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Diário de um compulsivo alimentar em busca de saúde


Daniel_E

Posts Recomendados

23 horas atrás, Guimers disse:

Normal essas fases de altos e baixos, acredito que o faz a diferença é ter um objetivo bem forte que nos impulsona a busca-lo sem parar. 

Sobre o bf, posta ai que o olho da galera é bem clinico kkkk

 

opa, postarei.. haha

 

9 horas atrás, t2ds disse:

Chegou a ver aquele projeto de suporte para Farmer walk?

 

cara, ainda não. eu até tenho o preço e acho que vale a pena, mas eu, atualmente, não estou conseguindo focar nisso. eu to num modo "automatico", vou la e faço meu treino e saio. Além disso, estou dando prioridades a exercícios que não tomem muito tempo fazendo o set up, pois meu tempo tem sido escasso, e farmer walk eu preciso pegar placas de borracha e espalhar em um local distante na casa, etc, espero em breve estar com uma rotina de trabalho mais tranquila, aí vou pensar em fazer esse farmer's walk.

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  • 2 semanas depois...

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venho aqui solicitar a opinião de vocês em 2 lifts, aceito críticas quanto à forma, mas minha maior dúvida é: embora eu já esteja há 1 ano usando RPE, ainda tenho dificuldades de julgar RPE dos lifts =/. se puderem me ajudar dando opinião sobre isso, agradeço, rsrs. @t2ds @Guimers @Schrödinger

 

O primeiro é um push press com 80kg com 2 reps. eu nunca havia botado mais de 70kg nesse lift antes. estava fazendo sempre na faixa de 40-55 kg, pra reps, e resolvi testar minha força, mas sem fazer carga máxima, então tentei fazer o famoso "single" no rpe 8, mas, depois de fazer 1, me pareceu muito fácil, e fiz mais 1, sinceramente, acho que poderia ter feito mais uns 2, ou talvez até mais 3. Percebam como meus ombros são tortos, acho que é por causa do acidente de cavalo que tive aos 15 anos, não me incomoda isso, mas apenas uma observação.

 

 

 

O segundo é um front squat de 2 reps com 95kg, nunca havia feito mais de 80kg aqui tb, então resolvi testar 1 single com rpe 8, mas também pareceu fácil e acabei fazendo 2, ACHO que conseguiria fazer mais algumas reps aqui tbm.

 

 

Tive bons ganhos de hipertrofia no quadríceps com o treino que tenho feito, bem satisfeito com isso.

 

 

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Não manjo de LPO, se o @Vecchio estiver na ativa, ele pode ajudar.

 

Achei a transferência de força boa no push press, dá pra ver que começou do chão até finalizar. Quanto que é seu ohp? Acho que não consigo subir 80kg, nem com push.

 

Acho que o front não sobrou muitas reps.

 

No push, acho que umas 2.

Editado por t2ds
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Obrigado @t2ds pela lembrança, parça!

 

Daniel, primeiramente aceite o meu puta que pariu de inveja aqui por você ter já exigido essa modificação no power-rack no ato da compra. Isto permitiu fazer ohp e push press, com direito a safe bar anti-tela azul. Acho que por não ter pedido esta modificação tenha sido o meu maior arrependimento.

 

Mano, ambos os movimentos são próximos no nível Socorro Deus e isso inevitavelmente faz com que a forma fique um pouco em segundo plano. Repito um pouco. E, este pouco, na minha opinião, foi perfeito pra você, tanto no push press quanto no front squat.

 

E o que deixaria de ser pouco na minha opinião? Um push press parcial, sem extensão completa de cotovelos, um front squat parcial, sem descer o suficiente e por aí vai. E no seu caso, na minha opinião, nada disso ocorreu.

 

Mas, pra não ficar só no blá blá blá...

 

Eu alargaria um pouco mais a pegada do push press pra conseguir mais estabilidade. E outra, se você não fizer LPO, um exercício que mede melhor sua força máxima é o strict press mesmo, aquele basicão, sem impulsionar as pernas, que a barra sobe devagarinho, perna congelada, tela azul chegando, coisa e talz. Tem um festival que os russos fazem só de strict press (russos... loucos...).

 

No front squat tem aquele valgo (a jogadinha de joelho pra dentro) que tem vezes que, novamente, na hora do desespero, a gente tem de recorrer a ele. Mas, se puder evitar, também é bom.

 

Saudade daqui

Editado por Vecchio
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O front achei bem bom. Não tenho muito a acrescentar. Tem um valgo ali, mas achei dentro do aceitável.

 

O push press pareceu ter um boa transferência de potência no leg drive, mas seria bom ver de lado pra avaliar se o dip/drive estão bons (o erro que é mais comum acontecer é ter algum movimento horizontal, qd deve ser totalmente vertical, sem quadril ir pra trás).

 

O que me incomodou no push press foi só que a barra tá nas suas mãos, não nos ombros, e isso gera instabilidade no dip/drive. Não precisa estar com a mão totalmente fechada no início do movimento (tenta achar um meio termo confortável entre deixar a barra na ponta dos dedos e envolver totalmente com as mãos, de forma que a barra fique repousada sobre os ombros (como no front squat). Isso faz diferença e dessa forma vai conseguir transferir mais potência.

 

Distanciar as mãos pode ajudar também, como o Vechio sugeriu. Ajuda em duas coisas: um pouco mais de estabilidade e menor distância a ser percorrida.

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Um exemplo extremo de uma posição de front rack antes do jerk sem envolver a barra com as mãos:

 

maxresdefault.jpg

 

O ideal é envolver mais a barra, mas é perfeitamente possível não envolver.

 

O que joga a barra pra cima são as pernas. Os braços só completam o movimento e fazem o lock out.

 

Eu mesmo (sei que não sou lá uma grande referência rsrs) não consigo envolver totalmente a barra com as mãos e consigo um push press mais de 30% maior que meu press.

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4 horas atrás, Daniel Earp disse:

embora eu já esteja há 1 ano usando RPE, ainda tenho dificuldades de julgar RPE dos lifts =

 

Um ano. Treinou mais tempo RPE do que eu. Sinceramente eu desisti.

 

Li praticamente tudo sobre RPE, vi os vídeos do Matt, curti a ideia, mas minha cabeça tem a mesma dificuldade em julgar o grau de esforço que você comentou. No meu caso, tem a ver com a minha compulsão alimentar.  E o que a compulsão alimentar tem a ver com isto? Explico a seguir.

 

Eu monto meu cardápio pela manhã ou na noite do dia anterior. Ali está tudo o que o meu corpo precisa de nutrientes pra funcionar. O que eu sentir de diferente, de vontadinha de comer mais um negocinho... é coisa da minha cabeça. Desta forma eu consigo lutar contra a vontade de comer utilizando-me da razão, da lógica de que tudo o que preciso já foi matemática e biologicamente dimensionado. O resto é corpo versus mente.

 

Nos RPEs eu facilmente conseguia dizer pra mim mesmo que "mais uma rep hoje não vai"... "vou deixar duas guardadas na gaveta" e, aos poucos, ia começando a suavizar as cargas. Como não sou um atleta, não tenho calendário de competição, como desativei meu diário, foi facim facim começar a amolecer todas as intensidades, principalmente de agacho e terra.

 

Com base nisto, posso agora comentar dos percentuais de intensidade nas séries periodizadas. ,Volto ao eixo corpo versus mente do exemplo de cardápio pronto e preparado que eu dei. Se é o dia das três reps a 80% é e fim de papo. Não tem como eu equacionar fatores externos que me digam que naquele dia não sairão três reps. Só que no meu caso, uso o 5/3/1 e sempre tem aquela questão da training max, 90% abaixo da 1RM, eu mesmo não me estatelo mais por ser ancião, tenho uma rotina meio que sem emoção, bem repetitiva, não preciso mais madrugar em compromissos de trabalho, enfim. O mais perigoso que faço é tomar uns goró e desafiar o Pokoyô, atualmente chamado de Naturau.

 

Exemplo completamente oposto é o caso dos competidores. São atletas de alto desempenho que sabem de cabeça qual carga lhe causa um início de grind, se vão conseguir aumentar míseros 15-20 kg de total (sq+bp+dl) no semestre, enfim, dominam perfeitamente suas relações mente-corpo. Corredores, por exemplo, aplicam esse conceito há anos e se dão bem.

 

Mas enfim, pra mim, como sou meio malandro pelos motivos acima, o negócio é percentual e não tem pra onde escapar. Mas este sou eu, né? No seu caso não faço ideia. Mas, essa dificuldade de julgar os lifts me chamou a atenção e me fez lembrar a época em que eu apliquei esse conceito.

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1 hora atrás, Vecchio disse:

 

Um ano. Treinou mais tempo RPE do que eu. Sinceramente eu desisti.

 

Li praticamente tudo sobre RPE, vi os vídeos do Matt, curti a ideia, mas minha cabeça tem a mesma dificuldade em julgar o grau de esforço que você comentou. No meu caso, tem a ver com a minha compulsão alimentar.  E o que a compulsão alimentar tem a ver com isto? Explico a seguir.

 

Eu monto meu cardápio pela manhã ou na noite do dia anterior. Ali está tudo o que o meu corpo precisa de nutrientes pra funcionar. O que eu sentir de diferente, de vontadinha de comer mais um negocinho... é coisa da minha cabeça. Desta forma eu consigo lutar contra a vontade de comer utilizando-me da razão, da lógica de que tudo o que preciso já foi matemática e biologicamente dimensionado. O resto é corpo versus mente.

 

Nos RPEs eu facilmente conseguia dizer pra mim mesmo que "mais uma rep hoje não vai"... "vou deixar duas guardadas na gaveta" e, aos poucos, ia começando a suavizar as cargas. Como não sou um atleta, não tenho calendário de competição, como desativei meu diário, foi facim facim começar a amolecer todas as intensidades, principalmente de agacho e terra.

 

Com base nisto, posso agora comentar dos percentuais de intensidade nas séries periodizadas. ,Volto ao eixo corpo versus mente do exemplo de cardápio pronto e preparado que eu dei. Se é o dia das três reps a 80% é e fim de papo. Não tem como eu equacionar fatores externos que me digam que naquele dia não sairão três reps. Só que no meu caso, uso o 5/3/1 e sempre tem aquela questão da training max, 90% abaixo da 1RM, eu mesmo não me estatelo mais por ser ancião, tenho uma rotina meio que sem emoção, bem repetitiva, não preciso mais madrugar em compromissos de trabalho, enfim. O mais perigoso que faço é tomar uns goró e desafiar o Pokoyô, atualmente chamado de Naturau.

 

Exemplo completamente oposto é o caso dos competidores. São atletas de alto desempenho que sabem de cabeça qual carga lhe causa um início de grind, se vão conseguir aumentar míseros 15-20 kg de total (sq+bp+dl) no semestre, enfim, dominam perfeitamente suas relações mente-corpo. Corredores, por exemplo, aplicam esse conceito há anos e se dão bem.

 

Mas enfim, pra mim, como sou meio malandro pelos motivos acima, o negócio é percentual e não tem pra onde escapar. Mas este sou eu, né? No seu caso não faço ideia. Mas, essa dificuldade de julgar os lifts me chamou a atenção e me fez lembrar a época em que eu apliquei esse conceito.

Me sinto um pouco melhor em não pensar sobre RPE nos treinos.

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8 horas atrás, t2ds disse:

Não manjo de LPO, se o @Vecchio estiver na ativa, ele pode ajudar.

 

Achei a transferência de força boa no push press, dá pra ver que começou do chão até finalizar. Quanto que é seu ohp? Acho que não consigo subir 80kg, nem com push.

 

Acho que o front não sobrou muitas reps.

 

No push, acho que umas 2.

 

opa, valeu! meu ohp eu vou testar em breve, acredito. é um dos main lifts pra mim, junto com SBD. Menor ideia de quanto vai sair!

 

8 horas atrás, Vecchio disse:

Obrigado @t2ds pela lembrança, parça!

 

Daniel, primeiramente aceite o meu puta que pariu de inveja aqui por você ter já exigido essa modificação no power-rack no ato da compra. Isto permitiu fazer ohp e push press, com direito a safe bar anti-tela azul. Acho que por não ter pedido esta modificação tenha sido o meu maior arrependimento.

 

Mano, ambos os movimentos são próximos no nível Socorro Deus e isso inevitavelmente faz com que a forma fique um pouco em segundo plano. Repito um pouco. E, este pouco, na minha opinião, foi perfeito pra você, tanto no push press quanto no front squat.

 

E o que deixaria de ser pouco na minha opinião? Um push press parcial, sem extensão completa de cotovelos, um front squat parcial, sem descer o suficiente e por aí vai. E no seu caso, na minha opinião, nada disso ocorreu.

 

Mas, pra não ficar só no blá blá blá...

 

Eu alargaria um pouco mais a pegada do push press pra conseguir mais estabilidade. E outra, se você não fizer LPO, um exercício que mede melhor sua força máxima é o strict press mesmo, aquele basicão, sem impulsionar as pernas, que a barra sobe devagarinho, perna congelada, tela azul chegando, coisa e talz. Tem um festival que os russos fazem só de strict press (russos... loucos...).

 

No front squat tem aquele valgo (a jogadinha de joelho pra dentro) que tem vezes que, novamente, na hora do desespero, a gente tem de recorrer a ele. Mas, se puder evitar, também é bom.

 

Saudade daqui

 

opa valeu cara, que bom te ver por aqui, faz falta! sobre o joelho valgo, será que realmente isso é ruim? eu percebo que faço isso em todos os estilos de agachamento, embora no front e high bar seja mais proeminente. 

 

sobre o strict press, faz parte integral do meu treino, eu apenas por acaso postei o push press, mas os 4 main lifts do meu treino são low bar squat, deadlift convencional, OHP e supino com pausa. devo testar carga máxima daqui a uns 2 meses e aí posto aqui a brincadeira. rsrs. no OHP, eu tento seguir a técnica ensinada pelo Mark Rippetoe, não pq eu ache que seja superior ou algo assim, mas apenas pq foi um tutorial que me pareceu razoavelmente fácil de seguir. é aquela técnica que vc faz um pequeno "hip drive" antes de começar, mas sem dobrar em nada o joelho.

 

sobre usar RPE, concordo.. por isso não tenho usado tanto, tenho usado %, mas às vezes quero estimar a % sem testar carga máxima, aí tento o famoso single @ RPE 8, principalmente se for um lift que vc nao faz ha muito tempo.

 

7 horas atrás, Schrödinger disse:

O push press pareceu ter um boa transferência de potência no leg drive, mas seria bom ver de lado pra avaliar se o dip/drive estão bons (o erro que é mais comum acontecer é ter algum movimento horizontal, qd deve ser totalmente vertical, sem quadril ir pra trás).

 

O que me incomodou no push press foi só que a barra tá nas suas mãos, não nos ombros, e isso gera instabilidade no dip/drive. Não precisa estar com a mão totalmente fechada no início do movimento (tenta achar um meio termo confortável entre deixar a barra na ponta dos dedos e envolver totalmente com as mãos, de forma que a barra fique repousada sobre os ombros (como no front squat). Isso faz diferença e dessa forma vai conseguir transferir mais potência.

 

Distanciar as mãos pode ajudar também, como o Vechio sugeriu. Ajuda em duas coisas: um pouco mais de estabilidade e menor distância a ser percorrida.

 

opa. nesse bloco eu ainda devo fazer mais singles ou doubles de push press, vou tentar filmar os próximos de lado também e posto mais pra frente. sobre suas dicas de técnica, vou tentar implementar! esses lifts mais técnicos são difíceis de aprender sozinho, apenas com vídeo de youtube, rsrs. obrigado pelo feedback! 

 

 

Editado por Daniel Earp
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