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Mechant

Existe relação entre o índice glicêmico dos alimentos e o ganho de gordura?

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Eu já levei um quoted de alguém aqui dizendo que não existe tal relação; já li em alguns lugares daqui também. Em outros, vejo a questão sendo levada a sério e pessoas evitando alimentos com um alto IG. Então, qual é o correto?

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32 minutos atrás, Mechant disse:

Eu já levei um quoted de alguém aqui dizendo que não existe tal relação

Não há. Ganho de gordura depende apenas de existência de superávit calórico.

 

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Em indivíduos com bom controlo metabólico, e sem resistência à insulina, o índice glicemico nada tem que ver com ganho de gordura.

 

Em pessoas com resistência à insulina, dieta low carb ou melhor controlo do índice glicemico, pode ajudar, sim.

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1 hora atrás, Mechant disse:

Eu já levei um quoted de alguém aqui dizendo que não existe tal relação; já li em alguns lugares daqui também. Em outros, vejo a questão sendo levada a sério e pessoas evitando alimentos com um alto IG. Então, qual é o correto?

 

Indiretamente acho que existe sim, já que ao ingerir alimentos com alto IG, o organismo libera grandes quantidades de insulina para tentar manter os níveis de glicose no sangue dentro de limites normais. Esse aumento contribui para uma MENOR sensação de saciedade após as refeições, o que pode levar a pessoa a comer mais, com isso favorecer o ganho de gordura.

 

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1 hora atrás, mpcosta82 disse:

Não há. Ganho de gordura depende apenas de existência de superávit calórico.

 

Uma pessoa usando das calorias de manutenção ao ingerir uma “bomba calórica”, causaria um alto na taxa de açúcar do sangue e consequentemente a insulina entraria para se livrar disso é manter a homeostase. Vamos supor que a pessoas estivesse em repouso e com suas reservas de glicogênio no fígado e músculo estivessem no máximo; o excesso energético não seria depositado nas células adiposas? Mesmo que fossem acessados mais tarde novamente e retornassem como energia.

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6 minutos atrás, Mechant disse:

Uma pessoa usando das calorias de manutenção ao ingerir uma “bomba calórica”, causaria um alto na taxa de açúcar do sangue e consequentemente a insulina entraria para se livrar disso é manter a homeostase. Vamos supor que a pessoas estivesse em repouso e com suas reservas de glicogênio no fígado e músculo estivessem no máximo; o excesso energético não seria depositado nas células adiposas? Mesmo que fossem acessados mais tarde novamente e retornassem como energia.

Sim. Esse é o fundamento para a dieta low carb. Mas, na prática, o que interessa é a contagem calórica ao longo do dia. Agora, quem tem resistência à insulina, pode ter maior dificuldade em perder peso, e aí a dieta low carb ou dieta com controlo mais rigoroso do índice glicemico, pode ajudar.

 

Mas quem tem boa sensibilidade à insulina, o que interessa mesmo, é a contagem calórica ao final do dia.

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2 horas atrás, mpcosta82 disse:

Não há. Ganho de gordura depende apenas de existência de superávit calórico.

 

E alimentos com baixo IG ajudam na sensibilidade a insulina em um off. Certo mestre?

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1 hora atrás, Mechant disse:

Uma pessoa usando das calorias de manutenção ao ingerir uma “bomba calórica”, causaria um alto na taxa de açúcar do sangue e consequentemente a insulina entraria para se livrar disso é manter a homeostase. Vamos supor que a pessoas estivesse em repouso e com suas reservas de glicogênio no fígado e músculo estivessem no máximo; o excesso energético não seria depositado nas células adiposas? Mesmo que fossem acessados mais tarde novamente e retornassem como energia.

 

Podem haver flutuações no acúmulo e no consumo de gordura ao longo do dia; mas, no final das contas, o que vale é o saldo calórico.

 

Sobre excesso energético ser depositado nas células adiposas: o corpo não converte carboidrato em gordura em condições normais. Para isso ocorrer, é necessário que os estoques de glicogênio do corpo todo estejam no máximo (fígado e massa muscular) e o indivíduo consuma, apenas em carboidratos e proteínas, uma quantidade de calorias acima do gasto calórico.

 

O que ocorre normalmente em uma dieta com excedente calórico e com alto carboidrato é a utilização de carboidrato como fonte de energia e o acúmulo da gordura proveniente da dieta nas células adiposas.

 

O corpo usa preferencialmente como combustível a energia proveniente da dieta. Se você consome mais carboidratos, ele usa mais carboidratos. Se consome mais gordura, ele usa mais gordura. A preferência sempre vai ser pelo carboidrato (glicose) - na falta desse ele passa a utilizar mais gordura. 

 

De qualquer forma, o que eu falei acima é o que vale - saldo calórico é o que define se você vai ganhar peso (energia excedente, mais peso) ou perder (déficit de energia, menos peso).

 

Falaram mais acima sobre saciedade. Saciedade não está diretamente ligada ao IG (lembro de um estudo que comparou IG com um "índice de saciedade" e não encontrou correlação direta; o alimento com maior saciedade dentre os estudos foi batata inglesa, que possui um IG razoavelmente alto); mas é óbvio que consumir açúcares simples em quantidade grande não é uma boa estratégia, pois estes são muito pouco saciantes. Não tem relação direta com o IG - um brigadeiro tem IG menor do que um pão francês (porque o brigadeiro tem açúcar, que é metade glicose e metade frutose, enquanto o pão é basicamente apenas glicose), e é muito menos saciante.

 

44 minutos atrás, Cesar4301 disse:

E alimentos com baixo IG ajudam na sensibilidade a insulina em um off. Certo mestre?

Talvez, mas isso não tem muita importância - sensibilidade à insulina é um problema em obesos e sedentários. Se você não se encaixa neste quadro, não tem muito o que fazer em relação à sensibilidade à insulina (o fator genético vai determinar largamente a sua sensibilidade à insulina). Pode eventualmente fazer algumas adaptações na dieta; o Lyle fala no artigo abaixo sobre o assunto com muito mais propriedade do que eu.

 

https://bodyrecomposition.com/fat-loss/insulin-sensitivity-and-fat-loss.html/

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