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  1. Na duvida entre se colocaria esse tópico em Mobilidade ou Treinamento Funcional, coloquei em T. Funcional, por considerar que a mobilidade é uma parte num macro chamado treino funcional, ainda que os artigos que postarei aqui compreendam vários temas relacionados, mas abordados de maneira individual. Os capítulos são: 1 - AVANÇOS NO TREINAMENTO FUNCIONAL (Primeira Parte) 2 - MOBILIDADE E FLEXIBILIDADE (Segunda Parte) 1 - AVANÇOS NO TREINAMENTO FUNCIONAL Reconsiderando o treinamento funcional Devemos começar com uma breve explicação da minha trajetória até tornar-me alguém que crê no treinamento funcional. Toda que vez que mandava um cliente com lesão para um fisioterapeuta, o relatório que voltava para mim não era longo: na maioria das vezes, a lesão ocorria porque um músculo estabilizador estava fraco e o estresse era desviado para outro músculo. Normalmente, os músculos fracos eram estabilizadores do quadril, da coluna ou da articulação escapulotorácica. Uma tendência se tornou óbvia: parecia que eram sempre os mesmos músculos. Não raro, os terapeutas apontavam para fraqueza nos músculos abdominais profundos (transverso do abdome e oblíquo interno), estabilizadores do quadril (glúteo médio, adutores, quadrado lombar e rotadores externos do quadril) e aqueles que fazem retração da escápula (trapézio inferior e romboides). Cada grupo fraco parecia ser a causa de um problema diferente. • Os clientes com lombalgia apresentavam, em geral, fraqueza dos músculos abdominais profundos. • Os atletas com problemas no joelho normalmente demonstravam fraqueza dos músculos estabilizadores do quadril. • Aqueles com problemas no manguito rotador universalmente tinham problemas nos músculos retratores e estabilizadores da escápula. Já que, de maneira repetitiva, viámos a mesma fraqueza, por que não abordá-las? Simplesmente demos ênfase ao fortalecimento dos músculos que os terapeutas alegavam ser consistentemente fracos, mesmo que nossos atletas tenham sempre treinado com exercícios multiarticulares básicos. Não fiz isso por ser uma tendência, mas porque queria resultados. Meu primeiro objetivo era reduzir a incidência de lesão nos meus atletas. Cada melhoria no desempenho vinha como consequência da redução das lesões. A descrição de treinamento funcional em Functional Training for Sports é clara: o treinamento funcional é mais bem descrito como um contínuo de exercícios que ensina os atletas a lidar com o seu peso corporal em todos os planos de movimento. O treinador usa o peso corporal como resistência e tenta empregar posições que façam sentido para o participante. O conceito de treinamento funcional parecia tão intuitivo, que eu me esforçava para encontrar o que poderia ser questionável para os outros, o que certamente era. Quando li a descrição de treinamento funcional de Charles Staley percebi porque tantas pessoas são contra a ideia. Staley descreve o treinamento funcional em seu livro Muscle Logic como “exercícios realizados em vários aparatos como bolas, rolos de espuma e pranchas de equilíbrio, elaborados para criar um ambiente mais desafiador para o propósito de envolver mais os músculos estabilizadores menores e mais profundamente localizados”. Prossegue dizendo, “o treinamento funcional defende a intenção de que o maior envolvimento do estabilizador é a chave para melhorar o desempenho e os resultados gerais do treino”. É óbvio que falhei na minha primeira tentativa de descrever treinamento funcional, pois um homem inteligente e bem informado como Charles não via o conceito básico do treinamento funcional do mesmo modo que eu via. Para mim, função é essencialmente o propósito. O treinamento funcional pode, portanto, ser descrito como um treinamento com um propósito. Treinamento funcional e treinamento em superfície instável não são sinônimos. O treinamento em superfície instável é um aspecto do processo de pensamento mais amplo, que forma o treinamento funcional. Infelizmente, esse treino de equilíbrio instável se tornou sinônimo de treinamento funcional, que muitos consideram a mesma coisa. O treinamento funcional não tem muito a ver com os artefatos usados pelos fisioterapeutas em reabilitação, mas sim com o conhecimento que os fisioterapeutas adquiriram sobre o porquê das lesões ocorrerem. É aí que as pessoas ficam confusas: não se trata de artefatos; trata-se de informações. O treinamento funcional desvia o foco dos exercícios para incorporar os músculos estabilizadores, pois nele está a fonte das lesões segundo os fisioterapeutas. A observação do treino de atletas colegiais ou profissionais de fisiculturismo, levantamento de peso básico e olímpico começou a fazer cada vez menos sentido conforme eu expandia meus conhecimentos. Não que eu não apreciasse as contribuições desses esportes, apenas percebi que havia muito mais à medida que eu começava a desenvolver uma compreensão mais profunda da anatomia e dos mecanismos de lesão. O que o treinamento funcional realmente faz é a aplicação da anatomia funcional do treinamento. Considera o que conhecemos e usa essas informa- ções para selecionar exercícios que reduzam a incidência de lesão e melhorem o desempenho. O treinamento em superfície instável é uma progressão potencial, mas não o estímulo fundamental. USE O QUE FUNCIONA Ao ler este livro é muito importante deixar de lado todas as noções preconcebidas sobre o processo de força e condicionamento. Pense em praticar a arte do bom senso. Muitas vezes, as boas ideias parecem tão básicas que as rejeitamos com base apenas na sua simplicidade. Como preparadores físicos e personal trainers continuamente seguimos e deixamos de seguir as últimas tendências. Tente ficar com as ideias que funcionam e fique atento a tudo que parece muito bom para ser verdade. Velocidade, habilidade de movimento, força e potência são qualidades que podem e devem ser melhoradas. Os bons preparadores físicos estão constantemente inspecionando seus programas. Todo dia, aprendo alguma coisa que me faz considerar uma mudança no programa. Não se trata de impulsos emocionais, mas sim aceitação de que há muitos treinadores e terapeutas que estão se aprimorando e desenvolvendo técnicas melhores. Como treinador, você não pode se permitir cair de amores por alguns exercícios, técnicas e filosofias particulares. Seu trabalho é conseguir resultados e escolher os métodos que tragam esses resultados. Isso quer dizer experimentar tudo que faça sentido para você, rejeitar o que não faz sentido, ou que não faz mais, e manter o que funciona. Às vezes, você pode rejeitar exercícios populares. Eventualmente, você para de utilizar exercícios que gostava antes. E, por vezes, tira alguma coisa do segundo plano e reincorpora em seus programas. Se funcionar, isso é o que importa. Aqui, nenhuma tentativa for feita copiando os programas de equipes ou de atletas de sucesso. Em vez disso, avaliei cada técnica ou conceito para incluí-los. Muitos treinadores copiam o programa da equipe mais bem-sucedida, mas, lembre-se, grande parte do sucesso pode ser consequência de recrutamento, treinamento ou genética. Em vez de copiar indivíduos ou equipes de sucesso, busque as técnicas daqueles que produzem bons resultados de forma consistente em situações não ideais. MAIS NÃO É MELHOR A maioria dos atletas e treinadores jovens acreditam que se duas séries é bom, quatro séries deve ser ainda melhor. Na verdade, você pode exigir demais do corpo e interromper o processo de recuperação. Quando pensar em um programa de força, lembre- -se que o treinamento de força é um jogo de estímulos e resposta. O exercício de fato é um estímulo. A resposta ocorre depois da técnica e é afetada pela qualidade da técnica e pela qualidade da recupera- ção. Repouso e nutrição têm muito a ver com o sucesso, assim como o programa de exercícios. A verdadeira chave para um programa de força bem-sucedido é a redução de lesão. Eu costumava dizer prevenção de lesões, mas, na verdade, apenas a intervenção divina pode evitar a lesão. Redução de lesões representa melhor o objetivo. Semântica à parte, as estatísticas não mentem. Se as lesões diminuem e seus ganhos aumentam, você é bem-sucedido. Obviamente que os ganhos podem ser influenciados pelo talento e pelos treinadores, mas, em geral, as tendências à lesão não são tão afetadas por esses fatores. Seu primeiro objetivo é a redução de lesão e, depois disso, a melhora do desempenho. Durante meus 15 anos de treinamento colegial, observei uma tendência interessante. Conforme evoluíamos de um programa de levantamento de peso olímpico e potência tradicional para um programa com base mais funcional, nossos números de força continuavam consistentes e nossa incidência de lesão caia de maneira drástica. Pense nisso ao longo da sua leitura. Os levantamentos básicos* e o olímpico são excelentes sistemas que ensinam um forte conhecimento técnico e enfatizam levantamentos multiarticulares. No entanto, assim como a invenção do encanamento moderno e o desenvolvimento da internet, força e condicionamento estão avançando constantemente. Para obter sucesso, precisamos avançar com eles. *N. de R. T.: Levantamentos básicos são supino, agachamento e Terra. TREINAMENTO FUNCIONAL Mark Verstegen foi um dos primeiros a sair dos padrões aos quais os treinadores estavam presos quando começou a ensinar movimentos laterais e multidirecionais com a mesma habilidade que esses treinadores ensinavam o movimento linear.* Esse processo foi um salto quântico para mim e para meus atletas. Esse foi meu primeiro passo de preparador físico para especialista em desempenho. O segredo desse processo foi aceitar o fato de que Mark e seus colegas estavam léguas a frente de mim nessa área crítica. Treinamento funcional, treinamento do core** e uso apropriado de superfícies instáveis são apenas alguns exemplos de avanços que devem ser abraçados e incorporados em um programa sólido. Já temos muitos treinadores ‘‘avestruzes’’ em nossa área satisfeitos em enfiar a cabeça na areia. Técnica... técnica... técnica. Nunca perca a qualidade. Use o peso corporal quando possível. Faça muitas flexões de braço, flexões de braço com os pés elevados, agachamento com uma perna só, barra fixa com pegada supinada e barras paralelas. Os exercícios de peso corporal são despretensiosos. Logo use-os com frequência com os iniciantes. Não apenas os atletas aprenderão a respeitar seu peso corporal, como também vão enxergar o valor desses exercícios fáceis. *N. de R. T.: Movimento no plano sagital. **N. de R. T.: Core significa o centro do corpo, ou seja, as paredes anteriores, posterior, inferior, laterais e o diafragma no tronco. TÉCNICAS Se você usará agachamento, ensine primeiro agachamentos com peso corporal. Se um atleta não consegue realizar agachamento com peso corporal com perfeição, ele não pode realizar o exercício com pesos. Ponto final. Ele precisa adquirir amplitude de movimento. É normal conseguir agachar em posi- ção paralela.*** Os atletas que não conseguem precisam trabalhar mobilidade do quadril, do tornozelo ou alongamento dos músculos do jarrete lateral. Se você opta pelo agachamento para seus atletas, faça-os com que realizem agachamentos paralelos sem falhas. Nossos atletas nada fazem, exceto agachamentos frontais com os fêmures paralelos. Usamos até caixas de pliometria de 50 centímetros para garantir a profundidade; pedimos aos atletas *N. de R. T.: Movimento no plano sagital. **N. de R. T.: Core significa o centro do corpo, ou seja, as paredes anteriores, posterior, inferior, laterais e o diafragma no tronco. ***N. de R. T.: Paralela refere-se a uma linha imaginária que liga o trocânter femoral ao epicôndilo lateral do joelho. que agachem em uma caixa que coloca o fêmur paralelo ao chão. Embora seja necessário caixas de tamanhos diferentes para os atletas diferentes, chegamos ao ponto em que cada atleta define o que é paralelo. Essas não são caixas de agachamento Westside Barbell; o atleta simplesmente toca na caixa para garantir a profundidade. Se você usa supino reto, não balance, nem arqueie. Nunca perca a qualidade. Assim que você permitir que um atleta trapaceie ou não adira ao programa, outros o seguirão. Lembre-se por quê os atletas trapaceiam: para levantar mais peso. Levantar mais peso alimenta o ego. Uma vez que você deixa isso acontecer, fica muito difícil pará-los. Para fazer valer o seu ponto, use exercícios como agachamentos frontais e supinos com pausas. Esses exercícios podem ser muito despretensiosos. O preparador físico canadense Charles Poliquin possui um princípio chamado falha técnica. A falha técnica quer dizer nunca contar uma repetição depois do colapso da técnica. Esse princípio encoraja os atletas a levantar o peso da maneira adequada. Consistentemente digo a meus atletas que não me importo quantas repetições eles fazem; importome com quantas boas repetições eles fazem. O treinamento de força e condicionamento pode parecer fácil a princípio, mas é difícil na prática. O segredo para um programa de sucesso é tentar ver cada série e treinar cada atleta. Isso é difícil, consome tempo e é repetitivo. De fato, é impossível. Ao final de um bom dia na sala de musculação, você deve estar rouco e cansado. Um bom preparador físico terá pernas e joelhos doloridos de passar o dia agachando para ver a profundidade dos agachamentos ***N. de R. T.: Paralela refere-se a uma linha imaginária que liga o trocânter femoral ao epicôndilo lateral do joelho. Escolhendo os Exercicios Funcionais Vamos presumir que os treinadores estão sempre buscando os melhores programas e exercícios tanto para reduzir a incidência de lesão quanto para melhorar o desempenho. No entanto, quando vejo os programas que muitos dos nossos atletas de elite recebem, fico confuso e desapontado. Os treinadores continuam prescrevendo exercícios como cadeira extensora, mesa flexora e leg press, mesmo quando parece que existe pouca evidência para respaldar essas prescrições. Anatomia funcional não é uma teoria. O que sabemos sobre função é real e baseado em ciência e pesquisa. A ideia de que precisamos isolar um músculo ou que precisamos de certos exercícios uniarticulares para prevenir lesão não foi comprovada. Os treinadores precisam dar seguimento a seus programas e começar a usar exercícios que façam sentido e que, de fato, reduzam o potencial de lesão. O contínuo funcional foi introduzido primeiramente em Functional Training for Sports para ilustrar as opções de exercícios em um contínuo desde o menos funcional até o mais funcional. Os exercícios são separados em exercícios para a região inferior e superior do corpo e exercícios de fortalecimento do core ou tronco. As categorias são, ainda, desmembradas em joelho dominante, quadril dominante e exercícios de empurrar e de puxar para a parte superior do corpo. Os exercícios progridem em um contínuo que vai desde exercícios baseados em aparelhos a exercícios feitos principalmente na posição de pé. Os exercícios também progridem de um sistema estável, que não estressa os estabilizadores ou neutralizadores, para os elaborados de maneira específica para isso. Os estabilizadores fornecem estabilidade, enquanto os neutralizadores evitam o movimento indesejado. A primeira sequência é a dos exercícios com dominância de joelho. O contínuo começa com o leg press deitado, já que esse é o exercício multiarticular menos funcional da região inferior do corpo que posso imaginar. No leg press, assim como na maioria dos exercícios em aparelhos, o atleta simplesmente atua como motor ou produtor de força. Toda a estabilidade é fornecida pelo aparelho. O segundo exercício no contínuo é o agachamento de pé em aparelho, progredindo na curva funcional para a posição de pé. A posição de pé é mais específica do que a deitada e pode incorporar músculos adicionais não tensionados no leg press. No entanto, a estabilidade ainda é fornecida pelo aparelho. O terceiro passo no contínuo funcional é ir para o exercício de agachamento em pé. O atleta, mais uma vez, se encontra de pé, como no aparelho, mas agora ele mesmo se estabiliza. Obviamente, isso vai for- çar o core em um grau mais alto. Muitos treinadores consideram o agachamento um bom exercício para o core, mesmo que não haja estresse rotacional ou unilateral. De fato, alguns treinadores acreditam que o agachamento é um exercício suficiente para o core. O agachamento de pé com as duas pernas é o ponto onde, muitas vezes, até bons treinadores param. Muitos treinadores aplicam exercícios com base no solo, porém não pensam um pouco mais a frente. O passo seguinte na progressão deve ser trabalhar em uma perna só. Do ponto de vista anatômico funcional, é absolutamente essencial ficar em uma perna só. Quantas pernas você usa para correr por vez? Apenas uma. Você já teve algum atleta que estirou os músculos do jarrete bilateralmente? Nem uma vez. Os músculos que suportam o membro inferior no apoio unipodal – quadrado lombar, glúteo médio e adutores – não são tão ativos nos exercícios que utilizam as duas pernas. A etapa final no contínuo consiste no agachamento unilateral de pé em superfície instável. Agora, o atleta deve empregar os motores primários, os estabilizadores e os neutralizadores ao mesmo tempo em que lida com um estímulo proprioceptivo adicional fornecido pela instabilidade. Vamos abordar cada uma dessas etapas da série contínua nas páginas que se seguem. USO DOS EXERCICIOS FUNCIONAIS Algo interessante sobre exercício funcional é o fato de deixar alguns treinadores mais antigos nervosos. Oponentes ao conceito que o treinamento funcional mostra, com frequência, surgem estudos precários que chamar o treinamento funcional de uma moda passageira. Há pouco tempo, me foi dito que o exercício funcional é bom para reabilitação e que ajuda a restaurar a propriocepção, mas não funciona com atletas saudáveis. Minha experiência não sustenta essa afirmação; em seis anos de futebol profissional e de nível olímpico, nossos atletas não apresentaram lesão no ligamento cruzado anterior (LCA). Isso é obviamente um orgamento baseado em evidências, porém poderoso. Os conceitos descritos no contínuo funcional podem ser aplicados a qualquer região do corpo. Para usar um clichê bastante conhecido: pense fora da caixinha. Não faça o que sempre fez. Não faça o que todo mundo faz. Não copie halterofilistas nem levantadores de peso; eles treinam para seus esportes, não para os nossos. Muitos dos conceitos do halterofilismo ou levantamento de peso olímpico podem ser aplicados em programas de fortalecimento sólidos, mas, lembre-se, esses esportes são diferentes, pois em nossas outras atividades poucas vezes temos os dois pés em contato com o solo. Não é preciso retirar exercícios como agachamento ou levantamento terra de seu programa, mas, em vez disso, complemente-os com exercícios de assistência mais elevados dentro do contínuo funcional. Este livro vai fornecer exemplos de exercícios e programas, mas para lhe dar a ideia básica do conteúdo: • No lugar da cadeira extensora, use agachamentos com base alternada ou outra variação de agachamento unilateral. Agachamentos com base alternada incorporam equilíbrio, flexibilidade e força em uma perna só. • No lugar da mesa flexora use levantamento terra unilateral com perna estendida. Os músculos do jarrete são mais extensores do quadril do que flexores do joelho. De fato, o jarrete é, na verdade, um resistor à extensão da perna na corrida. A mesa flexora não oferece força real útil. • No lugar do banco de supino com halteres, tente o supino com halteres alternado, em que o cliente deve estabilizar os halteres no alto. Isso vai desenvolver a força do core, a estabilidade do ombro e a força unilateral. Ao escolher os exercícios, pergunte a si mesmo por que cada um deles está no programa. Se a razão for porque todo mundo faz ou porque esse é o jeito que você sempre fez, pense novamente. A funcionalidade de um exercício deve ser um fator-chave na escolha dos exercícios para o desenvolvimento atlético. Os exercícios funcionais são, por definição, específicos para um esporte ou atividade. A progressão dos exercícios com duas pernas para exercícios em uma perna só é importante para a maioria dos esportes com base no solo. PUXAR E EMPURRAR NA REGIÃO SUPERIO DO CORPO Na maioria dos programas de treinamento de força, movimentos de puxar como à barra fixa em pegada supinada e remadas ainda recebem pouca ênfase. No lugar deles, a maioria dos treinadores solicita que seus atletas e clientes façam puxadas em polias altas para os músculos da parte superior da coluna sob a premissa equivocada de que isso é suficiente. Além disso, muitos programas ignoram os movimentos de remada. Esse tipo de programa leva ao superdesenvolvimento dos músculos que podem causar problemas de postura e, as vezes, lesões no ombro. Um programa bem elaborado para a região superior do corpo deve incluir uma razão proporcional entre as séries de puxar horizontal e verticalmente e os exercícios de empurrar deitado e acima da cabe- ça. Deve haver, pelo menos, uma série de exercício de puxar para cada série de exercício de empurrar. A proporção inadequada entre puxar e empurrar leva ao superdesenvolvimento do peitoral e subdesenvolvimento dos músculos que fazem retração da escápula, além de predispor os atletas a lesões por uso excessivo no ombro, especialmente tendinose de manguito rotador. A incidência de tendinose do manguito rotador entre atletas que fazem uma grande quantidade de exercícios de supino reto e de variações no banco de supino é extremamente alta. Muitos levantadores de peso aceitam a dor no ombro como parte do esporte, da mesma forma que os nadadores e jogadores de tênis. A realidade é que, com um programa balanceado, poucos atletas apresentam dor anterior no ombro. A dor anterior no ombro não é decorrente do exercício feito no banco de supino propriamente dito, mas provavelmente da falta de proporção apropriada com os movimentos de puxar. O verdadeiro segredo é que o atleta tenha uma boa proporção entre as forças de puxar e de empurrar. Podemos estimar isso melhor, comparando a quantidade máxima de repetições na barra fixa com pegada pronada de um atleta à carga máxima no banco supino. Devemos considerar o peso corporal, mas um atleta capaz de empurrar no banco supino uma carga bem acima do seu peso corporal também deve ser capaz de puxar seu peso corporal, independente do tamanho. Por exemplo, um atleta masculino de 90 kg que consegue levantar 135 kg no banco de supino deve ser capaz de realizar 12 a 15 repetições na barra fixa supinada, e um atleta masculino de 135 kg que consegue levantar 180 kg no banco de supino deve ser capaz de fazer 5 a 8 repetições. Realmente, as mulheres podem se sair melhor na proporção entre banco supino e barra fixa supinada. Encontramos atletas femininas capazes de levantar seu peso corporal no banco supino e de realizar 5 a 10 repetições na barra fixa supinada. MOVIMENTO DE PUXAR NA VERTICAL Um programa de força bem elaborado deve incluir, pelo menos, três séries de duas variações de barra fixa supinada por semana, bem como o mínimo de três séries de dois movimentos de remada por semana. Ou o tipo específico de puxar vertical e horizontalmente, ou a número de repetições deve mudar a cada três semanas; em alguns casos, os dois devem mudar. Puxar na vertical: Barra fixa com pegada supinada. Um ponto importante é não se deixar cair na armadilha de adicionar a seu programa exercícios na barra fixa supinada e não os treinar como exercício de força. Os movimentos de puxar vertical devem ser alternados com os movimentos de empurrar horizontal tal como o banco supino. Se você está fazendo séries de três no banco supino, faça séries de três nos movimentos de puxar vertical. Se está fazendo pirâmide, faça como o puxar vertical. Os atletas masculinos ganham força cervical posterior com muita rapidez com esse tipo de programa. Não é incomum que os homens consigam cinco repetições na barra fixa supinada com uma placa de 20 kg fixada a uma cinta e que atletas femininas façam séries de três repetições na barra fixa supinada com 2,5 a 11 kg. Trate o puxar vertical como um exercício de força e verá grandes aumentos de força e, o mais importante, diminuição das dores no ombro. MOVIMENTO DE PUXAR NA HORIZONTAL Os movimentos de puxar na horizontal são essenciais por duas razões: • A adição de movimentos de remada ao programa ajuda na prevenção de lesões. • Os exercícios de remada são o verdadeiro exercício antagonista quando realizados no banco supino. Embora os praticados na barra fixa supinada e suas variações sejam importantes, os movimentos de remada visam especificamente aos músculos e padrões de movimento que se opõem de maneira direta àqueles treinados no banco supino. Independente da importância, as remadas são omitidas, principalmente, dos programas de força. Os movimentos de remada são uma área do treinamento funcional submetida à grandes mudanças. Avanços recentes no treinamento atlético e na fisioterapia* mostraram que o corpo está ligado tanto anterior quanto posteriormente em padrão diagonal. A força é transmitida do chão pela perna até o quadril, via bíceps femoral e glúteo máximo. Depois disso, a força é transferida pela articulação sacroilíaca para o grande dorsal oposto. A chave desse sistema de ligação cruzada está, não apenas na estabilização do quadril, como no engajamento dos músculos usados no padrão motor adequado. Por essa razão, todos os movimentos de remada, exceto a remada invertida e a remada rotacional, são realizados com apenas um pé em contato com o solo. Com um pé no solo e a carga na mão oposta, o atleta precisa empregar o bíceps femoral e o glúteo para transferir a força do solo via estabilizadores da pelve e rotadores do quadril. Os grupos de rotadores do quadril e de estabilizadores da pelve possuem importância particular, pois toda a força transferida do solo precisa passar pelo quadril estável para ser levada de maneira adequada à região superior do corpo. Até bem recentemente, o grupo de rotadores do quadril era efetivamente ignorado. Os rotadores do quadril são o “manguito rotador” da região inferior do corpo, mas não recebem a mesma atenção que os músculos do manguito rotador do braço. Toda força que se origina do solo, seja um balanço do golfe ou home run do beisebol, precisa ser transferida por meio de um grupo de rotadores do quadril estável, forte e flexível. Os rotadores do quadril precisam receber atenção especial na hora de elaborar um programa. Bem mais a frente no livro seremos mais específicos, contudo, em primeiro lugar, precisamos abordar aquilo que considero a maior mudança na filosofia do treinamento dos últimos anos, a estabilidade articular e a mobilidade articular como foco do treinamento. * N. de R. T.: Trilhos anatômicos Continuo, outro dia, com a parte 2 de Flexibilidade e Mobilidade
  2. Treine como os homens das cavernas, se divirta como uma criança, sofra como se nunca tivesse treinado na vida. texto meu kkkk Para os amantes de calistenia, ou não, essa é uma forma interessante de treino ou de acréscimo ao treino. Um ótimo aliado, um treino excelente para condicionamento em geral, bom para aumento geral da força (não espere virar um strongman ou alguém que treine focado em força), um bom treino para desenvolver músculos fracos de forma mais completa (não espere se um BB/Fisiculturista), uma melhora na mobilidade e agilidade como um todo (sim, nesse caso espere muita melhora na sua mobilidade), um aumento considerável na capacidade de mover o próprio corpo. São vários movimentos que misturam a movimentação de animais, movimentação do homem paleolitico, luta antes do conhecimento que geraram as artes marciais, ginástica como um todo. Você não precisa de nada, nem de barras, nem de argolas, nem de roupa (não que seja aconselhável treinar pelado). A verdade que você precisa somente do que Deus (Zeus, Odim, Carl Sagan, escolha o seu) lhe deu: A Natureza. Troncos, pedras, são bem vindos, mas a essência é o uso do próprio corpo. Não é mahamudra, aquela "calistenia" com meditação, nem Calistenia Brasil com o filho do Otávio Mesquita se contraindo para parecer maior. Não existe regras, apenas se movimentar da maneira que quiser, desde que respeite a ideia da progressão de esforço, não adianta caminhar ou levantar graveto de churrasco e achar que vai ter efeito. A ideia é que se sinta um índio, um ancestral, talvez um primata, que goste de diversificar, que use para complementar, que faça dos seus treinos de mobilidade algo mais divertido e construtivo. Pode ser um treino complementar para tudo, ou ser o único treino, o que vai mudar é a frequência e intensidade. No Brasil vi poucos que começaram a difundir alguns movimentos, la fora o principal canal é o MOVNAT. Na internet pode se encontrar com diversos nomes, separados em pacotes para ser vendido por "treinadores" "especializados". Assim compilei, os movimentos e videos principais do que por ai pode ser encontrado como Animal Flow (movimentos só baseados na "organicidade" dos animais), Primal Workout (uma mistura de tudo, principalmente no que se refere a ficar pendurado), Paleo Workout (baseado nos caçadores e coletores, espere correr, nadar, ficar pendurado, se arrastar), Ancestral Traininig (inclui técnicas de luta e defesa). Antes de publicar vídeos vou apresentar alguns movimentos que devem ser treinados a exaustão na tentativa de se tornar apto a executá-lo de maneira confortável por um tempo considerável (mais de 2min) se possível exercendo algum movimento. VIdeo base, vejam antes: Cócoras Nada vai melhorar mais a mobilidade de seus inferiores e quadril do que fazer todo santo dia por alguns minutos a cócoras. Fazer com peso adicional é legal, sim, mas a essência esta em sustentar por mais tempo seu próprio peso em uma cócoras que seja a mais fechada possível. (obs. Sorria ou faça expressão de ausência igual nas fotos, sentir dor significa que você não esta bom). Outra variação é em posição sumô, ou da mulher parindo, é mais fácil, porém é parte para poder executar em movimento (vai aparecer nos videos mais para frente). Ficar pendurado Se você não consegue ficar pendurado por mais de 20s com as duas mão é pq algo está errado (do ponto de vista deste treino). O ideal seria poder aguentar 1min, isso sendo humano, um super humano pode ficar até mais de 10min como viemos em outros tópicos, mas aqui a abordagem é realista e para meros mortais, se conseguir 1min com as duas mãos está de bom tamanho, mais que isso pode comemorar e se considerar um entre milhares. No mais foque apenas em se aguentar, isso vai exigir dos seus antebraços, vai trabalhar sua pegada, organizar o músculo do seu ombro, alongar, fortalecer seu manguito de maneira impressionante de forma a evitar muitas lesões. Como variações tente fazer com braços mais fechados, pegada pronada e supinada, e por fim em movimento, se balance para frente e para trás, para um lado e para o outro, para cima e para baixo. Corrida Ancestral (E Saltos) No começa vai doer, no começo vai ser difícil de aprender, mas no fim vale a penas (falo sério eu faço e não me arrependo). Melhora equilibrio, desenvolve panturrilhas que frustram qualquer um para crescerem, ameniza canelite (sim diminui a dor da canelite, nunca mais tive, apesar que no começo eu sentia como se estivesse sendo rasgado na canela), melhora o tornozelo, força na planta do pé, devolve a habilidade que foi perdida por anos e anos de uso de sapatos. Quem jogava bola descalço, corria atrás de pipa de chinelo ou descalço, tem uma larga vantagem sobre quem nasceu e vai morrer num apartamento. O segredo desta corrida é utilizar o minimo de proteção possível para os pés, não no que se refere a sola, mas sim a estabilidade e amortecimento que obriga as pessoas correrem com os calcanhares, pois o segredo é correr com o meio e/ou ponta dos pés. Você pode usar um sapato simples (allstar ou aqueles sem cadarços), um chinelo de dedo baixo que prenda nos pés como uma sandália grega, pode ser descalço se estiver em um lugar sem risco, ou pode gastar 300 reais com um five fingers. Comece por correr em lugares mais macios como areia ou terra macia antes de evoluir para terra batida e asfalto, não use esteiras de academia pois vai contra todo o conceito da corrida e favorece a diabetes tipo 3 (por magnetismo, não sei se é mito, só li a respeito), caso não tenha acesso a natureza use um allstar ou semelhante com 2 palminhas, mas nunca use tênis com amortecedor e quanto mais livre ficar seus dedos melhor. Também pratique pulos, saltos com uma perna, saltos pra cima e para frente, para um lado e para o outro e saltos de precisão (galera do parkour conhece). Povo Tarahumara conhecidos por correr 700km, e sim, da forma descrita acima: Escalar Árvores Ou ao menos tente, ou simule, a ideia é que seu corpo desenvolva flexibilidade, rigidez e força na pegada, nas costas, nos biceps, no ombro, nas pernas, em quase tudo. Na falta de uma arvore você pode utilizar uma viga, a coluna de sua casa. Se imagine fugindo de um animal selvagem ou indo até o topo para encontrar ovos. Nada é mais paleo que isso rs. Se arraste por um tronco (pode ser uma corda, é mais dificil e foge dos propósitos do treino, mas é uma alternativa) O exército, os bombeiros não fazem a toa, é a essência da sobrevivência. Você pode necessitar se equilibrar no topo de um tronco (após subir a árvore) para fugir de algo, ou até atravessar um rio, pode ser util até para limpar uma calha. Mas o mais importante é o trabalho no core e equilibrio, nas pernas, dos braços e isometria do peito e das costas. Como um exercicio adicional para trabalhar ainda mais o core pegue um saco de pancada de mais de 70Kg (quanto maior e mais pesada a pessoa maior e mais pesado tem que ser o saco), agarre com os joelhos e balance, o objetivo é evitar tombar. No tronco varie entre ir por cima (foco peito) ou por baixo (foco costas). Pode utilizar aquelas madeiras longas de parques que o povo usa para se alongar ou até uma corda. Seja criativo. Engatinhar É para bebês, muitos podem dizer, ok, engatinhe durante 1min enquanto descansa para um próximo exercicio, ou até mesmo por 5min seguidos e vai ver o que é sentir sua lombar, braços, peito, ombro, pescoço, pernas. É um exercício de resistência, mas acima de tudo de mobilidade. Entretanto o segredo é não encostar os joelhos no chão como fazem os bebês, a forma correta é se imaginar como um animal, lento e atento, prestes a pegar a presa. Se imagine se esgueirando para pegar um coelho em sua toca, dar o bote em um esquilo. Carregue Troncos e Arremesse pedras Não sacos de areia, troncos, o peso não é uniforme a pegada não é facilitada pois tronco é duro o saco de areia-pancada é macio. Corra com ele, pule, suba escada. Imagine que é uma pessoa que você esta tentando salvar. Mais importante, neste caso, não é pegar troncos mais pesados, mas sim conseguir fazer uma gama maior de movimentos carregando o tronco. Como falei no começo, não esperem ser um strongmam, mas sim melhorar suas habilidades como um todo. Então após conseguir correr, agachar, pular com o tronco comece a tentar escalar, se equilibrar, arremessar, engatinhar e talvez até nadar (só cuidado, use uma piscina ou rio raso). Sobre as pedras não tem o que dizer, jogue o mais longe que puder, pra frente para trás, para um lado e para o outro. Pegue uma pedra que mais uniforme possível, é mais importante do que ser mais pesada (para esse caso aqui). Siga o mesmo principio do tronco, tente arremessar ela dos lugares mais diferentes possível, use uma perna, fique sob um tronco, arremesse sentado. Seja criativo. Luta ancestral (semelhante ao sumô) Antes do homem conhecer as armas de seu corpo com as artes marciais (cotovelo, mãos, joelho, pés, canela, dedos e por ai vai), a briga era semelhante a ver ursos brigando. Ao que tudo indica esses movimentos levara ao desenvolvimento do Sambo, Judô, Luta Olimpica, Sumô. Mas no fim é quase do sumô mesmo que estou falando. Neste caso o mais interessante é contar com um amigo, o objetivo é se empurrarem dentro de uma área determinada e perde quem sair primeiro, para os solitários o saco de pancada é bem vindo, ele não revida, mas ao menos da para carregar, levantar e simular algumas coisas (não é igual, nem substitui, apenas ameniza a tristeza de não ter amigos fora do fórum). Na verdade ganha aquele que perder mais, pois esta treinando com alguém mais forte o que obviamente obriga a se tornar tão forte quanto. Cortar árvore, arar a terra, capinar, quebrar pedras como um presidiário texano. Esse treino pode render alguns reais, nada como capinar um terreno para fazer um treino realmente exaustivo. Mas claro tem como fazer isso de maneira mais organizada e planejada dentro do treino. Se morar na praia fica mais facil. Se tiver pá a use, machado use, inchada use, até picareta serve, a marreta todos ja conhecem. Pois bem eu não tenho nenhuma dessas ferramentas, mas tenho anilhas e uma corda, minha solução foi passar a corda no meio da anilha e utilizar ela como se fosse uma marreta, arremesso com toda força num chão de terra húmida, não faça no concreto pois isso vai acabar com seus ombros e nem em árvores vai machucar elas sem motivo que valha machucá-la. O segredo é usar as costas, mais que o ombro. Erga a corda, a picareta, mas na hora de descer faça com as costas, jogando o corpo todo para baixo. Um outro exercício pode ser cavar, não sei como simular sem o uso de uma pá. Se alguém souber diga ai embaixo. Exercícios adicionais (aqui segue uma lista de coisas mais que podem ser feitas, não necessariamente seguem a linha acima, mas complementam. A criatividade no fim deve comandar): - Arrastar (Os strongmans e crossfiters conhecem muito bem, empurrar carro pode ser uma alternativa, mas o legal é utilizar algo que não tenha rodas); - Nadar (dispensa explicação); - Nadar no mar contra as ondas; - Nadar segurando algo, como se fosse uma lança; - Escalar Pedras (alternativa é escalar muros); - Usar os exercícios conhecidos de calistenia para complementar; - Andar na ponta dos pés; - Treino de apnéia; - Se arrastar como soldado; - Flexão Jacaré; - Andar Caranguejo; - Parada de mão; - Frog Planche; - Caminhada de longa distância (mais de 3h): forreagear. Ou fazer trilhas; - Alongamento escorpião; - Macaquinho (capoeira); - Ponte (com uma e com as duas mãos); - Bear walk - Monkey walk - Alligator walk - Farmer walk (uso galões de agua mineral com areia). - V-Sit + L-sit- Etc...
  3. Boa noite, Este é meu primeiro post no fórum, busquei minha dúvida e não achei resposta. Peço perdão caso cometa alguma falha. Sou LICENCIANDO em Educação Física, desta forma, para quem conhece grades acadêmicas, não tenho proximidade com a parte do bacharelado, o que inclui o contato com a musculação. Tenho 20 anos e nunca pisei em uma academia, realmente. Estive parado por um tempo nas minhas atividades físicas (corrida, futebol...) em virtudes de alguns membros quebrados e estou voltando aos poucos depois de quase 3 meses. Desta forma, enquanto parado, pensei em começar a buscar condicionamento, ao mesmo tempo que buscarei o ganho de massa muscular, uma vez que poderia ganhar algum percentual de massa enquanto "parado" no futebol, fazendo com que voltasse mais encorpado. Desta forma, pensei em aliar o Treinamento Funcional (o qual tenho certificados e "autorização" para exercer) com a musculação, intercalando treinos de corridas. Assim, programei por alto uma forma de treinamento para que eu possa utilizar todo o meu tempo na busca pelo meu objetivo. Ficando assim, nos dias da musculação que não forçasse muito os membros inferiores, trabalharia-os no treinamento funcional. Nos dias que houvesse trabalho nos membros inferiores, abriria mão do Funcional. Fazendo, em todos os dias, algum trabalho específico para o CORE. P.S¹: No funcional eu busco (aria/arei) resistência e força dos membros inferiores. Acham que está bom ou arriscado demais? Agradeço-os desde já.
  4. É o seguinte, eu me vejo semanalmente perdido em quais treinos executar e em quais dias da semana. Eu treino de segunda a sábado, e faço: Treinos Funcionais (não uso equipamentos, é tudo com meu propio corpo), Treinos na Academia, Corrida, Natação, Ciclismo, Exercicios Calistenicos (em casa). Como passa-tempo ando de skate, e trabalho como professor de dança 2 vezes na semana (6 horas semanais). Fico mudando sempre a minha rotina de treino e isso da trabalho demais. Não tenho nenhum objetivo concreto, mesmo que eu tenha uma evolução lenta e gradual, não ligo. Gostaria de saber o que vocês fazem para conciliar seus treinos, ou gostaria de receber dicas de como me organizar. Tenho 19 anos, 67kg, 168Cm de Altura. Se eu tiver postado de forma errada me alertem =D
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