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  1. CALORIAS DO ÁLCOOL CONTAM OU MAGICAMENTE DESAPARECEM? Eu gostaria que a resposta para essa pergunta fosse simples, mas não é. Se bebidas alcoólicas engordam depende de diversos fatores. O primeiro é se o consumo é feito dentro de um contexto de superávit calórico, mantido durante semanas ou meses. Em um cenário de déficit calórico, é literalmente impossível para qualquer coisa na dieta - álcool incluído - contribuir para ganho de peso, mesmo sabendo que álcool contém 7 kcal por grama. A discussão a seguir vai tentar esclarecer a questão que envolve consumo de álcool e queima de gordura. Efeitos de curto prazo O corpo enxerga o álcool essencialmente como uma toxina e existem diversas vias metabólicas disponíveis para, em última instância, se livrar dele. Aqueles interessados na bioquímica e fisiologia do metabolismo do álcool podem ler mais aqui¹, então não vou me aprofundar nos detalhes nesse artigo. Entretanto, o que é relevante para esta discussão é o efeito térmico do álcool (o custo energético de metaboliza-lo). É bem sabido que os macronutrientes variam em seus efeitos térmicos, o que é também conhecido como efeito térmico dos alimentos (ou TEF, thermic effect of food). Quanto maior o TEF, maior a quantidade de calorias necessária para metabolizar o alimento ou nutriente. Proteínas lideram esse quesito, com TEF de 25-30%, carboidratos tem 6-8% e gorduras 2-3%² de TEF. O efeito térmico do álcool (etanol) é 22,5%³, portanto bem semelhante ao das proteínas. Existe um vasto corpo de pesquisas mostrando que proteína é o macronutriente que mais sacia e menos engorda4. Álcool não recebeu a mesma reputação que proteína nesse quesito. O corpo de evidências de curto prazo indica que álcool não sacia e a maioria dos estudos mostram um aumento na ingestão de comida quando consumido antes e durante refeições5. O mecanismo desse estímulo de apetite ainda não é bem entendido, mas especula-se que o álcool pode atuar no sistema neurotransmissor que aumenta a sensação de recompensa por comida. Enquanto pesquisas agudas são importantes, precisamos observar o que acontece em períodos mais longos para ter um panorama geral dos efeitos do álcool no que realmente interessa para essa discussão: peso e/ou composição corporal. Incongruência entre estudos de curto e longo prazo Os estudos de curto prazo sobre o efeito estimulador de apetite do álcool não coadunam de forma confiável com os de longo prazo que examinaram peso e composição corporal. O conjunto de pesquisas observacionais mostram que uma ingestão pequena a moderada de álcool não é associada com ganho de peso. De forma não surpreendente, o consumo exagerado é consistentemente associado a ganho de peso. Interessante notar que diversos estudos transversais mostraram uma relação inversa (pequena) entre o hábito de beber e quantidade de gordura em mulheres. Independente do gênero, o consumo frequente, em quantidades pequenas a moderadas de álcool, não é associado com o aumento do risco de obesidade em estudos transversais. O mesmo acontece com estudos longitudinais: o consumo leve-moderado de álcool não é associado com ganho de peso ou aumento da circunferência abdominal6. Agora que já tratamos de estudos observacionais, o que dizer dos experimentos controlados? Pesquisas observacionais podem traçar correlações, mas diferente de experimentos controlados, não pode indicar causa. Algumas coisas interessantes aconteceram em experimentos controlados, onde o álcool consumido realmente parece desaparecer. Um estudo clássico de Crouse e Grundy7 confinou 12 pessoas em uma câmara metabólica por 4 semanas, controlando estritamente todo o consumo energético. Apesar de adicionar 630 kcal de álcool ao nível de manutenção calórica, 8 de 12 participantes perderam peso (variando de 0,1 a 2,6kg), os outros 4 ganharam peso (0,2 a 1,8kg). Os autores especularam que a perda de peso pode ter sido ocasionada pela redução da absorção de outros nutrientes ou por conta da diurese induzida pelo álcool (perda de água), o que poderia ser apenas uma observação transiente, caso o estudo fosse levado por mais que 4 semanas. De forma similar, Fletchner-Mors et al8 compararam os efeitos de uma dieta de 3 meses, contendo 1500 kcal, sendo 10% destas provenientes de vinho ou suco de uva, e não encontraram diferenças nas mudanças de composição corporal. Apesar de não ter atingido significância estatística, o grupo que consumiu vinho teve uma redução de peso levemente superior (0,8kg). Em um estudo de 6 semanas, Cordain et al9 não encontrou diferenças significativas em composição corporal ou peso, apesar de adicionar 2 taças de vinho tinto (270ml, 13% de álcool) ao jantar. Esse estudo feito sem controles estritos, com o reporte da ingestão de calorias feito pelos sujeitos, mas teve seus resultados reforçados pelo formato estudo cruzado (cross-over design); os sujeitos acrescentaram o vinho por 6 semanas e depois retiraram nas 6 semanas seguintes ou vice-versa. A ausência de efeitos da adição de uma quantidade moderada de álcool também foi vista em mulheres com sobrepeso10. Calorias de cerveja parecem não desaparecer magicamente como as de vinho. Infelizmente, para aqueles celebrando a Oktoberfest, uma recente revisão sistemática e meta-análise feita por Bendsen et al11 encontrou uma associação positiva entre o consumo de 500ml de cerveja por dia e ganho de peso. A análise feita em estudos de intervenção mostrou que o consumo de cerveja nos experimentos que duraram 1-4 meses resultou em um pequeno ganho de peso (0,73kg). Vale ressaltar que a maioria dos estudos até a presente data analisou vinho e cerveja. Há poucos dados acerca de outras bebidas. Portanto, há chances de não se conseguir traçar fortes conclusões sobre seu drink favorito. Conclusões e aplicação prática A maioria dos estudos de curta duração mostram que há um aumento da ingestão calórica ao se consumir álcool antes e/ou durante refeições. Entretanto, estudos mais longos não mostram um efeito de ganho de peso quando o consumo é moderado (cerca de 2 drinks por dia), mesmo em comparações que adicionaram calorias a uma condição de manutenção calórica. Então sim, nesse sentido, as calorias provenientes da ingestão moderada de álcool aparentemente desaparecem, em vez de serem depositadas como gordura. Os mecanismos por trás desse fenômeno ainda não são bem compreendidos. Vale ressaltar que há poucos estudos bem controlados que dão suporte a esse truque de mágica. Eu adicionaria também que a indução do apetite provocada pelo álcool tem grande variabilidade a depender do indivíduo. Enquanto uma ou duas taças de vinho podem não afetar algumas pessoas, outras podem sofrer aumentos ferozes de apetite capazes de acabar com o progresso da dieta. Ao contrário da ingestão leve/moderada, o consumo exagerado e regular de cerveja e outras bebidas pode acarretar o ganho gordura (duh). Em termos práticos, encaixar bebidas alcoólicas na dieta é simplesmente uma questão de observar o seu conteúdo calórico e incluí-lo no lugar de carboidratos e/ou gorduras, dependendo das preferências individuais e objetivos. Para aqueles que já tem uma baixa ingestão de gorduras, é preferível sacrificar carboidratos. O contrário se aplicaria aqueles com baixa ingestão de carboidratos. Referências http://pubs.niaaa.nih.gov/publications/arh294/245-255.pdf http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12174324 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8184963 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25926512 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20096714 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21790610 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/6736783 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15356671 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9100213 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11092514 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23356635
  2. fiz um ciclo de 3 meses. gostaria de saber se após o ciclo já da pra tomar uma cerveja ou não é seguro? existe um tempo mínimo a ser respeitado? fiz ciclo de oxa de 1,5 meses e + stano 1,5 meses.
  3. Faço um cruise eterno, minha testo está sempre em 3000 e nunca bebo álcool para não sobrecarregar o fígado e também porque sempre ouvi dizer que álcool tira efeito dos remédios (anabolizante não deixa de ser um remédio). Meus exames de fígado deram no dentro do permitido, mas no limite, agora vou começar a comer abacaxi e pretendo voltar a beber nos finais de semana de vez em quando. Mas enfim, o que realmente quero saber é se corta o efeito do enantato de testosterona que estou tomando ou não. Toda ajuda é bem vinda, valeu aí.
  4. Olá, atualmente estou fazendo reposição hormonal com deposteron 2ml, tomo uma ampola por mês, durante 3 meses. Atualmente estou no segundo mês e gostaria de saber se eu teria algum efeito colateral ingerindo bebida alcoólica (cerveja).
  5. - Idade 23 anos - Altura 180 - Peso 96kg - Medidas braco 45 perna 68 peito 110 panturilha 42 - Percentual de gordura(BF) nao me lembro - Tempo de treino 9 anos - Estrutura do ciclo stano 50mg/dia"Low doses by dudu" Tpc tamoxifeno mais vitamina e se nao me engano Galera to pra iniciar esse ciclo low dose que vi no site do duduhaluch, eu bebo todo final de semana exatamente 300a500ml de vodca.Teria como eu ciclar essa dosagem de stano e continuar a beber essa quantidade apenas no sabado ?Em questao do figado rim etc ?? Pra reforca faco isso a anos ja e tenho otimo resultados na academia .
  6. A Food and Drug Administration EUA proibiu ephedra em 2004 devido a preocupações sobre os riscos de segurança graves. Essa proibição não se aplica a infusões de líquidos, ou chás, feitos a partir da erva, pois estes são regulados como um alimento, não um suplemento. Desde então, ephedra fez o seu caminho em bebidas alcoólicas por meio de misturadores de bebidas energéticas. Porque o álcool deprime o sistema nervoso central, enquanto ephedra estimula-lo, os resultados podem ser imprevisíveis e perigosos. Intoxicação máscara Como o ephedra estimula o sistema nervoso central, mascara os efeitos depressores do álcool. Você vai se sentir mais sóbrio do que você realmente é, embora você pode sentir como você tem isso em conjunto, a efedrina não faz nada para combater erros de julgamento e controle motor produzido pelo álcool. Você pode sentir que você está bem para dirigir, apesar de suas habilidades de condução reais são ainda reduzidos a um nível proporcional à quantidade de álcool que ingeriu, levando a consequências potencialmente desastrosas. Mesmo se você não dirige, você não vai perceber como você está intoxicado, o que poderia levá-lo a beber mais do que você de outra maneira. Isso o coloca em risco de intoxicação por álcool, que pode ser fatal. Reação imprevisível Álcool e efedrina têm efeitos opostos sobre o corpo, e enviando sinais confusos para o cérebro provoca reações imprevisíveis. Se o álcool ou o ephedra faz com que o efeito dominante depende da dose de cada um e a sua constituição individual, mas as interacções entre os dois pode assumir a forma de insuficiência cardíaca em casos graves. Em menos graves casos, a reação pode aterrá-lo na cadeia um relatório de 2001 da “Medicina, da Ciência e da Lei” revista descreve o caso de um homem que combinado de álcool e efedrina, o que resultou em uma psicose temporária em duas ocasiões diferentes. Cada ocasião terminou com uma condenação penal, grandes e finas obrigatório testes duas vezes por semana de álcool. O homem não tinha histórico de instabilidade mental antes destes incidentes. Pior ressaca Combinando efedrina e álcool leva a uma pior do dia seguinte por duas razões. Primeiro, que são mais propensos a beber mais do que o seu corpo é usado ou pode tratar, porque a efedrina faz você se sentir menos bêbados. Em segundo lugar, ambos efedrina e álcool são desidratante, e a desidratação é uma das causas principais para os sintomas de ressaca. Não é sua imaginação você realmente urinar mais quando você bebe, e ephedra intensifica este efeito diurético. Se você beber demais, a desidratação se torna extrema e cumprimenta-lo no dia seguinte com um batendo dor de cabeça, náuseas e uma sensação geral de “doente”, que é agravada pela sensação de ressaca típico causado pelo álcool que está sendo processado a partir do seu corpo. Seja seguro Misturar álcool com qualquer tipo de estimulante não é seguro. Na verdade, vários estados já proibiram bebidas pré-misturadas deste tipo. Decida se você quer um estimulante ou um depressivo, e ficar com sua escolha. Tanto quanto estimulantes ir, ephedra não é a escolha mais inteligente devido aos efeitos secundários conhecidos apenas porque uma forma de ele escapou a proibição não torná-la segura. Use cafeína em vez embora ainda pode causar efeitos secundários negativos quando em doses elevadas, isto é mais amplamente estudado e entendido que a efedrina, e pode ser utilizada por maior parte das pessoas sem risco. O álcool é legal para os maiores de 21, mas, novamente, isso não significa que ele é seguro. Sempre beber de forma responsável e nunca dirigir quando você beber.
  7. Bom galera, já sei que o álcool atrapalha e muito, tanto na definição quanto no ganho de massa, bom, semana que vem, tenho uma festa de 15 anos pra ir, é claro que eu não vou ferrar todo o meu treinamento em 6 horas né ? Pensando nisso procurei bastante na internet mais n confiei muito no que encontrai, e então estou abrindo esse tópico pra ter a seguinte resposta : Batida ( Coquetel ) mesmo SEM álcool = ( poupa de fruta, leite condessado e suco ) irá me atrapalhar nos meus ganhos na academia ? Se alguém saber a resposta por favor compartilhem aqui . Valeu e bons treinos !
  8. Aqui vai um artigo absurdamente bom esclarecedor sobre o alcool na dieta. Gostaria de ter essas informacoes ha mais tempo, pois nunca abri mao do alcool,mais a consciencia pesa demais,ainda mais quando se esta numa fase de cutting. O artigo esta em ingles,porem o entendimento è facil. Se alguem com mais disponibilidade de tempo puder traduzi-lo,seria muito bem-vindo. Obs:se o artigo ja foi postado anteriormente,peco desculpas à moderacao. Abs a todos! http://www.leangains.com/2010/07/truth-about-alcohol-fat-loss-and-muscle.html?m=1
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