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  1. Saiba mais sobre o Caratê Shidokan, a ‘arte das mãos vazias’ *Há 20 anos, todo garoto conservava um brilho mágico no olhar ao falar das Artes Marciais Orientais. Sejam por suas filosofias, mistérios de um passado remoto e suas quase religiões, alimentadas pela promessa de uma iluminação conquistada através da invencibilidade propagada por tais artes. Isso até o UFC ser criado e acabar com a festa, pois a grande maioria destas artes caiu em descrédito. O Caratê foi uma delas e precisou que um carateca baiano, radicado em Belém do Pará, conquistasse o cinturão da maior organização de MMA do planeta para recapturar a credibilidade da “arte das mãos vazias”. Contudo, se você é um praticante do Muay Thai, Kickboxing, Wrestling ou Jiu-Jitsu e ainda não está convencido do poder desta arte, deveria se por a par das competições de MMA promovidas pelos dirigentes do Caratê Shidokan. O estilo de Caratê Shidokan é como um desdobramento do Kyokushin, mas é também a resposta mais completa do Caratê aos críticos das Artes Marciais tradicionais. As duas primeiras rodadas de cada luta são realizadas sob as regras do Caratê de contato: socos no tronco, chutes nas coxas e cabeça, varreduras e técnicas que levam ao nocaute. Se ninguém é eliminado, os mesmos competidores partem então para as duas rodadas seguintes, já com luvas de 12 onças e sob as regras do Muay Thai. Se ninguém é nocauteado ou eliminado por inferioridade técnica ou pelos juízes, eles partem para as duas rodadas finais calçando luvas de cinco onças e são acrescidas técnicas de lutas de chão às outras disputadas nas rodadas anteriores, ou seja, a disputa agora é de MMA. Esse é um verdadeiro “Triatlon” das Artes Marciais e estas são as principais competições do “Caratê de Contato” na atualidade. O paraense Lyoto Machida, ex-campeão do UFC, é um dos maiores expoentes do Caratê no MMA (Foto UFC) Eddie Yoshimura, um faixa-preta do quinto grau em Caratê Shidokan, viaja por todo o mundo contribuindo na formação de alguns dos lutadores mais bem ranqueados do planeta. Assim como se concentra no trabalho com seus próprios alunos, a fim de torná-los profissionais. Shonie Carter, lutador de classe mundial e ex-competidor do UFC, chegou a alternar sua participação em eventos de MMA com as do Shidokan. Certa ocasião, Shonie foi levado a nocaute em um evento do Shidokan, após ter vencido Adrian Serrano na noite anterior durante o UFC 26, em Ioha, EUA. Posteriormente, Shonie obteve sua revanche em um evento do Shidokan televisionado pela ESPN. Ao ser questionado se era mais complicado competir no MMA ou Shidokan, ele respondeu que tinha paixão por ambos. Até mesmo Royce Gracie se disse impressionado com os eventos do Shidokan. Na ocasião em que foi convidado especial da competição, Royce comparou os participantes aos “Tough Guys” e acrescentou ainda que em uma rodada alguns lutadores foram atingidos mais vezes que vários dos competidores nos primeiros shows do UFC, os quais ele se fez presente como competidor. Mas se engana quem pensa que essa movimentação toda está restrita aos EUA, o Shidokan está presente em mais de 25 países, incluindo o Brasil, todos regidos pela Associação Mundial de Caratê Shidokan. Já foram realizados eventos no Korakuen Hall, em Tóquio, no Japão, estádio famoso por abrigar shows de MMA naquele país, bem como eventos em comemoração ao fundador do Shidokan Yoshiji Soeno, oriundo do Caratê Kyokushin de Masutatsu Oyama. O Kancho (fundador) Yoshiji Soeno também competiu em Kickboxing. No Brasil, Marcelo Cerqueira, da cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, vem realizado um belo trabalho. Obviamente, são realizadas prioritariamente competições tradicionais do Caratê de contato, contudo, assim como alguns dirigentes do Shidokan souberam capitalizar em cima do enorme boom do Kickboxing em décadas passadas, o fazem atualmente com o MMA, mostrando que o Caratê está inserido na evolução do esporte. Fonte: www.tatame.com.br
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