Ir para conteúdo
Acessar app

Navegue melhor pelo fórum. Entenda.

Fórum Hipertrofia.org

Um aplicativo em tela cheia na sua tela inicial com notificações push, selos e muito mais.

Para instalar este aplicativo no iOS e iPadOS
  1. Toque no ícone Compartilhar no Safari
  2. Role o menu e toque em Adicionar à Tela de Início.
  3. Toque em Adicionar no canto superior direito.
Para instalar este aplicativo no Android
  1. Toque no menu de 3 pontos (⋮) no canto superior direito do navegador.
  2. Toque em Adicionar à tela inicial ou Instalar aplicativo.
  3. Confirme tocando em Instalar.

Low Carb É Realmente Melhor Para Composição Corporal?

Posts Recomendados

Postado

Fiquei sem entender a parte da glutamina nesse tipo de dieta quando Dave Barr se mostrou contra...

Alguém poderia explanar esse assunto? Fiquei com duvida quanto aos impactos dele nesse tipo de dieta.

obrigado

  • Respostas 1,1k
  • Visualizações 146,3k
  • Criado
  • Última resposta

Mais Ativos no Tópico

Postagens Populares

  • Não sei se os posts do outro tópico irão voltar, então vou estar postando novamente o compilado com informações básicas que eu tinha feito (e que estava atualizando pelo note), espero que ajude. Corre

  • O problema é que você está fazendo uma relação transitiva: se A causa B e B causa C, então A causa C. Mas as coisas não são bem assim, se formos pensar em tudo como sendo essa relação transitiva então

Imagens Postadas

Postado
48 minutos atrás, Mc Mae disse:

Fiquei sem entender a parte da glutamina nesse tipo de dieta quando Dave Barr se mostrou contra...

Alguém poderia explanar esse assunto? Fiquei com duvida quanto aos impactos dele nesse tipo de dieta.

obrigado

Glutamina não serve basicamente pra nada... Bem, saúde do intestino, sistema imunológico pós maratonas e atividades de endurance muito desgastantes e talvez uma ou outra aplicação desse tipo. Pra composição corporal não faz nada.

Postado
52 minutos atrás, Mc Mae disse:

Fiquei sem entender a parte da glutamina nesse tipo de dieta quando Dave Barr se mostrou contra...

Alguém poderia explanar esse assunto? Fiquei com duvida quanto aos impactos dele nesse tipo de dieta.

obrigado

O grau de comprovação de que a ingestão de Glutamina tem realmente algum efeito é muito baixo.

Postado
12 minutos atrás, Shrödinger disse:

Glutamina não serve basicamente pra nada... Bem, saúde do intestino, sistema imunológico pós maratonas e atividades de endurance muito desgastantes e talvez uma ou outra aplicação desse tipo. Pra composição corporal não faz nada.

Estou nessa dieta a quase 2 meses... to tendo ganhos surpreendentes (claro tem a suplementação) faço uso da glutamina pela pegada que tenho no dia...

Desde que comecei a tomar ela (glutamina), minha saúde melhorou bastante.

Achei que o uso dele faria a insulina ficar alta demais e atrapalhar os ganhos esperados da dieta...

11 minutos atrás, Mr Nobody disse:

O grau de comprovação de que a ingestão de Glutamina tem realmente algum efeito é muito baixo.

Cara digo por experiencia, a glutamina faz diferença sim, ajuda muito na recuperação... pra mim está ajudando. 

Postado
5 horas atrás, Mc Mae disse:

Estou nessa dieta a quase 2 meses... to tendo ganhos surpreendentes (claro tem a suplementação) faço uso da glutamina pela pegada que tenho no dia...

Desde que comecei a tomar ela (glutamina), minha saúde melhorou bastante.

Achei que o uso dele faria a insulina ficar alta demais e atrapalhar os ganhos esperados da dieta...

Cara digo por experiencia, a glutamina faz diferença sim, ajuda muito na recuperação... pra mim está ajudando. 

O que pode ser só efeito placebo, tem gente que diz sentir melhoras na performance com Dilatex - que não tem nenhum ingrediente que o faria ter.

Postado
  • Supermoderador

Só pra reforçar o que já sabemos:

que low-carb é bom para diabeticos, mas não tem nada de mais para perda de peso, é apenas mais uma opção de dieta apenas

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29178536

Citar
Diabetes Obes Metab. 2018 Apr;20(4):858-871. doi: 10.1111/dom.13164. Epub 2017 Dec 20.

Effects of an energy-restricted low-carbohydrate, high unsaturated fat/low saturated fat diet versus a high-carbohydrate, low-fat diet in type 2 diabetes: A 2-year randomized clinical trial.

Abstract

AIM:

To examine whether a low-carbohydrate, high-unsaturated/low-saturated fat diet (LC) improves glycaemic control and cardiovascular disease (CVD) risk factors in overweight and obese patients with type 2 diabetes (T2D).

METHODS:

A total of 115 adults with T2D (mean [SD]; BMI, 34.6 [4.3] kg/m2 ; age, 58 [7] years; HbA1c, 7.3 [1.1]%) were randomized to 1 of 2 planned energy-matched, hypocaloric diets combined with aerobic/resistance exercise (1 hour, 3 days/week) for 2 years: LC: 14% energy as carbohydrate, 28% as protein, 58% as fat (<10% saturated fat); or low-fat, high-carbohydrate, low-glycaemic index diet (HC): 53% as CHO, 17% as protein, 30% as fat (<10% saturated fat). HbA1c, glycaemic variability (GV), anti-glycaemic medication effect score (MES, calculated based on the potency and dosage of diabetes medication), weight, body composition, CVD and renal risk markers were assessed before and after intervention.

RESULTS:

A total of 61 (LC = 33, HC = 28) participants completed the study (trial registration: https://www.anzctr.org.au/, ANZCTR No. ACTRN12612000369820). Reductions in weight (estimated marginal mean [95% CI]; LC, -6.8 [-8.8,-4.7], HC, -6.6 [-8.8, -4.5] kg), body fat (LC, -4.3 [-6.2, -2.4], HC, -4.6 [-6.6, -2.7] kg), blood pressure (LC, -2.0 [-5.9, 1.8]/ -1.2 [-3.6, 1.2], HC, -3.2 [-7.3, 0.9]/ -2.0 [-4.5, 0.5] mmHg), HbA1c (LC, -0.6 [-0.9, -0.3], HC, -0.9 [-1.2, -0.5] %) and fasting glucose (LC, 0.3 [-0.4, 1.0], HC, -0.4 [-1.1, 0.4] mmol/L) were similar between groups (P ≥ 0.09). Compared to HC, the LC achieved greater reductions in diabetes medication use (MES; LC, -0.5 [-0.6, -0.3], HC, -0.2 [-0.4, -0.02] units; P = 0.03), GV (Continuous Overall Net Glycemic Action calculated every 1 hour (LC, -0.4 [-0.6, -0.3], HC, -0.1 [-0.1, 0.2] mmol/L; P = 0.001), and 4 hours (LC, -0.9 [-1.3, -0.6], HC, -0.2 [-0.6, 0.1] mmol/L; P = 0.02)); triglycerides (LC, -0.1 [-0.3, 0.2], HC, 0.1 [-0.2, 0.3] mmol/L; P = 0.001), and maintained HDL-C levels (LC, 0.02 [-0.05, 0.1], HC, -0.1 [-0.1, 0.01] mmol/L; P = 0.004), but had similar changes in LDL-C (LC, 0.2 [-0.1, 0.5], HC, 0.1 [-0.2, 0.4] mmol/L; P = 0.85), brachial artery flow mediated dilatation (LC, -0.5 [-1.5, 0.5], HC, -0.4 [-1.4, 0.7] %; P = 0.73), eGFR and albuminuria.

CONCLUSIONS:

Both diets achieved comparable weight loss and HbA1c reductions. The LC sustained greater reductions in diabetes medication requirements, and in improvements in diurnal blood glucose stability and blood lipid profile, with no adverse renal effects, suggesting greater optimization of T2D management.

Postado
Em 29/03/2018 em 03:10, krebz disse:

Só pra reforçar o que já sabemos:

que low-carb é bom para diabeticos, mas não tem nada de mais para perda de peso, é apenas mais uma opção de dieta apenas

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29178536

Acredito que o mesmo seja válido para pré-diabéticos e pessoas que tendem a perder a sensibilidade à insulina com mais facilidade também...

EDIT: Para o restante, low-carb é apenas mais uma alternativa de dieta a ser seguida, podendo também ser usada em determinadas estratégias de forma periodizada. 

Editado por Hannibal Lecter

  • 1 mês depois...
Postado
  • Supermoderador

https://www.bodyforwife.com/keto-is-the-dumbfuck-diet-cult-du-jour-but-that-wont-last/

Spoiler

“Hey, Bob. How are you?”

“I’m keto.”

“What-o?”

“Keto. Key-toe. Keeeeeyyyyy-tooooeeee. Ketogenic diet. State of ketosis. Makin’ ketones! It’s the best. Because grains are evil, fruit is toxic, and fat is amazing. Big Carb has been lying to us all along. Gotta eat fat to burn fat or you’ll be a fatty fat fat fatso. Don’t be a dirty sugar burner …”

Go back a few years, and you can replace all the “keto” words with “paleo.”

 

Despite being the scientology of diets, paleo had its day. It was a brilliant marketing concept because “pussification” of men and gotta be caveman and “ancestral health” even though it was lauding a time when babies were dying like flies on a windshield. Now, as revealed by this Google Trends screenshot from 2004 to present, the paleo diet has jumped the shark.

paleo.png?x88132

Alas, our penchant for dietary dumbfuckery abhors a vacuum. Humanity needed something equally stupid to replace it. Enter keto.

Here’s the Google Trends search results for keto from the last five years:

keto.png?x88132

It’s the hot new thing that isn’t actually new.

 

The diet, which involves dramatic carbohydrate restriction in favor of a very high fat diet, first became popular in the 20s and 30s as a treatment for epilepsy. It fell out of favor when new anticonvulsant drugs were developed. Although it was still used, mostly in children, for whom said drugs didn’t work. Nowadays, people who really need to shut the fuck up are pushing keto as a bullshit cancer cure. Unfortunately, there are doctors who promote the keto diet, but it’s worth noting just how terrible nutrition education is for physicians. I’m married to one.

 

Variations on low carb have been at the forefront of fad diets over the past half century for a couple of reasons. The first such explanation is that, for someone who eats a significant amount of highly refined carbohydrates (which is a lot of people), suddenly cutting way back on that can result in a de facto restriction of calories, leading to weight loss. This happens despite many low carb proselytisers proclaiming low carb diets violate the physical laws of the universe regarding how weight loss works. What’s more, carb restriction can lead to a higher protein intake, which is beneficial to satiety.

 

This isn’t intended to say low carb is some amazing diet—it fares no better over the long term than most other diets. That is to say, poorly. Adherence is what matters most, and some find LC to work because of its low rule complexity. “Don’t eat carbs” is a pretty simple rule.

 

But going very low carb sucks if you’re athletic. Beyond that, to see my articles about why high fat diets aren’t great for either weight loss or health, read this, and this, and this. And should you think sugar toxic, well, it is. But the dose makes the poison. My piece here. And sugar addiction? About that: this and this.

 

Think keto is superior to the first law of thermodynamics so calories don’t matter? Start here, then go here.

 

Nutrition expert extraordinaire Alan Aragon says you don’t have to have carbohydrates to survive, but adds, “There is a difference between surviving and thriving.” Yes, you can live on an extremely low carbohydrate diet, but it doesn’t mean it’s anywhere near an optimal eating strategy for living.

 

Why is keto the dumbfuck diet du jour? First, we need to understand why we have a rotating ream of ridiculous eating strategies that ebb and flow in popularity. Much of it has to do with our history of religious belief.

 

For my piece “Anti-Sugar Cultists Are Totally Fucking Batshit,” I interviewed religious studies professor Alan Levinovitz who spoke of how dietary restrictions have been part of religion for millennia as part of enforcing purity rules among the faithful and further creating an “us and them” mentality between followers and heathens. From the article:

“Dietary zealotry has been around forever,” Levinovitz said, “but nowadays science has occupied many spheres of authority that were once the domain of religion. What is new now is the masking of what is ultimately a spiritual belief with science. They wrap spiritual or ethical or religious beliefs about food in scientific rhetoric.”

 

Paleo had a coolness factor to it, coupled with (bullshit) evolutionary “science” to legitimize it in the eyes of the followers. I find it amusing they coined the oxymoronic term “ancestral health” to promote a diet that (poorly) mimicked a time when women lived to a ripe old age of died in childbirth.

 

Keto sounds cool too because you’re allegedly “hacking” your body to make keytone bodies while eating lots of bacon and butter because carbs are toxic and calories don’t matter. Teach your body to burn fat for fuel instead of sugar. All that bullshit. The diet wasn’t new, but the marketing push was. Now we have a plethora of new supplements, so you can keto even harder. If you saw the surge coming in this diet and got in on the ground floor, you could have made a fortune. Plenty of paleo folks got rich by jumping on the caveman dietary bandwagon early.

 

Dumbfuck diets come and go. This is not a new, modern thing.

 

Lord Byron popularized the vinegar and water diet in 1820. No word if he was an actual douchebag, although there were rumors of incest and spousal abuse.

In 1925 there was the Cigarette Diet, based on the appetite suppressing effects of nicotine.

There was a grapefruit diet in the 30s, and a cabbage soup diet in the 50s.

The “Master Cleanse” dates back to the 40s.

The Cookie Diet was all the rage in 1975.

Slimfast. Dexatrim. Ayds. Oprah’s liquid diet. South Beach. Gluten free. And whatever weird shit Gwyneth Paltrow is putting in her face right now. We’ve been dumb about diet for a long time now.

 

Keto is just the latest, but as history indicates, you won’t want to invest too heavily in the market for keto supplements, because the diet will eventually go the way of all the others (although it may be repackaged and find traction again years down the road). What will replace it? If you know the answer to that, please let me know. I have some money that could use a high return to help fund my retirement.

 

Whatever the next big diet fad is, I expect it will have a veneer of scientific legitimacy mixed with a coolness factor that makes people feel superior for being on it. We have a tendency to place moral value on food and define ourselves by what we eat. It’s all pretty stupid.

 

As problematic as he’s been in other areas by falsely promoting organic and saying, “If you can’t pronounce it, don’t eat it,” Michael Pollan did have some good advice regarding a simplified approach to eating, and not worrying overmuch about what we shove in our face holes.

 

A recent piece in Quartz about the hysteria over clean eating had a former college athlete lament: “By the middle of my university years, food took up a stunning amount of my mental energy. It was far more exhausting than running 40 miles a week.”

 

Here’s a hint: If your diet requires to pee on a stick to tell you if you’re doing it right, then you’re doing it wrong.

 

It need not be so complicated. Balance and moderation are not dirty words. You can find a healthy diet that works for you and doesn’t drive you bugshit. If you need professional assistance, that’s what registered dietitians are for. But stay away from anyone calling themselves a holistic nutritionist.

 

I also wrote a book. If you want the quick and dirty for weight loss, my Caloric Deficit Cheat Sheet is also popular.

 

I’m not sure what the next dumbass diet will be, but my advice is to start ignoring it in advance.

 

And to any keto lovers I’ve vexed, prior to commenting, please read this, then this.

  • 1 mês depois...
Postado
  • Supermoderador

Novela do dia:

https://www.wired.com/story/how-a-dollar40-million-nutrition-science-crusade-fell-apart/

NuSi, empresa de Gary Taubes, está perto da falência após depois de diversos infringimentos da integridade científica dos pesquisadores *após* resultados pré-eliminatórios falharam em comprovar a hipótese defendida por NuSi (e Gary Taubes)

  • 2 semanas depois...
Postado

Low carb é melhor, em alguns casos e algumas circunstancias. E a ciência já provou isso. Pacientes obesos, insulinorresistentes, se dão melhor em low carb, do que em low fat. O controlo da fome, as flutuações da glicemia, são bem menores, o que só tem de positivo. E, pasmem-se, tem até estudos provando que low carb melhora marcadores tipicos cardiovasculares, reduzindo assim o risco de enfarte, AVC, etc. É isso que eu vejo na prática, quando uso low carb com meus pacientes.

O problema de muitos defensores e da teoria low-carb, é que se baseia no principio que as calorias não contam! E isto é a maior bobagem de todas! As calorias contam, claro. Ao fim do dia, nós não temos como fugir à termodinâmica. Se ingerimos excesso de calorias, elas são armazenadas. Se ingerimos menos, o corpo tende a gastar a gordura armazenada, como fonte para suprimir esse défice calórico. Não tem como fugir a isto. O problema, é que metabolicamente falando, 100 kcal de carbos, comportam-se de forma bem diferente de 100 calorias de proteína. Até pelo efeito térmico.

Low carb é para todos? Não! Ninguém tem que fugir dos carbos, insanamente! Não tem porquê! Os carbos, desde que consumidos de forma correta, em moderação, e no timing certo, nao tem qualquer maleficio ao corpo humano. O problema, é quem fica comendo carbos a hora toda, não pratica exercicio fisico, e escolhe os carbs errados.

No entanto, em certas pessoas, low carb tem muitos beneficios, e pode auxiliar a perda de peso, mais que low fat. Mas, mais uma vez, repito, nao é a low carb que emagrece, por si só. Mas pode corrigir alguns fatores que ficam dificultando a perda de peso. Entre eles, insulinorresistencia.

Quem pratica exercicio, especialmente musculação (anaerobios melhoram muito mais a sensibilidade à insulina, do que aerobios, apesar de muita gente pensar o contrário), e é saudável, fazer low carb ou não, não tem grande influencia. Mas depende também de cada um.

Por ultimo, low carb tem 2 grandes beneficios. O primeiro, é diminuir triglicéridos e melhorar o racio trigliceridos/HDL, protegendo a oxidação do colesterol e outros lipidos, na parede das artérias. Melhora e previne processos de glicação celular e arterial e, sobretudo, reduzem de forma drástica a pressão arterial. Já tive pacientes, hipertensos, aos quais tive que reduzir drasticamente a dose da medicação, ao entrarem num regime low carb. E isto é um dos melhores beneficios.

Postado
  • Supermoderador

Mais uma pesquisa feita por vendedores do low-carb falando sobre o modelo falho de Carbohydrate-Insulin (aquela baboseira de que apenas insulina de carbo que engorda....)

:

https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/fullarticle/2686146

Detalhe importante:

Citar

Conflict of Interest Disclosures: Both authors received grants (to Boston Children’s Hospital) from the National Institutes of Health, Nutrition Science Initiative, the Laura and John Arnold Foundation and other philanthropic organizations unaffiliated with the food industry. Both authors have conducted research studies examining the carbohydrate-insulin model. Dr Ludwig received royalties for books on obesity and nutrition that recommend a low-glycemic load diet. Dr Ludwig is supported in part by award K24DK082730 from the National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases. No other disclosures are reported.

Receberam grana do NuSi, do "Laura and John Arnold Foundation" (que são parça do Gary Taubes, só dar uma lida no google) e um dos autores vende livro sobre o que defende na "pesquisa" ali.

Legal....nada de tendencioso pode sair disso! ?

Ao menos logo que saiu essa "pesquisa", já recebeu voadora pela quantidade de bosta dita:

https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/article-abstract/2686143

Postado

Durante o tempo que fiz low carb com jejum intermitente meus exames de sangue eram melhores do que quando eu era adolescente, mas se isso iria se manter ao longo prazo, eu não sei.

Comendo 1kg de carne vermelha todo dia, ldl no chão e triglicerídeos em 50 (tenho os exames aqui se alguém quiser).

Eu me sentia muito bem em termos de bem estar, aderência era muito fácil porque matava completamente o apetite, sentia maior clareza mental pra trabalhar e menos ansiedade. E eu ainda ficava em jejum a maior parte do dia e só comia em uma janela de 4-6 horas, passava o restante trabalhando sem interrupções pra comer ou se preocupar com comida.

Foi o melhor combo pra cutting e produtividade que já usei na vida.

Mas nada disso ganha de estar sempre cheio de glicogênio. Low carb é uma ferramenta muito boa pra cutting pra quem não se deu bem com outras (como é o meu caso) nada mais, você usa ela e joga fora.

Jamais vou entender quem defende low carb como uma seita, muito menos quem nunca experimentou pra ver como o corpo responde, mas por algum motivo é fervorosamente contra

Editado por Testo over 9000

Postado
  • Supermoderador
Agora, Testo over 9000 disse:

Jamais vou entender quem defende low carb como uma seita, muito menos quem nunca experimentou pra ver como o corpo responde, mas por algum motivo é fervorosamente contra

Pior que ninguém aqui é realmente contra (se acompanhar as outras páginas), mas é tanta "promessa" feita em cima de low-carb e keto que basicamente só enche o bolso do pessoal criando as idéias mirabolantes. Isso é a parte zuada.

De resto é como já comentaram, é uma excelente escolha para diabéticos, uma possibilidade boa (para quem se adapta) em cutting, etc. Mas nada mágico, nenhuma "vantagem metabólica" nem nada do tipo

Postado
  • Este é um post popular.
16 minutos atrás, krebz disse:

Pior que ninguém aqui é realmente contra (se acompanhar as outras páginas), mas é tanta "promessa" feita em cima de low-carb e keto que basicamente só enche o bolso do pessoal criando as idéias mirabolantes. Isso é a parte zuada.

De resto é como já comentaram, é uma excelente escolha para diabéticos, uma possibilidade boa (para quem se adapta) em cutting, etc. Mas nada mágico, nenhuma "vantagem metabólica" nem nada do tipo

É isto!

O Gary Taubes estava no auge na altura em que vim para os EUA fazer meu mestrado. O assunto foi falado até nas minhas aulas de nutrição. Esse cara é, com todo o respeito, um ludibriador de mentes baseado em falaciosismo.

Ele até falava que exercicio fisico não emagrece, e que fica até prejudicando a perda de peso e até a saúde.. Mas tá louco? Exercicio fisico é das coisas mais importantes que tem para manter uma boa saúde. Não é só estética! Está provado, cientificamente, que o sedentarismo é tão prejudicial à saúde que fumar. E o cara vem dizer uma coisa dessas?

Depois aquela teoria de que as calorias não interessam. Eu o convidava a ingerir 10 mil calorias só de gordura e proteína, com zero carbo, quando as suas necessidades fossem de 2500 ou 3000. Vai ver se não vai engordar que nem um pote! 

Logo desde o inicio, que vi que ele não passava de um charlatão.

Low carb é uma opção terapêutica. Tem excelentes resultados em diabéticos, insulinorresistentes, e obesos sedentários.Para perda de peso, é uma opção válida, mas sempre associada ao défice calórico. Melhora também alguns marcadores metabólicos. De resto, não tem como todo o mundo dizer que tem que fazer low carb, e que os carbos, por si só, engordam. Porque não é verdade! Os beneficios da low carb, a ciencia já provou. E por isso que hoje é utilizada como abordagem terapêutica a diversas doenças. Mas os mitos também já foram desmistificados e, a longo prazo, em individuos saudáveis, low carb, ou low fat, tem os mesmos resultados. A insulina é lipogénica sim, mas tem que ter muitos fatores associados. Ela é apenas um, no meio de tantos fatores. E o balanço calórico, é o mais importante. Além que a insulina so é lipogenica, quando se associa a picos hiperglicémicos. Pessoas saudáveis, que não tenham picos de excesso de glicose no sangue, não vão engordar pelo "excesso de insulina fisiológica". Até porque as proteinas também são altamente insulinogénicas.

Apesar que a sensibilidade aos carbos, é muito variável. 

E ainda no que toca a saúde, também depende das low carb. Uma low carb à base de produtos processados e gorduras processadas, não tem como ser saudável. Agora, uma dieta low carb, à base de legumes e verduras em geral, gorduras boas (frutos secos, peixes, carnes não processadas, abacate, azeite, ovo, etc) e proteina de qualidade, tem tudo para ser saudável, e melhorar a saúde de uma forma em geral.

Editado por us_pt_nursepractitioner

Postado

Para quem seja obeso e que apresente uma taxa de açúcar alta no sangue e que queira experimentar uma diet low carb, a mais apropriada seria:

  • a cetogênica com carbos por volta dos 50 g; ou
  • a low carb sem cetose em torno de 100 g?
  • 1 mês depois...
Postado
54 minutos atrás, jotaro disse:

Considerações do Dudu Haluch sobre Low Carb 

O que eu achei estranho no texto do dudu foi o seguinte:

1) nenhuma dieta low carb zera os carboidratos, nem a cetogênica;

2) não há recomendação para ingestão alta de proteínas ao ponto de margearem 50% nas low carb, pelo menos as citadas pelo Dr. Souto. O top é lá pela pela casa dos  2g/kg e ainda para os que não tenham problemas renais

3) senti falta dele ter mencionado uma coisa importante para os atletas de alto desempenho: fazer o corpo funcionar à base de corpos cetônicos disponibiliza menos ATP do que qem se alimente com carboidratos como sendo fonte primária de energia, segundo o que Alan Aragon comentou nesta entrevista.

Postado

A questão pra consenso geral que é prejudicial é o estabelecimento de verdades consolidadas independente do cenário proposto, ou seja, a grande maioria das pessoas apega ou aceita um protocolo de dieta como imutável e atemporal, e acreditam que o sucesso do mesmo tem a ver com sua execução persistente por períodos prolongados. E daí o executam por meses a fio, ou anos, e depois de algum insucesso ou problema encontrado vem culpar o método, não a execução precária do mesmo.

E é aí que a porca torce o rabo, nenhuma dieta deveria constituir um plano perfeito pra um indivíduo ao longo de períodos extensos de tempo. 

Na minha opinião, a melhor opção é a manipulação das variáveis de maneira constante ao longo do tempo, por isso bato na tecla do 'ciclo de carboidratos', acredito na ideia de que uma low carb sendo utilizada num cutting não deveria ultrapassar ali seus 21 dias, e mesmo nos 21 dias encaixaria um refeed de carbo nesse período. 

É fundamental a questão dos macros, afinal déficit ou superávit calórico que são os verdadeiros responsáveis por promover mudanças no que tange a cutting ou Bulking, ou mesmo manutenção corpórea. 

Outra dificuldade encontrada pelo público geral é a mania de adaptar protocolos e métodos utilizados por profissionais de bodybuilding e outras modalidades em sua vida pratica, sendo que a maioria desses protocolos são danosos por si só. Quantas vezes já não vi gente querendo zerar carbo, tomar água destilada, mais parecendo alguém querendo praticar eutanásia do que qualquer outra coisa. 

As pessoas tem dificuldade em respeitar sua individualidade, e muitas vezes estão dispostas a trocar algo que vagarosamente vem funcionando, por algo novo e dito milagroso, que fulano e ciclano tiveram resultados milagrosos com isso. É uma troca completamente emocional, do se funcionou pra ele funcionou pra mim, sendo que na maioria das vezes não se faz nem ideia do que realmente se passou pra fulano alcançar aqueles resultados desejados.

Enfim, as pessoas acreditam que mudanças são dependentes de esforços radicais, dores, situações penosas, sendo que a melhor maneira de levar a dieta é ser inteligente e não radical, é se atentar ao déficit/superávit calórico e a partir daí utilizar por curtos períodos a manipulação de variáveis conforme, tempo, treino, e descanso. É preciso ter paciência, o progresso duradouro na maioria das vezes é lento, pois existe uma mudança de comportamento e postura, caso contrário surge a pessoa que troca de dieta conforme a moda. 

Postado
55 minutos atrás, Vecchio disse:

1) nenhuma dieta low carb zera os carboidratos, nem a cetogênica;

Acho que ele sabe bem disso. Me parece que ele quer dizer zerar no sentido de não ingerir fontes "diretas" de carboidratos, como cereais, frutas, etc. 

55 minutos atrás, Vecchio disse:

2) não há recomendação para ingestão alta de proteínas ao ponto de margearem 50% nas low carb, pelo menos as citadas pelo Dr. Souto. O top é lá pela pela casa dos  2g/kg e ainda para os que não tenham problemas renais

Ele se referiu a forma como os fisiculturistas costumam fazer low carb.

Fora isso, a gente pode fazer low carb do jeito que quiser: muita ou pouca proteína e muita ou pouco gordura... Muita proteína é sempre melhor pra quem busca melhor composição corporal e não tem problema nos rins (só citei os rins pq vc falou disso ali e assim não quis dar chance pra me pegar no pulo kkkk).

Abraço

Postado

Sim, em momentos específicos é algo natural que aconteça 

Postado
3 horas atrás, Schrödinger disse:

Acho que ele sabe bem disso. Me parece que ele quer dizer zerar no sentido de não ingerir fontes "diretas" de carboidratos, como cereais, frutas, etc. 

Ele se referiu a forma como os fisiculturistas costumam fazer low carb.

Fora isso, a gente pode fazer low carb do jeito que quiser: muita ou pouca proteína e muita ou pouco gordura... Muita proteína é sempre melhor pra quem busca melhor composição corporal e não tem problema nos rins (só citei os rins pq vc falou disso ali e assim não quis dar chance pra me pegar no pulo kkkk).

Abraço

Lucas, esse menino... você mesmo!

Eu estou procurando livros, não um estudo ou meia dúzias deles, sobre alta proteína (alta porra... não 2,2 g coisa dessas aí mesmo, tipo 50%), baixo carbo e o resto de gordura. Mas troço parrudo, ensaio clínico randomizado com grupos em low carb "normais" (50% pra cima de gorduras) e high carb.

Pergunto isso porque low carbs "normais" e cetos há já histórico (ensaios clínicos randomizados beirando as centenas + livros), mas esse grupo aí das mega-alta proteínas eu realmente só encontrei esses primeiros relatos positivos e aí fico com a dúvida: de onde vem a energia pro cabra que está assim, se carbos e gorduras estão relativamente em patamares percentuais baixos?

Postado
19 horas atrás, Vecchio disse:

Eu estou procurando livros, não um estudo ou meia dúzias deles, sobre alta proteína (alta porra... não 2,2 g coisa dessas aí mesmo, tipo 50%), baixo carbo e o resto de gordura. Mas troço parrudo, ensaio clínico randomizado com grupos em low carb "normais" (50% pra cima de gorduras) e high carb.

Cara, nunca vi estudo low carb com high protein. Os high protein que eu já postei lá no tópico das proteínas não fazem restrição de carboidratos. Então não sei se existe o que vc tá procurando. 

19 horas atrás, Vecchio disse:

Pergunto isso porque low carbs "normais" e cetos há já histórico (ensaios clínicos randomizados beirando as centenas + livros), mas esse grupo aí das mega-alta proteínas eu realmente só encontrei esses primeiros relatos positivos e aí fico com a dúvida: de onde vem a energia pro cabra que está assim, se carbos e gorduras estão relativamente em patamares percentuais baixos?

A energia vai vir das gorduras e da gliconeogênese das proteínas. Acho que 58% das proteínas viram glicose (ou podem virar, isso nunca ficou muito claro pra mim).

Fazendo umas continhas rápidas: 

1. Digamos que o cara ingira 2500 calorias;

2. 50% de proteínas, 40% de gorduras, 10% de carbos;

10% de carbos é igual a ~60g. Faltam 40g pra abastecer o cérebro, que vão vir das proteínas.

Digamos que o cara tenha um treino em que ele faça uns 20 sets por sessão e mais 30 minutos de aeróbico em boa intensidade (>80% da frequência cardíaca máxima) e, com isso, gaste papo de 100g de glicogênio pra abastecer esse "treininho". 

Até agora ele precisa tirar 140g de glicose das proteínas. Como ele vai estar ingerindo ~350g desse macro maravilhoso, quer dizer que até ~200g (58%) podem (ou vão) virar glicose, ou seja, o suficiente pra suprir a demanda desse treininho + cérebro. Ainda sobra proteína pra caraleo que não virou glicose e vai ser usada no turnover diário de proteínas e que vai tranquilamente suprir o acréscimo de proteínas (gainz).

É meio conta de padaria, mas como eu sou engenheiro e não nutricionista/educador físico/fisiologista acho que tá bom kkkk

Nos dois tópicos abaixo tem mais info:

Vamos conversar sobre carboidratos

Dietas cetogênicas: o que são e como fazer

Abraço

Postado
59 minutos atrás, Schrödinger disse:

Cara, nunca vi estudo low carb com high protein. Os high protein que eu já postei lá no tópico das proteínas não fazem restrição de carboidratos. Então não sei se existe o que vc tá procurando. 

A energia vai vir das gorduras e da gliconeogênese das proteínas. Acho que 58% das proteínas viram glicose (ou podem virar, isso nunca ficou muito claro pra mim).

Fazendo umas continhas rápidas: 

1. Digamos que o cara ingira 2500 calorias;

2. 50% de proteínas, 40% de gorduras, 10% de carbos;

10% de carbos é igual a ~60g. Faltam 40g pra abastecer o cérebro, que vão vir das proteínas.

Digamos que o cara tenha um treino em que ele faça uns 20 sets por sessão e mais 30 minutos de aeróbico em boa intensidade (>80% da frequência cardíaca máxima) e, com isso, gaste papo de 100g de glicose pra abastecer esse "treininho". 

Até agora ele precisa tirar 140g de glicose das proteínas. Como ele vai estar ingerindo ~350g desse macro maravilhoso, quer dizer que até ~200g (58%) podem (ou vão) virar glicose, ou seja, o suficiente pra suprir a demanda desse treininho + cérebro. Ainda sobra proteína pra caraleo que não virou glicose e vai ser usada no turnover diário de proteínas e que vai tranquilamente suprir o acréscimo de proteínas (gainz).

É meio conta de padaria, mas como eu sou engenheiro e não nutricionista/educador físico/fisiologista acho que tá bom kkkk

Nos dois tópicos abaixo tem mais info:

Vamos conversar sobre carboidratos

Dietas cetogênicas: o que são e como fazer

Abraço

Valeu, meu camarada. Lerei os links.

Mas você reparou a treta, né? Low Carb/High Protein parece-me mais uma trend do mundo do fisiculturismo do que uma demanda de natureza cientificamente comprovada, o que, de maneira alguma não a torna menos importante, haja vista que um fisiculturista ou um entusiasta do fisiculturismo é um verdadeiro alquimista. Deste mundo vieram a IIFYM, o AEJ, enfim, repito, não é um demérito, mas que fique então claro: não há respaldo científico ainda considerado 'volumoso' em termos da proteína ser usada como fonte primária de energia.

Até então dava pra se fazer quase que uma analogia: a proteína ser o óleo do motor e os carboidratos OU as gorduras serem o combustível em uma máquina biflex kkk.

Logo:

  • Sem combustível (gorduras ou carbos) suficiente, a 'máquina' não conseguirá deslocar-se a determinada distância desejada. Mais ou menos combustível seria regulado pela distância (GCD) que a máquina precisa desempenhar
  • Agora, sem uma quantidade suficiente de proteína o motor não funciona, podendo inclusive colapsar. Em contrapartida, com proteína suficiente, "haveria um transbordo" traduzido para nós por meio de nossos exames de balanço de nitrogênio ou, bem mais simples, nos exames de ureia. Acusou um excesso, tá consumindo em excesso e, como sabemos, todo o excesso tem a sua "paga". Simples. Entende a minha curiosidade?
    • Proteína, aparentemente ao contrário dos dois outros macronutrientes parece ter um "teto" individual de consumo associado a outros, fatores, como por exemplo, o indivíduo ser natural ou consumir ergogênicos, realizar ou não atividades que envolvam força, etc.
    • Já carbos ou gorduras estão diretamente associados ao GCD

O que você tem a dizer, gafanhoto?

Postado
1 hora atrás, Vecchio disse:
  • Proteína, aparentemente ao contrário dos dois outros macronutrientes parece ter um "teto" individual de consumo associado a outros, fatores, como por exemplo, o indivíduo ser natural ou consumir ergogênicos, realizar ou não atividades que envolvam força, etc.
  • Já carbos ou gorduras estão diretamente associados ao GCD

Em uma meta análise gigante feita recentemente encontraram um "teto" da ingestão de proteínas para ganho de massa muscular. Esse teto é 2,2g/kg (aqui me parece que é peso total pq a maioria dos estudos não tratam como kg de massa magra).

Citar

Data from 49 studies with 1863 participants showed that dietary protein supplementation significantly (all p<0.05) increased changes (means (95% CI)) in: strength-one-repetition-maximum (2.49 kg (0.64, 4.33)), FFM (0.30 kg (0.09, 0.52)) and muscle size-muscle fibre cross-sectional area (CSA; 310 µm2 (51, 570)) and mid-femur CSA (7.2 mm2 (0.20, 14.30)) during periods of prolonged RET. The impact of protein supplementation on gains in FFM was reduced with increasing age (-0.01 kg (-0.02,-0.00), p=0.002) and was more effective in resistance-trained individuals (0.75 kg (0.09, 1.40), p=0.03). Protein supplementation beyond total protein intakes of 1.62 g/kg/day resulted in no further RET-induced gains in FFM

(O intervalo de confiança do valor de 1,62 ia até 2,2g/kg)

 

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28698222

 

O que foi discutido depois no tópico onde eu citei esse estudo, o Como fazer bulking e cutting limpos, é que há uma vantagem mostrada em diversos outros estudos (também citados por lá) de particionamento. Em outras palavras, quem ingeriu mais proteína (acima desses 2,2g/kg) não necessariamente ganhou mais massa muscular, mas ganhou menos gordura ou até perdeu. Ou seja, proteínas, além de serem importantes pro ganho de massa muscular, atuam também no particionamento e na queima de gorduras.

 

Então esse teto fica bem menos claro pro caso de um bulking limpo. 

 

Em caso de cutting, já tem alguns estudos mostrando vantagem de ingerir >3g/kg com o objetivo de manter massa magra.

 

Mas eu concordo com vc em uma coisa: se existe uma demanda grande de glicogênio por conta dos treinos, não faz sentido não ingerir carboidratos. 

 

Postado
2 horas atrás, Schrödinger disse:

Em uma meta análise gigante feita recentemente encontraram um "teto" da ingestão de proteínas para ganho de massa muscular. Esse teto é 2,2g/kg (aqui me parece que é peso total pq a maioria dos estudos não tratam como kg de massa magra).

(O intervalo de confiança do valor de 1,62 ia até 2,2g/kg)

 

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28698222

 

O que foi discutido depois no tópico onde eu citei esse estudo, o Como fazer bulking e cutting limpos, é que há uma vantagem mostrada em diversos outros estudos (também citados por lá) de particionamento. Em outras palavras, quem ingeriu mais proteína (acima desses 2,2g/kg) não necessariamente ganhou mais massa muscular, mas ganhou menos gordura ou até perdeu. Ou seja, proteínas, além de serem importantes pro ganho de massa muscular, atuam também no particionamento e na queima de gorduras.

 

Então esse teto fica bem menos claro pro caso de um bulking limpo. 

 

Em caso de cutting, já tem alguns estudos mostrando vantagem de ingerir >3g/kg com o objetivo de manter massa magra.

 

Mas eu concordo com vc em uma coisa: se existe uma demanda grande de glicogênio por conta dos treinos, não faz sentido não ingerir carboidratos. 

 

Boa!!!

Enfim, uma coisa é passarmos por um período, finito, em 3g/kg outra coisa é fazermos disso um cutt eterno, fazendo xixi de cerveja, aqueles cheios de espuma, jogando fora o whey protein.

Mas enfim, vou dar uma olhada melhor nesse negócio aí dessa faixa polêmica de proteínas altas, porque quanto mais carne eu ponho na marmita, mais saciado fico. Agora não sei dizer qual dos dois vem causando mais saciedade, se são as gorduras ou a proteína.

Postado
28 minutos atrás, Vecchio disse:

Agora não sei dizer qual dos dois vem causando mais saciedade, se são as gorduras ou a proteína.

Provavelmente é proteína, embora as gorduras certamente tem um impacto, pois desaceleram o esvaziamento gástrico. 

De um modo geral proteínas saciam mais, mas até certos carbos tem grande poder de saciedade. O maior exemplo é batata cozida, que é um dos alimentos que mais saciam.

Crie uma conta ou entre para comentar

Quem Está Navegando 0

  • Nenhum usuário registrado visualizando esta página.

Conta

Navegação

Pesquisar

Pesquisar

Configurar notificações do navegador

Chrome (Android)
  1. Toque no ícone de cadeado ao lado da barra de endereços.
  2. Toque em Permissões → Notificações.
  3. Ajuste sua preferência.
Chrome (Desktop)
  1. Clique no ícone de cadeado na barra de endereços.
  2. Selecione Configurações do site.
  3. Encontre Notificações e ajuste sua preferência.