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Low Carb É Realmente Melhor Para Composição Corporal?

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Postado
3 horas atrás, mpcosta82 disse:

E quanto ao estudo patrocinado pelo Instituto que o Taubes financiava, estudo esse projetado pelo Taubes para provar tudo o que ele falava, e que mostrou o contrário....e o Taubes ignorou também?

O que você acha disso?

Não sei. Isso deve ser recente né? Não conheço o estudo em detalhes ou como ele foi conduzido. Pensava que já existiam estudos anteriores que endossassem o que ele dizia. Se ele ignorou, que pena; mas não boto a mão no fogo por ninguém mesmo....infalível, ninguém é. Aproveito o que tem de bom de cada um. E o Taubes é só um dentre tantos outros nesse mundo Low Carb.

Mas por enquanto, como disse antes, vou ficar com a prática. Maromba em geral sabe que, muitas vezes, na prática a teoria é outra....já me arrependi de ouvir nutricionista com estudos, autoridades e essa coisa toda, então, minha prioridade é a experiência pessoal somada com algo da ciência que a gente consegue ver na internet. Pode dar erros também, MAS....ainda é a melhor ideia, na minha opinião.

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  • Não sei se os posts do outro tópico irão voltar, então vou estar postando novamente o compilado com informações básicas que eu tinha feito (e que estava atualizando pelo note), espero que ajude. Corre

  • O problema é que você está fazendo uma relação transitiva: se A causa B e B causa C, então A causa C. Mas as coisas não são bem assim, se formos pensar em tudo como sendo essa relação transitiva então

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Postado

Bom, agora, vou começar só com minhas impressões pessoais do meu começo com Low Carb. Lembrando que não é minha intenção convencer ninguém de nada. Não quero passar por deslumbrado, embora algumas de minhas impressões até merecessem isso. Relato honesto. O que eu não gostar, não der certo, coisa e tal, eu falo também, sem problema...até porque tô tirando o texto de parte do meu diário de treino (não vou mentir pra mim mesmo né...:P). Já tentei outras abordagens, e para MINHA necessidade, está atendendo bem, só isso. Ficou longo acho...pra padrões de um fórum, mas quem interessar, taí:

Outro divisor de águas pra mim: estou aderindo a ideia do Low Carb. Fiquei muito apreensivo antes de entrar nessa por causa de alguns relatos indicando enjoos, perda de rendimento e essas coisas....quem acompanha, sabe. Eu mesmo tentei treinar uma vez assim e não deu certo....porém, é uma das poucas coisas que eu ainda não tinha tentado pra valer pra ajudar no emagrecimento. Para o meu objetivo: perder peso ou mantê-lo AUMENTANDO minha força física (não necessariamente gerando hipertrofia, que pra mim é desnecessário), devido à ginástica. Um corpo perfeitamente funcional para esse esporte dificilmente é com sobrepeso, ainda que recheado de músculos. A hipertrofia nesse caso pode até atrapalhar.  A vaidade me é importante também, sem dúvida, porém, secundária. Ginástica demanda FORÇA (aliada com técnica), muita força obtida de forma consistente. Um exemplo é o exercício da puxada pronada, que normalmente gosto de fazer 4 ou 5 repetições com 110kg. Tive que diminuir 5kg pra manter uma boa execução. Menos de 5% de alteração em vista dos benefícios....achei um ótimo negócio. Lembrando que no primeiro dia, passei mal (febre e vômito) mas não sei se for por não ter carbo ou pela manteiga de garrafa que usei sem estar na geladeira....nas manteigas Gee é dito que não precisa de refrigeração, pensei que fosse igual na de garrafa....enfim, vai saber.

Com três dias de treino diminuindo bastante os carbos, especialmente os considerados ruins, notei pouca diferença de força, sendo que ela pode até ter se dado por outras variáveis. Outro detalhe é que o intervalo foi relativamente grande comparado ao senso comum de que o intervalo ideal de pré treino é de duas horas. Eu só treinei depois de 4 horas num dia, e quase 6 horas no outro (!!). Tendo em vista a experiência, ainda que pouca, o primeiro grande alívio: se livrar dessa paranóia de você tem que comer X horas antes, senão...fud#u. Eu até irei tentar diminuir esse intervalo, mas minha hora de almoço no trabalho pode variar muito. Quem tem vida corrida e passa por rotinas assim, entende. A vida pode ficar bem mais irritante tentando encaixar esse intervalo de duas horas (ou semelhante) pra comer antes do treino, dependendo da sua rotina diária. Na minha vivência, entre o ideal e o mais prático, o prático SEMPRE acaba ganhando, por um motivo ou por outro. Pra maioria das pessoas, o treino, embora importante, não é a maior de todas as prioridades da vida (só pra citar as 3 clássicas: trabalho, estudo e família; normalmente estarão na frente), salvo talvez pra quem é profissional da área. A aderência ao Low Carb já está MUITO facilitada só por esse fato: praticidade.

Em algunas casos, notei uma leve melhora na disposição com um exemplo corriqueiro: no caminho da minha casa, tem uma ladeira siniiistra....e tenho que ir nessa parte a pé. Estive me cansando menos em alguns dias, não sempre. Pode ter a ver com os picos de insulina ou algo do tipo, não sei.... Energia de forma mais lenta e constante é mais interessante do que energia ‘rápida’ na maioria dos meus dias.  Os alimentos que não faltam no meu dia a dia são: brócolis com um pouco de manteiga, frango grelhado ou outra carne qualquer (almoço e janta), um mix de castanhas de caju, nozes e amendoim nos lanches (costumo exagerar, dadas as recomendações de quantidade que eu vejo....como uns 2 punhados cheios por vez, duas ou três vezes por dia). Por enquanto, como estou em transição apenas: libero algum carbo bom ou ruim depois do treino (batata doce, arroz integral, macarrão, etc....depende do dia). Alguns dos próprios defensores do Low Carb reconhecem o valor do carbo pra pelo menos não perder massa muscular ou construí-la mais rápido. Eu vou tentar variar o cardápio com o tempo. Outra coisa que gostei muito: poder comer pão de queijo sem tanta culpa....que alívio....a coisa que eu mais gosto com café. Vou fazer em casa um mix pessoal: com queijo minas + queijo amarelo tradicional. Se estiver na rua, vai o comum mesmo. Costumo comer 3 dos grandes ou uns 10 daqueles pequenos que são mais vendidos normalmente.

2679.jpg

Outra mudança, dessa vez estética, na barriga mesmo: uma bem discreta diminuição das laterais do abdômen. Novamente reforço: isso pode ter se dado mais rápido pelo fato de eu ter passado mal e vomitado dois dias antes...até porque, quem ler isso pode achar que estou deslumbrado vendendo milagres....logo eu? Não....não mesmo. Finalizando, para os MEUS objetivos, o Low Carb parece ser, senão a resposta, grande parte dela. Pode ter os mesmos resultados com High Carb ou outras abordagens? COMIGO não deu....talvez pra alguém possa ter dado, não duvido. Como falei, nossa vida tem inúmeras variáveis que a gente nem sequer consegue expressar às vezes. E irei continuando.

Postado

Faça esta dieta se você quiser reverter o diabetes ou evitar completamente fatores de risco

Dezenas de milhares de europeus estão à beira do desenvolvimento de diabetes. Somente mudanças permanentes no estilo de vida podem fazer a diferença. Qual caminho você irá seguir?

https://www.rd.com/health/conditions/how-to-avoid-becoming-diabetic/

Postado

atualmente estou em low carb e com doses baixas de testo, obtive ótimos resultados.

estou na ultima semana de ciclo e atingi meus objetivos. 

a questão é, estou com o bf desejado, no caso, poderia eu ir subindo as calorias e começar um clean bulking, agora? 

ou é necessário manter-se em deficit calórico durante esse período de esperar a MV da droga acabar e iniciar a TPC ? 

Postado
  • Supermoderador
14 horas atrás, Norton disse:

Faça esta dieta se você quiser reverter o diabetes ou evitar completamente fatores de risco

Dezenas de milhares de europeus estão à beira do desenvolvimento de diabetes. Somente mudanças permanentes no estilo de vida podem fazer a diferença. Qual caminho você irá seguir?

https://www.rd.com/health/conditions/how-to-avoid-becoming-diabetic/

Interessante, só uma correção no clickbait do titulo:

Reverse Diabetes Risk Factors não é o mesmo que "reverter diabetes"

Em 2/4/2017 at 13:15, Dartagnan. disse:

Não é querer defender ninguém, mas..que o Taubes não é cientista, geral sabe. Ele é jornalista e fica de levantar as infos com os tais.

Em relação a ignorar outros estudos, isso pega praticamente qualquer um, inclusive cientistas....se for assim, não vamos escutar ninguém então.  Acho que vale ainda a prática de cada um mesmo.

Mas convenhamos que se alguem, seja jornalista ou o que for, não segue lógica básica da metologia científica, o cara já ta errando desde o começo.

O normal seria:

Hipotese -> Testar se hipotese está errada (seja positivo ou negativo) e juntar dados -> Concluir em cima dos dados, incluindo todos os "poréns"

O que o Taubes parece estar fazendo é:

Conclusão formada -> procurar dados que confirmem o que já acredita -> conclusão mais que confirmada!

E isso que eu nem to criticando o Low Carb, que é uma estratégia bem interessante. Mas alguns vendedores da idéia não querem realmente informar do positivo e negativo, virou só chamar atenção "desafiando o que a maioria afirma" (caso de que calorias não contam, etc) para vender mais.

Em 2/4/2017 at 14:27, Norton disse:

Sim ignorar é fácil, recorrer a falácia de autoridade mais fácil ainda quero ver pessoas rebatendo estudo por estudo do livro: "good calories bad calories". Ai dá tratar o sujeito com seriedade, caso contrário não.

Pera ai, rebater os estudos OU a interpretação que o Taubes faz dos estudos?

Mas por exemplo sobre o Good Calories, Bad Calories:

https://101.96.8.165/www.proteinpower.com/drmike/wp-content/uploads/2008/07/bray-review-of-gcbc.pdf

Você não vai achar rebatimento pesquisa por pesquisa, vai achar rebatimento da interpretação que o Taubes fez em cima de muita delas.

Sinceramente sugiro todo mundo a ler as críticas sobre os autores/livros/idéias que a gente lê para não virar um culto de que "tudo que esta alí é verdade e tudo que é contrário é mentira", mesmo que escolha tapar os olhos ao menos já vai saber que tem coisa errada no meio.

Por exemplo o Alan Aragon tacando o pau no Lustig:

https://www.alanaragonblog.com/2010/01/29/the-bitter-truth-about-fructose-alarmism/

E também o "debate" entre Alan Aragon e Gary Taubes, aonde estou tentando achar os links dos videos mas ta um saco mexer no VPN aqui para entrar no youtube:

https://2lbsofstarch.com/2015/05/20/gary-taubes-vs-alan-aragon-epic-debate/

Ou sobre o novo livro do Taubes "The Case Against Sugar"

https://www.stephanguyenet.com/bad-sugar-or-bad-journalism-an-expert-review-of-the-case-against-sugar/

Postado
4 horas atrás, krebz disse:

Mas convenhamos que se alguem, seja jornalista ou o que for, não segue lógica básica da metologia científica, o cara já ta errando desde o começo.

O normal seria:

Hipotese -> Testar se hipotese está errada (seja positivo ou negativo) e juntar dados -> Concluir em cima dos dados, incluindo todos os "poréns"

O que o Taubes parece estar fazendo é:

Conclusão formada -> procurar dados que confirmem o que já acredita -> conclusão mais que confirmada!

E isso que eu nem to criticando o Low Carb, que é uma estratégia bem interessante. Mas alguns vendedores da idéia não querem realmente informar do positivo e negativo, virou só chamar atenção "desafiando o que a maioria afirma" (caso de que calorias não contam, etc) para vender mais.

Por exemplo o Alan Aragon tacando o pau no Lustig:

https://www.alanaragonblog.com/2010/01/29/the-bitter-truth-about-fructose-alarmism/

Se a gente passa um pente fino em todos os autores, acho que sempre vai ter uma refutação. O que ocorre hoje é que a gente vê esses debates muito mais rápido do que a poucos anos atrás. Eu acho que, pra nós, meros mortais não estudiosos formais do tema, fica muito complicado ver nos detalhes todos os estudos mesmo, e isso que a gente costuma ver uma versão bem simplificada. O negócio pra mim é filtrar o que cada um tem de bom pra oferecer.

O Rodrigo Polesso tava falando com um doutora que trabalha com atletas, e ela mesmo falou que até usa carbos no pós treino, quando a intenção é massa muscular. Eu também estou usando um pouco ainda, pois estou só em transição. Eu devo ficar entre Low - zero ou quase zero, e num dia da semana ou outro dou uma relaxada.

Estou começando a ler o livro do Aragon também (Lean Muscle Diet). Gosto de ler as coisas dele também. Vou tentar ver o debate dele com o Taubes.

Postado
  • Supermoderador
1 hora atrás, Dartagnan. disse:

Se a gente passa um pente fino em todos os autores, acho que sempre vai ter uma refutação. O que ocorre hoje é que a gente vê esses debates muito mais rápido do que a poucos anos atrás. Eu acho que, pra nós, meros mortais não estudiosos formais do tema, fica muito complicado ver nos detalhes todos os estudos mesmo, e isso que a gente costuma ver uma versão bem simplificada. O negócio pra mim é filtrar o que cada um tem de bom pra oferecer.

O Rodrigo Polesso tava falando com um doutora que trabalha com atletas, e ela mesmo falou que até usa carbos no pós treino, quando a intenção é massa muscular. Eu também estou usando um pouco ainda, pois estou só em transição. Eu devo ficar entre Low - zero ou quase zero, e num dia da semana ou outro dou uma relaxada.

Estou começando a ler o livro do Aragon também (Lean Muscle Diet). Gosto de ler as coisas dele também. Vou tentar ver o debate dele com o Taubes.

Ah com certeza, somos dois. Eu so bem ignorante nos detalhes do como e porque das coisas em nutricao, vou sempre depender da interpretacao do pessoal da area mesmo e procurar o que tem a favor e contra a argumentacao que me passam. No final das contas eu tento conclui se vale a pena o empenho em testar ou deixo pra outro dia/ano

esse aragon fui conhecer a pouco tempo mas faltou tempo para ler mais sobre o que ele defende

quando funciona o vpn nessa budega de hotel eu posto o link do video, se nao derrubaram do youtube

Postado

Será a depressão uma doença ou um sintoma de inflamação?

https://chriskresser.com/is-depression-a-disease-or-a-symptom-of-inflammation/

Efeitos da composição dietética na despesa de energia durante a manutenção da perda de peso

https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/1199154

"Os resultados de nosso estudo desafiam a noção de que uma caloria é uma caloria de uma perspectiva metabólica. Durante a alimentação isocalórica após perda de peso, o REE foi de 67 kcal / dia mais alto com a dieta de muito baixo carboidrato em comparação com a dieta de baixo teor de gordura. TEE diferiu em aproximadamente 300 kcal / d entre essas 2 dietas, um efeito correspondente à quantidade de energia normalmente gasto em 1 hora de atividade física de intensidade moderada.

A base fisiológica para as diferenças no REE e no TEE permanece sujeita à especulação. Triiodotironina foi menor com a dieta muito pobre em carboidratos, consistentes com os efeitos previamente relatados de restrição de carboidratos 23 ; Assim, as mudanças na concentração do hormônio thyroid não podem explicar o gasto de energia mais elevado nesta dieta. O efeito térmico dos alimentos (o aumento do gasto energético decorrente dos processos digestivo e metabólico) dissipa-se no final do período pós-prandial e não afeta o REE medido no estado de jejum. Porque o efeito térmico dos alimentos tende a ser maior para os hidratos de carbono do que a gordura, 24 , 25 , também não explicaria a TEE menor na dieta de baixa gordura. Embora a proteína tem um efeito térmico mais alto nos alimentos, 16 o conteúdo deste macronutriente foi o mesmo para os de baixo teor de gordura e de baixo índice glicêmico dietas de índice e contribuiu com apenas 10% a mais para o consumo total de energia com a dieta muito pobre em carboidratos em comparação com o Outras 2 dietas. Além disso, a atividade física avaliada pela acelerometria não se alterou ao longo do estudo. Explicações alternativas para as diferenças observadas na REE e ETE podem envolver efeitos intrínsecos da composição da dieta sobre a disponibilidade de combustíveis metabólicos 13 , 14 ou eficiência metabólica, alterações nos hormônios (exceto tireóide) ou tônus autonômico afetando vias catabólicas ou anabolizantes, e (para TEE) eficiência do músculo esquelético como regulado pela leptina. 26 -  29 Quanto à última possibilidade, o rácio da despesa de energia para a concentração de leptina tem sido proposta como uma medida de sensibilidade à leptina, 30 e essa proporção variou conforme o esperado em nosso estudo entre as 3 dietas (muito baixo carboidrato> baixo índice glicêmico> baixo gordo)."

Izabel Alvares revela cardápio que a fez perder 35 kg

Cozinheira faz dieta baseada no livro Barriga de Trigo

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Dois anos após vencer a segunda temporada do MasterChef, Izabel Alvares voltou a ser notícia, dessa vez por conta do visual.

Insatisfeita com sua aparência no talent show da Band, ela decidiu fechar a boca e iniciou uma rotina de exercícios diários, que inclui meia hora na esteira e séries de musculação. O resultado foi tão surpreendente que ela já faz planos de lançar uma linha de comidas e bebidas alcóolicas funcionais e saudáveis, intitulada Magrela, para ajudar outras pessoas.

A pedido do Portal da Band, Izabel revelou com exclusividade detalhes do cardápio "milagroso".

De dezembro de 2015 até agora, a cozinheira, que atualmente tem 33 anos, passou de 104 kg a 69 kg. A meta é emagrecer mais 2 kg, mas ela já está feliz da vida. "Sinto um orgulho tremendo de ter conseguido realizar esse desejo que tinha há muitos anos de emagrecer", disse.

Pelo fato de a perda de peso ter sido lenta, Izabel não precisou passar por nenhum tipo de procedimento cirúrgico.

Leia a entrevista na íntegra:

Portal da Band: O que é mais difícil: perder ou manter o peso?

Izabel: Perder, sem dúvida! Hoje como tudo que quero aos fins de semana e sou super disciplinada durante a semana. Nada é melhor do que o equilíbrio. 'Disciplina é liberdade', não é mesmo?.

Portal da Band: Qual a fase mais difícil da dieta?

Izabel: Eu faço uma dieta low carb, então, as primeiras duas semanas são muito difíceis. É um período de adaptação do seu corpo. Não é fácil aceitar uma vida sem pão, massas, batata e doce.

Portal da Band: O que foi mais difícil para abrir mão?

Izabel: Massas. Eu amo macarrão... Mas agora uso o meu conhecimento como cozinheira para desenvolver receitas criativas que substituam tudo o que eu amava comer.

Portal da Band: Seu noivo entrou na dieta para te incentivar?

Izabel: Mais ou menos... (risos). Ele continua comendo carboidratos, mas é um grande incentivador de tudo o que eu faço. Está sempre ao meu lado e está muito orgulhoso.

Portal da Band: Após emagrecer você ficou flácida? Pretende fazer alguma cirurgia?

Izabel: Fiquei um pouco, mas não o suficiente para uma cirurgia. Quero, depois de ter filho, colocar silicone. Meus seios caíram um pouco com o emagrecimento. Todo o resto do meu corpo está sendo tonificado com musculação. O emagrecimento lento foi super importante para que não ficasse tão flácida. Tomo colágeno todo dia também. Não sei se funciona, mas tomo mesmo assim (risos).

Portal da Band: O que você sente hoje quando se olha no espelho?

Izabel: Muita felicidade! Sinto um orgulho tremendo de ter conseguido realizar esse desejo que tinha há muitos anos de emagrecer.

Izabel contou que iniciou o regime após ler o best-seller Barriga de Trigo, escrito pelo cardiologista americano William Davis. A dieta propõe a abolição total do trigo na alimentação diária, além do corte de carboidratos. "Esse livro mudou a minha vida", enfatizou.

Veja abaixo o que pode e o que não pode:

Comer à vontade

Legumes (menos batata, inhame e outros que sejam ricos em amido); e verduras.

Queijos curados, com teor normal de gordura (não vale queijo light nem queijos processados);

Linhaça triturada;

Algumas frutas (morango, amora, framboesa, mirtilo, maçã, laranja). Evitar frutas muito doces, como: mamão, banana, abacaxi e manga);

Castanhas cruas;

Gorduras 'do bem': azeite, óleo de coco, óleo de abacate;

Carne e ovos;

Temperos naturais (salsa, cebolinha etc);                       

Em quantidades bem menores

Arroz (branco ou integral)- não mais que ½ xícara por dia

Queijo cottage

Iogurte, leite e manteiga

Tofu e missô

Chocolate 70 a 85% de cacau

Azeitonas, picles, sementes cruas e abacate                       

Eliminar

Trigo e seus derivados (pães, massas, bolos etc)

Aveia

Amido de milho e fécula de batata

Mel, melado e afins

Refrigerantes

Doces

Frituras

Cerveja

Proteína de soja

Barras de cereal

Suco de fruta

Embutidos (salsicha, mortadela, bacon etc)

https://entretenimento.band.uol.com.br/famosos/noticia/100000843872/vencedora-do-masterchef-izabel-revela-cardapio-que-a-fez-perder-35-kg.html

Editado por Norton

Postado

Antes de continuar com minhas impressões do diário (até porque não acontecem coisas dignas de mencionar todos os dias), queria falar algo sobre essa coisa dos estudos, que ao mesmo tempo que enriquecem, geram outras dúvidas. Vou tentar ser sucinto pois não pretendo flamear ou fazer guerra de links....é só opinião mesmo.

Eu imagino que o perfil de geral aqui seja de praticante de esportes. Não só musculação, mas em geral. Ou seja, tendemos a gostar de prática, AINDA QUE, acompanhados de informação teórica com embasamento. Entretanto, é sabido que, até pela assimetria de informação entre os profissionais e nós, fica muito fácil qualquer um deles falar algo que esbarra com nossos resultados práticos, por um motivo ou por outro. Um exemplo emblemático é o consumo de ovos (quem é menos novinho vai lembrar melhor...): durante os anos 80 era praticamente crime você comer mais do que dois ovos por semana. Se usássemos o argumento da ciência naquela época, um monte de fisiculturista iria rodar de tanto ovo que comia....podem cometer erros também e tal, mas o conhecimento que se tem praticando e acertando, acaba tendo mais valor.

Obviamente, não estou falando de ignorar os estudos....antes que alguém diga. Títulos, autoridade e todas essas coisas, continuarão sendo importantes. Mas nenhum estudo por melhor que seja, vai cobrir todas as variáveis da sua vida. Se a autoridade diz que algo dá resultado X e o meu deu Y, deve ter algo errado (sem contar o lance da individualidade biológica....).

Mas é divagação minha mesmo....

Postado
26 minutos atrás, Dartagnan. disse:

Citando então o ovo como exemplo, o detalhe é que se formos ver a ciência nunca disse que era ruim comer muitos ovos. Os estudos que afirmavam isto eram fracos, de baixo nível de evidência. E a mídia adora pegar estudos observacionais ou epistemológicos colocar um título sensacionalista para render audiência.

Quando um estudo destes que já não são de alto nível aponta para um marcador qualquer, a manchete será do tipo: Carne causa câncer, Gordura saturada faz mau ao coração(aliais dificilmente alguém encontra um alimento com somente gordura saturada, o óleo de coco é o que mais tem e ainda possuí outras gorduras, o ovo e a banha são mais monosaturadas, etc), quando o artigo original nunca pode afirmar isto.. O ideal é levarmos em conta esta hierarquia, considerar apenas os estudos de mais alto grau de evidência.

Olha só que postagem fantástica:

Spoiler

O mais alto nível de evidência científica

 
As evidências científicas não nascem todas iguais. Com o objetivo de tornar a prática da medicina o mais científica possível, foi criada a Medicina Baseada em Evidências. Já tratei superficialmente deste tema em outra postagem. Mas me parece um bom momento para explicar um pouco melhor o conceito de Níveis de Evidência.

Veja, qualquer pedaço de informação pode se constituir em evidência para guiar uma conduta médica. No entanto, um relato de um caso isolado não pode se sobrepor a um experimento com milhares de pessoas. Assim, há uma hierarquia das evidências - das mais modestas, às mais sólidas. Abaixo, vamos repassar rapidamente os níveis de evidência, do mais baixo ao mais alto - do menos confiável, ao mais confiável.

  • A evidência que tem menor valor é a opinião pessoal. Afinal, opinião todo mundo tem, e o papel aceita qualquer coisa. Quando, porém, não há outros dados na literatura médica, aceita-se a opinião de um especialista como uma evidência provisória.
  • A seguir, vêm os relatos de caso. Consistem no relato de uma série de casos, a fim de que se possam extrair dados estatísticos sobre determinada doença/circunstância. Qual a idade média das pessoas com aquela doença, qual o sexo e a etnia das pessoas?
  • A seguir, vêm os estudos de caso-controle, nos quais o investigador pega um grupo de pessoas com determinada doença e compara com outro grupo de pessoas que não tenham a doença.
  • A seguir, vêm os estudos de coorte, na qual se obtém dados (exames, questionários, etc) de um grande número de pessoas, e os acompanha por vários anos a fim de identificar quem desenvolve doenças, de forma a identificar possível fatores de risco no passado.
  • A seguir, vem o ensaio clínico randomizado, o padrão-ouro da evidência em medicina, no qual um grande número de pessoas é "randomizada" (isto é, sorteada) para dois ou mais grupos; em geral, um grupo é submetido a uma intervenção (um remédio, uma dieta), e o outro grupo serve como controle. O sorteio garante que os grupos sejam semelhantes entre si em TUDO, exceto na variável sendo testada. Este é o único tipo de estudo capaz de sugerir fortemente relações de causa e efeito. É este o grau de evidência dos estudos que provam que a redução da gordura na dieta não traz benefício (clique aqui).
  • Por fim, no topo da cadeia alimentar da evidência científica, vem a revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Afinal, por puro acaso, um ensaio clínico randomizado pode achar um resultado que não seja real - uma flutuação estatística aleatória. Mas quando você tem, digamos, DEZ ensaios clínicos randomizados que tratam sobre o mesmo tema, uma revisão sistemática e metanálise pode combinar matematicamente os dados de TODOS eles, o que empresta a esta análise um peso superior ao dos estudos isolados. Por este motivo, a revisão sistemática epitomiza o mais alto nível de evidência científica.

O quadro abaixo, retirado do site do Ministério da Saúde (portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/tabela_nivel_evidencia.pdf), resume o que acabei de explicar:

Níveis de Evidência Científica segundo a Classificação do Oxford Centre for Evidence-Based Medicine
Screenshot+2013-09-04+at+21.23.28.png

Pois bem. Como podem ver no quadro acima, o mais alto nível de evidência científica é o 1A, a revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados.

Então, é com tudo isso em mente que divulgo aqui o seguinte artigo:

Systematic review and meta-analysis of clinical trials of the effects of low carbohydrate diets on cardiovascular risk factors

Obes Rev. 2012 Nov;13(11):1048–66.

Revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos sobre os efeitos de dietas de baixo carboidrato sobre os fatores de risco cardiovascular

 
Segue o resumo do artigo:
 
Screenshot+2013-09-04+at+21.45.33.png
Tradução:
 
Uma revisão sistemática e metanálise foi conduzida para estudar os efeitos de uma dieta low carb em perda de peso e fatores de risco cardiovascular. Um total de 23 publicações, correspondendo a 17 estudos clínicos, foram identificados. A metanálise desenvolvida sobre dados de 1.141 pacientes mostrou que uma dieta low carb está associada a um decréscimo significativo do pesocorporal, índice de massa corporal, circunferência abdominal, pressão arterial sistólica e diastólica, triglicerídeos, glicose, hemoglobina glicada, insulina e proteína C reativa (PCR), além de um aumento no HDL. O colesterol LDL e a creatinina não mudaram significativamente.
Uma dieta low carb demonstrou ter efeitos favoráveis sobre o peso e sobre os maiores fatores de risco cardiovascular. Os efeitos a longo prazo não são conhecidos.
 
Eu espero que não tenha escapado ao leitor o fato de que isto é uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Este é, na medicina, o maior nível de evidência possível, o nível1A. 

Ou seja, não estamos mais, em 2013, em época de discutir se "low carb vai entupir suas artérias" ou outros comentários igualmente primitivos. No século 21, a discussão é travada baseada em evidências, cuja hierarquia é bem definida.

 
E quanto ao benefício ao longo prazo? Ninguém sabe. Por que ninguém sabe? Porque, em virtude da desinformação e do preconceito, as entidades patrocinadoras deste tipo de estudo nunca incluíram um braço low carb nos seus grandes estudos prospectivos e randomizados de longa duração (como oWHI ou o MRFIT).
 
Assim, temos a seguinte situação:

Sabemos COM CERTEZA que low fat não é bom no longo prazo (esta já foi testada em estudos prospectivos e randomizados e fracassou SEMPRE).

No contexto evolutivo, uma faz sentido e a outra não. Nos estudos de até 3 anos de duração, low carb é SEMPRE melhor no que diz respeito aos fatores de risco cardiovasculares, perda de peso, etc, em mais de 18 estudos prospectivos randomizados (veja aqui, e aqui).

Com base nisso, temos duas opções:

Opção A (baixa gordura, alto carboidrato) - é uma novidade introduzida em 1977, acreditava-se que era bom, foi testada no longo prazo e não mostrou benefício, e sua introdução coincidiu com uma epidemia de obesidade e diabetes sem precedente, e há mecanismos fisiopatológicos que poderiam explicar este efeito. Além disso, estudo prospectivo e randomizado recente mostrou que mata 30% mais do que uma dieta com mais gordura.

Opção B (baixo carboidrato, alta gordura) - é a forma com a qual a humanidade sempre se alimentou durante a evolução da espécie (cerca de 2.500.000 anos), mas a partir de 1977 passou a ser condenada sem que houvesse estudos nesse sentido. Os estudos foram conduzidos e nãoconfirmaram as suspeitas de que fosse ruim. Em todos os estudos comparativos com a opção A, há melhora em relação a perda de peso e fatores de risco cardiovascular. Nunca foi formalmente testada no longo prazo (exceto, talvez, por 2,5 milhões de anos).

A - sabe-se que não ajuda, e há evidências de que prejudique;

B - sabe-se que é benéfica no curto prazo, apenas não foi testada no longo prazo, mas vem sendo praticada há 2,5 milhões de anos.

 

Postado
Agora, Norton disse:

E a mídia adora pegar estudos observacionais ou epistemológicos colocar um título sensacionalista para render audiência.

Lembrei dessa matéria:

Batata frita pode ser mais saudável do que a cozida, diz estudo

E em alguns sites, o título é esse:

Estudo: batata frita é mais saudável do que cozida

Aí o que acontece, o cara partilha no Facebook, aparece só o título da matéria e uma foto. Todo mundo lê o título e ninguém se dá ao trabalho de ler nem sequer a matéria. Daí o povo acaba repetindo essas coisas como papagaio e acaba virando uma "verdade".

Quando você vai ler a matéria, em alguns sites, é deixado bem claro que ela tem que ser frita com um azeite de altíssima qualidade e que essas batatas fritas do McDonalds, por exemplo, fritas em óleo de motor, näo säo mais saudáveis do que a cozida.

Além do mais, as pessoas näo entendem que isso é apenas UM ÙNICO estudo que testou receitas típicas espanholas.

Enfim, estamos na era das manchetes. Ninguém mais se dá ao trabalho de ler nada.

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3 minutos atrás, Torf disse:

Sim eu tinha visto este estudo, e provavelmente seria mais saudável porque uma batata é batata + azeite e a outra só batata.

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Alta proteína e carbs abaixo de 100 g é cutting.

Não se deve pensar em ganhar força e massa muscular em cutting, mas apenas tornar mais visível a definição e o fibramento em quem tem músculos.

Carbs acima de 100 g não é bem um cutting e dá pra ganhar força e hipertrofia mas o bf não ficará tão baixo quanto em cutting.

Pra emagrecer bastante precisa fazer cutting.

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3 horas atrás, Magnificus disse:

Alta proteína e carbs abaixo de 100 g é cutting.

Não se deve pensar em ganhar força e massa muscular em cutting, mas apenas tornar mais visível a definição e o fibramento em quem tem músculos.

Carbs acima de 100 g não é bem um cutting e dá pra ganhar força e hipertrofia mas o bf não ficará tão baixo quanto em cutting.

Pra emagrecer bastante precisa fazer cutting.

Nada a ver isso aí. Todo e qualquer tipo de abordagem é válido. O que define cutting e bulking é saldo calórico negativo ou positivo, respectivamente. 

500g de carbos em deficit calórico, ainda é um cutting. 

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16 horas atrás, BigKing disse:

Nada a ver isso aí. Todo e qualquer tipo de abordagem é válido. O que define cutting e bulking é saldo calórico negativo ou positivo, respectivamente. 

500g de carbos em deficit calórico, ainda é um cutting. 

Eu quis dizer que abaixo de 100 g de carb é SEMPRE CUTT

Acima de 100 g NEM SEMPRE É CUTT.

Cutt é uma técnica de fisiculturismo em que se mantém alta as proteínas e baixa-se os carbs.

Nenhum fisiculturista de competição e nenhum musculador em busca de bf abaixo de 10% faz cutt com alto carb, mesmo com  uso de termogênicos e anabolizantes.

Todos eles na fase de cutt baixam os carbs para valores próximos a 100 g ou menor para obter melhores resultados e ajustam sua atividade física ao baixo carb.

Gostaria que vocês me mostrassem o relato de algum fisiculturista de competição fazendo cutt com alto carb, com 500 g de cab e com certeza eu aprenderia muito.

Se o interesse de vocês for esclarecer as pessoas,  desapeguem da paixão pela discórdia e liguem-se no que vê nos relatos de fisiculturistas QUE CONSEGUIRAM BONS RESULTADOS.

Editado por Magnificus

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8 minutos atrás, Magnificus disse:

Eu quis dizer que abaixo de 100 g de carb é SEMPRE CUTT

Acima de 100 g NEM SEMPRE É CUTT.

Cutt é uma técnica de fisiculturismo em que se mantém alta as proteínas e baixa-se os carbs.

Nenhum fisiculturista de competição e nenhum musculador em busca de bf abaixo de 10% faz cutt com alto carb, mesmo com  uso de termogênicos e anabolizantes.

Todos eles na fase de cutt baixam os carbs para valores próximos a 100 g ou menor para obter melhores resultados e ajustam sua atividade física ao baixo carb.

Gostaria que vocês me mostrassem o relato de algum fisiculturista de competição fazendo cutt com alto carb, com 500 g de cab e com certeza eu aprenderia muito.

Se o interesse de vocês for esclarecer as pessoas,  desapeguem da paixão pela discórdia e liguem-se no que vê nos relatos de fisiculturistas QUE CONSEGUIRAM BONS RESULTADOS.

Mas quando se fala em cutting e bulking näo está se referindo apenas a fisiculturistas de competicäo.

Supondo que seu gasto calórico é de 3000 kcal e você consome 4000 kcal mas apenas 90 g de carboidrato, mesmo assim você acha que seria um cutting?

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12 minutos atrás, Magnificus disse:

Não confunda cutting com contest (depleção de glicogênio; carbup; etc)

Sobre os carbos, não precisa ir muito longe. Pesquisa no fórum relatos de atletas em dieta hipo (cutting), não se assuste se encontrar 400g de carbo diário.

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19 minutos atrás, Torf disse:

Mas quando se fala em cutting e bulking näo está se referindo apenas a fisiculturistas de competicäo.

Supondo que seu gasto calórico é de 3000 kcal e você consome 4000 kcal mas apenas 90 g de carboidrato, mesmo assim você acha que seria um cutting?

As calorias não são iguais e o gasto calórico pode no máximo ser estimado e nunca é o mesmo todos os dias. Há grande diferença em consumir determinado número de calorias de majoritariamente carbos processados de alto IG, para o mesmo em gordura. Um estimula muitíssimo a secreção de insulina, o principal hormônio determinante quanto ao ganho ou não de peso, o outro quase não o estimula liberando sua gordura armazenada para o uso como energia, inclusive a ingerida também. Se alguém ignorar por exemplo a saciedade que é grande numa dieta rica em gordura e forçar o consumo de calorias, antes de dizer que ela engordará é preciso também verificar: se conseguira colocar a quantia de gordura para dentro sem vomitar, ou eliminar através das fezes, daí ganhando peso determinar se não ganhou massa magra no processo. O que comemos influência de maneira diferente a secreção ou a inibição de vários hormônios, calorias não são todas iguais por isso o ganho ou não de peso depende dos alimentos e não tão somente de calorias. Como no experimento abaixo o sujeito consumiu(forçou) o mesmo número de calorias comparando uma dieta LFHC com uma LCHF e teve resultados bem distintos quanto ao peso ganho:

Day 21 Of The 21 Day 5,000 Calorie CARB Challenge

https://live.smashthefat.com/5000-calorie-carb-challenge-day-21/

Why I Didn’t Get Fat From Eating 5,000 Calories A Day Of A High Fat Diet

https://live.smashthefat.com/why-i-didnt-get-fat/

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51 minutos atrás, Torf disse:

Mas quando se fala em cutting e bulking näo está se referindo apenas a fisiculturistas de competicäo.

Supondo que seu gasto calórico é de 3000 kcal e você consome 4000 kcal mas apenas 90 g de carboidrato, mesmo assim você acha que seria um cutting?

Quando se faz cutting também se baixam as calorias.

Acontece que na presença de pouco carb o corpo queima mais gordura.

Faz-se os ajustes necessários inclusive em relação à atividade física.

48 minutos atrás, cotozin disse:

Não confunda cutting com contest (depleção de glicogênio; carbup; etc)

Sobre os carbos, não precisa ir muito longe. Pesquisa no fórum relatos de atletas em dieta hipo (cutting), não se assuste se encontrar 400g de carbo diário.

Pois poste a matéria.

Postado
20 minutos atrás, Magnificus disse:

Quando se faz cutting também se baixam as calorias.

Acontece que na presença de pouco carb o corpo queima mais gordura.

Faz-se os ajustes necessários inclusive em relação à atividade física.

Pois poste a matéria.

Cara, pesquise mais.

Você está em nos anos 90 ainda. Rs.

Postado
16 minutos atrás, cotozin disse:

Cara, pesquise mais.

Você está em nos anos 90 ainda. Rs.

Tudo bem, dê uma palestra chamada o CUTTING COM ALTO CARB NO FISICULTURISMO pra ficar com menos de 10% de bf.

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3 minutos atrás, Magnificus disse:

Tudo bem, dê uma palestra chamada o CUTTING COM ALTO CARB NO FISICULTURISMO pra ficar com menos de 10% de bf.

Não fala besteira. Dá pra fazer cutting com 400g de carbo por dia, é só zerar as gorduras.

Uma coisa é CUTTING, outra é DEPLEÇÃO pra BATER PESAGEM.

Para que tá feio já.

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6 minutos atrás, Magnificus disse:

Tudo bem, dê uma palestra chamada o CUTTING COM ALTO CARB NO FISICULTURISMO pra ficar com menos de 10% de bf.

Ué, eu mesmo. Rs.

Atualmente com 9% de BF comendo chocolate, pão de hambúrguer e arroz branco todo dia.

Mas, se quer uma VERDADEIRA AULA sobre cutting, +10 artigos de Lyle sobre tal. Divirta-se!

Postado

To em cutting com 170~180g de carboidratos 120-140g de proteina e 140g de gordura.

E to ganhando força , mantendo massa magra e perdendo banha.

Nao consigo manter mais de 1,5~1,8g de proteina em nenhuma hipotese. Comer carne me enche demais .

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Todas as Dietas Funcionam: A Importância das Calorias

Eu já li MUITOS livros sobre dieta. Todos seguem uma norma padrão (o primeiro capítulo sempre explica que A CULPA DE VOCÊ SER GORDO NÃO É SUA) e, com poucas exceções, a maioria fala “dietas restritas em calorias não funcionam para perda de peso” e que qualquer mágica que eles estejam vendendo é a chave para uma perda de peso rápida e fácil (e permanente, lógico).

Não importa se é a insulina, a gordura da dieta, a razão de proteína/carboidrato ou insulina/glucagon, particionamento ou qualquer outra besteira, eles vão tentar te convencer que a ingestão de calorias não é o principal aspecto para alguém ganhar ou não peso.

Na maioria dos casos, a ideia de que a ingestão de comida tem que ser restrita de alguma forma é improcedente; quando isso é mencionado é em alguma parte do livro onde ninguém olha.

Isso é simplesmente um truque psicológico; é uma droga ter que falar em uma restrição na ingestão de alimentos e isso causa um estresse mental. É muito ruim saber que você não poder comer o que você quer quando você quer. Muitas pessoas vão se sentir famintas simplesmente por saberem disso.

Ainda assim, o fato fundamental é que seu corpo não vai ter nenhum motivo para queimar seus estoques de gordura a não ser que você esteja queimando mais calorias do que esta ingerindo. Logicamente isto significa que, ou o consumo de energia terá que aumentar, ou a quantidade de calorias terá que diminuir (ou ambos).

Então como esses livros cumprem com sua função? É simples: todos escondem a restrição de calorias no que eles estão propondo. Basicamente, essa é a 1a Lei de Lyle para os livros de dieta:

“Todos os livros de dieta falam para você que não é preciso diminuir as calorias, mas eles te induzem a fazer isso de qualquer forma.”

Um dos meus exemplos favoritos é “Enter the Zone” do Barry Sears. Após explicar brevemente sobre a insulina e o glucagon, sobre o particionamento e como a restrição de calorias não funciona, ele monta uma dieta de 900-1200 calorias/dia. Mas logicamente não é a restrição de calorias que está causando a perda de peso, é a mágica da razão de proteínas/carboidratos.

Todas as regras, a combinação de comidas, a eliminação dos carboidratos e das gorduras, não comer XXX nunca (onde XXX é um alimento bem calórico), não comer YYY depois das 6 da tarde (é um alimento que as pessoas tendem a abusar à noite), etc são todos jeitos de fazer as pessoas comerem menos sem pensarem a respeito.

Agora, eu não tenho nenhum problema com isso, qualquer coisa que faz as pessoas comerem menos sem ficar se preocupando com detalhes é uma coisa boa desde que elimine o estresse psicológico causado pela dieta. E, nem que seja por um tempo, isso pode funcionar muito bem. Eu me lembro de um cliente anos atrás que queria perder peso e eu vi que ele estava tomando cerca de 4 refrigerantes por dia. Eu disse a ele para trocar por refrigerante diet; ele cortou enormes quantidades de calorias fazendo isso, e perdeu cerca de 450g/semana por um tempo. Isso sem ter se preocupado com a restrição.

Mas existe um enorme problema com esse tipo de abordagem, falar para as pessoas que as calorias não importam é sempre desastroso (sem falar na falta de sinceridade), por causa de um fator simples. E esse fator diz respeito a como nossos cérebros funcionam.

Deixando-os apenas com esses conselhos, a maioria das pessoas sempre acharão que “Você pode comer o tanto que quiser e quando quiser desde que não coma XXX” e acabam estragando tudo.

Pegue como exemplo a mania de low-fat dos anos 80. Após perceber que as gorduras possuíam mais calorias que os carboidratos, estudiosos descobriram que reduzindo a quantidade de gordura da dieta, as pessoas tinham a tendência de comer menos calorias e perder peso. MÁGICA!

Com a exceção de que, em algum lugar, a mensagem não foi muito bem assimilada e as pessoas escutaram que “Tudo que importa é você não comer gordura”.

Isso não seria um problema se as pessoas tivessem se prendido a comidas naturalmente com menos gordura. Mas as companhias de alimentos criaram comidas sem gordura, mas muito calóricas; uma dieta que devia ser naturalmente com menos comida e calorias acabou não acontecendo levando as pessoas a não perderem gordura e até ganhando mais.

Há também o fenômeno em que as pessoas subconscientemente permitiam a si mesmas comerem mais só por que sabiam que tais comidas possuíam pouca gordura. Um estudo clássico deu a pessoas normais um iogurte com gordura, mas falaram a algumas que eram sem. O grupo que achava que não havia gordura no iogurte acabou tomando mais do que o outro grupo.

Ao mesmo tempo, você pode ver coisas similares com os adoçantes artificiais (que deviam ajudar as pessoas a reduzirem as calorias). Em algum nível subconsciente, as pessoas compensavam as calorias que estavam poupando com os adoçantes se entupindo com outros alimentos mais calóricos. O resultado final é nenhum resultado.

Eu também destaco que o mesmo pode acontecer com a atividade física, mas isso é assunto para outro tópico. As pessoas tendem a superestimar quantas calorias elas estão queimando com as atividades e frequentemente vemos pessoas seguindo a seguinte lógica “Eu devo ter queimado umas 1000 kcal com esse aeróbico, agora eu mereço um hambúrguer e um milk-shake”. E, na verdade, elas queimaram apenas algumas centenas de calorias no treino e acabaram consumindo mais calorias do que queimaram.

Em qualquer caso, algo similar com o fiasco do low-fat aconteceu com o low-carb quando autores como Atkins falou para as pessoas que elas podiam comer o tanto que quisessem e poderiam perder peso sem uma dieta restrita em calorias. Pelo fato dos carboidratos, normalmente, representarem 50% ou mais da dieta diária, quando você diz para as pessoas para não ingerí-los, a ingestão de calorias decresce.

Sim, eu conheço pessoas que dizem comer certas quantidades de comida, mas alguns estudos nesse tópico mostraram que dietas cetogênicas ad-libidum (comer o quanto desejar) fazem as pessoas comerem cerca de 1700 kcal. Então elas perdem peso. Mágica!

A não ser que a mensagem que foi escutada acabou sendo “Calorias não importam desde que você não coma carboidratos”. Mas quando as pessoas descobriram um jeito de fazer comida sem carboidratos, mas com muitas calorias tudo começou a ir para um caminho errado. As pessoas acabaram comendo mais calorias no total e mesmo que “não comam carboidratos” há milhares de pessoas que não perdem peso.

Para que uma dieta para queimar gordura tenha alguma chance de funcionar, é preciso que ela preencha pelo menos esses dois critérios:

1. Tem que causar um desequilíbrio entre a energia ingerida e a gasta. A maioria dos livros de dieta foca na dieta em si, mas alguns usam a atividade para aumentar o gasto. Mas se não houver um déficit calórico, nada irá acontecer.

2. Tem que haver uma ingestão adequada de proteínas

Outras coisas como os ácidos graxos essenciais são importantes, mas outros aspectos da dieta (ingestão de carboidratos, horário e frequência das refeições) são controversos e dependem de outras especificidades. Eu gosto de frisar que todas as dietas (e livros) que eu escrevi aderem a tudo isso em algum momento. A quantidade de calorias é o principal aspecto, a quantidade de proteína é outro aspecto crucial, você toma seus ácidos graxos essenciais e depois você se preocupa com o resto.

Agora, a maioria das dietas efetivas em perda de peso vão aderir ao 1 e 2 em algum momento. Se a verdade sobre a restrição calórica é dita claramente ou não é algo irrelevante, desde que a restrição ocorra em algum momento. A maioria dos livros de dieta não recomendam uma ingestão suficiente de proteínas, mas isso está mudando.

Tradução: marc01

Revisão: mpcosta82

Postado
2 horas atrás, Magnificus disse:

Tudo bem, dê uma palestra chamada o CUTTING COM ALTO CARB NO FISICULTURISMO pra ficar com menos de 10% de bf.

Sou atleta, 7% de bf atual, 250g de carb em cutting... E aí? 

Postado
1 hora atrás, JCBuilder disse:

Sou atleta, 7% de bf atual, 250g de carb em cutting... E aí? 

Vamos iluminar essa discussão.

Primeiro respondendo ao JC Builder, eu diria que o meu desafio é um cutt de 400 a 500 g de carbs, o seu tem 250 g e pra alguém de 100 kg como você que usa anabolizantes não é muito. Tirei esses dados do seu tópico.

Na maioria dos relatos vemos bulks com mais de 350 g de carbs e cutts em que se baixa bastante os carbs.

Um fisiculturistas que faz quatro ou cinco refeições com carne e arroz reduz o arroz de 200 a 250 g por refeição pra 50 g.

Então dizer que a melhor estratégia é manter os carbs altos e ter uma atividade física super , mega, híper intensa é fora de propósito e ninguém faz isso na prática.

Todo mundo no cutt baixa muito os carbs, se baixa pra 100, 200, isso depende do nível de atividade e metabolismo de cada um, mas não se vê nos relatos de fisiculturistas de competição cutts com 400 g de carbs.

Editado por Magnificus

Postado
10 horas atrás, Magnificus disse:

Vamos iluminar essa discussão.

Primeiro respondendo ao JC Builder, eu diria que o meu desafio é um cutt de 400 a 500 g de carbs, o seu tem 250 g e pra alguém de 100 kg como você que usa anabolizantes não é muito. Tirei esses dados do seu tópico.

Na maioria dos relatos vemos bulks com mais de 350 g de carbs e cutts em que se baixa bastante os carbs.

Um fisiculturistas que faz quatro ou cinco refeições com carne e arroz reduz o arroz de 200 a 250 g por refeição pra 50 g.

Então dizer que a melhor estratégia é manter os carbs altos e ter uma atividade física super , mega, híper intensa é fora de propósito e ninguém faz isso na prática.

Todo mundo no cutt baixa muito os carbs, se baixa pra 100, 200, isso depende do nível de atividade e metabolismo de cada um, mas não se vê nos relatos de fisiculturistas de competição cutts com 400 g de carbs.

Sim, é só ilusão achar que eles precisam estar realmente baixos para queimar gordura de forma eficiente, 2/3g kg já é Low suficiente pra esse objetivo, muitas vezes baixar mais que isso pode ser até contraprodutivo com o tempo. 

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