não a toa depende de peles e armas, fazendo deles seres passivos ao ambiente. Sei que ao longo prazo urso polar vira pardo, mas no curto prazo um leão morre no gelo, o homem mesmo em sua era primitiva, sem a ciência, se adaptou se escondendo e aproveitando sobras de comida.

Isso me faz pensar que em uma situação de risco uma mãe ou pai não pegaria o filho com todo o cuidado, mas sim puxaria pelos braços e sairiam em disparada.

Em breve, com ele andando, começarei a ensinar futebol, karate e ginástica em geral.

No mais tenho adotado coisas simples ao meu filho, alguns movimentos sem muita resistência, ensinar ele a descer e subir da cama usando os movimentos naturais de puxa e empurra, deixando ele engatinhar o quanto puder, deixando ele caminhar ajudando ele segurando uma mão ou duas dependendo se ele estiver cansado demais, as vezes o faço correr um pouco. Dou objetos para ele carregar com pesos que ele suporta, ele me vê fazendo barra e ri então deixei ele se pendurar então ele com 10 meses ja faz uma barra. E faço o que meus avós, e outros antigos faziam, jogar ele devagar para cima, balançar de leve pelos braços (nada perto da russa ai rs), balanço a perninha dele em bicicletinha para ajudar o intestino fortalecendo a contração abdominal e faço umas massagens relaxantes depois na musculatura das costas, ombro, próximo do joelho e cotovelo.

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2 horas atrás, Wesley Pinto disse:

No mais tenho adotado coisas simples ao meu filho, alguns movimentos sem muita resistência, ensinar ele a descer e subir da cama usando os movimentos naturais de puxa e empurra, deixando ele engatinhar o quanto puder, deixando ele caminhar ajudando ele segurando uma mão ou duas dependendo se ele estiver cansado demais, as vezes o faço correr um pouco. Dou objetos para ele carregar com pesos que ele suporta, ele me vê fazendo barra e ri então deixei ele se pendurar então ele com 10 meses ja faz uma barra. E faço o que meus avós, e outros antigos faziam, jogar ele devagar para cima, balançar de leve pelos braços (nada perto da russa ai rs), balanço a perninha dele em bicicletinha para ajudar o intestino fortalecendo a contração abdominal e faço umas massagens relaxantes depois na musculatura das costas, ombro, próximo do joelho e cotovelo.

Que bacana Wesley!

Eu criei minha filha meio selvagem, moro em casa com quintal grande e sempre tive bichos e árvores. Ela mal aprendeu a engatinhar e partia atrás das cachorras e da gata, e com dez meses já andava e escalava a estante da sala. Com 3 anos ela fazia um giro completo nas argolas do parquinho. Quase morri do coração na primeira vez que ela fazer isso! Enfim, hoje com 16 anos ela nunca tomou antibiótico na vida, não tem qualquer alergia e muita desenvoltura para esportes em geral.

Acho muito importante deixar que crianças se movimentem naturalmente, e elas não quebram com essa facilidade toda não. Claro que não vai jogar pro alto e deixar cair no chão... E a parte das massagens, além de ser acolhedor para a criança, ajuda a criar vínculos ;)

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1 hora atrás, vitorbernardo disse:

Comprei minhas huaraches para correr,até meu pezinho de moça se adaptar novamente a correr descalço

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Caramba eu quero uma dessa pro dia a dia, onde comprou?

50 minutos atrás, mootley disse:

Que bacana Wesley!

Eu criei minha filha meio selvagem, moro em casa com quintal grande e sempre tive bichos e árvores. Ela mal aprendeu a engatinhar e partia atrás das cachorras e da gata, e com dez meses já andava e escalava a estante da sala. Com 3 anos ela fazia um giro completo nas argolas do parquinho. Quase morri do coração na primeira vez que ela fazer isso! Enfim, hoje com 16 anos ela nunca tomou antibiótico na vida, não tem qualquer alergia e muita desenvoltura para esportes em geral.

Acho muito importante deixar que crianças se movimentem naturalmente, e elas não quebram com essa facilidade toda não. Claro que não vai jogar pro alto e deixar cair no chão... E a parte das massagens, além de ser acolhedor para a criança, ajuda a criar vínculos ;)


Isso é muito bom, quero prover isso também, até pelo fato de eu não ter tido 1/3. Pior que fico abismado que as crianças de hoje tem menos, muito menos, do que eu tinha rs, são fracas e medianas em todos aspectos (sei que é pesado, mas é verdade, são frageis fisicamente, mentalmente, intelectualmente. Só possuem a vantagem tecnológica mas a vida é mais que isso). O que me deixa triste é meu filho ter nascido com pé torto congenito, fez cirurgia e usa bota pra dormir, pé ta perfeito, mas o inicio com gesso impediu o desenvolvimento nos 3 primeiros meses e o engatinhar em sequencia, ele foi engatinhar com 7-8. Agora tem 10 mas ta quase andando.

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5 horas atrás, Wesley Pinto disse:


Caramba eu quero uma dessa pro dia a dia, onde comprou?


Isso é muito bom, quero prover isso também, até pelo fato de eu não ter tido 1/3. Pior que fico abismado que as crianças de hoje tem menos, muito menos, do que eu tinha rs, são fracas e medianas em todos aspectos (sei que é pesado, mas é verdade, são frageis fisicamente, mentalmente, intelectualmente. Só possuem a vantagem tecnológica mas a vida é mais que isso). O que me deixa triste é meu filho ter nascido com pé torto congenito, fez cirurgia e usa bota pra dormir, pé ta perfeito, mas o inicio com gesso impediu o desenvolvimento nos 3 primeiros meses e o engatinhar em sequencia, ele foi engatinhar com 7-8. Agora tem 10 mas ta quase andando.

https://loja.paleodiario.com/huaraches-artesanais-

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