Postado 3/04/2024 às 23:57 04/3, 2024 Em 03/04/2024 em 14:39, Gabriellsmgse disse: Durante os últimos meses eu estava queixando pra minha esposa sobre ela estar com a testo baixa alguns sintomas que ela apresentava. - Baixa libido (Quase nunca queria sexo) - Cansaço excessivo - Falta de memoria - Ganho de gordura mesmo comendo pouco Tudo apontava isso ai levei ela para fazer exame, e como eu imaginava testo baixa Resultado deu 2 ng/dl É absurdo de baixo para uma mulher de 25 anos, eu eu faço o uso recorrente de durateston aplico 2ml que dá 500mg por semana. Eu apliquei nela 0,2ml que vai dar 50mg a cada 15 dias Minha duvida é se 50mg a cada 15 dias pode ser muito Apesar disso tudo melhorou nosso casamento ta renovado kkkkkkkkkk Para de injetar qualquer hormônio ou pensar em dar hormônio pra mulher. Quer ajudar ela? Primeiro passo eh dieta, treino e cardio. Esses 3 itens vão dar um baita up na testo dela. Testo não fica igual o dia todo, tem picos. Na hora que mediu não havia nada, não significa que necessariamente ela não produza mais e precise de reposição, ainda mais com 25 anos. Primeiro melhore a qualidade de vida dela, depois vc percebe se melhorou o apetite sexual. Egoísta pra kct oque vc fez.
Postado 4/04/2024 às 01:03 04/4, 2024 Em 03/04/2024 em 14:39, Gabriellsmgse disse: Durante os últimos meses eu estava queixando pra minha esposa sobre ela estar com a testo baixa alguns sintomas que ela apresentava. - Baixa libido (Quase nunca queria sexo) - Cansaço excessivo - Falta de memoria - Ganho de gordura mesmo comendo pouco Tudo apontava isso ai levei ela para fazer exame, e como eu imaginava testo baixa Resultado deu 2 ng/dl É absurdo de baixo para uma mulher de 25 anos, eu eu faço o uso recorrente de durateston aplico 2ml que dá 500mg por semana. Eu apliquei nela 0,2ml que vai dar 50mg a cada 15 dias Minha duvida é se 50mg a cada 15 dias pode ser muito Apesar disso tudo melhorou nosso casamento ta renovado kkkkkkkkkk Mano, pra quê você foi fazer isso?! Testo em mulher não se aplica nunca. Sinceramente, por que não procurou um médico?! Já pensou que o estrogênio não seria uma melhor escolha?! Como já disseram aqui, isso foi de um egoísmo enorme.
Postado 4/09/2026 às 15:40 09/4, 2026 Tá que essa postagem tem dois anos mas achei interessante essa interação aqui. A maioria das respostas são o puro suco da histeria de fórum. Entendo o terrorismo para evitar que leigo faça merda, mas o custo disso é espalhar desinformação.Existe sim protocolo seguro de testosterona injetável para mulher, o segredo é a via subcutânea e a matemática da microdose. Usando Propionato (100 mg/mL) em uma seringa de 30 UI para ter precisão absoluta, fala-se de microdoses aplicadas a cada 2 ou 3 dias, respeitando a meia-vida curta da droga (somando de 3 a 7 mg por semana) e jamais 'mLs' inteiros.Fracionar a dose certa na gordura entrega estabilidade, 100% de absorção e zero risco de contaminação cruzada para a família, algo que o gel não garante. Menos alarde moral e mais matemática básica
Postado 5/09/2026 às 15:01 09/5, 2026 A resposta foi: "O primeiro ponto é ter cautela com o uso de testosterona em mulheres. Não seria uma estratégia para simplesmente acrescentar testosterona a qualquer protocolo feminino; ela precisa ter uma indicação e um objetivo bem definidos, principalmente considerando a possibilidade de efeitos androgênicos e alguns sinais de virilização potencialmente irreversíveis. Dito isso, nos casos em que existe necessidade de trabalhar com doses muito baixas de testosterona injetável, a diluição é uma estratégia possível justamente para facilitar a mensuração, já que as apresentações comerciais possuem concentrações muito altas para as doses utilizadas em mulheres.A lógica que você trouxe é interessante. Nesse exemplo, 0,17 mL de enantato a 250 mg/mL corresponde a 42,5 mg. Adicionando essa quantidade a aproximadamente 10 mL de Masteron, a concentração de testosterona fica próxima de 4,2 mg/mL. Assim, 0,6 mL da mistura forneceria aproximadamente 2,5 mg de enantato de testosterona junto aos 60 mg de drostanolona. Então, matematicamente, o raciocínio está coerente e torna muito mais fácil mensurar uma quantidade tão pequena de testosterona.Essa estratégia pode ser utilizada, por exemplo, quando existe indicação de testosterona e a paciente não se adapta bem à via transdérmica. Outro cenário possível é uma paciente que chega utilizando uma quantidade muito elevada de testosterona e na qual se pretende fazer uma redução importante da exposição; uma pequena quantidade de testosterona na mistura pode ser utilizada durante essa transição para tornar a queda androgênica mais gradual.A principal ressalva é que o Masteron não deve ser encarado simplesmente como um diluente. Se a paciente recebe 0,6 mL de drostanolona a 100 mg/mL, estamos falando de 60 mg/semana de um androgênio, e essa exposição precisa fazer sentido dentro do protocolo. Também é importante acompanhar a exposição androgênica total e possíveis sinais como acne, oleosidade, queda de cabelo, aumento de pelos, alterações menstruais, clitoromegalia e principalmente alteração da voz. Então, sim, a diluição pode ser uma ferramenta interessante quando existe indicação para trabalhar com uma dose muito pequena de testosterona, mas a decisão não deve partir apenas da facilidade de mensuração: primeiro precisa existir uma razão para utilizar testosterona naquela mulher e, depois, definir a forma mais adequada de administrá-la."
Postado 5/09/2026 às 15:53 09/5, 2026 Em 04/09/2026 em 12:40, Dr Pablo Pascoal disse:Tá que essa postagem tem dois anos mas achei interessante essa interação aqui. A maioria das respostas são o puro suco da histeria de fórum. Entendo o terrorismo para evitar que leigo faça merda, mas o custo disso é espalhar desinformação.Existe sim protocolo seguro de testosterona injetável para mulher, o segredo é a via subcutânea e a matemática da microdose. Usando Propionato (100 mg/mL) em uma seringa de 30 UI para ter precisão absoluta, fala-se de microdoses aplicadas a cada 2 ou 3 dias, respeitando a meia-vida curta da droga (somando de 3 a 7 mg por semana) e jamais 'mLs' inteiros.Fracionar a dose certa na gordura entrega estabilidade, 100% de absorção e zero risco de contaminação cruzada para a família, algo que o gel não garante. Menos alarde moral e mais matemática básicaTesto em mulher é uma merda Editado 5/09/2026 às 15:53 09/5, 2026 por Rambaoretorno
Postado 6/09/2026 às 17:10 09/6, 2026 Em 05/09/2026 em 12:01, Iron Katsu disse:A resposta foi: "O primeiro ponto é ter cautela com o uso de testosterona em mulheres. Não seria uma estratégia para simplesmente acrescentar testosterona a qualquer protocolo feminino; ela precisa ter uma indicação e um objetivo bem definidos, principalmente considerando a possibilidade de efeitos androgênicos e alguns sinais de virilização potencialmente irreversíveis. Dito isso, nos casos em que existe necessidade de trabalhar com doses muito baixas de testosterona injetável, a diluição é uma estratégia possível justamente para facilitar a mensuração, já que as apresentações comerciais possuem concentrações muito altas para as doses utilizadas em mulheres.A lógica que você trouxe é interessante. Nesse exemplo, 0,17 mL de enantato a 250 mg/mL corresponde a 42,5 mg. Adicionando essa quantidade a aproximadamente 10 mL de Masteron, a concentração de testosterona fica próxima de 4,2 mg/mL. Assim, 0,6 mL da mistura forneceria aproximadamente 2,5 mg de enantato de testosterona junto aos 60 mg de drostanolona. Então, matematicamente, o raciocínio está coerente e torna muito mais fácil mensurar uma quantidade tão pequena de testosterona.Essa estratégia pode ser utilizada, por exemplo, quando existe indicação de testosterona e a paciente não se adapta bem à via transdérmica. Outro cenário possível é uma paciente que chega utilizando uma quantidade muito elevada de testosterona e na qual se pretende fazer uma redução importante da exposição; uma pequena quantidade de testosterona na mistura pode ser utilizada durante essa transição para tornar a queda androgênica mais gradual.A principal ressalva é que o Masteron não deve ser encarado simplesmente como um diluente. Se a paciente recebe 0,6 mL de drostanolona a 100 mg/mL, estamos falando de 60 mg/semana de um androgênio, e essa exposição precisa fazer sentido dentro do protocolo. Também é importante acompanhar a exposição androgênica total e possíveis sinais como acne, oleosidade, queda de cabelo, aumento de pelos, alterações menstruais, clitoromegalia e principalmente alteração da voz. Então, sim, a diluição pode ser uma ferramenta interessante quando existe indicação para trabalhar com uma dose muito pequena de testosterona, mas a decisão não deve partir apenas da facilidade de mensuração: primeiro precisa existir uma razão para utilizar testosterona naquela mulher e, depois, definir a forma mais adequada de administrá-la."A primeira parte da mensagem, que é a mais interessante deste contexto, não está disponível.... mandei ela antes desta primeira colaboração neste tópico... uma pena!
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