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Encontrado 9 registros

  1. existe algo q faça o ser humano encolher de altura//estatura//esqueleto ? algum fator seja lá qual for ? processo cronico ? isso ocorre ?
  2. Yossa

    Ossos saltados

    Boa noite, estou fazendo academia já fazem uns 6 meses. Acabei entrando pra academia com intenção de dar uma amenizada nesses buracos que tenho no abdômen, coisa que não aconteceu... Alguém sabe se existe algum exercício, ou qualquer coisa do tipo que consiga amenizar esses “buracos”? Grato!
  3. Olá tenho 16 anos,Queria tirar uma duvida, sinto um pouco de dor no ombro, na academia onde vou... Principalmente ao fazer supino, todos exercícios de peito da uma leve dor no ombro direito ! Estou agora aquecendo antes com exercícios para manguito rotador, e outros aquecimentos para os músculos do ombro ! Notei uma coisa meio que anormal também ! Sabe aquele ossinho redondo que fica abaixo do pescoço ? Aquele ossinho da clavícula, então, ao levantar o braço esquerdo, esse ossinho abaixo do pescoço, meio que sobe, da um "Pulinho" pra cima ! (não causa dor ! mas acho estranho esse movimento dele) sendo que o outro ossinho não faz isso, ao levantar o braço direito... OBS: Eu era corcunda, estou corrigindo agora ! Com exercícios, estou endo que não estou mais corcunda, sera que esse foi o problema ? O que devo fazer? Quais exercícios tentar antes de procurar um Médico? Vejam o vídeo do suposto "pulo do ossinho da clavícula" Desmostração clavicula.mp4
  4. O cálcio, ingerido em alimentos ou tomado como suplemento, tem pouco ou nenhum efeito sobre a densidade óssea ou o risco de fratura em pessoas com mais de 50 anos, segundo duas grandes revisões críticas de estudos publicadas em "BMJ". Uma análise se concentrou em 59 estudos clínicos aleatórios controlados sobre o efeito do cálcio na dieta e em suplementos sobre a densidade óssea. Em conjunto, a pesquisa avaliou 13.790 homens e mulheres com mais de 50 anos. Os dados mostraram que mais cálcio na dieta ou ingerido como suplemento aumentava a densidade óssea entre um e dois por cento – pouco para ter qualquer efeito em fraturas. A outra análise agrupou os resultados de 55 estudos sobre a ingestão de cálcio e fraturas e não constatou associação significativa do total do produto tomado com ossos quebrados. Alguns estudos com suplementos mostraram um risco levemente reduzido de fratura vertebral, mas não no caso de bacia e antebraço. "Não encontramos provas de que a ingestão de cálcio esteja associada ao risco de fratura. Assim, se você tiver uma dieta normal, não é necessário se preocupar com a ingestão de cálcio", disse o principal autor, Dr. Mark J. Bolland, professor associado de medicina da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Referências: Vicky Tai, William Leung, Andrew Grey, Ian R Reid, Mark J Bolland Calcium intake and bone mineral density: systematic review and meta-analysis BMJ 2015;351:h4183 (disponível na íntegra em http://www.bmj.com/content/351/bmj.h4183.full.pdf+html ) Mark J Bolland, William Leung, Vicky Tai, Sonja Bastin, Greg D Gamble, Andrew Grey, Ian R Reid Calcium intake and risk of fracture: systematic review BMJ 2015; 351 (disponível na íntegra em http://www.bmj.com/content/351/bmj.h4580.full.pdf+html )
  5. A versão desidratada deste fruto ajuda a prevenir a osteoporose, avança uma investigação internacional. Mas os seus benefícios não se ficam por aqui… Já todos sabemos que o cálcio e a vitamina D ajudam a prevenir fraturas e a osteoporose mas, recentemente, um estudo da Florida State University nos Estados Unidos da América revelou que as ameixas secas também são importantes nesse campo. O investigador principal, Bahram H. Arjmandi, apelida-as mesmo de «excecionais» e recomenda a ingestão de seis a dez por dia, sozinhas ou associadas às mais variadas receitas. Sugerimos-lhe, por isso, que as inclua na sua dieta alimentar, até porque as suas vantagens não se ficam por aqui. Ricas em fibra, as ameixas secas também constituem uma importante fonte de potássio, tal como os alperces secos, melhorando o processo de contração muscular. À semelhança das passas de uva e dos figos secos, este fruto contém ainda ferro, uma substância que diminui os sinais de cansaço. Enquanto que o fruto fresco tem apenas cerca de 30 calorias por unidade, a sua versão em seco, desidratado, fornece cerca do dobro, 60 calorias. Apesar de terem uma carga glicémica considerada fraca, as ameixas secas têm um poder antioxidante muito elevado. Este fruto também é reconhecido pelo seu efeito laxante e pela sua ação no combate e prevenção da ansiedade e das doenças cardiovasculares. Um estudo laboratorial internacional realizado com ratos mostrou que o consumo regular de ameixas secas em pó fez diminuir os riscos de ateroesclerose. 100 g deste alimento integra entre 24 a 31 g de água e entre 49 a 68 g de glúcidos. Referências: Hooshmand S, Arjmandi BH. Viewpoint: Dried plum, an emerging functional food that may effectively improve bone health. Ageing Res Rev, 8:122-7, 2009. Gallaher CM, Gallaher DD. Dried plums (prunes) reduce atherosclerosis lesion area in apolipoprotein E-deficient mice. Br J Nutr. 2009 Jan;101(2):233-9. doi: 10.1017/S0007114508995684. Epub 2008 Sep 2. . Hooshmand S, Kumar A, Zhang Z, Johnson SA, Arjmandi BH. Evidence for antiinflammatory and antioxidative properties of dried plum polyphenols in macrophage RAW 264.7 cells. (2014; J Nutr Res; in review). . Franklin M, Bu SY, Lerner MR, Lancaster EA, Bellmer D, Marlow D, Lightfoot SA, Arjmandi BH, Brackett DJ, Lucas EA, Smith BJ. Dried plum prevents bone loss in a male osteoporosis model via IGF-I and the RANK pathway. Bone, 39:1331-1342, 2006. . Deyhim F, Stoecker BJ, Brusewitz GH, Devareddy L, Arjmandi BH. Dried plum reverses bone loss in an osteopenic rat model of osteoporosis. Menopause; 12:755-762, 2005. Lucas EA, Hammond LJ, Mucano V, Trolinger A, Khalil DA, Smith BJ, Soung DY, Arquitt AB, Daggy BP, Devareddy L, Arjmandi BH. Dried plum is beneficial to bone health without gastrointestinal side effects. J Appl Res 4:37-43, 2004. . Hooshmand S, Brisco J, Elam M, Chai SC, Arjmandi BH. Bone protective effects of dried plum is through increasing osteoprotegerin and suppressing sclerostin levels. Experimental Biology 2013; 371.2. . Kumar A, Hooshmand S, Arjmandi BH. Dried plum polyphenols decreased markers of inflammation and lipid peroxidation in RAW 264.7 macrophage cell. FASEB, Experimental Biology 2009; SU574.4.
  6. Sei que é matéria de revista, mas achei interessante para iniciarmos um debate. =) CUIDADOS COM A DIETA DA PROTEÍNA Ter hábitos saudáveis e emagrecer não é tarefa fácil: demanda muita força de vontade, habilidade e, principalmente, cuidado. Se você deseja mudar sua alimentação, já deve saber que fazer dieta à base de proteínas auxilia no emagrecimento. No entanto, estudos científicos mostram que, em mulheres, o alto nível de consumo desse nutriente pode estimular a perda de massa óssea, o que traz riscos de fraturas. A pesquisa feita pela Universidade da Califórnia (EUA) e conduzida por Deborah Sellmeyer revelou que as mulheres que consumiram elevada quantidade deproteína animal tiveram maior perda óssea e mais fraturas de quadril em comparação às que comeram quantidades iguais de proteína vegetal. Os pesquisadores acompanharam um grupo de 1.035 voluntárias com idade entre 65 e 80 anos. O consumo de proteína foi medido pelo perfil dos hábitos alimentares. Os cientistas reconhecem a importância das proteínas animais, mas sugerem que, para diminuir os ácidos que reduzem a massa óssea, é preciso incluir na dieta muitas frutas e legumes. Revista VivaSaúde - Edição 120
  7. Vi muita discussão no Fórum sobre leite. Com base nisto, traduzi um artigo acadêmico da HAVARD. Boa leitura. Perdoem os erros, fiz isso rápido! Correções, favor postar nos comentários. Cálcio e Leite: O que é melhor para a saúde dos ossos? Introdução Esses anúncios empurrando leite como a resposta para os ossos fortes são quase inevitáveis. Mas será que "got milk?" Realmente traduzir em “tem ossos fortes?" A facção pró- leite acredita que o consumo (recomendado) de três copos de leite por dia, irá ajudar a prevenir a osteoporose e o enfraquecimento dos ossos. A cada ano, a osteoporose leva a mais de 1,5 milhão de fraturas, incluindo 300mil quadris quebrados. Por outro lado, estão aqueles que acreditam que o consumo de uma grande quantidade de leite e outros produtos lácteos terá pouco efeito sobre a taxa de fraturas, mas pode contribuir para problemas como doenças cardíacas ou câncer de próstata. O que é certo? As respostas finais não são certas, mas aqui está um resumo do que é atualmente conhecido sobre o cálcio e seus efeitos sobre o corpo. O que é o cálcio, e como podemos obtê-lo? O cálcio é um mineral que o corpo precisa para inúmeras funções, incluindo a construção e manutenção de ossos e dentes, coagulação sanguínea, a transmissão de impulsos nervosos, e a regulação do ritmo do coração. 99% do cálcio no corpo humano é armazenado nos ossos e nos dentes . O restante 1% é encontrado no sangue e outros tecidos . O corpo recebe o cálcio de duas maneiras. Uma é pela ingestão de alimentos ou suplementos que contenham cálcio. Boas fontes incluem produtos lácteos, que têm a maior concentração de cálcio por porção altamente absorvível, e folhas verdes escuras ou feijão , que têm quantidades variáveis ​​de cálcio absorvível . Suplementos de cálcio, muitas vezes contêm vitamina D; tomar cálcio combinado com a vitamina D parece ser mais benéfico para a saúde óssea do que tomar cálcio sozinho. A outra maneira que o corpo recebe o cálcio é puxando-o dos ossos. Isso acontece quando os níveis sanguíneos de cálcio ficam muito baixos, geralmente quando já faz algum tempo de ter comido uma refeição contendo cálcio. O ideal é que o cálcio que é emprestado" dos ossos seja substituído em um momento posterior. Mas, isso nem sempre acontece. E o mais importante, este retorno não pode ser conseguido simplesmente por comer mais cálcio. Obter ossos saudáveis O osso é um tecido vivo que está sempre em evolução. Durante todo o tempo de vida, os ossos são constantemente discriminados e edificados em um processo conhecido como remodelação. Células ósseas chamadas osteoblastos constroem os ossos, enquanto outras células ósseas chamadas osteoclastos quebram os ossos. Em indivíduos saudáveis ​​que recebem cálcio suficiente e atividade física, a produção de osso excede a destruição óssea até cerca de 30 anos de idade. Depois disso, a destruição tipicamente excede produção. O que é Osteoporose? Osteoporose, ou "ossos porosos", é o enfraquecimento dos ossos causadas por um desequilíbrio entre a construção óssea e destruição óssea . As pessoas normalmente perdem osso com a idade, apesar de consumir a ingestão recomendada de cálcio necessário para manter a saúde óssea ideal. Estima-se que 10 milhões de americanos – 8 milhões mulheres e 2 milhões homens- têm osteoporose . Outros 34 milhões têm baixa massa óssea, colocando-os em risco aumentado para a osteoporose. Alcançar a ingestão adequada de cálcio e maximizar a saúde dos ossos (até 30 anos), fornece uma base importante para o futuro. Mas isso não vai impedir a perda óssea na vida adulta. A perda de massa óssea com o envelhecimento é o resultado de vários fatores, incluindo fatores genéticos, sedentarismo e níveis mais baixos de hormônios (estrogênio nas mulheres e testosterona nos homens) em circulação. Mulheres pós-menopáusicas são responsáveis ​​por 80% de todos os casos de osteoporose, porque a produção de estrógeno diminui rapidamente após a menopausa. Claro, os homens também estão em risco de desenvolver osteoporose, mas que tendem a fazê-lo de 5 a 10 anos mais tarde do que as mulheres, uma vez que os níveis de testosterona não cair abruptamente a forma estrogênio em mulheres. Estima-se que a osteoporose fará com que metade de todas as mulheres com mais de 50 anos de idade para sofrer uma fratura do quadril, punho ou vértebras. Como a osteoporose pode ser retardada? Prevenção da osteoporose depende de duas coisas: fazer mais forte e mais densos possível os ossos durante os primeiros 30 anos de vida e limitando a quantidade de perda óssea na idade adulta. Há uma série de fatores de estilo de vida que podem ajudar com o último: -Fazer exercícios regulares, especialmente do peso-rolamento e fortalecimento muscular exercício. -Obtendo adequada de vitamina D, seja por meio de dieta, a exposição à luz do sol, ou suplementos. -Consumir cálcio suficiente para reduzir a quantidade que o corpo tem de tomar emprestado de osso. -Consumir vitamina K adequada, encontrada em vegetais verdes, frondosos. -Não obtendo muita vitamina A. -Prevenção da perda óssea na idade adulta Várias estratégias complementares podem ajudar a prevenir ou minimizar a perda óssea durante a idade adulta e velhice. Estes incluem: Fazer exercícios regulares A atividade física que coloca alguma tensão ou estresse sobre os ossos faz com que os ossos para manter e possivelmente até mesmo ganharem densidade ao longo da vida. As células dentro do osso sentem esse estresse e respondem tornando o osso mais forte e mais denso. Tais exercícios "peso-rolamento" incluem caminhada, dança, corrida, levantamento de peso, subir escadas, esportes de raquete, etc. A natação é uma forma útil de exercício para o coração e o sistema cardiovascular. Mas porque a água suporta os ossos, ao invés de colocar pressão sobre eles, não é considerado um bom exercício "de suporte de peso " para a força dos ossos . Além disso, a atividade física não fortalece todos os ossos, apenas os que estão estressados ​​, então você precisa de uma variedade de exercícios ou atividades para manter todos os seus ossos saudáveis ​​. Outra função da atividade física, pelo menos tão importante quanto o seu efeito direto na massa óssea, é o seu papel no aumento da força muscular e coordenação. Com maior força muscular, pode muitas vezes evitar quedas e situações que causam fraturas. Fazer atividade física um hábito pode ajudar a manter o equilíbrio e evitar quedas. Bastante Cálcio Apesar dos debates em torno do leite e cálcio, uma coisa é clara: o cálcio, adequado para o desenvolvimento dos ossos e para o não- osso funções é fundamental para reduzir o risco de osteoporose . No entanto, a quantidade mais saudável ou mais seguro do cálcio da dieta não foi ainda estabelecida. Diferentes abordagens científicas produziram estimativas diferentes, por isso é importante considerar todas as evidências. Estudos de cálcio máxima de retenção, que examinam a quantidade máxima de cálcio que pode ser forçado em ossos, sugerem uma exigência bastante elevado. Para garantir que 95% da população recebe esta quantidade de cálcio, a Academia Nacional de Ciências estabeleceu os seguintes níveis de ingestão recomendados: -1g/dia, durante os anos 19 a 50 -1,2g/dia para os 50 anos de idade ou mais -1g/dia para mulheres adultas grávidas ou lactantes Mas os estudos de máxima de retenção de cálcio são de curto prazo e, portanto, têm limitações importantes. Para detectar a forma como o corpo se adapta as diferentes ingestões de cálcio durante um longo período de tempo e para obter o retrato grande de osso geral força, exige estudos de maior duração. Os resultados de tais estudos de longo prazo podem ser surpreendentes para alguns. Enquanto eles não questionam a importância do cálcio na maximização da resistência óssea, eles lançam dúvidas sobre o valor de consumir grandes quantidades recomendadas atualmente para adultos. Em particular, esses estudos sugerem que a ingestão elevada de cálcio na verdade não parecem reduzir o risco de uma pessoa para a osteoporose. Por exemplo, nos grandes estudos de Harvard dos profissionais de saúde do sexo masculino e enfermeiras, os indivíduos que bebiam um copo de leite (ou menos) por semana estavam há maior risco de quebrar um quadril ou antebraço do que aqueles que bebiam dois ou mais copos por semana . (2, 3) Quando os pesquisadores combinaram os dados dos estudos de Harvard com outros grandes estudos prospectivos, eles ainda não encontraram associação entre a ingestão de cálcio e risco de fratura. Além disso, os resultados combinados de ensaios clínicos randomizados que compararam os suplementos de cálcio com um placebo mostrou que os suplementos de cálcio não protegem contra fraturas de quadril ou de outros ossos. Além disso, houve alguma sugestão de que os suplementos de cálcio tomados sem a vitamina D pode até aumentar o risco de fraturas de quadril. Evidência adicional suporta ainda a ideia de que adultos norte-americanos pode não precisar de mais cálcio do que é atualmente recomendado. Por exemplo, em países como a Índia, Japão e Peru, onde a ingestão média diária de cálcio é tão baixa quanto 300mg por dia (menos de um terço da recomendação EUA para adultos, com idades entre 19 a 50), a incidência de fraturas ósseas é bastante baixa. Claro, esses países diferem em outros fatores importantes osso saúde, bem como o nível de atividade física e quantidade de luz solar, que poderia ser responsável por suas taxas de fratura baixas. Idealmente, estes problemas podem ser resolvidos por randomização um grande grupo de adultos para obter diferentes quantidades de cálcio e segui-los para ver quantos acabaria por quebrar um osso. Na verdade, alguns desses estudos têm sido realizados, e eles não forneceram evidências de benefício, como descrito acima. No entanto, a maioria desses estudos era de pequena ou curta duração, de modo que não poderia descartar a possibilidade de um pequeno benefício de suplementação. Outros estudos randomizados têm combinado de cálcio em combinação com a vitamina D, o que poderia obscurecer os verdadeiros efeitos do cálcio. Para ilustrar as diferentes conclusões tiradas examinando o mesmo conjunto de dados, uma comissão britânica que é comparável ao grupo dos EUA que estabeleceu requisitos de cálcio aqui concluiu que 700mg por dia são suficientes para indivíduos idade 19 e mais velhos. Obtendo vitamina D A vitamina D desempenha um papel crítico na manutenção da saúde dos ossos. Quando os níveis de cálcio no sangue começam a diminuir, o corpo responde de várias maneiras. Ela promove a conversão de vitamina D para a sua forma ativa, o que então se desloca para o intestino (para encorajar uma maior absorção de cálcio no sangue) e os rins (para minimizar a perda de cálcio na urina). Para a saúde dos ossos, uma ingestão adequada de vitamina D não é menos importante do que o cálcio. A vitamina D é encontrada no leite e suplementos de vitamina, e isso pode ser feito através da pele quando exposta à luz solar no verão. Mas nem toda a luz solar é criado igual. Acima de 40 graus de latitude (norte de San Francisco, Denver, Indianapolis, e Filadélfia), a luz do sol de inverno não é forte o suficiente para promover a formação de vitamina D. Os protetores solares também prevenir a formação de vitamina D, embora eles ainda sejam recomendados para reduzir o risco de câncer de pele induzido pelo sol e danos à pele. Um exame dos ensaios clínicos de vitamina D para a prevenção de osteoporose encontrada que a obtenção de 700 a 800 UI de vitamina D por dia diminui o risco de quadril e não vertebrais, (5) a vitamina D podem ser ainda mais eficazes quando tomados em conjunto com cálcio. (6) A mesma análise do efeito da vitamina D em quedas indicou que a suplementação com vitamina D reduz o risco de quedas entre os indivíduos mais velhos, mais do que 20%. Procurar uma multivitamina que fornece de 800 a 1000 UI de vitamina D por dia. Se o seu multi só tem 400 UI de vitamina D, considere tomar um suplemento extra. Muitas pessoas podem precisar de 2.000 UI por dia (ou mais) de vitamina D para os níveis sanguíneos adequados, especialmente se eles têm a pele mais escura, passar os invernos em latitudes mais altas (como os EUA do norte), ou passar pouco tempo no sol. Se você cair em um desses grupos, o que inclui a maior parte da população dos EUA, tendo 2.000 UI é razoável e bem dentro da faixa de segurança. Como sempre, é uma boa ideia para discutir o uso de suplementos com o seu médico , e ele ou ela pode querer pedir um exame de sangue da vitamina D. Obtendo vitamina K A vitamina K, que é encontrada principalmente em vegetais verdes, frondosos, provavelmente desempenha uma ou mais importantes papéis na regulação do cálcio e formação óssea. Os baixos níveis circulantes de vitamina K têm sido associados com baixa densidade óssea, e suplementação com vitamina K mostra melhorias em medidas bioquímicas da saúde óssea. (8) Um relatório do Estudo de Saúde das Enfermeiras sugere que as mulheres que recebem pelo menos 110mcg de vitamina K por dia são 30% menos propensos a quebrar o quadril do que as mulheres que recebem menos do que isso. (9) Entre os enfermeiros, comer uma porção de alface ou outro verde, vegetais folhosos um dia reduzir o risco de fratura de quadril em metade quando comparado com a ingestão de uma porção por semana. Os dados do Framingham Heart Study também mostra uma associação entre a alta ingestão de vitamina K e redução do risco de fratura de quadril em homens e mulheres, e aumento da densidade mineral óssea em mulheres. Como uma ou mais porções por dia de brócolis, couve de Bruxelas, alface verde escuro, couve, couve ou deveria ser suficiente para cumprir a meta diária recomendada de 120mcg por dia para homens e 90mcg por dia para as mulheres. Alguns outros fatores também podem ajudar a diminuir o risco de osteoporose: Tome cuidado com a cafeína e cola. Embora os votos não sejam em todos, há alguma evidência de que beber muito café - cerca de quatro ou mais xícaras por dia - pode aumentar o risco de fratura. Cafeína tende a promover a excreção de cálcio na urina. Enquanto isso , o Estudo de Osteoporose Framingham descobriu que as mulheres mais velhas que bebem Coca-Cola todos os dias têm menor densidade mineral óssea do que aqueles que bebem menos de uma vez por mês. (12) Isto pode ser devido aos altos níveis de cola de fósforo, que podem alterar o equilíbrio da dieta entre cálcio e fósforo e, assim, enfraquecer os ossos. Obter proteína suficiente, mas não muito. O corpo precisa de proteínas para construir ossos saudáveis. Mas como o seu corpo digere proteínas, libera ácidos na corrente sanguínea, o que neutraliza o corpo desenhando o cálcio dos ossos. Depois de uma dieta de alta proteína por algumas semanas, provavelmente não terá muito efeito sobre a força dos ossos. Fazê-lo por um longo tempo, porém, pode enfraquecer ossos. No Estudo de Saúde das Enfermeiras, por exemplo, as mulheres que comeram mais de 95 gramas de proteína por dia eram 20% mais probabilidade de ter quebrado o pulso ao longo de um período de 12 anos, quando comparados com aqueles que comiam uma quantidade média de proteína (menos de 68g por dia ) . (13) Mas esta área de pesquisa ainda é controversa, e os resultados não foram consistentes. Alguns estudos sugerem que o aumento da proteína aumenta risco de fraturas, outros associam dietas de alta proteína com o aumento da densidade mineral óssea. Ainda não está claro qual o nível de ingestão de proteínas fornece a melhor proteção contra a osteoporose, e é necessária mais investigação. Obter quantidade suficiente de vitamina A, mas não muito. Muito tempo associado com boa visão, vitamina A também foi encontrada para dirigir o processo de empréstimo e de reposição de cálcio no osso. No entanto, muito pré vitamina A (também conhecida como retinol) pode promover a fraturas. Escolha um suplemento multivitamínico que tem todos ou a maioria de sua vitamina A na forma de beta-caroteno, um precursor da vitamina A, uma vez que o beta-caroteno não aumentar o risco de fraturas. Muitos fabricantes de multivitamínicos já reduziu a quantidade de pré vitamina A em seus produtos. Mulheres na pós-menopausa também pode querer falar com um médico sobre tomar uma medicação que pode fortalecer os ossos. O estrogênio em hormônios pós-menopausa pode compensar a queda nos níveis de estrogênio depois da menopausa, ajudando a prevenir e, talvez, ainda que parcialmente reverter a perda óssea. Entretanto, a terapia de reposição hormonal caiu em desgraça como o esteio para a prevenção de osteoporose após os resultados de vários estudos mostraram que ela aumenta o risco de câncer de mama , derrame e coágulos sanguíneos. (14) Outros medicamentos, como o alendronato ( Fosamax ) , risedronato ( Actonel ) , a calcitonina ( Miacalcin ) , o raloxifeno ( Evista ) , e do hormônio da paratireóide ( Forteo ) foram aprovados para a prevenção ou tratamento da osteoporose. Você deve obter cálcio do leite? Quando as maiorias das pessoas nos Estados Unidos pensam de cálcio, eles pensam imediatamente de leite. Mas deveria ser assim? O leite é, na verdade, apenas uma das muitas fontes de cálcio - escuros vegetais de folhas verdes e alguns tipos de legumes estão entre as outras fontes, e há algumas razões importantes pelas quais o leite pode não ser a melhor fonte para todos. Esses motivos são os seguintes: Intolerância à lactose Muitas pessoas têm algum grau de intolerância à lactose. Para eles, comer ou beber produtos lácteos provoca problemas como cólicas, inchaço, gases e diarreia. Estes sintomas podem variar de leve a grave. Certos grupos são muito mais propensos a ter intolerância à lactose. Por exemplo, 90% dos asiáticos, 70% dos negros e nativos americanos, e 50% dos hispânicos são intolerantes à lactose , em comparação com apenas cerca de 15% das pessoas de ascendência do Norte da Europa. Uma alternativa para aqueles que são intolerantes à lactose, mas que ainda gosta de consumir produtos lácteos é tomar uma pílula que contém enzimas que digerem o açúcar do leite, juntamente com o produto lácteo ou de consumir leite que tem a enzima lactase adicionado a ele. Alto conteúdo Gordura Saturada Muitos produtos lácteos são ricos em gorduras saturadas, e uma alta ingestão de gordura saturada é um fator de risco para doenças cardíacas. E embora seja verdade que a maioria dos produtos lácteos está agora disponível em opções de baixo teor de gordura ou sem gordura, a gordura saturada que é removido de produtos lácteos está inevitavelmente consumida por alguém, muitas vezes sob a forma de creme prémio gelo, manteiga, ou assados. Estranhamente, muitas vezes as mesmas pessoas que compram esses produtos de gordura mais elevados que também compram os produtos lácteos com baixo teor de gordura, por isso não é claro que eles estão fazendo grandes avanços em cortes em seu consumo de gordura saturada. Possível aumento do risco de câncer de ovário Altos níveis de galactose, um açúcar liberado pela digestão da lactose no leite, tem sido estudado como possivelmente prejudiciais para os ovários e levando ao câncer de ovário. Embora estas associações não fôssemos relatadas em todos os estudos, pode haver danos potenciais a consumir grandes quantidades de lactose. A análise conjunta recente de 12 estudos prospectivos de coorte, que incluiu mais de 500mil mulheres, constatou que as mulheres com consumo elevado de lactose equivalente à encontrada em 3 copos de leite por dia tinham um risco modestamente mais elevado de câncer de ovário , em comparação com as mulheres com a menor ingestão de lactose . (15) O estudo não encontrou qualquer associação entre o leite total ou ingestão de produtos lácteos e câncer de ovário. Alguns pesquisadores têm a hipótese, no entanto, que as práticas de produção de leite industrial modernos mudaram a composição hormonal do leite de maneira que poderiam aumentar o risco de câncer relacionado a hormônios ovarianos e outros. É necessário (16) Mais de pesquisa. Provável aumento do risco de câncer de próstata Uma dieta rica em cálcio tem sido apontada como um fator de risco provável para o câncer de próstata. (17) Em um estudo de Harvard de profissionais de saúde do sexo masculino, os homens que bebiam dois ou mais copos de leite por dia, eram quase duas vezes mais chances de desenvolver câncer de próstata avançado do que aqueles que não bebem leite em tudo. (18) A associação parece ser com o próprio cálcio, em vez de com os produtos lácteos em geral: Uma análise mais recente dos participantes do estudo de Harvard descobriram que os homens com maior ingestão de cálcio, pelo menos 2.000 miligramas por dia tiveram quase o dobro do risco de desenvolver câncer de próstata fatal como aqueles que tiveram menor consumo ( menos de 500 miligramas por dia). ( 19 ) Claramente, embora mais pesquisas são necessárias, não podemos ter a certeza de que a alta ingestão de leite ou cálcio é seguro. The Bottom Line: Recomendações para ingestão de cálcio e saúde óssea. O consumo de cálcio ao longo da vida de uma dieta adequada é necessário para reduzir o risco de osteoporose. Consumir cálcio e vitamina D adequada e realizando, o exercício regular do peso-rolamento também é importante para construir a densidade óssea e a força máxima. Depois de 30 anos de idade, esses fatores ajudam a perda óssea lenta, embora eles não possam impedir completamente a perda óssea devido ao envelhecimento. Leite e produtos lácteos são uma fonte conveniente de cálcio para muitas pessoas. Eles também são uma boa fonte de proteínas e são enriquecidos com vitaminas D e A. Neste momento , no entanto, a ingestão ideal de cálcio não é clara, nem a fontes de cálcio fonte ideais ou. Como observado anteriormente, a Academia Nacional de Ciências atualmente recomenda que as pessoas com idades entre 19 a 50 consumir 1g de cálcio por dia , e que os 50 anos de idade ou mais obter 1,2g por dia. Alcançando 1,2g por dia, normalmente requerem beber dois a três copos de leite por dia ou tomar suplementos de cálcio e, acima de tudo, uma dieta saudável em geral. No entanto, essas recomendações são baseadas em estudos de muito curto prazo, e são susceptíveis de ser maior do que o que as pessoas realmente precisam. Atualmente, não há boas evidências de que o consumo de mais de uma porção de leite por dia, além de uma dieta razoável (que normalmente fornece cerca de 300mg de cálcio por dia a partir de fontes nondairy ) irá reduzir o risco de fraturas. Devido a preocupações não resolvidas sobre o risco de câncer de ovário e próstata, pode ser prudente para evitar maior consumo de produtos lácteos. Em níveis moderados , no entanto, o consumo de cálcio e produtos lácteos tem benefícios além da saúde óssea, incluindo, possivelmente, diminuindo o risco de pressão alta e câncer de cólon. (20-25) Embora os benefícios da pressão arterial pareçam relativamente pequeno, a proteção contra o câncer de cólon parece um pouco maior, e mais do último benefício vem de ter apenas um ou talvez dois copos de leite por dia, além de que temos a partir de outros alimentos em nossa dieta. Obtendo mais do que isso não parece diminuir ainda mais o risco. Para os indivíduos que são incapazes de digerir ou que não gostam de - produtos lácteos e para aqueles que simplesmente preferem não consumir grandes quantidades de tais alimentos, outras opções estão disponíveis. O cálcio também pode ser encontrado em verde escuro, vegetais folhosos, como couve e couve, bem como no feijão e legumes. O cálcio também é encontrado no espinafre e acelga, mas estes vegetais contêm ácido oxálico, que se combina com o cálcio para formar oxalato de cálcio, um sal químico que faz com que o cálcio menos disponível para o corpo. A variedade de alimentos fortificados com cálcio, como o suco de laranja e leite de soja, estão agora no mercado. O cálcio também pode ser ingerido como um suplemento, e se você for a rota de suplemento, é melhor escolher um que inclui alguns de vitamina D. A pesquisa sugere que os suplementos de cálcio somente não protegem contra fraturas, e pode , de fato, aumento do risco de fraturas . (4) Há também alguma evidência emergente de que tomar suplementos apenas com cálcio pode, possivelmente, aumentar o risco de ataques cardíacos, outra razão para evitar os suplementos só de cálcio. (26) Os homens podem querer evitar os suplementos de cálcio por causa de questões sobre os possíveis riscos de câncer de próstata, se os homens fazem tomar um suplemento de cálcio, limitar a ingestão de suplemento de 500mg de cálcio por dia parece prudente. Referências 1. Osteoporosis: fast facts. National Osteoporosis Foundation. Accessed January 24, 2008. 2. Owusu W, Willett WC, Feskanich D, Ascherio A, Spiegelman D, Colditz GA. Calcium intake and the incidence of forearm and hip fractures among men. J Nutr. 1997; 127:1782–87. 3. Feskanich D, Willett WC, Stampfer MJ, Colditz GA. Milk, dietary calcium, and bone fractures in women: a 12-year prospective study. Am J Public Health. 1997; 87:992–97. 4. Bischoff-Ferrari HA, Dawson-Hughes B, Baron JA, et al. 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  8. A pergunta é essa mesmo: Qual a porcentagem do peso nos ossos e na carne da coxa de frango? Explico: De acordo com tabelas na internet a coxa de frango tem praticamente a mesma quantidade de proteína que o peito em 100 gramas. Ilustrando (relevem valores): 100g de peito de frango - 30g de proteina 100g de coxa de frango - 30g de proteína A proteína da coxa está só na carne, certo? (Até porque a maioria não come os ossos ). Então seriam 30g de proteína em 100g de carne de coxa de frango, ou seja, contando o osso eu teria que comer, por exemplo, 150g totais de coxa de frango. O que quero saber é quanto de peso total preciso pra ter o peso da carne em si e a quantidade de proteínas. Me embolei, mas espero que entendam kkkk
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