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Low Carb É Realmente Melhor Para Composição Corporal?

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Postado
14 minutos atrás, cotozin disse:

Ficou em keto por quanto tempo? Manteve o mesmo rendimento? Fez keto por algum objetivo específico?

Olha, não vou saber te responder exatamente quanto tempo fiquei em keto porque eu não fiz um controle de quando sai (fui adicionando ptn aos poucos), mas pelo menos 1 mês e meio. O rendimento se manteve não caiu nenhum pouco; inclusive um dos PR's que tinha tirado de chin up foi de quando estava em keto. Fiz para testar, não tive nenhum objetivo especifico (cutt, bulk). Gostei bastante do resultado que me trouxe, me dei bem, embora eu tenha preferido fazer LCHF com praticamente nada de carbo e muita proteina (mas não em keto, que foi aqui que falei que não sei exatamente quanto tempo fiz de keto porque eu subi bem as proteínas).

Mas sim, dependendo do objetivo da pessoa (acho que da pra substituir pessoa por atleta), keto pode não ser muito interessante. O rendimento pode acabar não sendo o mesmo, como o próprio RIcardo até postou nos úitimos posts. Em intensidades altas e por períodos mais longos, carbos podem ser mais interessantes. 

Se o cara gostar de contas, for bom com números, ele pode ingerir apenas o tanto de carbo necessário pra manter o rendimento, manter os estoques de glicogênio cheios. Dependendo do contexto geral da dieta, pode ser que ainda seja um low carb já que o carbo que estará ingerindo meio que já terá "endereço" certo.

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  • Não sei se os posts do outro tópico irão voltar, então vou estar postando novamente o compilado com informações básicas que eu tinha feito (e que estava atualizando pelo note), espero que ajude. Corre

  • O problema é que você está fazendo uma relação transitiva: se A causa B e B causa C, então A causa C. Mas as coisas não são bem assim, se formos pensar em tudo como sendo essa relação transitiva então

Imagens Postadas

Postado

E se por acaso alguém não entendeu, ultra endurance não é feita em alta intensidade ;). Por isso dá pra cortar os carbos e em alguns casos ter até melhoria de performance - adaptação à cetose pode otimizar a utilização de gorduras como fonte de energia. Se quiser manter a intensidade alta, tem que ter carbo, inclusive intra-treino se a duração for longa. #science

Postado
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COMO O AÇÚCAR AJUDOU O CIGARRO A CONQUISTAR A AMÉRICA
 
TITULO DO ORIGINAL:
How Sugar Helped Hook America on Cigarettes
 
 
Os danos e mortes causados pelos cigarros são bem conhecidos. "Nós produzimos um produto que causa a doença," foi o que Andre Calantzopoulos, presidente-executivo da Philip Morris International Inc., disse à BBC no mês passado ao anunciar um cigarro alternativo que a empresa diz que deve ser menos prejudicial.
À medida que a popularidade do tabagismo caiu em os EUA, defensores da saúde se voltaram para outro adversário, que dizem ter tomado o lugar de tabaco: a indústria de alimentos. Comparações entre os dois aparecem com regularidade, especialmente quando se trata de marketing para crianças. Os mesmos argumentos que os especialistas em saúde pública destinadas a Joe Camel estão agora sendo empunhados contra empresas de alimentos que utilizam desenhos animados, jogos de vídeo, e outras formas de marketing direcionada para alcançar a mesma ampla demografia de formação de fiéis clientes.
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Mas a ligação entre junk food e cigarros ocorre de uma forma muito mais profunda, como dá em detalhes Gary Taubes em um capítulo revelador de seu livro: “The Case Against Sugar”, previsto para ser lançado em 27 de dezembro último.
Taubes - autor de  Good Calories, Bad Calories  e  Why We Get Fat, e o destinatário de três prêmios Science in Society Journalism da Associação Nacional de Escritores em Ciências e um prêmio da Robert Wood Johnson Foundation Investigator Award in Health Policy Research  -argumenta que o açúcar é o principal motor das doenças crônicas que assolam a civilização ocidental no século 21, incluindo (mas não limitado a) diabetes, doenças cardíacas e obesidade.
"Se este fosse um caso criminal”, ele escreve na nota do autor, "The Case Against Sugar seria o argumento para a acusação." Esse argumento é convincente, e eventualmente de imenso conteúdo.
Mas entre os capítulos sobre a longa história da insaciável luxúria dos seres humanos para com o açúcar (fato engraçado: dos mitos da criação da Nova Guiné de 10.000 anos atrás envolvem "o congresso sexual do primeiro homem e um caule de cana") e a resiliência econômica dos doces é uma história pouco conhecida: a aliança entre as indústrias do açúcar e do tabaco.
O tabaco em si tem um teor de açúcar natural, que a curagem altera. Enquanto a cura em chaminés aumenta o teor de açúcar, tornando o tabaco mais palatável para os fumantes, também resulta em menor teor de nicotina, um estimulante e viciante. No início do século 20, a indústria tinha encontrado uma maneira de tornar seu produto tanto mais agradável para tragar e maior em nicotina. O método "Air-curing Burley tobacco", (creditado a George Webb e Joseph Fore em 1864, Ohio) cria níveis relativamente elevados de nicotina facilmente absorvida; embeber em açúcar, a seguir, realça o sabor.
Logo, o tabaco de "Burley", com sabor de açúcar, estava sendo misturado ao Camel da RJ Reynolds, e outros fabricantes seguiram o exemplo, escreve Taubes. Em 1929, mais de 50 milhões de quilos de açúcar por ano estavam sendo usados para "adoçar" o tabaco em mais de 120 bilhões de cigarros americanos.
 
"É bem reconhecido que o açúcar e outros edulcorantes têm a capacidade de mascarar amargos e outros sabores indesejáveis", disse Courtney Gaine, presidente da Associação de Açúcar, que representa a indústria, em um e-mail. "Embora não tenhamos lido o livro do Sr. Taubes", acrescentou, "um relatório referido de 60 anos de idade não reflete as atividades atuais da Associação do Açúcar ou as prioridades da ciência".
 
TMA, que representa a indústria do tabaco, disse que não tinha experiência na área.
 
Para este capítulo, Taubes dependeu muito de "Tobacco and Sugar", um relatório 1950 da Fundação de Pesquisa de Açúcar (Sugar Research Foundation), o grupo comercial da indústria no momento, que comemorou abertamente a união.
 
"Se não fosse pelo açúcar", disse Wightman Garner, ex-funcionário do Departamento de Agricultura dos EUA, citado no relatório, "o cigarro americano misturado e sem ele a indústria do tabaco dos Estados Unidos não teria alcançado um desenvolvimento tão grande como fez na primeira metade deste século". Mais adiante no relatório, o autor refere-se ao desenvolvimento como "este é o campo mais promissor da utilização de açúcar". A combinação, diz o relatório, foi um "golpe de gênio".
Uma pesquisa recente financiada pela indústria descobriu que a adição de açúcar não aumenta a toxicidade dos cigarros, mas outros estudos confirmam que isso tornam os cigarros com gosto melhor, o que leva as pessoas a fumar mais os mesmos.
Mesmo que o açúcar continue a ser um componente dos cigarros modernos, poucas pessoas percebem isso. "É praticamente desconhecido", Taubes disse em uma entrevista, observando que o tema foi discutido em  "Sugar Blues", um clássico anti-açúcar de 1975, e  de "Golden Holocaust", que protestou contra cigarros em 2012. Taubes considerou omitir isso em seu livro, porque não era central para seu caso sobre o açúcar na dieta.
Em última análise, ele pensou: "Como não posso contar esta história neste livro?"
 
Publicação original: 09/12/2016
 
Curiosidades (Não está no artigo)
 
O tabaco foi a primeira cultura agrícola de rendimento comercial dos colonizadores na América, a partir de 1612. Mas o primeiro cigarro comercial  data de 1865. Até essa época quem fumasse bastante usava uns 40 cigarros por ano. O fumo também era mascado ou usado como rapé. Já nos anos 1930-50, revistas com Time e Life publicavam artigos com respaldo da Associação Médica Americanasobre virtudes para a saúde: as mulheres começam a fumar mais.

LINK DO ORIGINAL AQUI

ARTIGO DO BLOOMBERG
 
Postado
  • Este é um post popular.
2 horas atrás, Norton disse:

Peter Attia - Um Estado Metabólico Avançado:

Desempenho Humano, Resiliência e Saúde

Muito bom você ter postado sobre o Peter, mas surgiu uma dúvida... você só copia e cola o que acha no google sobre lowcarb/keto e performance p/ tentar provar algo ou chega a ler as coisas?

Se acompanha o trabalho dele vai ver que ele fez vários testes sobre keto e performance, vai ver também muitos relatos - e diga-se de passagem, muito bem detalhados - sobre a sua experiência com isso, vai ver bastante coisa sobre o que melhorou (principalmente em baixas zonas de CR ~60%), mas vai ver que alguma coisa também piorou, advinha o que foi...

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Que ele teve uma queda ao manter uma alta intensidade, quanto maior o Coeficiente respiratório, maior a demanda por carbo, e o que acontece quando tentamos sustentar uma atividade intensa por tempo o suficiente e não temos reservas de glicogênio? hmmmm desempenho cai.

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Está aí o site dele muito bom, tem muita informação útil, acompanho a um bom tempo, pode aproveitar alguma coisa: https://eatingacademy.com/

#estouAquiSoPelaTreta

Postado

Isso, já li em alguns debates Low x Vegan.

Vegan apanham d+ na recuperação. :P

Acho que nenhum dos Tops maratonistas seguem alguma dessas duas.

Já coloquei aqui sobre como utilizam os jejuns e as refeições, segundo umas reportagens.(Kenianos)

Editado por Born4Run

Postado
6 horas atrás, Ricardo Queiroz disse:

Muito bom você ter postado sobre o Peter, mas surgiu uma dúvida... você só copia e cola o que acha no google sobre lowcarb/keto e performance p/ tentar provar algo ou chega a ler as coisas?

Se acompanha o trabalho dele vai ver que ele fez vários testes sobre keto e performance, vai ver também muitos relatos - e diga-se de passagem, muito bem detalhados - sobre a sua experiência com isso, vai ver bastante coisa sobre o que melhorou (principalmente em baixas zonas de CR ~60%), mas vai ver que alguma coisa também piorou, advinha o que foi...

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Que ele teve uma queda ao manter uma alta intensidade, quanto maior o Coeficiente respiratório, maior a demanda por carbo, e o que acontece quando tentamos sustentar uma atividade intensa por tempo o suficiente e não temos reservas de glicogênio? hmmmm desempenho cai.

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Está aí o site dele muito bom, tem muita informação útil, acompanho a um bom tempo, pode aproveitar alguma coisa: https://eatingacademy.com/

#estouAquiSoPelaTreta

Monstro sagrado, THIS !

1 hora atrás, Born4Run disse:

Isso, já li em alguns debates Low x Vegan.

Vegan apanham d+ na recuperação. :P

Acho que nenhum dos Tops maratonistas seguem alguma dessas duas.

Já coloquei aqui sobre como utilizam os jejuns e as refeições, segundo umas reportagens.(Kenianos)

Sempre notei q carbo ajuda na recuperacao qnd to bem low low carb igual agora demoro a sentir dor nos músculos apos o treino, ja quando estou com mais carbo sinto essa dor e logo me recupero

Postado

Carb-Loaded: Uma Cultura morrendo por comer

Resultado de imagem para carbloaded

Mais um excelente documentário legendado, bem didático e divertido:

O vídeo rastreia as origens de nossas crenças sobre alimentos saudáveis e insalubres. Especialistas de todo o mundo falam sobre os problemas, bem como soluções de curto e longo prazo. Entre os muitos especialistas no filme estão autores como Gary Taubes, Mark Sisson e Melanie Warner. Médicos como David Perlmutter MD, David L. Katz e Timothy Noakes compartilham idéias que certamente desafiarão o status quo. 

Carb-Loaded: Uma Cultura morrendo por comer - É uma crônica das informações que o escritor e diretor Lathe Poland aprendeu depois de ser diagnosticado com diabetes tipo 2. Ele procurou descobrir porque ficou doente, já que não se encaixava na imagem clássica de um adulto que sofre de diabetes. Rapidamente aprendeu que muito do que sabia sobre alimentação saudável era baseado em mitos de uma ciência de cinquenta anos atrás. No filme ele procura saber porque a cultura moderna de alimentos das Américas está nos matando. O lado positivo? Muito pode ser feito!

Editado por Norton

Postado
22 horas atrás, Ricardo Queiroz disse:

Muito bom você ter postado sobre o Peter, mas surgiu uma dúvida... você só copia e cola o que acha no google sobre lowcarb/keto e performance p/ tentar provar algo ou chega a ler as coisas?

Se acompanha o trabalho dele vai ver que ele fez vários testes sobre keto e performance, vai ver também muitos relatos - e diga-se de passagem, muito bem detalhados - sobre a sua experiência com isso, vai ver bastante coisa sobre o que melhorou (principalmente em baixas zonas de CR ~60%), mas vai ver que alguma coisa também piorou, advinha o que foi...

thinking-face-emoji.png

Que ele teve uma queda ao manter uma alta intensidade, quanto maior o Coeficiente respiratório, maior a demanda por carbo, e o que acontece quando tentamos sustentar uma atividade intensa por tempo o suficiente e não temos reservas de glicogênio? hmmmm desempenho cai.

RQ-explanation-1024x649.jpg

Está aí o site dele muito bom, tem muita informação útil, acompanho a um bom tempo, pode aproveitar alguma coisa: https://eatingacademy.com/

#estouAquiSoPelaTreta

@Norton Poderia dar um respaldo sobre o que o @Ricardo Queiroz escreveu logo a cima?

Postado
1 minuto atrás, debew disse:

@Norton Poderia dar um respaldo sobre o que o @Ricardo Queiroz escreveu logo a cima?

Não sei se ele sabe mais agora saberá, é um dos membros ignorados por mim. Uma boa meta de ano novo é não perder tempo, eu procuro aqui ajudar as pessoas que almejam dois objetivos: O primeiro é saúde e o segundo é desenvolvimento muscular. Para mim já ficou claro que ele e outros se juntam em diversos tópicos afim de manter diretrizes antigas e prejudiciais a saúde, então não me interessa permanecer em looping, se alguém sério e honesto quisesse discutir seria bem diferente. No mais eles já fazem um bom trabalho em 99% dos tópicos aos quais frequentam. Isto é tudo que tenho para dizer sobre isso, o restante deixo para pessoas mais capacitadas, PHD's de diversas partes do mundo falarem por mim.

Postado
27 minutos atrás, Norton disse:

Não sei se ele sabe mais agora saberá, é um dos membros ignorados por mim. Uma boa meta de ano novo é não perder tempo, eu procuro aqui ajudar as pessoas que almejam dois objetivos: O primeiro é saúde e o segundo é desenvolvimento muscular. Para mim já ficou claro que ele e outros se juntam em diversos tópicos afim de manter diretrizes antigas e prejudiciais a saúde, então não me interessa permanecer em looping, se alguém sério e honesto quisesse discutir seria bem diferente. No mais eles já fazem um bom trabalho em 99% dos tópicos aos quais frequentam. Isto é tudo que tenho para dizer sobre isso, o restante deixo para pessoas mais capacitadas, PHD's de diversas partes do mundo falarem por mim.

Então na verdade tu procura não ler o que eles postam por que vai de contrapartida ao que tu ta falando, basicamente? Isso não faz com que tu siga diretamente contra o que diz fazer: "O primeiro é saúde e o segundo é desenvolvimento muscular.", sendo que, por exemplo no caso que lhe passei que o @Ricardo Queiroz postou, onde o próprio cientista que tu citou, mostrou dados que mostram que o Ricardo está certo nas afirmações dele?

Querendo ou não tu ta no looping que diz não querer entrar, já que tu posta algo, pessoas postam argumentos mostrando que não é exatamente o que tu ta falando, tu ignora e posta mais coisa sobre, continuam mostrando que não é bem assim, e o loop segue.

Enfim vida que segue ahushau

Postado
31 minutos atrás, debew disse:

Então na verdade tu procura não ler o que eles postam por que vai de contrapartida ao que tu ta falando, basicamente? Isso não faz com que tu siga diretamente contra o que diz fazer: "O primeiro é saúde e o segundo é desenvolvimento muscular.", sendo que, por exemplo no caso que lhe passei que o @Ricardo Queiroz postou, onde o próprio cientista que tu citou, mostrou dados que mostram que o Ricardo está certo nas afirmações dele?

Querendo ou não tu ta no looping que diz não querer entrar, já que tu posta algo, pessoas postam argumentos mostrando que não é exatamente o que tu ta falando, tu ignora e posta mais coisa sobre, continuam mostrando que não é bem assim, e o loop segue.

Enfim vida que segue ahushau

Não disse em nenhum momento que concordava com tudo do Peter Attia, ele fala muitas verdades, mais quanto a precisar repor glicogênio por exemplo não está certo. Outros cientistas já demonstraram que mesmo alguém com baixo bf tem pelo menos 22.000 calorias para utilizar da própria gordura corporal. Como o caso do casal de ultra maratonistas que fizeram a travessia da Califórnia ao Havaí em 45 dias, remando por 14 a 18hrs por dia, numa dieta cetogênica no documentário "Cereal killer 2". É preciso saber filtrar as informações, a palestra do Peter achei interessante porque demonstrou experimentos nele próprio de que o corpo usa outra via metabólica na falta do glicogênio. Eu acredito que as pessoas replicam o post sem mesmo ver os vídeos, ou ler os artigos. Por isso não adianta a meu ver discutir com certas pessoas, eu custei a aprender isso, o comportamento é o mesmo das áreas do offtopic.   

Editado por Norton

Postado
1 minuto atrás, Norton disse:

Não disse em nenhum momento que concordava com tudo do Peter Attia, ele fala muitas verdades, mais quanto a precisar repor glicogênio por exemplo não está certo. Outros cientistas já demonstraram que mesmo alguém com baixo bf tem pelo menos 22.000 calorias para utilizar da própria gordura corporal. Como o caso do casal de ultra maratonistas que fizeram a travessia da Califórnia ao Havaí em 45 dias, remando por 14 a 18hrs por dia, numa dieta cetogênica no documentário "Cereal killer 2". É preciso saber filtrar as informações, a palestra do Peter achei interessante porque demonstrou experimentos nele próprio de que o corpo usa outra via metabólica na falta do glicogênio. Eu acredito que as pessoas replicam o post sem mesmo ver os vídeos, ou ler os artigos. Por isso não adianta ao ver discutir com certas pessoas, eu custei a aprender isso, o comportamento é o mesmo das áreas do offtopic.   

Ai é que, exatamente sobre isso que falaram.

Ninguém discordou que em baixas intensidades possa seguir, aconteceu o contrário, não foi as pessoas que citaram sem ler, aparentemente tu que não leu o que eles disseram.

O que foi dito é que em ALTAS INTENSIDADES - ultra maratona é em baixa intensidade - se precisa repor pois se não a performance irá cair.

Postado
5 minutos atrás, Norton disse:

mais quanto a precisar repor glicogênio por exemplo não está certo. 

@Norton qm disse? Vc? Baseado em q ?

Postado
1 hora atrás, mpcosta82 disse:

Boa meta. Vou passar a fazer isso com seus posts. Obrigado pela dica!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Postado

O próprio cara posta um autor onde no final o mesmo diz o que a gente está falando há 30 páginas: em alta intensidade carbo é melhor(!)

Aí o cara, no alto da sua arrogância e "mimadez", refuta: "ah mas essa parte não vale"

É muito orgulho kkk

Postado

@Norton pare de ser o 'pastor low carb' defender como se fosse a melhor abordagem do mundo. Eh uma boa abordagem sim mas como todas tem vantagens e desvantagens , vc fala como se ela fosse a solução de todos os problemas e como se o carbo fosse o 'macro assassino' o causador de todos os problemas. Todos sabemos q o carbo so causa esses problemas todos mum contexto de uma alta quantidade de carbo num alto superavit calorico.

Postado

Vamos ver se explicando de uma maneira simples e através de desenho o Norton consiga entender. (o vídeo está em inglês, mas acredito que isso não seja um problema)

Postado

Eu ia perguntar isso agora...mas essa história da cetogênica de usar gordura como fonte de energia, então, basicamente, é menos eficaz do que o carboidrato então?

Costumo reduzir carbo quando focado em perder peso (ainda que vá massa magra e blablabla), mas no treino...já tentei e não deu certo comigo. Pode ser que o organismo se adapte, mas não quis fazer a experiência....

Postado
  • Supermoderador
  • Este é um post popular.
27 minutos atrás, Dartagnan. disse:

Eu ia perguntar isso agora...mas essa história da cetogênica de usar gordura como fonte de energia, então, basicamente, é menos eficaz do que o carboidrato então?

Costumo reduzir carbo quando focado em perder peso (ainda que vá massa magra e blablabla), mas no treino...já tentei e não deu certo comigo. Pode ser que o organismo se adapte, mas não quis fazer a experiência....

 Treino com pesos consome glicogênio, para repor o glicogênio seu corpo utiliza, principalmente, carboidratos. Pode usar outros macros porém de forma menos eficiente.

Se você quiser seguir uma dieta cetogênica, pode tentar a dieta cetogênica intermitente - nela você consome carboidratos apenas ao redor dos treinos (um pouco antes, repõe um pouco o glicogênio e eleva a glicose sanguínea, o que ajuda no treino; e a maior parte depois, para repor o glicogênio que foi consumido no treino).

Sobre o corpo utilizar gordura como fonte de combustível: não precisa de cetose para isto - todos os dias o seu corpo utiliza gordura como fonte de energia. No final do dia a diferença nos seus estoques de gordura (que é o que importa) vai depender das sua ingestão calórica - se você estiver em déficit calórico, vai estar com menos gordura ao final do dia, se estiver em excedente vai estar com mais. 

Sugiro ler os tópicos traduzidos do Lyle McDonald neste post: 

Postado
2 horas atrás, mpcosta82 disse:

 Treino com pesos consome glicogênio, para repor o glicogênio seu corpo utiliza, principalmente, carboidratos. Pode usar outros macros porém de forma menos eficiente.

Se você quiser seguir uma dieta cetogênica, pode tentar a dieta cetogênica intermitente - nela você consome carboidratos apenas ao redor dos treinos (um pouco antes, repõe um pouco o glicogênio e eleva a glicose sanguínea, o que ajuda no treino; e a maior parte depois, para repor o glicogênio que foi consumido no treino).

Sobre o corpo utilizar gordura como fonte de combustível: não precisa de cetose para isto - todos os dias o seu corpo utiliza gordura como fonte de energia. No final do dia a diferença nos seus estoques de gordura (que é o que importa) vai depender das sua ingestão calórica - se você estiver em déficit calórico, vai estar com menos gordura ao final do dia, se estiver em excedente vai estar com mais. 

Sugiro ler os tópicos traduzidos do Lyle McDonald neste post: 

É o que eu tô tentando fazer mesmo cara. Valeu!

Postado
25 minutos atrás, planeta disse:

Sei não tem uns caras keto adaptados correndo maratona em jejum falando que rende mais

enquanto tem outros lotados de carboidratos ganhando maratoras e levando troféu pra casa

Postado
35 minutos atrás, planeta disse:

Sei não tem uns caras keto adaptados correndo maratona em jejum falando que rende mais

Quando ganhar do Kipchoge alguma prova, começo a levar em consideração.:P

Spoiler

107.png

Jejum, Keto....tudo tem espaço no treinamento ou desempenho.

Só que tem onde saber onde aplicar e no que irá te ajudar.

Editado por Born4Run

Postado
1 hora atrás, planeta disse:

Sei não tem uns caras keto adaptados correndo maratona em jejum falando que rende mais

Ngm ta falando q eh Impossivel. Agora a pergunta  é : sera q o desempemho deles melhoraria com carbo? Eu acredito q sim

Postado
4 minutos atrás, planeta disse:

Vcs sabem que dá pra ingerir keto e mct e funcionar só em gordura com performance máxima?

Tá aqui um exemplo disso um campeão de ironman(pré diabético devido ao carb loading alias) que melhorou muito a performance mudando para keto. E as exceções só vão crescendo basta que as pessoas testem antes defender afirmações ultrapassadas.

Spoiler
Em terça-feira, 3 de janeiro de 2017 at 23:15, Norton disse:

Documentário: Cereal Killers 2 - Run on Fat

cereal1.jpg

 

Os atletas de resistência têm sido informados há décadas que a recarga de carboidratos é necessária para estar no topo. Sugerir o contrário tem sido considerado por muito tempo uma heresia - ou pelo menos tolice.

Mas, em silêncio, muitos atletas seguiam um novo tipo de dieta - com alto teor de gordura, baixo em carboidratos - que estava alimentando o mais apto entre eles. Muitos atletas de ponta converteram-se rapidamente suas tigelas de massas e farinha de aveia para ovos e abacates. 

Como o desempenho melhorou, juntamente com saúde, a maioria dos atletas mantiveram-se quietos, seguindo sua dieta aparentemente sacrílega em segredo. 

Alguns não disseram porque, queriam evitar a reação potencial, mas muitos outros queriam manter sua dieta recém descoberta um segredo - por que dar dica aos concorrentes que comer uma dieta rica em gordura e baixa em carboidratos lhes proporcionava uma grande vantagem competitiva? 

No documentário "Cereal Killers 2", você pode assistir em primeira mão a história do triatleta Sami Inkinen. Uma vez oscilando, à beira da diabetes, Inkinen aprendeu que, alterando a sua dieta, ele poderia mudar a queima de açúcar para queima de gordura como combustível, e aí estava a chave para alcançar novos patamares de desempenho.

 

O que há de errado com Carb Loading? 

A idéia por trás do carb loading é saturar-se com carboidratos para que seus músculos tenham muito glicogênio para usar como combustível enquanto você se exercita. Carbos são armazenados em seus músculos e fígado na forma de glicogênio, que seu corpo usa como combustível. Uma vez que este combustível se esgota, a fadiga se instala e seu desempenho sofre. 

Carb loading ajuda a aumentar as suas reservas de glicogênio para que você tenha mais energia e seja capaz de correr mais longe antes de ficar sem combustível. No entanto, se você está queimando carboidratos como sua principal fonte de combustível, você ainda precisa reabastecer durante uma maratona. 

É por isso que você vai ouvir a esposa de Inkinen Meredith explicar como ela estava convencida a comer farinha de aveia antes de eventos de ciclismo e, em seguida, consumir géis de energia ricos em carboidratos durante a corrida para evitar bonking (uma gíria para perda de energia durante eventos de resistência). 

Bonking é um problema comum quando você confia em açúcares como o seu combustível. O fato de que você ainda poder precisar reabastecer seu corpo no meio do evento, mesmo após o carregamento de carboidratos, torna a noção de carb loading bastante redundante e desnecessária. 

Como observou Meredith, ela odiava a maneira como os géis a faziam sentir, e há uma razão fundamental para isso. O carregamento de carboidratos pode aumentar temporariamente o desempenho do exercício, mas esses benefícios podem ser cancelados pelo ganho de peso da água (seu corpo armazena água com carboidratos) e sintomas digestivos enfadonhos. 

Ha um combustível muito melhor para o seu corpo - durante eventos de resistência e até mesmo em exercícios casuais, a gordura.

Seu corpo prospera ao usar gordura como combustível

Somente quando suas reservas de glicogênio estão esgotadas o seu corpo vai passar a usar a gordura como combustível. E é este estado de adaptação a gordura que resulta em melhor utilização de energia e outros benefícios, como regeneração de células estaminais e reparação de tecidos, juntamente com diminuição da gordura corporal, reduzindo a inflamação e aumentando a sensibilidade à insulina. 

Se você faz carb loading antes do exercício vai realmente inibir a queima de gordura e muitos dos benefícios metabólicos do exercício, mesmo se ele melhorar o seu desempenho temporariamente. 

Não importa se você é um atleta ou não - seu corpo vai prosperar quando estiver usando gordura como combustível. Isso foi demonstrado no primeiro "Cereal killer" o filme, que foi lançado em 2014. 

No primeiro filme, Donal O'Neill mudou para uma dieta onde 70 por cento de suas calorias veio de gordura saudável - a maior parte na forma de macadâmia  - e os restantes 30 por cento de proteínas, frutas fibrosas e legumes. Ao longo de 28 dias, O'Neill:

  • Perdeu peso, gordura corporal
  • Aumentou a massa muscular
  • Sentiu-se com mais energia e melhorou seu desempenho atlético
  • Aumentou sua taxa metabólica de repouso
  • Melhorou sua pressão arterial, colesterol e outras medidas para o ponto que ele já não tinha quaisquer fatores de risco para doenças do coração, que ele foi geneticamente predisposto

Benefícios anti-inflamatórios e mais

colesterol total de O'Neill e LDL (lipoproteína de baixa densidade) os níveis, enquanto na dieta também foram notáveis. No entanto, uma vez que eles testaram os números de partículas de LDL, os resultados mostraram que as partículas de LDL foram o maior tipo conhecido, e ele praticamente não tinha pequenas partículas de LDL. Partículas grandes de LDL não são prejudiciais. 

Apenas pequenas partículas de LDL densas podem potencialmente ser um problema, como elas podem passar através do revestimento de suas artérias. Se elas se oxidam, podem causar danos e inflamação. 

Além disso, os marcadores de O'Neil para a inflamação eram praticamente inexistentes, mostrando que ele praticamente não tinha nenhuma inflamação em seu corpo. 

Ele também quebrou seu próprio registro atlético durante a experiência e referiu-se a seu renovado senso de vigor como um "spring lamb."  Ele mostrou claramente os benefícios de uma dieta rica em gordura, baixo-net-carb para atletas, muitos dos quais ainda estão convencidos de que este tipo de dieta vai torná-los pesados e lentos. 

Pelo contrário, esta energia elevada e sustentada é uma marca registrada da cetogênese, onde seu corpo está queimando a gordura melhor que o açúcar como seu combustível preliminar. Quando seu corpo queima a gordura, você não experimenta os ruídos elétricos da energia associados com os carbs.

Comer um elevado teor de gordura na dieta ajuda a queimar gordura

Uma dieta cetogênica é aquela que muda o motor de metabólico do seu corpo de queimar principalmente carboidratos para queimar gorduras como combustível primário. Suas células têm a flexibilidade metabólica para se adaptar e mudar o uso glicose como combustível para corpos cetônicos, que vêm da desagregação de gorduras - daí o nome de "cetogênico". 

Outro termo para isso é a cetose nutricional. Muitos tipos de células cancerosas não têm essa capacidade de adaptação e necessitam de glicose para prosperar, o que torna a dieta cetogênica uma terapia eficaz para combater o cancro . 

Uma dieta de queima de alto teor de gordura exige que 50 por cento a 70 por cento de sua ingestão de alimentos provenientes de gorduras benéficas , como o óleo de coco, óleo MCT, manteiga, ovos, abacate, sebo, banha e nozes cruas (raw pecans e nozes de macadâmia são particularmente benéfica). 

Uma das maneiras mais rápidas para prevenir cetose nutricional é consumindo açúcar ou de carboidratos líquidos, que é o total de carboidratos menos fibra. Se você é como a maioria dos ocidentais, cujas dietas são normalmente pesadas em açúcares e outros carboidratos, então você perdeu sua capacidade de queimar cetonas de forma eficiente. 

Com um sempre presente fornecimento de carboidratos, seu fígado regula negativamente todo o processo de queima de gordura, porque ele não precisa . Seu motor de queima de gordura foi suprimido. Se você comer a dieta americana padrão, as chances são de que você perdeu a sua capacidade de queimar gordura corporal, apesar de transportar cerca de um suprimento provavelmente mais do que suficiente do mesmo. 

Não é apenas os atletas de resistência que experimentam bonking; Você pode experimentá-lo também e provavelmente se você já sentiu sua energia sendo varrida, a sensação de estar morto, exausto. Assim, embora possa parecer irônico, comer mais gordura e menos carboidratos líquidos acabará por ajudar seu corpo a queimar mais gordura. Existem outros métodos que podem ajudá-lo a mudar para o modo de queima de gordura também. 

Atletas que largaram o Carb loading 

superstars como jogadores da NBA LeBron James e Ray Allen estão fazendo uma dieta baixa em carboidratos, com resultados benéficos. Outros atletas estão mudando para o alto teor de gordura, dieta low-carb incluindo triatleta Ironman Nell Stephenson, o ciclista Dave Zabriskie, e o ultra-maratonista Timothy Olson. 

Diz-se que o ex-triatleta Ironman Ben Greenfield seguiu uma dieta cetogênica enquanto treinava para o Ironman World Championships 2013 e experimentou uma melhor resistência, estabilidade do açúcar no sangue, melhor sono e menos brain fog.. Mais uma vez, isso pode parecer surpreendente para os entusiastas do carb-loading, mas faz todo o sentido metabolicamente falando. 

Quando você queima gordura, você não precisa de combustível extra

Cereal Killers 2 revela a pesquisa de Jeff Volek, Ph.D., um nutricionista e professor no Departamento de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Ohio, e Dr. Stephen Phinney, um médico e verdadeiro pioneiro neste campo, que tem estudado dietas low Carb dietas ainda mais do que Volek. 

Ambos fizeram um enorme trabalho no campo de dietas ricas em gordura e de baixo teor de carboidratos, investigando como elas afetam a saúde humana e o desempenho atlético. Eles também são co-autores dos seguintes livros, que eu recomendo se você estiver interessado em ler mais sobre este tema:  The Art and Science of Low Carbohydrate Living e The Art and Science of Low Carbohydrate Performance . 

Como afirmou Volek:

"Para ser franco, eles são [atletas de resistência] desafiados de uma perspectiva de abastecimento, porque se eles estão comendo carboidratos, eles estão inibindo a sua capacidade de queimar gordura de forma otimizada.Eles estão se colocando em uma situação onde eles estão cada vez mais dependentes do fornecimento de mais carboidratos.

Você só pode armazenar uma quantidade limitada de carboidratos em seu corpo como glicogênio, cerca de 2.000 quilocalorias, e se você está se exercitando por mais de um par de horas, você está queimando acima da maioria dos carboidratos armazenados.

É quando um atleta fica fadigado. Sabemos que isso está associado a decréscimos óbvios no desempenho. Como você evita isso? Você pode fazer carb-loading. Essa foi a recomendação tradicional; Para tentar colocar ainda mais carboidratos em seus músculos ... mas isso só vai atrasar a fadiga do exercício por meia hora. Isso realmente não resolve o problema.

Ele realmente exacerba o problema de algumas maneiras. A alternativa é treinar seu corpo para queimar mais gordura. Se você está queimando gordura e poupando carboidratos, você não fica exausto. Esse é um dos benefícios mais comumente percebidos numa dieta baixa em carboidratos para atletas. "

Os atletas que adotam essa estratégia podem se tornar excepcionalmente bons em queimar gordura. Mesmo se eles não estão comendo calorias durante o exercício, os atletas magros têm pelo menos 20.000 a 30.000 quilocalorias em seu corpo na forma de tecido adiposo que podem acessar durante o exercício. Isso é mais do que suficiente para terminar até uma corrida de 100 milhas. Portanto, a partir de uma perspectiva de abastecimento, faz sentido que você gostaria de queimar gordura em oposição a carboidratos. 

Low-Net-Carb Diet benéfico para os atletas e não-atletas 

O montante de evidências sugere o alto teor de gordura, dietas de baixo-net-carb pode ser a chave que muitas pessoas têm procurado, como resolver mais do que um problema. Não só ajudá-lo a eliminar o excesso de gordura corporal, mas também ao mesmo tempo melhorar o metabolismo, aumentar os níveis de energia, reduzir a inflamação, promover a saúde ideal e maximizar a longevidade de várias maneiras. 

Se você estiver interessado em otimizar seu sistema de queima de gordura, uma maneira eficaz é limitar seus carboidratos líquidos (carboidratos totais menos fibras) para menos de 30 a 40 gramas por dia e não consumir mais de 1 grama de proteína por quilo de magra massa corporal. Ao mesmo tempo, você vai querer aumentar a sua ingestão de gorduras saudáveis. 

Muitos vão se beneficiar ao consumir 50 por cento a 85 por cento de suas calorias diárias na forma de gordura saudável do abacate, manteiga, gemas de ovos, óleo de coco e nozes cruas , como nozes de macadâmia, pecans, e pinheiros. Você também pode consumir  muitos vegetais líquidos baixos em carb (idealmente orgânicos). O que você vai notar é que o consumo de uma dieta como esta significa comer alimentos reais  e deixar alimentos processados caírem no esquecimento. 

Documentário: "Cereal Killers 2 - Run on Fat" legendado

 

https://www.sott.net/article/318585-Documentary-Cereal-Killers-2-Run-on-Fat

A ciência está chegando!

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