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Quem disse que dieta low carbo fode o metabolismo? Não existem evidências científicas atestando isso que vc está dizendo. No máximo aumenta o colesterol, mas também não existem provas científicas de que colesterol alto prejudique a saúde, pelo contrário, as pesquisas estão mostrando que colesterol alto protege a saúde de uma forma geral, inclusive o cérebro.

me expressei mal, na verdade sua TMB vai ficar bem baixa (a não ser que vc esteja disposto a exagerar nos outros macros, o que também seria maléfico), talvez alguns outros hormonios tbm fiquem desregulados como a leptina.

como disse, curto low carbs mas fico com o pé atrás a longo prazo

o amigo ta bem informado sobre o assunto, sigo essa dieta desde o ano passado meus exames estao ok.

vai com calma brother, não precisa ofender ninguém, estamos aqui pra trocar conhecimento

só por curiosidade, bateu quanto os exames de T3,T4 e TSH?

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Ice se seus níveis basais eram bem baixos antes de começar a TRT (<300 ng/dl) dificilmente acho que você consiga manter sua T num nível bacana com tudo isso e mais um pouco que você citou. Isso sem

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Estou fazendo trt há pouco mais de um ano.

Sem colaterais, a não ser um única vez que tive um início de gineco. Depois de alguns meses tomando as injeções, rolou uma baita sensibilidade, mas fiquei duas semanas sem injetar testo e passou.

Depois disso voltei a tomar e nunca mais tive.

Já fiz vários exames de testo, E2, tgo, tgp etc e meus níveis estão normais em tudo.

Mas pretendo abandonar a trt, se possível.

De acordo com algumas pesquisas que analisei, uma dieta sem glúten, pobre em carboidratos e rica em gordura, colesterol, suplementada com DHA e vitamina D tem se mostrado bastante efetiva para aumentar a produção endógena de testosterona.

Já entrei em dieta low carbs, pretendo ficar em um estado de cetose leve, depois interrompo as aplicações de testo exógena e tomo um HCG para estimular os testículos a retomar a produção.

E vamos ver o que acontece.

Se não der certo, volto com as injeções exógenas mesmo.

Ice se seus níveis basais eram bem baixos antes de começar a TRT (<300 ng/dl) dificilmente acho que você consiga manter sua T num nível bacana com tudo isso e mais um pouco que você citou. Isso sem levar em consideração sua idade (acredito que você deva ter mais de 30).

E só pra ressaltar: homens com hipogonadismo primário não vão se beneficiar significativamente de "terapias alternativas" com IA's, SERM'S e hCG como monoterapia.

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Depois dos 30 com certeza farei. Com receita, ou não.

Eu acho que você precisa saber melhor a finalidade da TRT antes de colocar um pensamento desse na sua mente. Basta ler o que o colega falou que eu citei aqui em baixo.

TRT é para a saúde e bem estar, não tem nada haver com ganhos estéticos .

Não basta ter mais de 30 e testo baixa, tem que está sentindo os sintomas , se for fazer por outro motivo é melhor ciclar..

Eram baixos, menos de 300 mesmo e tenho 35 anos.

Primeiro exame, se bem me lembro, deu 295.

E fazendo aplicações mensais de cipionato, quando chegava o momento de aplicar de novo, estava mais baixo ainda, meu segundo exame bateu 215.

Foi por isso que comecei a fracionar as doses e fazer aplicações a cada 5 dias.

Atualmente meus níveis ficam entre 500 e 550 e os sintomas de testo baixa sumiram.

Quanto ao mais, estou ciente de tudo o que vc falou, mas não custa tentar né?

Se for possível não tomar remédios, melhor.

O problema é que não sei a causa dessa queda de testo, talvez tenha sido aquele famigerado ciclo de m-drol que fiz em 2009 que tenha afetado de alguma forma minha produção endógena e, muito embora eu tenha feito tpc na época, pode não ter sido suficiente.

Acho legal que você está procurando alternativas além das drogas.

Seu relato se assemelha um pouco com o meu no quesito dieta e vitamina D. Eu sempre tive a testosterona um pouco baixa, creio que por características genéticas. Meu avô morreu com 101 anos, com uma cabeleira enorme e ele sempre teve pouca barba. Mesmo caso do meu pai e tios que näo sofrem de alopécia e, em contrapartida, têm pouco pêlo no corpo.

Nunca usei drogas. Aos 30 anos meus níveis de testosterona giravam na casa dos 300 ng/dL e hoje, depois de mudanca de hábitos e com uma alimentacäo com níveis baixos de carboidrato, fica na casa dos 350.

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Eram baixos, menos de 300 mesmo e tenho 35 anos.

Primeiro exame, se bem me lembro, deu 295.

E fazendo aplicações mensais de cipionato, quando chegava o momento de aplicar de novo, estava mais baixo ainda, meu segundo exame bateu 215.

Foi por isso que comecei a fracionar as doses e fazer aplicações a cada 5 dias.

Atualmente meus níveis ficam entre 500 e 550 e os sintomas de testo baixa sumiram.

Quanto ao mais, estou ciente de tudo o que vc falou, mas não custa tentar né?

Se for possível não tomar remédios, melhor.

O problema é que não sei a causa dessa queda de testo, talvez tenha sido aquele famigerado ciclo de m-drol que fiz em 2009 que tenha afetado de alguma forma minha produção endógena e, muito embora eu tenha feito tpc na época, pode não ter sido suficiente.

Então meus sintomas de baixa testo começaram aos 35 anos. A testosterona batia em torno dos 330 as vezes um pouco abaixo, fui a vários médicos e todos diziam que estava ok que eu era jovem e não precisava me preocupar, somente dois anos mais tarde que teve um médico iluminado que sugeriu uma ressonância da hipófise, isso pq a prolactina estava um pouco alta mais dentro do valor de referência superior em torno de 19. E foi encontrada um adenoma glândula, precisei usar dostinex durante dois anos e meio e a cada seis meses fazia uma ressonância e a cada exame via esse micro tumor regredir 1 ml até a cura, porém o estrago já havia se instalado.

Hipogonadismo Masculino

O hipogonadismo masculino é a secreção inadequada de testosterona pelos testículos, associada aos sintomas correspondentes

Na prática é o comprometimento da produção de andrógenos e ou espermatozóides.

A gônoda masculina (testículo) desempenha basicamente duas funções homonal e a reprodutiva, as quais ocorrem em compartimentos distintos.

As células de Leydig são responsáveis pela produção de testosterona, que é fundamental para a função reprodutiva masculina.

O comportamento reprodutor é formado pelos túbulos seminíferos, que são compostos por células de Sertóli e células germinativas.

Embora distintos são compartimentos interligados, necessitando do eixo hipotálamo-hipofisário intacto para iniciarem e manterem as suas funções.

O comportamento funcional pode ser decorrente de uma lesão em algum ponto deste eixo ou da incapacidade da testosterona agir na periferia.

Seja qual for a causa, o quadro clínico do hipogonadismo masculino pode variar de acordo com a época na qual o processo se instala.

A) Se início pré-puberal

Podem ou não ser acompanhados de alterações da genitália interna ou externa, além da ausência ou hipodesenvolvimento da própria gônada:

· Hábito eunucóide: devido ao crescimento maior de ossos longos, a envergadura será maior do que a altura e a distância púbis-plantar será maior do que vértice-púbis;

· Genitais hipodesenvolvidos ou infantis;

· Diminuição da pilosidade: pubiana, axilar, peitoral;

· Impotência: diminuição da libido, ereção, infertilidade;

· Pele de coloração clara, delgada.

B) Se início dos sintomas na fase adulta ou pós-puberal:

As alterações mais evidentes relacionam-se com a potência sexual e a função reprodutiva:

· Diminuição do pêlo corporal e alterações de pele;

· Diminuição do desejo sexual e qualidade da função erétil; impotência;

· Diminuição da massa magra com aumento da gordura visceral; Diminuição da densidade mineral óssea;

· Infertilidade;

· Aumento da fadiga; humor depressivo;

· Alterações de funções cognitivas.

A classificação do hipogonadismo masculino é útil para separar as inúmeras formas em que esta patologia pode ser encontrada.

Hipogonadismo Hipergonadotrófico

1) Insuficiência testicular alobal

Síndrome de Klinefelter é forma mais freqüente de hipogonadismo e infertilidade no sexo masculino, onde o quadro típico é de hábito eunucóide, ginecomastia, azoospermia, retardo mental leve com hialinização dos túbulos seminíferos.

Uma grande variedade de cariótipos, com ou sem mosaicismo, pode ocorrer, mas a forma mais comum é representada na figura 3- cariótipo XXV, resultado de uma não-disjunção dos cromossomos sexuais durante a primeira ou segunda divisão meiótica, ou não-disjunção mitótica no zigoto após a fertilização, tendo como etiologia mais ligada a idade avançada da mãe e freqüência de 1/1000 recém-nascidos do sexo masculino.

Anorquia

Caracterizada por ausência de gônoda masculina anatômica com sintomas de hipogonadismo na fase adulta. O diagnóstico diferencial pré-­puberal deverá ser feito com criptorquidia bilateral e até que se conheça a etiologia desta doença pode ser rotulado como pseudo-hermafrodita masculino.

Distrofia Miotônica

Caracteriza doença muscular associada com quadros desde infertilidade à diminuição de testosterona.

Síndrome de Ullrich-Noonan

Associada com baixa estatura, criptoquidia, micro-pênis, com padrões variáveis de lesões das células germinativas.

2) Insuficiência Seminífera

Aplasia germinativa, orquites (vírus da caxumba é o mais comum), radiações, drogas (álcool, agentes antineoplásicos), auto-imunidade.

3) Insuficiência androqênica

· Defeitos de síntese de testosterona

· Defeitos na conversão da testosterona para DHT

· Defeito de receptor androgênico

· Climatério masculino ou distúrbio androgênico do envelhecimento masculino

Hipogonadismo Hipogonadotrófico

O hipogonadismo masculino por deficiência gonadotrófica pode ser diferenciado do hipergonadotrófico por atingir secundariamente o testículo derivado de patologia hipotalâmicas ou hipofisária, com baixos níveis de gonadotrofinas.

1) Hipotalâmico

· Deficiência isolada do GnRH (com anosmia – sindrome de Kallmann, sem anosmia e suas variantes).

· Associada com outras dificiências de fatores Iiberadores (tumores, doenças infiltrativas, radiação);

· Síndromes genéticas (Prader-Willi, Laurende-Moon-Biedl);

2) Hipofisário

· Processos expansivos intra-selares (prolactinomas, adenomas produtores de gonadotrofinas);

· Doenças infiltrativas (sarcoidose, histiocitose, tuberculose);

· Hemocromatose;

· Isquemia;

· Produção de gonadotrofinas anômalas

A associação da época do início dos sintomas, com o exame da genitália externa, poderá ser complementada com dosagens hormonais, cariótipo e de imagem. No exame clínico podemos comparar com diagramas o volume testicular ou usando o orquidômetro. (Figura 5 e 6)

O Diagrama mostra a evolução do volume testicular nos estágios da puberdade.

Figura 5

fig5hipogonadismomasculino.jpg

Figura 6

fig6hipogonadismomasculino.jpg

Complementando o exame da genitália externa com medidas da bolsa escrotal, presença de hidrocele, varicole, medidas penianas, grau de pilificação, presença de ginecomastia, medidas antropométricas, textura da pele são feitos:

· exames de imagem podem ser úteis para localizar testículos (ultra-sonografia abdominal e de bolsa escrotal) ou para descartar patologias cerebrais (RNM de crânio). Havendo suspeitas pode-se complementar o exame de cariótipo com até biópsia testicular.

· O diagnóstico laboratorial inclui dosagens de função hepática, renal, hemograma, espermograma, densitometria óssea.

· A análise hormonal para a avaliação do hipogonadismo masculino inclui: LH, FSH, PRL, T3, T4, TSH, T4L, DHT, Estradiol, Testosterona Total e Livre, SHBG. Auxiliam principalmente na diferenciação básica dos hipergonadotróficos dos hipogonadotróficos.

· O teste do GnRH (100ug iv) é usado para distinguir hipogonadismo hipotalâmico do hipofisário, e auxiliar no diagnóstico entre puberdade atrasada e hipogonadismo hipotalâmico idiopático.

Utilizando a definição de hipogonadismo masculino como um estado de deficiência de testosterona, o parâmetro bioquímico mais confiável pode ser a determinação da Testo livre ou biodisponível.

Na prática o encontro de níveis de testosterona entre 350mg/dl é considerado normal para homens adultos, com inúmeras variações entre pré-puberes e idade adulta avançada.

O tratamento pode ser abordado com a correção da insuficiência androgênica e restabelecimento da espermatogênese.

1) Tratamento do hipoandrogenismo

É idêntico para o hipergonadotrófico quanto para o hipogonadotrófico quando não se deseja estimular a espermatogênese; deve-se simular uma puberdade normal, aumentando gradativamente os níveis de testosterona, com especiais cuidados com o avanço inadequado da idade óssea e alterações psicológicas. Existem diversas formas de reposição utilizando adesivos escrotais colocados diariamente na bolsa escrotal (Patch de 15 mg) quando na incapacidade de outras administrações. Outra forma, como um sistema bucal, (Striant) foi desenvolvida para ser absorvido direto na gengiva. Também se dispõe de um gel transdérmico.

O tratamento parenteral, principalmente com o advento de novas drogas que simulam as oscilações da testosterona fisiológica ainda é o mais utilizado.

Dra. Kátia Gross Barboza

CRM 62.155

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Saíram meus resultados (tenho 35 anos):

OBS: Fiz diversos exames, mas acredito que só interesse esses para o tópico.

OBS2: Acredito que os valores estão bons ainda para entrar numa trt, apesar de alguns sintomas mais leves.

TESTOSTERONA :394.0 ng/dL
  Metodo: Eletroquimioluminescencia
  Valores de Referencia: Masculino   - 220 a 819 ng/dL
                         Feminino    -   3 a  63 ng/dL
                         Pre-Puberal -   Ate  32 ng/dL
TESTOSTERONA BIODISPONIVEL :219 ng/dL
  Metodo: Calculo baseado nos niveis de Testosterona Total e SHBG
  Valores de Referencia: Feminino  - Ate 25 ng/dL
                         Masculino - 140 a 400 ng/dL
  Nota: Em  casos  de  valores  de  Testosterona Total abaixo  ou  acima da
  linearidade do metodo, ou seja, valores inferiores a 2 ng/dL e superiores 
  a 1500 ng/dL, nao e possivel o calculo da Testosterona Biodisponivel.       
      
TESTOSTERONA LIVRE :323,7 pmol/L
  Metodo: Calculo baseado nos niveis de Testosterona Total e SHBG.    
  Valores de Referencia:  Feminino -    2 a  45 pmol/L.               
                          Masculino - 131 a 640 pmol/L.                       
                                                                    
  
  Nota: Em  casos  de valores de  Testosterona Total  abaixo  ou  acima  da
  linearidade do metodo, ou seja, valores inferiores a 2 ng/dL e superiores
  a 1500 ng/dL, nao e possivel o calculo da Testosterona Livre.               
       
SHBG
GLOBULINA LIGADORA DO HORMONIO SEXUAL :25 nmol/L
  Metodo: Ensaio imunoenzimatico por Eletroquimioluminescencia
  Valores de Referencia: Feminino  - 17 a 125 nmol/L
                         Masculino - 16 a  76 nmol/L
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