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Aless

As Perguntas Mais Frequentes Sobre Suplementação

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ótimo tópico!!

tu mastigadinho!! mais quem tem preguiça de ler... (que não é o meu caso) ainda vai ficar pergutando...

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Os Dez Maiores Mitos da Nutrição Pós-Treino

by Dave Barr

A Revolução chegou, você está pronto?

O mundo do treinamento de força é obviamente cheio de contradição e confusão. Basta folhear qualquer revista padrão sobre fisiculturismo e você verá diferentes pessoas com visões drasticamente divergentes, todos falando a você que eles tem um método para ajudá-lo a alcançar suas metas. Mas em meio a tudo isso, de tempos em tempos encontramos certos princípios que nós podemos levar para a sepultura e aplicar universalmente. Exemplos incluem: “levante cargas elevadas e você ficará grande”, “aeróbio ajuda a perder peso”.

Outro princípio semelhante é a “janela de oportunidade” do pós-treino, que afirma que no momento imediatamente pós-treino nosso corpo está em um estado de choque e desordem física, resultando em uma oportunidade para uma aumentada absorção de nutrientes e recuperação acelerada. De fato, é bastante seguro afirmar que desde seu lançamento, há uma década atrás, essa idéia cientificamente “provada” revolucionou o jeito que encaramos a nutrição.

Infelizmente, esse conceito ficou tão enraizado em nossa subcultura que muito dele foi alterado e tornou-se um tanto dogmático. Enquanto os princípios gerais permanecem, muitos estudos sobre os quais eles estão baseados foram feitos em populações que não são totalmente aplicados a nós, tais como animais e atletas de resistência.

Apesar do surgimento de novos e mais aplicáveis dados científicos, nós tivemos uma grande dificuldade em adaptar nosso pensamento a essas atuais e melhores idéias.

O que piora ainda mais a situação é o fato de que todo mundo parece ter a sua própria opinião sobre qual deveria ser a alimentação pós-treino. Isso ocorre através daquilo que eu chamo de “efeito do telefone sem fio” (tirada da brincadeira de crianças), que ilustra o quão facilmente as mensagens podem ser distorcidas ao passar por uma série de pessoas.

Isso funciona assim: uma pessoa dita algo para outra, que em seguida passa a mesma informação a outra pessoa, que por sua vez repete isso para outro, e assim vai. Pela natureza humana, cada um irá alterar sutilmente a mensagem, deixando de lado alguns detalhes, enfeitando outros aspectos, etc, chegando ao ponto de que quando você chega a décima pessoa, a informação original deturpou-se completamente. E dificilmente a mensagem retornará à informação original.

Mas deixemos isso de lado, e vamos agora tratar dos mitos que se formaram, e a realidade atual.

1. Reposição de Glicogênio precisa ser enfatizada no pós-treino

Não estou sugerindo que a ressíntese de glicogênio não é importante depois do exercício, mas sim dizendo de forma clara e direta que para treinamento de força isso não é uma preocupação. Simplesmente porque é muito fácil repor nossos níveis de glicogênio, e o tempo geralmente não é uma questão importante nesse caso.

Apesar de um estudo ter mostrando que depois do exercício de endurance, os níveis de glicogênio foram repostos mais rapidamente quando houve consumo de carboidratos logo após o exercício (Ivy, 1988), isso é de pouca importância para nós. A menos que sejamos assinantes da revista “Runners World”, atletas em competição, ou alguém que treine 2x por dia, por que estamos nos preocupando tanto com a rápida reposição de glicogênio? Afinal, estamos mais preocupados em crescimento muscular, perda de gordura e aumento de força.

O argumento mais comum é que a imediata hidratação e inchaço celular terá um efeito anticatabólico no músculo. Não acredito que isso seja possível, pois a ampla hidratação celular que conseguimos com suplementação de creatina tem pouco efeito na quebra ou síntese protéica do músculo em homens ou mulheres saudáveis (Louis et al., 2003).

Depois, existe a suposição de que se não repusermos o glicogênio logo em seguida ao treino, perderemos a janela de oportunidade para isso. Tal afirmação é um total exagero, cuspida de pedaços de estudos sobre treinos de resistência, e um perfeito exemplo do “efeito telefone sem fio”.

Supreendentemente, um estudo mostrou que o consumo de carboidratos após treinamento de força apenas aumentou o glicogênio muscular em 16% a mais do que o consumo de apenas água (Pascoe et al., 1993)! Com essa informação e a enorme quantidade de carboidratos que ingerimos diariamente, deveríamos ter pouca dúvida de que os níveis de glicogênio estarão maximizados dentro de 24 horas após o treino.

Na verdade essas talvez sejam questões irrelevantes, pois ao nos esforçarmos em manter nosso foco onde interessa (maximizar a síntese protéica), de qualquer forma iremos rapidamente estimular nossa reposição de glicogênio. Isso ocorre porque ingerimos carboidratos rapidamente absorvidos junto com nossas proteínas e aminoácidos, o que foi mostrado aumentar o anabolismo protéico muscular (Rasmussen et al., 2000).

Em outras palavras, o glicogênio muscular será restaurado de um jeito ou de outro, façamos disso uma prioridade ou não.

2. Alimentação pré-treino irá desviar o fluxo de sangue dos músculos durante o treino

Uma das desculpas inventadas na tentativa de contrariar a alimentação pré-treino. Esse mito pode até fazer sentido, até que você se familiarize com a fisiologia dos hormônios. Em uma visão mais profunda, podemos descobrir que a insulina estimulada pela alimentação na verdade aumenta o fluxo sanguíneo e a entrega de nutrientes ao músculo (Coggins et al., 2001).

Aplicando este conceito, uma refeição pré-treino líquida aumenta expressivamente o fluxo sanguíneo ao músculo e a síntese protéica (Tipton et al., 2001). Esse aumento no crescimento muscular é pelo menos o dobro do observado com a mesma refeição líquida tomada no pós-treino (Tipton et al., 2001)! Na verdade, o efeito dura até por uma hora após o treino, então é como tomar dois shakes pelo preço de um.

3. A refeição pós-treino é a refeição mais importante do dia

Tenho que admitir que com todo o exagero publicitário acerca das refeições pós-treino nos últimos anos, eu me compliquei com este mito também. Porém na realidade, por maiores que sejam, uma única refeição pós-treino terá um impacto mínimo se comparada com o que você pode ganhar se otimizar toda a sua alimentação. Claro que é uma heresia dizer isso nos dias de hoje, mas digo mesmo assim que este é um mito baseado nele mesmo, mais do que em qualquer dado real. Por exemplo, como foi discutido no mito 2, as refeições pré-treino podem ser 200% mais efetivas para estimular o crescimento muscular se comparadas com o pós-treino (Tipton et al., 2001).

Talvez ainda mais importante do que a refeição pré-treino seja o bom e velho café-da-manhã. Pense nisso: ficar em jejum por 8 a 10 horas é incrivelmente destrutivo para os músculos – sim, mesmo que você coma queijo cottage antes de dormir.

Isso é especialmente verdade em indivíduos treinados, porque estes possuem maiores taxas de quebra muscular (Phillips et al. 2002). Quanto mais rápido pudermos cessar este catabolismo ao acordar, melhor. Na verdade alguém poderia até argumentar que a quantidade de proteína restante desta primeira refeição seria igual, ou até maior, do que a quantidade contida em uma refeição pós-treino.

Ainda, o consumo de proteína lenta de alta qualidade antes de dormir irá aliviar amplamente o efeito catabólico induzido pelo jejum noturno. Levando isso um passo adiante, a alimentação noturna irá de fato colocar seus músculos em estado anabólico, ao suprir ainda mais aminoácidos para estimular este processo catabólico.

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Por fim, uma secunda refeição pós-treino pode ser ainda melhor para síntese protéica do que a primeira, e discutiremos isso mais à frente.

Resumindo: refeições noturnas, café-da-manhã, refeições pré-treino, e múltiplas refeições pós-treino podem ser mais benéficas do que uma única refeição pós-treino.

4. Existe uma janela de oportunidade de uma hora para síntese protéica após o treino

Você pode estar se perguntando: isso é um mito porque a janela real é de meia hora? Duas ou três horas? Ou talvez 6 horas? Infelizmente, nas últimas duas semanas eu li diferentes artigos, todos sugerindo que essa janela tem um tempo bastante dilatado.

Não é de se surpreender que com esse tipo de inconsistência esse seja provavelmente o mais impregnante mito do fisiculturismo atual! Pior ainda, ele origina-se da própria pesquisa científica. As mais frequentemente citadas pesquisas sobre a janela de oportunidade de síntese protéica pós-treino usam indivíduos idosos (Esmark et al., 2001) e descobertas sobre exercício aeróbio (Levenhagen et al., 2001) para fazerem suas profecias. Enquanto essa é uma prática completamente aceita quando esses são os únicos dados que temos para seguir adiante, há alguns problemas dignos de atenção.

Indivíduos idosos digerem e absorvem proteínas de uma forma diferente do que adultos saudáveis. Na verdade, eles digerem e absorvem whey protein de uma forma parecida com que digerem e absorvem a caseína (Dangin et al., 2003); em outras palavras eles tem uma lenta digestão e absorção para whey. Idosos também se beneficiam em ingerir 80% das proteínas diárias em uma única refeição (Arnal et al., 1999), contrastando com os benefícios das nossas múltiplas refeições.

E mais, o tradicionalmente baseado estudo de Esmark et al. (2001) mostrou que ingerir uma refeição pós-treino apenas 2 horas depois do treino na verdade evitou quaisquer melhorias induzidas pelo treinamento. Quem desvendar esta ganha um troféu.

Segundo, com relação ao aeróbio... bem, digamos apenas que existe uma óbvia diferença entre as formas que nosso músculos respondem aos dois tipos de exercícios. Tenha em mente que, com relação ao metabolismo de carboidrato no pós-treino, talvez não haja muita diferença – nós simplesmente não sabemos, mas certamente a longo prazo as diferenças no metabolismo protéico podem ser observadas.

Então, em que deveríamos basear nossa nutrição? Consideremos o mais subestimado artigo científico dos últimos 5 anos. Tipton e seus colegas (2003) investigaram a síntese protéica um dia após o treino, e descobriram que houve um período de 24h com níveis elevados de síntese protéica. Isso mesmo, um dia inteiro. Isso significa que tomar um shake pela manhã terá o mesmo impacto na síntese protéica muscular que um shake ingerido no pós-treino.

Esses resultados não deveriam ser tão surpreendentes pois já sabemos há mais de uma década que a síntese protéica pós-treino fica elevada por esse tempo todo (MacDougall et al., 1995), mas se você está descobrindo isso pela primeira vez, então é muito empolgante!

Uma pesquisa sugere que até mesmo 48 horas depois do treino nosso nível de síntese protéica pode estar elevado em 33% (Phillips et al., 1997), dando-nos um período ainda maior durante o qual podemos maximizar o crescimento muscular com shakes protéicos.

1x0 contra a janela de oportunidade de uma hora.

5. Tomar o shake imediatamente depois do treino irá produzir a maior síntese protéica

Um estudo comparativo que usou shakes ingeridos imediatamente após o treino (Tipton et al., 2001), versus shakes ingeridos uma hora após o treino (Rasmussen et al., 2000) teve resultados surpreendentes: parece que o shake tomado imediatamente no pós-treino resultou em uma síntese protéica 30% menor do que naquelas pessoas que esperaram uma hora. Visto isso, vamos simplesmente aprender, nos adaptar, e seguir em frente.

2x0 contra a janela de oportunidade de uma hora.

6. A melhor refeição para ingerir depois da refeição pós-treino é uma boa refeição sólida

Aqui é onde podemos começar a aplicar um pouco da nova informação apresentada acima. Enquanto sabemos que nossa janela de oportunidade é de pelo menos 24 horas (janela?? 24 horas parece mais uma porta gigante de garagem), não podemos considerar que as respostas para repetidas refeições serão todas iguais.

É aqui que entra a pesquisa de Borsheim e seus colegas (2002). Esta marcante pesquisa mostra que a melhor coisa para ingerir depois da nossa refeição pós-treino é... um outro shake pós-treino! Na verdade, se tomarmos no momento correto, teremos novamente o mesmo abrupto aumento na síntese protéica.

7. A sensibilidade à insulina é aumentada por uma hora depois de um treino de resistência

O termo sensibilidade à insulina é jogado de um lado para o outro no mundo do treinamento de força, apenas como mais um conceito incerto. Daqui em diante, vamos defini-la como: o inverso da quantidade de insulina necessária para um efeito de uma determinada magnitude. Em outras palavras, uma ata sensibilidade à insulina requer um baixo nível de insulina para fazer o serviço. Faz sentido? Agora que temos uma definição prática, precisamos destruir o mito do janela de oportunidade de uma hora após o treino, de uma vez por todas!

Sabemos que tanto o exercício de resistência como o de força irão aumentar a sensibilidade à insulina a longo prazo. Isso é bom. Infelizmente, com todo o exagero acerca da janela do pós-treino, as pessoas começaram a arremessar números relacionados a quanto tempo a sensibilidade à insulina é alterada. Enquanto sabemos que exercícios estranhos altamente danosos irão na verdade reduzir a sensibilidade à insulina (Asp et al., 1996), essa deveria ser uma condição extrema e não nossa resposta normal. Então se você andou abusando, dê um tempo e recupere-se.

A resposta mais comum ao treinamento de força é um aumento da sensibilidade à insulina (Fujitani et al., 1998; Miller et al, 1984), e novos dados mostram que até mesmo os efeitos agudos de uma única sessão de treino duram por mais de 24 horas (Koopman et al., 2005). Então enquanto teremos uma elevada sensibilidade à insulina em todo o corpo após o exercício de resistência, esse efeito é ainda maior por 24 horas após o exercício.

3x0 contra a janela de oportunidade de uma hora

8. Whey é uma proteína “rápida”, ideal para o pós-treino

Quando foi lançada, whey protein era bastante foda por ter sido descoberto que ela é da mais alta qualidade. Então, pesquisas vieram e tornaram whey mais foda ainda, pois foi classificada como uma proteína de “rápida” digestão comparada com a caseína (Boirie et al., 1997).

Em outras palavras, nós estivemos considerando whey como uma “rápida” proteína apenas porque estávamos comparando com algo incrivelmente lento. Quando comparamos a digestibilidade do whey com os aminoácidos de alto padrão, sobre os quais baseamos quase todos os nossos dados de nutrição pós-treino, whey torna-se tosco.

Isso é incrivelmente frustrante porque todos os jeitos de maximizar a síntese protéica que estivemos discutindo nos itens anteriores (parte 1) eram com o uso de aminoácidos. Então precisamos ou usar aminoácidos puros ou usar algo que se aproxime de suas propriedades de absorção. É aqui que entra a whey protein hidrolisada. A proteína já vem quebrada em grandes peptídeos, o que proporciona uma rápida absorção com os níveis máximos atingindo a corrente sanguínea em cerca de 80 minutos (Calbet and MacLean, 2002), comparada com os 60 minutos dos aminoácidos de classe farmacêutica (Borsheim et al., 2002).

Infelizmente, até mesmo os cobiçados whey isolados são completamente inúteis para nossos propósitos de tempo nesse caso, porque simplesmente demoram muito para serem absorvidos (Dangin et al., 2002)

À luz desses dados e da crescente literature contradizendo a versatilidade e utilidade do whey protein, ele deveria ser classificado de agora em diante como uma proteína de velocidade “moderada” ou “intermediária”, ficando apenas o whey hidrolisado e os aminoácidos considerados como realmente “rápidos”.

9. O uso de antioxidantes no pós-treino melhora a recuperação

Eis outro mito que faz sentido: treinamos, causamos todo tipo de desgaste a nossos corpos, e então usamos antioxidantes para ajudar a arrumar a bagunça. Simples e fácil. A realidade? Nem simples, nem fácil. Na verdade, talvez você nem se surpreenda ao descobrir que existe uma notável falta de dados acerca da suplementação com antioxidantes no pós-treino.

Olhando para a base dessa teoria, foi mostrado que exercícios excêntricos desgastantes não modificaram os níveis normal de antioxidantes no organismo (Child et al., 1999). Em outras palavras, o corpo tem uma capacidade natural de defesa antioxidante, e ela não sofreu estresse apesar de todo o desgaste muscular causado pelo exercício.

Isso é contradito por outros dados que mostram que há um impacto do exercício nos níveis naturais de antioxidantes (Lee et al., 2002; Goldfarb et al., 2005), mas evidentemente este assunto não está encerrado. Com esses dados conflitantes, você deve estar se perguntando se a suplementação com antioxidantes tem algum efeito. Sim, tem. Mas os efeitos não são o que poderíamos esperar.

Novamente, aqui está um dos mais subestimados artigos de pesquisa dos últimos 5 anos – anote essa, pois esse é o tipo de estudo que você precisa saber. Esta revolucionária pesquisa feita por Childs e colegas (2001) examinou o impacto da suplementação antioxidante pós-treino sobre o desgaste muscular e a recuperação.

Você ficará chocado ao saber que esta prática na verdade aumentou o desgaste e atrasou a recuperação. Isso mesmo, a microlesão experimentada pelas células musculares foram exacerbadas pelos antioxidantes. Com isso, quanto maior o desgaste, maior o tempo de recuperação.

Parece que há efeitos pró-oxidantes em ação aqui, significando que os “antioxidantes” na verdade estão causando o desgaste que eles deveriam recuperar. Era considerado que esse efeito ocorreria com o uso excessivo de antioxidante, mas o surpreendente é que esses efeitos foram observados com uma dose de 1,1g de Vitamina C e 900mg de N-acetilcisteína, para um indivíduo de 90 kg, e sabemos que nenhuma dessas doses é considerada alta. Esse é o único estudo que investiga a suplementação antioxidante no pós-treino de que tenho conhecimento. E as descobertas são importantes por serem diretamente aplicáveis para nós.

10. Aspirina e ibuprofeno são bons anti-inflamatório para recuperação muscular

O assunto da inflamação muscular está agitado atualmente porque pensava-se que minimizar essa reação natural iria aumentar a recuperação. Ao permitir que voltemos ao próximo treino mais rapidamente, então poderíamos novamente estimular o corpo com uma nova sessão pesada de treino. Mesmo que essa teoria possa fazer algum sentido, é necessário cuidado. O uso de analgésicos tradicionais, tais como aspirina e ibuprofeno, tem sido cada vez mais comum, pois muitas pessoas simplesmente não gostam das dores musculares.

O efeito mais comum desses analgésicos é que eles exercem um poderoso efeito antiinflamatório. Esse fato tem animado alguns pseudo-cientistas, entendendo que a partir deste efeito essas drogas iriam reduzir a inflamação muscular e acelerar a recuperação. Bonita teoria, mas de aplicação pobre.

Pesquisas recentes mostraram que o uso dessas drogas no pós-treino inibiram a produção de uma química natural necessária para o crescimento e recuperação muscular (Trappe et al., 2001). Investigações posteriores mostraram com bastante clareza que a síntese protéica muscular foi completamente desativada quando essas drogas foram combinadas com treinamento de força (Trappe et al., 2002). E para completar, o uso dessas drogas não mostrou efeitos sobre a inflamação (Peterson et al., 2003) ou dores musculares (Trappe et al., 2002).

Basicamente nós temos a pior combinação possível quando juntamos o treinamento de força com drogas antiinflamatórias não-esteróides, tais como aspirina e ibuprofeno. Dito isso, é importante notar que existem vários jeitos de atuar sobre a inflamação, alguns podem ser bons e outros são claramente ruins. Tenha em mente que limitar a inflamação é uma boa idéia, mas tenha certeza de que isso não é universalmente benéfico.

10 Pontos Importantes

A ) reposição de glicogênio é fácil demais de ser conseguida e pode não ser tão importante como era considerado.

B ) síntese protéica deve ser a prioridade ao intervir na recuperação.

C ) refeições pré-treino na verdade aumentam o fluxo sanguíneo muscular e o suprimento de nutrientes durante o exercícios.

D ) refeições pré-treino, alimentação noturna, e múltiplos shakes pós-treino são mais benéficos do que um único shake pós-treino.

E ) a “janela de oportunidade pós-treino” dura pelo menos 24 horas.

F ) ingerir um shake protéico imediatamente após o treino impede um máximo resultado.

G) o treinamento de força aumenta de forma aguda a sensibilidade à insulina por no mínimo 24 horas.

H ) no geral, whey protein é apenas de velocidade moderada, enquanto whey hidrolisada e aminoácidos puros são rápidos.

I ) antioxidantes tomados no pós-treino podem aumentar o desgaste muscular e atrasar a recuperação.

J) aspirina e ibuprofeno podem evitar o aumento da síntese protéica induzido pelo exercício, desta forma atrapalhando o crescimento e atrasando a recuperação.

As 5 Perguntas mais Comuns

I) Se não devemos nos preocupar com o glicogênio, então porque deveríamos usar um carboidrato de alto índice glicêmico no pós-treino?

RESPOSTA: Não se esqueça que o objetivo principal é maximizar a síntese protéica, o que é provavelmente realizado usando carboidratos de rápida absorção e elevando expressivamente a insulina.

II) No estudo sobre o shake pré-treino, o que eles ingeriram e quando tomaram o shake?

RESPOSTA: Aminoácidos puros e sucrose, consumidos imediatamente antes do treino começar.

III) Não consumir carboidratos antes de um treino causa problemas na glicemia do sangue durante o treino?

RESPOSTA: Normalmente não, nossa resposta de catecolaminas parecem manter nossa glicemia sanguínea elevada sem problemas. Mas se você apenas começando a testar isso, consuma os carbos durante o exercício, ou tenha-os preparados para o caso de precisar.

IV) Se existe uma janela de 24 horas no pós-treino, porque se preocupar em ingerir vários shakes?

RESPOSTA: O método de tomar vários shakes é ainda o melhor jeito de otimizar nossa resposta anabólica no pós-treino. Nós aproveitamos a vantagem desta “janela” ao turbinarmos nosso nível de aminoácidos no sangue o mais frequentemente possível.

V) Se existe uma janela de 24 horas no pós-treino, por que nos importarmos com a velocidade de absorção das proteínas?

RESPOSTA: O método de múltiplos shakes só pode ser aplicado quando proteínas rápidas ou aminoácidos são ingeridos. Simplesmente não funciona com proteínas de velocidade moderada (a maioria dos whey "comuns").

Conclusão do autor

É seguro dizer que nos atualizamos com as recentes pesquisas a respeito de treinamento de força e nutrição. Talvez o mais importante seja deixar claro que o dogma do pós-treino foi destruído. Infelizmente, com toda essa destruição acontecendo, fica um vácuo de conhecimento que precisa ser preenchido, que irá nos permitir aplicar essas novas descobertas. Em outras palavras, precisamos entender o que toda essa coisa científica significa, e como podemos usá-la da melhor forma para nosso benefício.

Fonte: http://www.t-nation....nutrition_myths

References

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Bom dia, sou novato no que diz a respeito de suplementos e malhação, começei a malhar essa semana, porem a malhei a 5 anos atras, mas devido a problema de saude tive que parar, e hoje estou apto, sendo assim gostaria de umas dicas de vocês que tem mais experiencia.

tenho 26 anos, 1.72 alt 85kg

meu objetivo é ter um corpo legal, não do tipo marombado, mais no estilo de capa do mens in heath, resumindo um pouco de massa e definição corporal, e atualmente meu financeiro não está aquela coisa, pois já a mensalidade da academia me pesa bem 180 mês, sendo assim tenho em caixa para compra de suplementos e outros uma média de 150 mes.

Estou ciente que resultado não vem do dia para noite, mais com muita determinação e força de vontade, por essa que aqui pedido dicas a vocês.

Att. Bruno Hoffmann

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Bom dia, sou novato no que diz a respeito de suplementos e malhação, começei a malhar essa semana, porem a malhei a 5 anos atras, mas devido a problema de saude tive que parar, e hoje estou apto, sendo assim gostaria de umas dicas de vocês que tem mais experiencia.

tenho 26 anos, 1.72 alt 85kg

meu objetivo é ter um corpo legal, não do tipo marombado, mais no estilo de capa do mens in heath, resumindo um pouco de massa e definição corporal, e atualmente meu financeiro não está aquela coisa, pois já a mensalidade da academia me pesa bem 180 mês, sendo assim tenho em caixa para compra de suplementos e outros uma média de 150 mes.

Estou ciente que resultado não vem do dia para noite, mais com muita determinação e força de vontade, por essa que aqui pedido dicas a vocês.

Att. Bruno Hoffmann

Desculpe, mas eu li umas 3x o que voce escreveu e nao consegui encontrar a duvida ou pergunta... qual seria ela exatamente?

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Iae pessoal. Bem, sou novato no forum e em suplementação. Tenho 6 meses de academia e de uns 3 meses pra cá, venho tomando termogenico somente (tomei 1 da probiótica e agora estou com um da integral médica //fraquinhos mas...) . Quando entrei na academia tinha 96 KG e hj tenho 77KG. Na proxima semana, estarei comprando um whey no site do fernandows.

Minha dúvida é... minha barriga está muito flácida, como tive uma grande perda de peso, estou na duvida de se é pele flácida devido a gordura diminuida ou ainda é gordura embaixo da pele que não está deixando encostar no musculo.

Sempre faço aerobico e musculação, nao penso mt na massa magra pq ainda estou em cutt, mas, queria saber se com o ganho de massa magra, a barriga começa a sumir, (sei que perde mais gordura) No meu caso, penso em um "projeto fitness" abdomen trincado e talz.

Gostaria de algumas dicas da suplementação, no caso o whey que irei comprar ou algo que me ajude mais.

Desculpa qualquer coisa.

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Iae pessoal. Bem, sou novato no forum e em suplementação. Tenho 6 meses de academia e de uns 3 meses pra cá, venho tomando termogenico somente (tomei 1 da probiótica e agora estou com um da integral médica //fraquinhos mas...) . Quando entrei na academia tinha 96 KG e hj tenho 77KG. Na proxima semana, estarei comprando um whey no site do fernandows.

Minha dúvida é... minha barriga está muito flácida, como tive uma grande perda de peso, estou na duvida de se é pele flácida devido a gordura diminuida ou ainda é gordura embaixo da pele que não está deixando encostar no musculo.

Sempre faço aerobico e musculação, nao penso mt na massa magra pq ainda estou em cutt, mas, queria saber se com o ganho de massa magra, a barriga começa a sumir, (sei que perde mais gordura) No meu caso, penso em um "projeto fitness" abdomen trincado e talz.

Gostaria de algumas dicas da suplementação, no caso o whey que irei comprar ou algo que me ajude mais.

Desculpa qualquer coisa.

Oi,

Pele flacida significa que ainda tem uma quantidade consideravel de gordura. Enquanto essa gordura sub-cutanea nao for eliminada (ou quase), ela nao consegue se prender ao tecido muscular.

Tente reduzir o deficit calorico, treinar para hipertrofia e continuar perdendo gordura. Salvar massa magra nessa fase eh mais importante: se voce esta com pouca gordura, o corpo vai ter uma tendencia maior a catabolizar a massa magra ao inves de oxidar a gordura. Algumas estrategias especificas como AEJ e baixa quantidade de carbo podem ser necessarias.

Para ter o abdomen definido voce vai precisar baixar bastante o percentual de gordura e ganhar massa magra no abdomen. Ou seja, se esse eh o primeiro cutting, voce nao vai conseguir ter um abdomen 'capa de revista' por 2 motivos: a perda de gordura vai ser dificil (gordura residual de anos eh complicada) e voce nao vai ganhar massa magra. Nao ganhando massa magra, voce nao vai ter musculos grandes o suficiente no abdomen para 'definir'. Definicao eh baixa gordura e musculos maiores. Portanto, nao se engane fazendo abdominais todos os dias ou qualquer coisa doida do tipo: os musculos nao vao crescer em cutting, abdominais nao vao fazer voce perder mais gordura naquela regiao. Faca abdominais eventualmente (ou exercicios que ja trabalhem essa area) e deixe os exercicios abdominais mais focados para a fase de bulk. Lah os musculos vao crescer e voce pode ter eles mais aparentes depois de um novo cutting.

Finalmente, whey da Growth. Vai firme, ele eh bom e barato. Apenas acostume-se com o fato dele nao ter gosto. Se for conveniente usar algo com gosto (malto/suco/gelatina) ou se voce nao gosta de gosto, entao esta tudo bem.

Esse topico fala bastante sobre pele flacida: http://www.hipertrofia.org/forum/topic/54990-o-mito-da-pele-flacida/

Este topico fala sobre a gordura teimosa (a que eh mais dificil de perder no final do cutting): http://www.hipertrofia.org/forum/topic/68613-gordura-teimosa-e-ioimbina/

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Oi,

Pele flacida significa que ainda tem uma quantidade consideravel de gordura. Enquanto essa gordura sub-cutanea nao for eliminada (ou quase), ela nao consegue se prender ao tecido muscular.

Tente reduzir o deficit calorico, treinar para hipertrofia e continuar perdendo gordura. Salvar massa magra nessa fase eh mais importante: se voce esta com pouca gordura, o corpo vai ter uma tendencia maior a catabolizar a massa magra ao inves de oxidar a gordura. Algumas estrategias especificas como AEJ e baixa quantidade de carbo podem ser necessarias.

Para ter o abdomen definido voce vai precisar baixar bastante o percentual de gordura e ganhar massa magra no abdomen. Ou seja, se esse eh o primeiro cutting, voce nao vai conseguir ter um abdomen 'capa de revista' por 2 motivos: a perda de gordura vai ser dificil (gordura residual de anos eh complicada) e voce nao vai ganhar massa magra. Nao ganhando massa magra, voce nao vai ter musculos grandes o suficiente no abdomen para 'definir'. Definicao eh baixa gordura e musculos maiores. Portanto, nao se engane fazendo abdominais todos os dias ou qualquer coisa doida do tipo: os musculos nao vao crescer em cutting, abdominais nao vao fazer voce perder mais gordura naquela regiao. Faca abdominais eventualmente (ou exercicios que ja trabalhem essa area) e deixe os exercicios abdominais mais focados para a fase de bulk. Lah os musculos vao crescer e voce pode ter eles mais aparentes depois de um novo cutting.

Finalmente, whey da Growth. Vai firme, ele eh bom e barato. Apenas acostume-se com o fato dele nao ter gosto. Se for conveniente usar algo com gosto (malto/suco/gelatina) ou se voce nao gosta de gosto, entao esta tudo bem.

Esse topico fala bastante sobre pele flacida: http://www.hipertrof...a-pele-flacida/

Este topico fala sobre a gordura teimosa (a que eh mais dificil de perder no final do cutting): http://www.hipertrof...osa-e-ioimbina/

Muito obrigado pelas informações.

Sobre as técnicas de AEJ e abaixar o carboidrato, já venho fazendo com um tempo.

Peguei uma fita metrica uma semana atraz e tirei algumas medidas...

Só lembro que deu 30 cm de braço e 87 de cintura.

Tenho 1,73 e 77KG' por isso a duvida da pele flácida.

Minha dieta não é mt das boas, evito quase td, mas nao tenho uma dieta fixa. Como sempre salada/legumes e tomo leite desnatado. Ultimamente tenho incluido peito de peru com pão de forma.

Com a compra do whey, irei preparar uma nova rotina com base no relato conhecido do Leandro Twin, aerobico em jejum, ovos, e talz.

Tenho 17 anos, sobrevivo sustentado pelos pais, fica complicado comprar mts ovos só pra mim, batata doce e preparar um almoço especifico. Mas, faço tudo que posso, afinal consegui perder quase 20 KG... foi uma determinação e tanto... contando os 2L de refrigerante que tomava por dia.

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Muito obrigado pelas informações.

Sobre as técnicas de AEJ e abaixar o carboidrato, já venho fazendo com um tempo.

Peguei uma fita metrica uma semana atraz e tirei algumas medidas...

Só lembro que deu 30 cm de braço e 87 de cintura.

Tenho 1,73 e 77KG' por isso a duvida da pele flácida.

Minha dieta não é mt das boas, evito quase td, mas nao tenho uma dieta fixa. Como sempre salada/legumes e tomo leite desnatado. Ultimamente tenho incluido peito de peru com pão de forma.

Com a compra do whey, irei preparar uma nova rotina com base no relato conhecido do Leandro Twin, aerobico em jejum, ovos, e talz.

Tenho 17 anos, sobrevivo sustentado pelos pais, fica complicado comprar mts ovos só pra mim, batata doce e preparar um almoço especifico. Mas, faço tudo que posso, afinal consegui perder quase 20 KG... foi uma determinação e tanto... contando os 2L de refrigerante que tomava por dia.

Ah, se voce nao esta seguindo uma dieta especifica por pelo menos contando os macros, eh essencial nessa fase. A quantidade de proteina tem que ser aumentada e bastante nesse ponto. Nao importa de onde vai sair a proteina, ovos, leite, frango, carne ou whey, o importante eh consumir uma quantidade boa (o topico do LeandroTwin explica isso bem).

Vitaminas e minerais tambem sao muito importante nessa fase. Garantar ter uma dieta que cubra isso ou um multi-vitaminico bom. Proteina e eles juntos podem ajudar a reduzir pele flacida.

Se voce esta com 87cm de cintura ainda tem bastante para reduzir, mas pelo peso que estava antes, esta no caminho certo. Continue assim que, com as mudancas na dieta, os resultados virao.

Abraco.

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Muuito bom esse tópico, li tudinho e to abrindo os outros tópicos tambem!

Tenho uma duvida quanto a validade, tenho um hipercalorico aberto ja faz uns 6 meses mais ou menos, sera que eu posso toma-lo ou sera que ele ja deve ter estragado e temho que jogar fora?

Editado por alinenicolini (veja o histórico de edições)

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galera... to comendo uma hora e meia antes de tomar o NO, mas na hora sinto fome.. posso comer uma barra de cereal junto com o NO?

abraços

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Excelente tópico! Me ajudou bastante.

Obrigado :)

Muuito bom esse tópico, li tudinho e to abrindo os outros tópicos tambem!

Tenho uma duvida quanto a validade, tenho um hipercalorico aberto ja faz uns 6 meses mais ou menos, sera que eu posso toma-lo ou sera que ele ja deve ter estragado e temho que jogar fora?

Validade nao eh um problema muito grande, ja que a maioria do que tem ali eh carbo. Agora se ele foi aberto ha muito tempo, talvez esteja empedrado. Voce pode experimentar em uma quantidade menor e ver se nao vai dar problema... Ou jogar fora e comer comida :P

galera... to comendo uma hora e meia antes de tomar o NO, mas na hora sinto fome.. posso comer uma barra de cereal junto com o NO?

abraços

Uma barra de cereal nao deve ser problema. Pode comer ela sim, o problema seria comer uma boa quantidade de comida e ir com o estomago cheio para o treino. Se o NO esta fazendo o efeito na hora do treino entao nao tem problema.

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