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Low Carb É Realmente Melhor Para Composição Corporal?

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  • O problema é que você está fazendo uma relação transitiva: se A causa B e B causa C, então A causa C. Mas as coisas não são bem assim, se formos pensar em tudo como sendo essa relação transitiva então

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Postado
20 minutos atrás, krebz disse:

fico feliz que o taubes filho (aka nortão) tenha voltado ao topico, assim as vezes damos risadas com as bostagens :) 

Tá assim pelo fórum inteiro com essa mania de endeusar fat e demonizar carbs. :lol:

Postado
IMPORTÂNCIA DO GADO E DO LEITE
 
Nas estepes, o cavalo e os meios nômades de subsistência são muito importantes. Daí a importância da pecuária em toda a Ásia Central. A maioria desses grupos étnicos não praticam a agricultura e sua dieta não tem nada a ver com as populações de arroz do Leste Asiático. Os produtos lácteos são um alimento recorrente, como o kumis (leite de égua ou camelo, um pouco alcoolizado e tomado pelos povos mongóis e turcos), queijo feito de leite de iaque fermentado (chamado byaslag na Mongólia e chhurpi no Nepal e Tibete) ou chá de manteiga de iaque tomado no Tibete. Considera-se que a fermentação do leite aumenta a biodisponibilidade dos alimentos e reduz a quantidade de lactose, como no caso do kefir caucasiano (leite de cabra fermentado). Isto contrasta com as linhagens paternas de cereais e O3 do Leste Asiático, que têm algumas das maiores taxas de intolerância à lactose no mundo.
 
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 Quando no século XIII invadiram a China, os mongóis não conseguiram entender que tantas pessoas poderiam viver com tão poucos animais. Eles, que eram grandes pecuaristas e caçadores, consideravam os chineses como animais de gado que "pastavam" em vez de seres humanos reais que comiam carne e os chamavam numa terminologia semelhante à usada para as vacas. "Carne para os homens, pasto para os animais", diziam com desdém.

  • 3 semanas depois...
Postado

Gorduras saturadas e Doenças Cardiovasculares: a AHA condena, nós absolvemos

Spoiler
12 de julho de 2017
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"O óleo de coco faz mal para a saúde!" anunciaram as manchetes recentemente quando a American Heart Association (AHA) emitiu um novo pronunciamento – “Conselho do Presidente” 1 ] sobre gorduras saturadas, afirmando que essas gorduras definitivamente causam doenças cardíacas. Como escritora, que passou mais de uma década pesquisando a ciência, e como cardiologista, cuja prática se baseia nas descobertas mais atualizadas, podemos dizer que o documento da AHA é um ponto fora da curva, com pelo menos nove outras revisões de especialistas encontrando evidências de fracas a inexistentes para este documento. Quem está certo?
 
"O que mais impressiona sobre o último pronunciamento da AHA é que este é uma tremenda anomalia."
 
A noção oficial de que as gorduras saturadas causam doenças cardíacas remonta a 1961, quando a AHA publicou 2 ] as primeiras recomendações do mundo para evitar essas gorduras, juntamente com o colesterol da dieta, a fim de prevenir um ataque cardíaco. Esta "hipótese dieta-coração" apareceu como a luz no fim do túnel para um público em pânico lutando com uma doença que havia crescido rapidamente a partir da década de 1920 e se tornado a principal causa de morte da nação. No entanto, a hipótese dieta-coração nunca foi testada em um ensaio clínico - o único tipo de ciência que pode estabelecer causa e efeito - o que significa que o conselho da AHA, apesar de ser adotado pela maioria dos principais especialistas, carecia de uma base científica firme.
Reconhecendo a necessidade de dados rigorosos, os governos de todo o mundo, incluso o próprio National Institute of Health (NIH), gastaram bilhões de dólares nas décadas seguintes em alguns dos maiores e mais longos ensaios clínicos humanos já realizados. Algo entre 10.000 e 53.000 pessoas foram testadas em dietas em que as gorduras saturadas foram substituídas por óleos vegetais não saturados (a conta depende de quais ensaios são contados). No entanto, os resultados não saíram conforme o esperado, e os pesquisadores, ou incapazes de acreditar ou não querendo acreditar nos resultados, enterraram os dados em grande parte. Por exemplo, os líderes de um grande estudo financiado pelo NIH com achados desfavoráveis à hipótese dieta-coração não os publicaram por 16 anos. 3 ] Quando perguntado por que, um deles respondeu que não havia nada de errado com o estudo; "Estávamos apenas desapontados com os resultados encontrados". 4 ]
 
Ensaios há muito tempo enterrados são reexaminados
 
Nos últimos anos, no entanto, o nosso trabalho 5 ] e de outros 4 ] lançou luz sobre esses ensaios esquecidos, levando equipes de cientistas de todo o mundo a desenterrar e avaliar essas evidências. Um conjunto de arquivos foi literalmente retirado de um porão, reconstruído e reexaminado. 6 ]
 
E os resultados? Nenhuma dessas avaliações conseguiu encontrar qualquer evidência de que as gorduras saturadas tivessem um efeito sobre a mortalidade cardiovascular ou a mortalidade total (Tabela). 6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 , 1213 , 14 ]
 
Como alguns dos autores afirmam em suas conclusões, os resultados claramente não dão suporte às diretrizes dietéticas nacionais [americanas] atuais que limitam as gorduras saturadas a 10% das calorias diárias, ou as da AHA e do Colégio Americano de Cardiologia, que ainda limitam essas gorduras a 5% -6% das calorias para pessoas com colesterol elevado. 15 , 16 ]
 
O que mais impressiona sobre o último pronunciamento da AHA é que este é uma tremenda anomalia: conclui que a troca de gorduras saturadas por óleos vegetais reduzirá o risco de eventos cardiovasculares em cerca de 30% - tanto quanto as estatinas! Em quatro outras revisões com achados semelhantes, a estimativa de redução de risco não excedeu 19%, e em dois casos, esses resultados perderam significância estatística quando os autores aplicaram critérios mais rigorosos, realizando uma análise de sensibilidade em um caso e removendo ensaios que foram mal controlados em outro. Quando se examina apenas os resultados estatisticamente significativos de ensaios bem controlados, apenas dois artigos de revisão apresentaram resultados semelhantes aos da AHA. Todos os outros discordaram.
 
Como podem revisões separadas de dados que são em grande parte os mesmos, chegar a conclusões tão diferentes? A disparidade depende principalmente do desfecho escolhido para consideração. Observando os chamados desfechos "duros" mais conclusivos, de infartos do miocárdio, acidente vascular cerebral, mortalidade cardiovascular ou mortalidade total, sete revisões descobriram que a substituição de gorduras saturadas por óleos vegetais poli-insaturados não teve efeito. Somente ao ignorar esses dados e, em vez disso, olhar para o desfecho composto menos definitivo de "eventos cardiovasculares", categoria que combina ataques cardíacos com eventos mais subjetivos como a angina, a AHA pode chegar aos seus achados negativos para gorduras saturadas.
 
Além disso, mesmo esses achados dependem de quais ensaios são escolhidos para incluir na análise. Um ensaio bem conduzido exige que os pacientes nos grupos de intervenção e de controle recebam a mesma quantidade e tipo de cuidados. Por exemplo, se os pacientes na dieta de intervenção recebem todas as refeições preparadas para elas, o grupo controle deve obter o mesmo (da mesma forma que pacientes em estudos sobre drogas que recebem um placebo). Ao testar uma droga ou dieta especial, os pesquisadores devem ter o cuidado de evitar o efeito placebo, o que ocorre simplesmente em virtude de receber algum tratamento especial.
Escolhendo a dedo
 
Os pesquisadores descobriram que um estudo da hipótese dieta-coração da década de 1970, realizado em hospitais psiquiátricos finlandeses, foi especialmente mal controlado. Os pacientes não foram distribuídos aleatoriamente e, como resultado, fatores de confusão significativos tornam impossível determinar por que as taxas de eventos cardiovasculares diferiram. Por exemplo, a medicação antipsicótica Tioridazina, que mais tarde foi descoberto que causa morte cardíaca súbita, foi distribuída desproporcionalmente ao braço de controle na dieta normal com gordura saturada. Não há como saber e foi a droga ou as gorduras saturadas que causaram maiores taxas de eventos cardíacos. Por esta razão, todos os principais artigos de revisão sobre gorduras saturadas desde 2014 excluíram este ensaio. 14 ] No entanto, a AHA escolheu incluí-lo. Este ensaio finlandês também mostrou um benefício cardiovascular excepcionalmente grande de óleos vegetais sobre gorduras saturadas, o que conduziu claramente a essa redução de risco de 30% como as estatinas. Na verdade, uma análise realizada por um pesquisador australiano descobriu que apenas ao incluir este e outros ensaios mal controlados, conseguiu ser encontrada uma "sugestão de benefício" a partir de óleos vegetais. 14 ]
 
O pronunciamento da AHA também se desviou de outras revisões, na medida em que examinou apenas quatro ensaios. As outras nove revisões incluíram uma média de 10 (mesmo depois que muitos excluíram o estudo finlandês). E, novamente, é preciso questionar as opções de seleção da AHA. Ela excluiu o Estudo do Coração de Minnesota, com base no raciocínio de que os 9750 homens e mulheres que passaram mais de um ano na dieta de intervenção não cumpriam o padrão da AHA de "pelo menos dois anos de consumo sustentado das dietas designadas". No entanto, em 2013, a AHA emitiu uma recomendação "forte" para a dieta DASH 15 ] enquanto citava estudos DASH com menos de 1200 pessoas, com ensaios que não  duraram mais do que 5 meses. 17 ] Por que esses padrões tão variados?
 
"São tantos dados refutando a hipótese dieta-coração, que é um espanto que a AHA possa ignorar tudo isso."
 
A explicação provável é que o Estudo do Coração de Minnesota não encontrou nenhum benefício em restringir as gorduras saturadas, enquanto que os ensaios DASH parecem apoiar os conselhos nutricionais da AHA. Como nos disse Andrew Mente, PhD, um epidemiologista nutricional na Universidade McMaster, as escolhas da AHA de quais estudos incluir ou não incluir equivale a "escolher a dedo".
 
Todos nós tendemos a resistir a enxergar as evidências que contradizem nossos pontos de vista preconcebidos. Afinal, acreditamos por mais de meio século que a redução do colesterol inevitavelmente beneficiaria a saúde. Um aspecto mistificador da maioria dos ensaios com dietas é que eles fizeram com sucesso a redução do colesterol total em uma média de 29 mg/dL, 14 ] um sinal de que apesar de suas falhas, os participantes conseguiram atingir mudanças dietéticas significativas. No entanto, reduzir o colesterol total não reduziu a mortalidade. No Estudo do Coração de Minnesota, na realidade, os pesquisadores descobriram que quanto mais os homens conseguiam diminuir o colesterol, maior a probabilidade deles morrerem de um ataque cardíaco. 6 ]
 
Uma possível explicação é que, embora seja verdade que as gorduras saturadas elevam o colesterol LDL um pouco, elas também aumentam o colesterol HDL, anulando o efeito sobre o risco de doença cardíaca. Outra possibilidade é que o LDL-C é menos significativo do que pensávamos. Uma realidade pouco conhecida é que os ensaios que reduzem o LDL-C por meio de dieta falharam em apresentar benefício cardiovascular consistente, apesar dos aparentes benefícios sustentados da redução de LDL-C que foram encontrados em ensaios com drogas.
 
Independentemente do que acontece com os marcadores de colesterol no sangue - um campo muito debatido e que ainda está evoluindo - os resultados mais significativos ainda são os desfechos "duros" de ataque cardíaco e morte, e por este cômputo, as gorduras saturadas parecem inofensivas.
 
São tantos dados refutando a hipótese dieta-coração, que é um espanto que a AHA possa ignorar tudo isso. Além dos nove artigos de revisão de dados de ensaios clínicos, houve pelo menos outros quatro documentos de revisão que analisando todas as evidências epidemiológicas. Tais dados observacionais só podem mostrar associações, não causalidade; No entanto, esses artigos de revisão, com mais de 550 mil pessoas, uniformemente não encontraram associação entre o consumo de gorduras saturadas e doenças cardíacas coronarianas. 10 , 18 , 19 , 20 , 21 ]
 
Outros dados teimosamente desalinhados com a hipótese dieta-coração incluem o fato de que, desde 1970, os americanos reduziram a ingestão de gorduras animais em 27%, enquanto aumentaram o consumo de óleos vegetais poli-insaturados em quase 90%. 22 ] Desde a invenção desses óleos em um laboratório de química no início dos anos 1900, seu consumo aumentou mais do que qualquer outro produto alimentar na América, para cerca de 7%-8% de todas as calorias até o ano 2000. 23 ] Enquanto isso, a doença cardiovascular continua sendo uma das principais causas de morte entre homens e mulheres, matando mais de 800 mil pessoas por ano. 24 ] Se a substituição de gorduras saturadas por gorduras poli-insaturadas fosse a resposta, parece que já deveríamos ter visto resultados até agora.
 
Conflitos Crisco
 
Acreditamos que um dos motivos da resistência da AHA a esta evidência é a sua dependência significativa e duradoura de financiamento de indústrias interessadas, como o fabricante de óleo vegetal Procter & Gamble, fabricante original da Crisco Oil, que praticamente lançou a AHA como uma potência nacional Em 1948. 5 ] Apenas recentemente, a Bayer, proprietária da LibertyLink Soybeans, empenhou mais de US$ 500 mil com a AHA, sem dúvida encorajada pelo contínuo apoio do grupo ao óleo de soja, que é, de longe, o tipo dominante  de óleo consumido hoje na América . É espantoso que os autores dos três artigos de revisão que apoiam a posição da AHA sobre os óleos vegetais relatem receber financiamento de uma ou mais empresas de óleo vegetal. Na realidade, os artigos de revisão que mais favoreceram esses óleos foram escritos por pesquisadores que declararam atuar no Conselho Consultivo da Unilever, um dos maiores fabricantes de óleo no mundo.
 
O que nos traz de volta ao óleo de coco. Não há motivos para destacar este produto alimentar, mas a declaração da AHA dedica uma seção a ele. Sim, o óleo de coco contém gorduras saturadas, mas com base na grande maioria das evidências disponíveis, de equipes de cientistas em todo o mundo, essas gorduras não encurtarão a vida, nem levarão a doenças cardíacas. Claro, ainda é possível que um ensaio clínico grande e de longo prazo possa, em última instância, demonstrar alguns danos causados por gorduras saturadas. Mas ao longo do último meio século, a hipótese dieta-coração foi testada mais do que qualquer outra, na história da nutrição, e até agora os resultados foram nulos.
 
Os leitores podem afirmar que “uma equipe dos melhores especialistas de uma instituição de saúde pública confiável chegou a essas conclusões, então, quem somos nós para questioná-los”? No entanto, está provado que esses “especialistas confiáveis” estavam errados - sobre colesterol na dieta e sobre dietas de baixa gordura - de modo que a AHA remotamente recuou a respeito de alguns desses conselhos errôneos nos últimos anos. Podemos novamente comer ovos, sem culpa (e abacates e nozes). E agora, se a AHA considerasse plenamente esses estudos, há muito tempo enterrados sobre a hipótese dieta-coração, há todas as indicações de que o grupo deveria estar revendo os limites, que não são baseados em evidências, a respeito das gorduras saturadas também. Faltando a prova para condenar, a coisa certa a fazer é absolver.
 
 

Table. Reviews of Randomized Controlled Trials on Replacing Saturated Fats With Polyunsaturated Fats

 
Publication
RCTs of PUFAs for SFA
Agree With AHA
Conclusions
Food/Nutrition-Related Conflicts of Interest*
AHA Presidential Advisory
Sacks FM, Lichtenstein AH, Wu JHY, et al.Circulation.2017 Jun 15.[1]
4 RCTs

N = 2873

 
"We conclude strongly that lowering intake of saturated fat and replacing it with unsaturated fats, especially polyunsaturated fats, will lower the incidence of CVD."
Dr Kris-Etherton: Seafood Nutrition Partnership; California Walnut Commission; TerraVia; Avocado Nutrition Science Advisors
1
Skeaff CM, Miller J. Ann Nutr Metab.2009;55:173-201.[25]
8 RCTs

N = 23,408**

Yes/No
Replacing saturated fats with polyunsaturated vegetable oils has no effect on CHD mortality but does reduce total CHD events (RR 0.83; 95% CI, 0.69-1.00; P = .05).
Dr Skeaff has conducted clinical research trials which have been funded through the university by Unilever and Fonterra.
2
Mozaffarian D, Micha R, Wallace S. PLoS Medicine.2010;7:e1000252. [26]
8 RCTs

N = 13,614

Yes
A "post-hoc, secondary analysis" of the CHD mortality data, which included FMHS, found that replacing saturated fats with polyunsaturated vegetable oils reduced CHD mortality. The modification of fats was also found to reduce CHD events by 19%.
Dr Mozaffarian has received: research grants from Pronova for an investigator-initiated trial of fish oil; honoraria and travel expenses for speaking at scientific conferences and reviewing topics related to diet and CVD from Aramark, Unilever, SPRIM, Nutrition Impact. Dr. Mozaffarian has separately reported being on the Scientific Advisory Council of Unilever.[27]
3
Hooper L, Summerbell CD, Thompson R, et al. Cochrane Database Syst Rev.2012:Cd002137.[9]
9 RCTs

N = 11,660

Yes/No
Reducing saturated fats has no effect on total mortality, CV mortality, stroke, total MI, or nonfatal MI. Replacing SFA with polyunsaturated vegetable oils reduces CHD events by 14%, although this finding lost statistical significance when studies with systematic differences in care between intervention and control groups, or dietary differences other than fat change, were removed.
None declared
4
Chowdhury R, Warnakula S, Kunutsor S, et al.Ann Intern Med.2014;160:398-406.[10]
10 RCTs

N = 28,505*

No
"Current evidence does not clearly support cardiovascular guidelines that encourage high consumption of polyunsaturated fatty acids and low consumption of total saturated fats."
Dr Franco: Grants: Nestle ì Dr Mozaffarian: Personal fees: Bunge, Pollock Institute, Quaker Oats, Foodminds, Nutrition Impact, Amarin, Unilever
5
Schwingshackl L, Hoffmann G. BMJ Open.2014;4:e004487.[11]
12 RCTs

N = 7150

No
No significant risk reduction could be observed for reduced/modified fat diets on all-cause mortality, CV mortality, combined CV events, or MI. "The present systematic review provides no evidence for the beneficial effects of reduced/modified fat diets in the secondary prevention of coronary heart disease." Recommending higher intakes of PUFA in replacement of SFA was not associated with risk reduction.
None declared
6
Hooper L, Martin N, Abdelhamid A, Davey Smith G. Cochrane Database Syst Rev.2015:Cd011737.[12]
13 RCTs on ↓ SFA

N = 53,300

PUFA

replacement N > 3000

Yes/No
Reducing saturated fats has no effect on all-cause mortality, CV mortality, fatal or nonfatal MI, stroke, CHD mortality, or CHD events.

An effect was seen on total CV events but lost statistical significance when limited to trials where participants actually reduced SFA intake.

None declared
7
Ramsden CE, Zamora D, Majchrzak-Hong S, et al. BMJ 2016;353:i1246.[6]
5 RCTs

N = 10,808

No
This analysis found "no evidence of benefit on CHD mortality or all-cause mortality from replacing SFA with linoleic acid rich vegetable oils."
None declared
8
Harcombe Z, Baker JS, Davies B. Br J Sports Med.2016;3:e000409.[13]
10 RCTs

N = 62,421

(includes ↓

total fat or

PUFA for sat

fat

replacement)

No
The current available evidence found no significant difference in all-cause mortality or CHD mortality, resulting from the dietary fat interventions.
Dr Harcombe receives income from The Harcombe Diet Co.
9
Hamley S. Nutr J. 2017;16:30.[14]
11 RCTs

N = 26,054

No
For the replacement of saturated fats with mostly n-6 polyunsaturated oils, this analysis found no effect on CHD mortality, total mortality, major CHD events, or total CHD events. Reduction in total CHD events hinged on inclusion (RR = 0.80; 95% CI, 0.65-0.98), or exclusion (RR = 1.02; 95% CI, 0.84-1.23) of inadequately controlled trials.
None declared

https://www.lowcarb-paleo.com.br/2017/07/medscape-e-nina-teicholz-respondem-aha.html

Fonte Original: https://www.medscape.com/viewarticle/882564

Postado
26 minutos atrás, krebz disse:

O bot voltou a postar as bostagens do "imparcial" lowcarb-paleo :lol:

Acho que ele tirou esse texto de um dos bons blogs em um ambiente imparcial que ele citou. 

Editado por Born4Run

Postado

Olá, na minha humilde opinião baseada em nada (mentira, baseada na minha experiência), a melhor estratégia é low carb, alta ingestão de proteína com refeeds, o famoso ciclo de carboidratos. LC a longo prazo tende a baixar o metabolismo basal e consequentemente a oxidação de gordura, e com o refeed o metabolismo da um up, aumento da TMB, leptina e todo aquele blábláblá. Sem falar que LC melhora a sensibilidade à insulina, você fica mais eficiente. Mesmo em LC eu acho indispensável contar os macros e kcals. Eu estou fazendo 3 semanas LCHF (limito os carbos em 80g, provenientes de vegetais e castanhas e amendoim), mantenho minha proteína alta (2,5g por kg) e completo com fat. Nos refeeds, eu inverto, faço LFHC. Tem funcionado. A propósito, não morri nem fui preso, só me ausentei um pouco do fórum, mas to de olho.

EDIT: altíssima ingestão de vegetais e fibras também, assim como proteína. Minha meta são 400g de vegetais por dia. Mas com 200g já estou contente.

Editado por pedrinho91
informação adicional

Postado
  • Este é um post popular.
20 minutos atrás, pedrinho91 disse:

a melhor estratégia é low carb, alta ingestão de proteína com refeeds, o famoso ciclo de carboidratos...

Melhor estratégia em qual sentido? recomp? hipertrofia? perda de peso? desempenho esportivo (alta intensidade / baixa intensidade)? saúde / qualidade de vida? Pessoa sedentária ou não? Sadia ou não? Se a pessoa consegue ter melhor aderência à dieta/restrição calórica utilizando outra abordagem, o LC ainda vai continuar sendo estratégia melhor?

Acho bem raso falar que LC é melhor sem considerar todo quadro (treino e vida social), não me leve a mal por favor, é só questionamento mesmo.

Postado
25 minutos atrás, Ricardo Queiroz disse:

Melhor estratégia em qual sentido? recomp? hipertrofia? perda de peso? desempenho esportivo (alta intensidade / baixa intensidade)? saúde / qualidade de vida? Pessoa sedentária ou não? Sadia ou não? Se a pessoa consegue ter melhor aderência à dieta/restrição calórica utilizando outra abordagem, o LC ainda vai continuar sendo estratégia melhor?

Acho bem raso falar que LC é melhor sem considerar todo quadro (treino e vida social), não me leve a mal por favor, é só questionamento mesmo.

Qual é o título do tópico? O "melhor estratégia" foi para o título do tópico. Composição Corporal, que consiste em ter menos banha e mais músculos. Ou to errado ainda? Não levei a mal não :)

Editado por pedrinho91
?

Postado
10 minutos atrás, pedrinho91 disse:

Qual é o título do tópico? O "melhor estratégia" foi para o título do tópico. Composição Corporal, que consiste em ter menos banha e mais músculos. Ou to errado ainda?

Bem, é que nas últimas páginas o low carb fugiu tanto do assunto inicial (recomp) que foge até ao "padrão" quando alguém posta referente à recomposição corporal de forma implícita.

Mas enfim, voltando aos questionamentos e principalmente a minha última pergunta, ainda é melhor mesmo com a pessoa tendo melhor aderência utilizando outra abordagem?

Ainda, você deu a opinião baseada em sua experiência correto? baseado na minha, o low carb foi a mesma coisa que outra abordagem, contanto que a ingestão de proteínas fosse alta e eu mantivesse o controle calórico e selecionasse bem os alimentos. O seu sucesso à recomposição foi pelo low carb ou pela alta ingestão de proteínas somado a uma boa qualidade de alimentos e intake de fibras (saúde da flora...) que estava na sua dieta? Ou foi por você ter conseguido manter a rotina pelo tempo necessário para ver resultados satisfatórios no físico (volto a mencionar a aderência)?

LC já teve um espaço importante em minha rotina, hj é insustentável

10 minutos atrás, pedrinho91 disse:

Não levei a mal não :)

É que tem gente que leva p/ pessoal, aí fico com certo receio de citar e tomar um ignorar rsrsrs

PS.: gente eu não sou anti-lc não, apenas anti-extremismo #hu3

Postado
3 minutos atrás, Ricardo Queiroz disse:

O seu sucesso à recomposição foi pelo low carb ou pela alta ingestão de proteínas somado a uma boa qualidade de alimentos e intake de fibras (saúde da flora...) que estava na sua dieta? Ou foi por você ter conseguido manter a rotina pelo tempo necessário para ver resultados satisfatórios no físico (volto a mencionar a aderência)?

Acredito que alta ingestão proteica, bons alimentos (to inserindo muitos vegetais, antes não costumava comê-los), e também eu tenho boa aderência ao low carb + refeed, maior controle de apetite (que acho muito importante), mas com certeza se mantiver o déficit calórico, com alta proteína (que ao meu ver é o mais importante) não há problemas com o carboidrato. Porém, em mim, fazendo uma ingestão alta de carbos eu acabo tendo mais fome (gula) e acabo desandando. Já fiz dieta tradicional comendo carbos normalmente e também ja fiz LCHF com refeed. Ambas perdi peso (quase o mesmo). Mas como disse, na tradicional eu passei fome, na LCHF não, devido ao controle de apetite ao meu ver.

Sim, sempre tem um que leva pro pessoal, sou de boa kkkkkk abraços

Postado

Fiquei 1 ano e 4 meses OFF de dieta e treinos, estou voltando agora... voltando a estudar isso, voltando a praticar isso. Isso que digo é dieta e treino. Já tenho a mente mais aberta quanto ao consumo de carboidratos. Acho que agora eu tomo vergonha na cara e levo a alimentação saudável pro resto da vida.

Agora, cotozin disse:

Realmente.

Tópico: #LowCarb x Composição corporal.

Posts: Gordura Saturada x Doenças cardiovasculares.

Adivinha quem..

Hahahaha, renasci das cinzas para ressuscitar o assunto de origem do tópico ;)

Sou anti-extremismo também

Postado

O estado alimentado e o jejum

Spoiler
The Fed and the Fasted State
by Jason Fung
 
Para entender como o corpo ganha e perde peso, você deve entender como ele usa energia. O corpo realmente só existe em um dos dois estados - o estado alimentado e em jejum. Quando comemos, o hormônio insulina aumenta e a insulina é liberada. Nesse momento todos os alimentos estimulam a liberação de diferentes quantidades de insulina, mas poucos alimentos, exceto a gordura pura, não causam liberação de insulina. A insulina é de fato um tipo de sensor de nutrientes. Percebe a ingestão de alimentos contendo carboidratos e proteínas. Os alimentos refinados, particularmente os carboidratos, causam a maior liberação de insulina.
Nossos corpos precisam de uma fonte contínua de energia para o funcionamento do metabolismo básico - mantendo o coração bombeando sangue, o fígado e os rins fazendo a desintoxicação, o pulmão sugando ar, função cerebral, etc. Obviamente, precisamos de uma fonte de energia para todo esse trabalho e deve ser continuamente acessível. Uma vez que não comemos alimentos o tempo todo, temos um sistema de armazenamento de energia alimentar (no fígado e na forma de gordura corporal) para os momentos em que não estamos comendo.
O principal erro que as pessoas cometem é acreditar que a perda de peso é um sistema de um compartimento simples. Ou seja, as pessoas pensam que todas as calorias entram em um único compartimento e são retiradas do mesmo compartimento.
I1.jpg

Considere a equação do equilíbrio energético: Gordura corporal = (Calorias que entram) - (Calorias que saem). Isso sempre é verdade. Suponha que seu peso seja estável e você coma 2000 calorias e queime 2000. E se você quiser perder peso? Você espera que você reduza as calorias dos alimentos para 1500 e a gordura corporal forneça as outras 500. Ao longo do tempo, você espera perder gordura corporal. Isso é exatamente o que nãoacontece.
Há realmente duas fontes diferentes de onde nosso corpo pode obter energia
1.      Comida
2.      Energia alimentar armazenada (glicogênio no fígado ou gordura corporal)
Mas aqui está o ponto CRÍTICO. Você só pode obter energia de uma ou outra, mas não  de ambas ao mesmo tempo.
Imagine uma via férrea. Suponha que você precise de 2000 calorias para manter a função metabólica básica normal. Existem duas pistas diferentes de onde você pode obter energia - alimentos ou alimentos armazenados [gordura corporal]. Você só pode obter energia de uma fonte por vez. Se você obter energia da primeira via, não pode obter nada a partir da segunda e vice-versa.
No estado alimentado, quando você está comendo, os níveis de insulina estão altos. Durante esse período, é sensato derivar sua energia dos alimentos que você está comendo. Então, o que acontece é que encerramos a queima de energia alimentar armazenada sob a forma de gordura e glicogênio. Para as pessoas com inclinação mais técnica, dizemos que a insulina inibe a lipólise e a gliconeogênese. Este é um fato fisiológico bem conhecido.
I2.jpg
Durante a maior parte do dia, assumindo que você come 3 refeições por dia, esta é a situação normal. Mas o que acontece quando você vai dormir? Uma vez que você não está comendo, você está em jejum. Os níveis de insulina caem. Agora você precisa extrair a energia alimentar que guardou para manter seus órgãos vitais funcionando. Esta é a razão pela qual você não morre no sono todas as noites.
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Como você está em jejum, os níveis de insulina caem. Este é o sinal para mudar a fonte de energia dos alimentos para os alimentos armazenados [gordura corporal]. Você utiliza a energia armazenada do fígado (glicogênio) e, se isso não for suficiente, você utiliza a gordura corporal. Tecnicamente falando, dizemos que começam a glicogenólise, gliconeogênese e lipólise quando os níveis de insulina caem.
Se você fizer jejum por 24 horas, por exemplo, o que acontece é que seu corpo quer 2000 calorias para a conta de energia desse dia. Uma vez que você está carregando uma abundância de gordura corporal, não é um problema fornecer essas 2000 calorias. Aproximadamente 220 gramas de gordura irão fornecer isso facilmente e o corpo dirá “Whoa, eu tenho toneladas de gordura, pegue tudo o que quiser”. É importante perceber que este é um processo completamente natural. Os seres humanos desenvolveram esse mecanismo de armazenamento de alimentos, e não há nada inerentemente insalubre no jejum. Tudo faz parte de um equilíbrio natural de estar no estado alimentado e no estado de jejum.
Outra maneira de colocar isso é assim. Você quer queimar gordura ou armazená-la. Você não pode fazer os dois ao mesmo tempo. O corpo não é tão estúpido. Se o alimento é abundante, você armazena energia alimentar. Se o alimento é escasso, você queima energia alimentar (gordura corporal). O regulador hormonal chave aqui é a insulina. A mudança nos níveis de insulina é o que sinaliza o nosso corpo para entrar no modo de armazenamento de gordura ou no modo de queima de gordura.
Então, o que acontece agora, se você está tentando perder peso adotando conselhos convencionais para reduzir a gordura e as calorias na dieta e comer 6 vezes ao dia? Ao fazê-lo, você mantém os níveis de insulina altos porque você está comendo muito pão, massa e arroz com pouca gordura e comendo o tempo todo. Isso também ocorre no diabetes tipo 2, onde a resistência à insulina faz com que os níveis de insulina permaneçam elevados.
Uma vez que a insulina está alta, você deve obter sua energia dos alimentos e não pode obter nenhuma das suas reservas de gordura corporal. Você reduz sua ingestão de calorias de 2000 calorias para 1500 e tem a esperança de que você vai perder peso. Isso acontece, no início, mas então seu corpo deve se ajustar. Uma vez que você não consegue acessar seus estoques de gordura, se você está recebendo apenas 1500 calorias, você também precisa reduzir seus gastos calóricos para 1500.
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Então, você se sente cansado, com fome, frio porque o metabolismo do seu corpo está começando a desligar. Mas a pior parte? Você não perde mais peso! Sua perda de peso começa a atingir um platô, mas você se sente um lixo. Ao longo do tempo, você começa a recuperar parte do peso. Então você decide que já foi o bastante e aumenta sua ingestão calórica para 1700 - ainda abaixo do que era quando você começou. Mas, porque você está consumindo 1700 calorias, mas apenas queimando 1500 calorias, seu peso rapidamente volta ao que era antes de começar a dieta. Parece familiar para alguém?
A chave para a perda de peso a longo prazo não é a redução de calorias. É a redução da insulina. Uma vez que a insulina é o interruptor que decide se o seu corpo está queimando energia alimentar ou energia alimentar armazenada (gordura corporal). Se você estiver queimando alimentos, então você não está queimando gordura. É simples assim. A chave para acessar suas reservas de gordura corporal é reduzir a insulina. Você deve deixar seu corpo entrar no estado de “jejum”.
 
Postado

Bizarro, esse hábito de bloquear os outros faz com que esteja rolando uma discussão, aí entra um cara em um monólogo sobre OUTRO ASSUNTO.

Postado
  • Este é um post popular.

A pirâmide do Eric Helms dá, em percentual, quase 80% dos resultados pra balanço energético e distribuição de macros.

Na boa, desses 80%, quase a totalidade do mesmo, fica com balanço energético e BOM SENSO.

A galera se prende muito em

1) "Quantas gramas de fat por kg/corporal em dias de chuva sem trânsito?"

R: Deixa em 1,321452 gramas, sem dúvida.

Isso é praticamente irrelevante.

O fluxo é setar as calorias (também não precisa se prender a vírgulas calóricas, deixa um range 2300-2500 kcal/dia). E manter a ingestão de proteínas alta. O resto das kcal você preenche com fat/cho. Se quiser num dia deixar 250g de cho e 50g de fat, no outro 150g de cho e 90g de fat, e assim vai.. isso não vai mudar PRATICAMENTE nada. 

O bom senso entra aqui: "uh~durr então vou deixar 350g de cho e 0g de fat ou o inverso, 160g de fat e 0 de cho"

Pessoa que elimina um macronutriente é besta e está cometendo um sacrifício sócio-alimentar de bobeira. 

Banam logo esse cara. Existe tópico de JEJUM e o cara posta isso aqui, bobo demais, só quer aparecer.

Postado
16 minutos atrás, cotozin disse:

A pirâmide do Eric Helms dá, em percentual, quase 80% dos resultados pra balanço energético e distribuição de macros.

Na boa, desses 80%, quase a totalidade do mesmo, fica com balanço energético e BOM SENSO.

Gosto de setar mínimos. ex.: 200g de prot / 350g de carbo / 70g de gord / ~10g de fibra p/ refeição - completo o restante das kcals com o que quiser até fechar o meu dia (~4000kcal) +/-100. Do mais, quando tenho um segundo treino intenso no dia ou o do dia seguinte vai ser tenso procuro ingerir certos alimentos p/ otimizar repleção ou recuperação

Do restante é procurar alimentos nutricionalmente densos p/ fazer o "grosso" do dia e ser feliz com o restante

PS.: o bot está em ação

Postado
33 minutos atrás, cotozin disse:

A pirâmide do Eric Helms dá, em percentual, quase 80% dos resultados pra balanço energético e distribuição de macros.

Na boa, desses 80%, quase a totalidade do mesmo, fica com balanço energético e BOM SENSO.

A galera se prende muito em

1) "Quantas gramas de fat por kg/corporal em dias de chuva sem trânsito?"

R: Deixa em 1,321452 gramas, sem dúvida.

Isso é praticamente irrelevante.

O fluxo é setar as calorias (também não precisa se prender a vírgulas calóricas, deixa um range 2300-2500 kcal/dia). E manter a ingestão de proteínas alta. O resto das kcal você preenche com fat/cho. Se quiser num dia deixar 250g de cho e 50g de fat, no outro 150g de cho e 90g de fat, e assim vai.. isso não vai mudar PRATICAMENTE nada. 

O bom senso entra aqui: "uh~durr então vou deixar 350g de cho e 0g de fat ou o inverso, 160g de fat e 0 de cho"

Pessoa que elimina um macronutriente é besta e está cometendo um sacrifício sócio-alimentar de bobeira. 

Banam logo esse cara. Existe tópico de JEJUM e o cara posta isso aqui, bobo demais, só quer aparecer.

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Postado
Em 25/07/2017 at 20:33, Born4Run disse:

Acho que ele tirou esse texto de um dos bons blogs em um ambiente imparcial que ele citou. 

Man, se nego quiser rir procura posts do Norton, pois vocês sempre estão lá, não dão descanso pro cara HUEHUEHUE

Postado
5 minutos atrás, reggaePARQUE disse:

Man, se nego quiser rir procura posts do Norton, pois vocês sempre estão lá, não dão descanso pro cara HUEHUEHUE

Exato! hahahahahaha

Postado

É só no de "Nutrição"(Por ele ser um Jihadista) e luta contra quem come carboidratos/vegetarianos/dieta flexível...etc. 

De treinamento, home gym...etc. 

Acho que ele entende.

Nada contra a pessoa(Norton)...ele que pense como quiser. 

Editado por Born4Run

Postado
  • Supermoderador
15 minutos atrás, reggaePARQUE disse:

Man, se nego quiser rir procura posts do Norton, pois vocês sempre estão lá, não dão descanso pro cara HUEHUEHUE

É engraçado sempre, mas nao é dificil achar gente caindo nas bostagens dele e ele tambem enchendo de "blogs imparciais" nas mensagens privadas desse pessoal.

quando menos gente ele fizer lavagem cerebral, melhor para o forum

Postado
7 minutos atrás, reggaePARQUE disse:

Man, se nego quiser rir procura posts do Norton, pois vocês sempre estão lá, não dão descanso pro cara HUEHUEHUE

Depois perguntam porque ignoro, imagina o tempo despendido só para responder asneira. Tem até uns fantasmas gente com 20 - 30 posts, nem frequenta o fórum, mas resolve dar o ar da graça só para quotar meus posts como hater, hilário. Não dá para converter quem se baseia em mitos, meu compromisso é com o iniciante, com gente que quer mudar ou aprender. Estes poderão contar com uma opinião divergente de 99,9% do fórum. Afinal fórum existe para que todos concordem entre si e passem somente uma única visão sobre tudo, não né.

Postado
13 minutos atrás, Born4Run disse:

É só no de "Nutrição"(Por ele ser um Jihadista) e luta contra quem come carboidratos/vegetarianos/dieta flexível...etc. 

De treinamento, home gym...etc. 

Acho que ele entende.

Nada contra a pessoa(Norton)...ele que pense como quiser. 

Não, claro, não quis dizer que é perseguição ou algo do tipo, é que é engraçado mesmo, pelo menos pra mim, pois o senso de humor de vocês é foda!

Parece zoeira de escola :D

Editado por reggaePARQUE

Postado
18 minutos atrás, Norton disse:

 Afinal fórum existe para que todos concordem entre si e passem somente uma única visão sobre tudo, não né.

Diz o cara que bloqueia todo mundo que tenta debater com ele.

(Edit: "30 posts" e com orgulho. Tenho uma vida de internet com dezenas de interesses diferentes ao longo dos anos, não nasci aqui nesse fórum e nem pretendo morrer por aqui).

Editado por leogodoy

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