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Johnn

Como você vê seu futuro?

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Acabei de ver esse vídeo. É um canal onde o cara deixou tudo e foi viver no mato. Digamos assim...

 

É mais ou menos o que eu penso em fazer.

Claro que com algumas diferenças. Pois pretendo trabalhar e etc.

Fiquei curioso em saber como vocês enxergam o futuro.

Esposa? Filhos? Cidade? Litoral? Fazenda?

 

 

 

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Visitante Flex W.

Pelo menos nesse gelo não tem pernilongo 

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13 horas atrás, Johnn disse:

 

Acabei de ver esse vídeo. É um canal onde o cara deixou tudo e foi viver no mato. Digamos assim...

 

 

Isso para mim é o ideal seria a liberdade plena, só que existe uma ordem de importância como família e a própria violência do nosso país. Eu gosto de ver programas que tem passado na tv a cabo mostrando que este movimento vem crescendo nos EUA, muita gente tem adotado este estilo de vida. Saem do maldito sistema, isto para mim é fazer a própria revolução. Alguns depois de muitos anos vivendo na cidade e percebendo o quanto isto é degradante, seja no plano mental, quanto no físico e no espiritual mudam radicalmente de vida. Imagino que só de não precisar olhar mais para o relógio fazer tudo no seu próprio tempo, já seria fantástico.

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Eu não gosto muito de falar sobre meus planos, parece desperdício de energia e tenho a impressão de que quando a gente fala, não acontece, ou pelo menos fica mais difícil ou perde o valor pra si.

 

Mas depois dos meus planos de carreira, me vejo morando num sítio grande, com animais, apenas pelo prazer de ter eles por perto. Muitos cães, eu sou louco por cães, eu gostaria de ter um felino grande (uma onça preta ou um tigre), mas como pretendo morar no Brasil, parece meio inviável. Penso em ter uma esposa amiga, parceira, uma pessoa boa, aquela que será mãe de meus pelo menos 5 filhos. Quero que meu pai e minha mãe morem perto, e que eu possa dar uma vida boa pra eles.

Quero uma casa onde eu possa receber visita de toda minha gigantesca família (mais de 20 tios, imagina o resto). Basicamente isso, não vejo luxo como algo necessário, roupas, móveis e carros caros. Me considero simples, meu carro dos sonhos é um Camaro preto e não sonho com mansão. Também gostaria de retribuir e realizar o sonho de todos que eu considero família. E gostaria de ter minha irmã, que hoje tem 8 anos, sempre por perto.

 

Acho que acabei definindo o que eu conheço por "felicidade". Não deixa de ser uma meta.

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Mesmo sabendo que não vai acontecer, a longo prazo me vejo forte, denso, 'seco' e saudável, com meus 75kg que é o objetivo para vida no esporte, gostaria de crescer nem que só mais 5cm (impossível [emoji23] [emoji23] [emoji23] [emoji109] ) e ter um(ou mais) bons empregos e ganhe bem pra me manter no esporte.

Gostaria também de ter minha casa e gym própria.

Em relação a relacionamentos, nem me atrevo a falar porque sou um fracasso nesse sentido.

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Visitante
16 minutos atrás, Jornal disse:

Mesmo sabendo que não vai acontecer, a longo prazo me vejo forte, denso, 'seco' e saudável, com meus 75kg que é o objetivo para vida no esporte, gostaria de crescer nem que só mais 5cm (impossível emoji23.pngemoji23.pngemoji23.pngemoji109.png ) e ter um(ou mais) bons empregos e ganhe bem pra me manter no esporte.

Gostaria também de ter minha casa e gym própria.

 

Em relação a relacionamentos, nem me atrevo a falar porque sou um fracasso nesse sentido.

Se vc não acreditar só um milagre pra te ajudar

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Se vc não acreditar só um milagre pra te ajudar

Devemos ter um meio termo em relação aos sonhos e a realidade, eu procuro ser ao máximo realista e faço o possível para não me iludir, eu prefiro acreditar que é impossível do que me fazer de [email protected]

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Visitante
1 minuto atrás, Jornal disse:

Devemos ter um meio termo em relação aos sonhos e a realidade, eu procuro ser ao máximo realista e faço o possível para não me iludir, eu prefiro acreditar que é impossível do que me fazer de [email protected]

Já eu acho que devemos sonhar, mirar no extraordinário e na perfeição, mas ser tão realista a ponto de fazer tudo o possível pra chegar lá.

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3 horas atrás, Norton disse:

 

Isso para mim é o ideal seria a liberdade plena, só que existe uma ordem de importância como família e a própria violência do nosso país. Eu gosto de ver programas que tem passado na tv a cabo mostrando que este movimento vem crescendo nos EUA, muita gente tem adotado este estilo de vida. Saem do maldito sistema, isto para mim é fazer a própria revolução. Alguns depois de muitos anos vivendo na cidade e percebendo o quanto isto é degradante, seja no plano mental, quanto no físico e no espiritual mudam radicalmente de vida. Imagino que só de não precisar olhar mais para o relógio fazer tudo no seu próprio tempo, já seria fantástico.

 

Esses tempos atrás assisti esses programas e tava pensando a mesma coisa. Acho que essa vida "moderna" faz com que muitas pessoas acabem acumulando muitas responsabilidades, sendo que a grande maioria delas são fúteis. Claro que é legal ter um carro bom, uma casa boa, um corpo legal, mas o quão longe vale a pena ir pra conseguir isso? Vale a pena você não dar atenção para sua esposa, não ver seus filhos crescerem, ficar a semana inteira esperando pela sexta (ou até mesmo o sábado)?

 

Outra situação é que pra conseguir bastante dinheiro as pessoas acabam deixando muitos valores pra trás. Eu acho que isso são as coisas mais importantes do homem, sem sombra de dúvidas. Infelizmente esse sistema falho em que vivemos exige que muitos acabem agindo de forma ilícita para conseguir até mesmo se manter no mercado. Eu vou citar minha profissão, por exemplo: todo mundo trabalha errado. Tem licenciado trabalhando em academias, tem acadêmico dando aula de personal, tem personal prescrevendo dieta/anabols. Eu apesar de tudo sempre tentei agir dentro do que eu considero certo, por mais que eu tenha perdido muita oportunidade de ganhar dinheiro com personal e acelerar minha carreira. Mas acho que no momento que você abre mão do seu valor por dinheiro, você está provando que o que você acredita não vale nada.

 

Então no futuro eu pretendo viver de forma confortável com minha esposa. Não tenho a ambição de ter uma quantidade exagerada de dinheiro mas quero ser um bom profissional e ser reconhecido por isso. Quero também poder encontrar uma forma de ajudar as pessoas a se conscientizar das melhores maneiras de melhorar seu corpo de forma saudável. Até por isso que estou frequentando mais o fórum. As vezes a gente pensa que não está fazendo nada de mais, mas um post nosso pode provocar uma mudança de pensamento numa pessoa, e caso nosso argumento seja forte o suficiente para ela pode gerar uma ação. Foi por causa de tópicos e posts antigos do Iceman, Shapudo, Danilo Z, danilorf, craw69 que me interessei pelos treinos "padrão fórum hipertrofia.org". Na época nem estava cursando educação física, mesmo assim posso garantir que pequena parte do que sou como profissional se deve à isso. Espero que no futuro eu possa contribuir da mesma forma.

Editado por hylian (veja o histórico de edições)

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3 horas atrás, Norton disse:

 

Isso para mim é o ideal seria a liberdade plena, só que existe uma ordem de importância como família e a própria violência do nosso país. Eu gosto de ver programas que tem passado na tv a cabo mostrando que este movimento vem crescendo nos EUA, muita gente tem adotado este estilo de vida. Saem do maldito sistema, isto para mim é fazer a própria revolução. Alguns depois de muitos anos vivendo na cidade e percebendo o quanto isto é degradante, seja no plano mental, quanto no físico e no espiritual mudam radicalmente de vida. Imagino que só de não precisar olhar mais para o relógio fazer tudo no seu próprio tempo, já seria fantástico.

 

nos 4min desse vídeo ele fala mais ou menos como tudo começou, da uma olhada:

 

 

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Pelo menos espero no futuro ser um coroa grisalho (se ficar careca sem stress), barbudo, tatuado, andando numa harley pra cima e pra baixo, sem filhos e evitando o stress ao máximo!!!

 

Para chegar la eu trabalho como um cavalo hoje!!!

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Visitante
1 hora atrás, planeta disse:

mirar alto mas ficar satisfeito se acertar mais baixo...  e continuar atirando, umma hora quem sabe acerta bem alto

Mais ou menos isso mesmo, mas eu diria pra ficar "feliz" ou "orgulhoso", nunca "satisfeito". Claro, é só o meu ponto de vista.

 

Arnold, apesar de não ter nada a ver com o que eu pratico, me inspirou muito. Essa parada de "fique orgulhoso mas nunca satisfeito" é dele, um pensamento monstro, que levo como filosofia de vida 

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1 hora atrás, cormaya disse:

 

nos 4min desse vídeo ele fala mais ou menos como tudo começou, da uma olhada:

 

 

 

O canal é muito bom. Tanto pra ter ideias de construção da sua "homestead" ou pra refletir a vida.

Ele colocou uma frase em um dos vídeos que achei muito boa:

 

Citar

“A lot of us are working harder than we want, at things we don't like to do. Why? In order to afford the sort of existence we don't care to live.” 
 Bradford Angier, On Your Own In The Wilderness

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1 hora atrás, hylian disse:

 

 

 

É por causa dessa correria toda do nosso cotidiano das cidades acabamos deixando de lado o que é mais importante na nossa vida, e são as pessoas. Perde-se o tempo até mesmo para a família, numa loucura de acumular mais e dar maior conforto para eles perde-se o que há de mais precioso o que não volta, o tempo. Na verdade a felicidade está nas pequenas coisas do cotidiano, não precisamos de muito. Mas a grande massa acaba se dando conta bem mais tarde na vida. As vezes a pessoa dedica a vida ao emprego, isto passa a ser o seu objetivo e quando não se está mais apto para trabalhar, seja por doença, ou velhice, acabam não se sentido mais úteis, não sabem mais lidar com o tempo que agora tem, caem em depressão e morrem.

 

O fato do homem ter evoluído tanto na área científica, e ter alterado demais o espaço onde vive tem nos tornado mentalmente doentes. Acredito que tem algo de especial na própria natureza. E faz muita falta a ausência deste contato, talvez uma fração da nossa humanidade tenha com isso se perdido. Nos povos primitivos que sobraram podemos ver o que é realmente viver em comunidade. Cada um precisa se ajudar se não ninguém sobrevive se o clima é hostil. Então não existe essa de desrespeitar os mais velhos, você aprende desde pequeno, que deve sua vida aos anciãos, pois no passado cooperaram para sua sobrevivência. Ninguém fica para traz ou é deixado de lado porque lhe falta o vil metal, você acompanhou, andou junto, conhece e compreende o outro. O egoísmo não tem chance quando a natureza é cruel. São valores introjetados e passados sem que precisem ser escritos, ou forçados. Você ajuda o próximo e recebe em dobro. A felicidade está no reencontro na própria sobrevivência, amar o próximo como a si mesmo esta é a lei.

1 hora atrás, cormaya disse:

 

nos 4min desse vídeo ele fala mais ou menos como tudo começou, da uma olhada:

 

 

Realmente o canal parece ser bom, não tenho muita facilidade com inglês, mas dá para te uma idéia com a legenda.

Editado por Norton (veja o histórico de edições)

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Visitante Flex W.

Quando eu curtia uma depressão brava em 2007 eu sonhava em morar no mato rachar lenhas dormir numa choupana e tudo mais até eu imaginar que nem limpeza denttaria eu teria e provavavelmente estaria banguelo kkk

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22 horas atrás, Thelastboss disse:

Mais ou menos isso mesmo, mas eu diria pra ficar "feliz" ou "orgulhoso", nunca "satisfeito". Claro, é só o meu ponto de vista.

 

Arnold, apesar de não ter nada a ver com o que eu pratico, me inspirou muito. Essa parada de "fique orgulhoso mas nunca satisfeito" é dele, um pensamento monstro, que levo como filosofia de vida 

satisfeito foi a palavra errada...  por isso o continuar atirando que coloquei depois

 

satisfeito quis dizer em aceitar aquele resultado, sem se decepcionar.... o continuar atirando de certa forma indicaria isso

 

satisfeito se pareceu deixxar de tentar, nao foi oq eu pensei

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Visitante
3 minutos atrás, planeta disse:

satisfeito foi a palavra errada...  por isso o continuar atirando que coloquei depois

 

satisfeito quis dizer em aceitar aquele resultado, sem se decepcionar.... o continuar atirando de certa forma indicaria isso

 

satisfeito se pareceu deixxar de tentar, nao foi oq eu pensei

Entendi oq vc quis dizer... só se confundiu na palavra, mas disse a mesma coisa 

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Em quinta-feira, 8 de setembro de 2016 at 01:24, Flex W. disse:

Quando eu curtia uma depressão brava em 2007 eu sonhava em morar no mato rachar lenhas dormir numa choupana e tudo mais até eu imaginar que nem limpeza denttaria eu teria e provavavelmente estaria banguelo kkk

 

Até os dentes e a formação da arcada dentária tem ligação com a dieta, se for baseada em carne e gordura dificilmente teria cáries, mesmo não escovando os dentes. O artigo abaixo é um pouco longo mas muito interessante, no outro tópico sobre saúde dentária parece que ninguém nem leu, mas tem haver também com este.

 

Spoiler

O metrô de Nova Iorque, tempos atrás, cooperou com a secretaria da saúde deixando bem visível um cartaz com os seguintes dizeres:
 

PARA DENTES SAUDÁVEIS
DIETA BALANCEADA com
SALADAS : FRUTAS : LEITE
ESCOVE OS DENTES
VISITE SEU DENTISTA REGULARMENTE
Shirley W. Wynne, M.D.
Secretária da Saúde


Durante o mesmo período as páginas das revistas e as ondas do rádios estavam repletas de propagandas alegando que uma pasta, um pó ou um antisséptico bucal poderiam alterar a química da boca de forma a prevenir as cáries, que um dente limpo nunca cria cáries, que um tipo especial de escova de dentes atinge todos os recantos, que uma marca particular de frutas, leite ou pão é rica em elementos para a saúde dentária. Havia dias de treinamento de escovação de dentes na escolas. Mães do país todo estavam xingando, persuadindo e subornando as crianças para que usassem estes preparados, comessem as comidas, e seguissem as regras que assegurariam a higiene bucal perfeita.

Ao mesmo tempo tempo surgiu uma declaração do Dr. Adelbert Fernald, curador do museu de história odontológica da Universidade de Harvard, de que ele vinha coletando moldes de dentição de americanos vivos, desde os esquimós mais próximos ao polo até a fronteira com o México. Os melhores dentes e as bocas mais saudáveis eram encontradas em pessoas que jamais beberam uma gota de leite desde que deixaram de ser amamentados e que jamais comeram nenhuma das coisas recomendadas no cartaz da secretaria de saúde de Nova Iorque. Estas pessoas, os esquimós, jamais usaram creme dental, pós para os dentes, antissépticos bucais, etc. Eles nunca fazem nenhum esforço para limpar os dentes ou a boca. Eles não visitam seu dentista duas vezes por ano, aliás não visitam nunca. E sua comida é exclusivamente carne. Carne, note-se, não é sequer mencionada no cartaz emitido pela Dra. Wayne.

Dentes muito superiores aos dos presidentes de nossas maiores companhias de creme dental são encontrados no mundo, atualmente, e têm existido há séculos, entre pessoas que violam cada preceito das propagandas atuais de dentifrícios. Nem todos vivem exclusivamente de carne; mas, baseado em extensa correspondência que tenho trocado com autoridades no assunto, a ausência completa de cáries em comunidades inteiras jamais existiu no passado e não existe atualmente, exceto entre pessoas cuja dieta é ou exclusivamente de carne ou na qual a carne é fortemente predominante.

Nossos experimentos em Bellevue lançaram uma luz sobre o assunto das cáries, mas a chave para a situação situa-se mais na ciência da antropologia. Eu agora lhes conto, na forma de amostra e de resumo, fatos de que tenho conhecimento pessoal em virtude de meu trabalho antropológico de campo.

Minha primeira missão antropológica veio do Museu Peabody da Universidade de Harvard; eu e John W. Hasting fomos mandados à Islândia em 1905. Nós achamos em um local um cemitério medieval que estava sendo destruído pelo mar. Crânios rolavam pela água na maré alta; na maré baixa, nós os recolhíamos e coletávamos dentes espalhados aqui e ali. À medida que o vento e as águas moviam a areia, achávamos mais e mais dentes até juntarmos um bom punhado. Mais tarde, obtivemos permissão para escavar o cemitério, e ao final trouxemos de volta para Harvard uma miscelânea de vários ossos que incluía 80 crânios e, como dito, muitos dentes soltos.

A coleção tem sido estudada por dentistas e antropólogos físicos sem que uma única cárie tenha sido descoberta em nenhum dos dentes.

Os crânios da coleção Hastings-Stefansson representam pessoas ascendência islandesa comum.  Não havia aborígenes naquela ilha quando os irlandeses as descobriram algum tempo antes do ano 700. Quando os noruegueses chegaram lá em 860, encontaram apenas os irlandeses. Estima-se hoje que a origem étnica dos islandeses seja 10 a 30% irlandesa, 40 a 50% norueguesa e o restante, talvez 10%, de origem escocesa, inglesa, sueca e dinamarquesa.

Nenhum dos povos cuja sangue veio a compor a etnia islandesa é racialmente imune às cáries, nem tampouco o são os islandeses modernos. Então por que os islandeses da idade média eram completamente imunes?

Uma análise de vários fatores tornou bem claro o fato de que sua comida os protegia das cáries na idade média. Os principais elementos eram peixe, ovelha, leite e derivados. Havia uma certa quantidade de carne de gado e pode ter havia um pouco de carne de cavalo, particularmente nos períodos iniciais do cemitério. Cereais eram pouco importantes e podem ter sido usados para fazer cerveja ou invés de mingaus. Pão era quase inexistente, assim como outros elementos do reino vegetal, nativos ou importados.

Minha mãe, que nasceu na costa norte da Islândia, lembrava de um período em meados do século 19 quando o pão era ainda tão raro quanto, digamos, o caviar é na Nova Iorque dos dias de hoje - ela experimentava pão apenas 3 ou 4 vezes por ano e em pequenos pedaços quando viajava com sua mãe. Quanto a ter pão em sua própria casa, era usado como um regalo para crianças que vinham visitá-los. A dieta era ainda substancialmente aquela da idade média, embora o uso de mingaus estivesse aumentando. Ela não lembra de jamais ter ouvido falar em dor de dente na sua infância, mas já lembra de ouvir relatos sobre esta dolorosa raridade em torno da época em que veio para a América em 1876. Mas logo após sua chegada aos EUA (estados de Wisconsin, Minnesota e Dakota) e Canadá (Nova Escócia e Manitoba), os colonos islandeses tornaram-se completamente familiarizados com a devastação das cáries. Eles desenvolveram dentes tão ruins como os dos americanos médios antes de 1900.

Assim, há pelo menos um caso de um povo do norte da Europa cuja imunidade às cáries (a julgar pela coleção de Hastings-Stefansson e relatos) chegava próxima a 100% por cerca de 1000 anos, até aproximadamente a época da Guerra Civil Americana. A dieta era fundamentalmente do reino animal. Agora que sua dieta tornou-se, tanto na América quanto na Islândia aproximadamente a mesma da média dos EUA e da Europa, os dentes dos islandeses presentam alta percentagem de cáries.

Eu entrei em contato com outro povo previamente sem dor de dentes quando me uni aos esquimós do rio Mackenzie em 1906. Alguns deles vinham consumindo comidas europeias em quantidades consideráveis desde 1889, e dores de dente e cáries estavam começando a aparecer, mas exclusivamente nas bocas daqueles que passaram a gostar das novas comidas trazidas pelos baleeiros ianques. Os esquimós de Mackenzie afirmavam que dor de dente e cáries eram desconhecidas na infância daqueles que se aproximavam da meia-idade, e havia muitos de todas as idades que permaneciam intocados por este problema: aqueles que seguiam integralmente a dieta esquimó tradicional. Aqui e em muitos outros lugares, isto significa 98 a 100% de origem animal. Há distritos, como partes de Labrador e o sudoeste e oeste do Alaska, onde mesmo antes da chegada dos europeus havia considerável uso de vegetais nativos; contudo, estes compreendiam não mais do que 5% das calorias anuais dos esquimós primitivos.

O Dr. Hirdlicka, curador de antropologia do Museu de História Natural em Washington, me escreve relatando que não conhece nenhum caso de cáries entre esquimós do presente ou do passado que permaneceram sem influência europeia. O Dr. S. G. Ritchie, da Universidade de Dalhousie, escreveu após estudar uma coleção de esqueletos coletados por Diamond Jenness em minha terceira expedição: “em todos os dentes examinados não há o menor traço de cáries”

Eu trouxe cerca de 100 crânios de esquimós, que morreram antes da chegada dos europeus, para o Museu de História Natural em Nova Iorque. Eles já foram examinados por muitos estudantes, mas nenhum sinal de cárie foi identificado até hoje.

O Dr. M. A. Pleasure examinou 283 crânios presumivelmente de esquimós pré-europeus no Museu Americano de História Natural. Ele achou uma pequena cárie em um dente; mas quando os registros foram checados, resulta que o colecionador, reverendo J. W. Chapman, do Concelho das Missões Episcopais, atualmente em Nova Iorque, havia enviado aquele crânio ao museu como sendo de um índio Athabasca, e não de um esquimó.

O escore, portanto, está zerado até o momento. Nenhum sinal de cárie jamais foi descoberto entre as pessoas daquele povo que mais completamente evita as comidas, os preceitos e as práticas recomendadas pela secretaria da saúde de Nova Iorque, pelos dentistas em geral, pelos técnicos que ensinam a escovar os dentes nas escolas e pelos publicitários dos fabricantes de dentifrícios.

 

 

IV

 

 


Quando falo em convenções de sociedades médicas, eu normalmente menciono este caso da higiene oral mais ou menos como descrito acima, mas em maior detalhe. Quando há contestação da plateia, esta normalmente vem na forma da alegação de que a saúde dentária dos povos primitivos decorre do fato de eles passarem mastigando comidas ásperas. A vantagem deste argumento para os dentistas, cujos melhores esforços falharam em salvar os seus dentes, é óbvia. Lhes dá uma desculpa. A partir desta doutrina ele pode construir o caso de que nem mesmo todo o seu cuidado, mesmo com o suporte de sua habilidade e ciência, pode salvar os dentes de uma geração que só consome comidas macias, que não exercitam os dentes e não friccionam as gengivas.

Mas é deploravelmente difícil enquadrar a antropologia nesta confortável desculpa dos dentistas. Dentre os melhores dentes encontrados no mundo das dietas mistas estão aqueles dos habitantes das ilhas do Mar do Sul, que ainda mantém suas dietas nativas. Condições similares ou melhores são descritas, por exemplo, nos habitantes do Hawaii pelos primeiros visitantes. Mas você pode imaginar um exemplo pior para os defensores da hipótese da mastigação de comidas ásperas? A comida animal que estas pessoas consomem é essencialmente peixe, e os peixes são macios para os dentes, cozidos ou crus. Entre os principais elementos vegetais estava o poi, uma espécie de sopa ou mingau. Há ainda as batatas doces.

Seria difícil achar um novaiorquino ou um parisiense que não mastigasse mais ou usasse comida mais áspera do que um nativo dos Mares do Sul que, em sua dieta tradicional, atingia 97% de ausência de cáries, um recorde que nenhuma quadra da sofisticada Park Avenue pode sequer aproximar-se.

Nem tampouco os esquimós mastigam muito, quando comparados conosco. Quando sua comida é crua, pode ser consumida como uma ostra crua - escorrega pela garganta da mesma forma. Quando uma carne perfeitamente fresca é cozida, duas coisas determinam sua dureza: a idade do animal e a forma de preparo. O principal animal de caça dos esquimós do interior é o caribu. Um caribu jovem é rápido, e um caribu velho é lento como uma vaca. Assim, os lobos é que pegam os caribus velhos e desajeitados que ficam para trás quando a manada foge, e os esquimós raramente consomem um animal com mais do que 3 ou 4 anos de idade. Um caribu jovem desses tem carne macia, não importa como seja preparado.

Quanto às focas, não posso falar sobre suas idades, mas posso testemunhar após ajudar a comer milhares delas que sua carne nunca é dura - pelo menos não quando se compara com os bifes que às vezes se come nas casas do ramo em Nova Iorque.

E há ainda os esquimós que vivem praticamente exclusivamente de peixe. Como já disse, você nem os mastiga quando são crus, e não há muito o que mastigar quando são preparados por fervura. A única circunstância em que os peixes ficam realmente duros é quando são secos. Alguns esquimós usam peixe seco; outros não.

Em diferentes distritos há diferenças na quantidade de mastigação de diferentes esquimós, mas jamais foi relatado que os dentes dos que mastigavam mais fossem melhores. Aliás, como poderia haver diferença, se nenhum deles jamais desenvolve nenhuma cárie, não importa seu grau de mastigação?

Uma segunda linha de defesa dos defensores da teoria da mastigação é que, mesmo que os esquimós não mastiguem tanto a sua comida, ele mastigam peles de animais. O hábito de mascar peles é muito menos intenso do que você possa supor baseado no que foi dito por alguns tipos de escritores e mostrado em certos tipos de de filme. E, de qualquer forma, o hábito de mascar peles é essencialmente das mulheres, e não é fácil reconciliar com o pensamento científico moderno a ideia de que a mastigação da esposa possa preservar os dentes do marido.

Certa feita, em uma palestra para um grupo de médicos, eu me defrontei com mais um argumento. “Não era verdade que os esquimós empregam bastante os seus dentes em suas tarefas? Não era verdade que eles mordem madeira, marfim e metal para segurar, puxar, torcer, etc?” O melhor que pude pensar foi concordar que os esquimós de fato removem pregos com seus dentes, mas fazem isso porque têm bons dentes, e não que tenham bons dentes por que removem pregos.

Por vários motivos, os dentes de muitos esquimós gastam-se rapidamente. Eles em geral eles formam uma mordida perfeita, o que aumenta seu desgaste, enquanto nosso dentes tendem a se cruzar. Alguns esquimós secam peixes ou carne ao vento, a areia acaba se depositando, e isto deixa a carne um pouco como uma lixa. Ambos sexos, especialmente homens, usam seus dentes para morder materiais duros. Ambos sexos, mas especialmente as mulheres, usam seus dentes para amaciar as peles. Um desgaste severo dos dentes que chega até o canal tende a ocorrer cedo na idade adulta. O que ocorre, então, é narrado pelo Dr. Richie (a quem já citamos antes) com relação aos esquimós do Golfo da Coroação:

“Coincidindo com este desgaste extremo dos dentes, a polpas dentais assumiram suas funções com evidente sucesso. Dentina nova de boa qualidade formou-se para obliterar as câmaras pulpais e, em alguns casos, até mesmo os canais radiculares. Este novo crescimento de tecido saudável foi encontrado em todos os casos em que houve ameaça de acesso às câmaras pulpais devido ao desgaste. Portanto, não houve nenhum caso de destruição das polpas por infecção e consequentes abscessos alveolares, que são desconhecidos por aqui”

A total ausência de cáries para aqueles que vivem exclusivamente de carne é, portanto, um fato. A cessação do processo de decaimento dentário quando se passa de uma dieta mista para uma dieta de carne geralmente ocorre, talvez sempre ocorra. O restante do quadro não é tão claro.

Cáries foram encontradas nas múmias do Egito, do Peru e em nosso próprio sudoeste; Estes povos antigos comiam dietas mistas, e dependiam pesadamente de cereais. Seus dentes eram melhores que os nossos, embora bem piores que os dos esquimós. Se você deseja uma lei geral da odontologia, você poderia afirmar que os povos mais primitivos têm os melhores dentes. Você poderia ainda acrescentar que, em alguns casos, povos altamente vegetarianos, embora não atinjam a perfeição de 100% dos comedores de carne, conseguem, contudo, dentes muito bons quando comparados com os nossos.

O Projeto de Pesquisa em Saúde da Associação Havaiana de Plantadores de Açúcar debate se a mudança de dentes bons para dentes execráveis entre os polinésios de dieta mista foi causado por anos de consumo de cereais. Eu ainda não vi comentários deles sobre o (imagino) grande aumento do consumo de açúcar que coincidiu que a deterioração dos dentes dos havaianos.

Quanto à visão de que a dieta é o principal fator em salvar os dentes, os antropólogos têm ganho apoio de experimentos conduzidos em instituições e por pesquisadores individuais. Alguns dentistas estão contribuindo nobremente com as pesquisas e com uma campanha de educação, que parece destinada a diminuir sua  renda. Mas não consegui identificar tal desapego por parte dos fabricantes de dentifrícios.

Uma doença bucal séria, depois das cáries, é a piorreia. Quem olha rapidamente não consegue ver as marcas no esqueleto humano; mas parece no mínimo provável que os islandeses medievais, os esquimós e outros que deixaram dentes livres de cáries, fossem livres também de piorreia. Da mesma forma, investigadores modernos constataram que esquimós vivendo com seus alimentos nativos têm excelentes condições de saúde oral, e portanto ausência de piorreia.

 

http://www.lowcarb-paleo.com.br/2012/12/a-dieta-dos-esquimos-aventuras.html

 

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Queria deixar aqui esta palestra sensacional de um ecologista que dedicou a vida para tentar salvar o planeta da desertificação, da alteração climática e da fome. A solução seria contraditória, porém bem mais simples e econômica do que se pensava. E deveu-se a reflexão e aprendizagem baseada na história dos nossos ancestrais, os povos primitivos. Está traduzido basta ativar a legenda.

 

 

Editado por Norton (veja o histórico de edições)

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9 horas atrás, Norton disse:

 

Até os dentes e a formação da arcada dentária tem ligação com a dieta, se for baseada em carne e gordura dificilmente teria cáries, mesmo não escovando os dentes. O artigo abaixo é um pouco longo mas muito interessante, no outro tópico sobre saúde dentária parece que ninguém nem leu, mas tem haver também com este.

 

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O metrô de Nova Iorque, tempos atrás, cooperou com a secretaria da saúde deixando bem visível um cartaz com os seguintes dizeres:
 

PARA DENTES SAUDÁVEIS
DIETA BALANCEADA com
SALADAS : FRUTAS : LEITE
ESCOVE OS DENTES
VISITE SEU DENTISTA REGULARMENTE
Shirley W. Wynne, M.D.
Secretária da Saúde


Durante o mesmo período as páginas das revistas e as ondas do rádios estavam repletas de propagandas alegando que uma pasta, um pó ou um antisséptico bucal poderiam alterar a química da boca de forma a prevenir as cáries, que um dente limpo nunca cria cáries, que um tipo especial de escova de dentes atinge todos os recantos, que uma marca particular de frutas, leite ou pão é rica em elementos para a saúde dentária. Havia dias de treinamento de escovação de dentes na escolas. Mães do país todo estavam xingando, persuadindo e subornando as crianças para que usassem estes preparados, comessem as comidas, e seguissem as regras que assegurariam a higiene bucal perfeita.

Ao mesmo tempo tempo surgiu uma declaração do Dr. Adelbert Fernald, curador do museu de história odontológica da Universidade de Harvard, de que ele vinha coletando moldes de dentição de americanos vivos, desde os esquimós mais próximos ao polo até a fronteira com o México. Os melhores dentes e as bocas mais saudáveis eram encontradas em pessoas que jamais beberam uma gota de leite desde que deixaram de ser amamentados e que jamais comeram nenhuma das coisas recomendadas no cartaz da secretaria de saúde de Nova Iorque. Estas pessoas, os esquimós, jamais usaram creme dental, pós para os dentes, antissépticos bucais, etc. Eles nunca fazem nenhum esforço para limpar os dentes ou a boca. Eles não visitam seu dentista duas vezes por ano, aliás não visitam nunca. E sua comida é exclusivamente carne. Carne, note-se, não é sequer mencionada no cartaz emitido pela Dra. Wayne.

Dentes muito superiores aos dos presidentes de nossas maiores companhias de creme dental são encontrados no mundo, atualmente, e têm existido há séculos, entre pessoas que violam cada preceito das propagandas atuais de dentifrícios. Nem todos vivem exclusivamente de carne; mas, baseado em extensa correspondência que tenho trocado com autoridades no assunto, a ausência completa de cáries em comunidades inteiras jamais existiu no passado e não existe atualmente, exceto entre pessoas cuja dieta é ou exclusivamente de carne ou na qual a carne é fortemente predominante.

Nossos experimentos em Bellevue lançaram uma luz sobre o assunto das cáries, mas a chave para a situação situa-se mais na ciência da antropologia. Eu agora lhes conto, na forma de amostra e de resumo, fatos de que tenho conhecimento pessoal em virtude de meu trabalho antropológico de campo.

Minha primeira missão antropológica veio do Museu Peabody da Universidade de Harvard; eu e John W. Hasting fomos mandados à Islândia em 1905. Nós achamos em um local um cemitério medieval que estava sendo destruído pelo mar. Crânios rolavam pela água na maré alta; na maré baixa, nós os recolhíamos e coletávamos dentes espalhados aqui e ali. À medida que o vento e as águas moviam a areia, achávamos mais e mais dentes até juntarmos um bom punhado. Mais tarde, obtivemos permissão para escavar o cemitério, e ao final trouxemos de volta para Harvard uma miscelânea de vários ossos que incluía 80 crânios e, como dito, muitos dentes soltos.

A coleção tem sido estudada por dentistas e antropólogos físicos sem que uma única cárie tenha sido descoberta em nenhum dos dentes.

Os crânios da coleção Hastings-Stefansson representam pessoas ascendência islandesa comum.  Não havia aborígenes naquela ilha quando os irlandeses as descobriram algum tempo antes do ano 700. Quando os noruegueses chegaram lá em 860, encontaram apenas os irlandeses. Estima-se hoje que a origem étnica dos islandeses seja 10 a 30% irlandesa, 40 a 50% norueguesa e o restante, talvez 10%, de origem escocesa, inglesa, sueca e dinamarquesa.

Nenhum dos povos cuja sangue veio a compor a etnia islandesa é racialmente imune às cáries, nem tampouco o são os islandeses modernos. Então por que os islandeses da idade média eram completamente imunes?

Uma análise de vários fatores tornou bem claro o fato de que sua comida os protegia das cáries na idade média. Os principais elementos eram peixe, ovelha, leite e derivados. Havia uma certa quantidade de carne de gado e pode ter havia um pouco de carne de cavalo, particularmente nos períodos iniciais do cemitério. Cereais eram pouco importantes e podem ter sido usados para fazer cerveja ou invés de mingaus. Pão era quase inexistente, assim como outros elementos do reino vegetal, nativos ou importados.

Minha mãe, que nasceu na costa norte da Islândia, lembrava de um período em meados do século 19 quando o pão era ainda tão raro quanto, digamos, o caviar é na Nova Iorque dos dias de hoje - ela experimentava pão apenas 3 ou 4 vezes por ano e em pequenos pedaços quando viajava com sua mãe. Quanto a ter pão em sua própria casa, era usado como um regalo para crianças que vinham visitá-los. A dieta era ainda substancialmente aquela da idade média, embora o uso de mingaus estivesse aumentando. Ela não lembra de jamais ter ouvido falar em dor de dente na sua infância, mas já lembra de ouvir relatos sobre esta dolorosa raridade em torno da época em que veio para a América em 1876. Mas logo após sua chegada aos EUA (estados de Wisconsin, Minnesota e Dakota) e Canadá (Nova Escócia e Manitoba), os colonos islandeses tornaram-se completamente familiarizados com a devastação das cáries. Eles desenvolveram dentes tão ruins como os dos americanos médios antes de 1900.

Assim, há pelo menos um caso de um povo do norte da Europa cuja imunidade às cáries (a julgar pela coleção de Hastings-Stefansson e relatos) chegava próxima a 100% por cerca de 1000 anos, até aproximadamente a época da Guerra Civil Americana. A dieta era fundamentalmente do reino animal. Agora que sua dieta tornou-se, tanto na América quanto na Islândia aproximadamente a mesma da média dos EUA e da Europa, os dentes dos islandeses presentam alta percentagem de cáries.

Eu entrei em contato com outro povo previamente sem dor de dentes quando me uni aos esquimós do rio Mackenzie em 1906. Alguns deles vinham consumindo comidas europeias em quantidades consideráveis desde 1889, e dores de dente e cáries estavam começando a aparecer, mas exclusivamente nas bocas daqueles que passaram a gostar das novas comidas trazidas pelos baleeiros ianques. Os esquimós de Mackenzie afirmavam que dor de dente e cáries eram desconhecidas na infância daqueles que se aproximavam da meia-idade, e havia muitos de todas as idades que permaneciam intocados por este problema: aqueles que seguiam integralmente a dieta esquimó tradicional. Aqui e em muitos outros lugares, isto significa 98 a 100% de origem animal. Há distritos, como partes de Labrador e o sudoeste e oeste do Alaska, onde mesmo antes da chegada dos europeus havia considerável uso de vegetais nativos; contudo, estes compreendiam não mais do que 5% das calorias anuais dos esquimós primitivos.

O Dr. Hirdlicka, curador de antropologia do Museu de História Natural em Washington, me escreve relatando que não conhece nenhum caso de cáries entre esquimós do presente ou do passado que permaneceram sem influência europeia. O Dr. S. G. Ritchie, da Universidade de Dalhousie, escreveu após estudar uma coleção de esqueletos coletados por Diamond Jenness em minha terceira expedição: “em todos os dentes examinados não há o menor traço de cáries”

Eu trouxe cerca de 100 crânios de esquimós, que morreram antes da chegada dos europeus, para o Museu de História Natural em Nova Iorque. Eles já foram examinados por muitos estudantes, mas nenhum sinal de cárie foi identificado até hoje.

O Dr. M. A. Pleasure examinou 283 crânios presumivelmente de esquimós pré-europeus no Museu Americano de História Natural. Ele achou uma pequena cárie em um dente; mas quando os registros foram checados, resulta que o colecionador, reverendo J. W. Chapman, do Concelho das Missões Episcopais, atualmente em Nova Iorque, havia enviado aquele crânio ao museu como sendo de um índio Athabasca, e não de um esquimó.

O escore, portanto, está zerado até o momento. Nenhum sinal de cárie jamais foi descoberto entre as pessoas daquele povo que mais completamente evita as comidas, os preceitos e as práticas recomendadas pela secretaria da saúde de Nova Iorque, pelos dentistas em geral, pelos técnicos que ensinam a escovar os dentes nas escolas e pelos publicitários dos fabricantes de dentifrícios.

 

 

IV

 

 


Quando falo em convenções de sociedades médicas, eu normalmente menciono este caso da higiene oral mais ou menos como descrito acima, mas em maior detalhe. Quando há contestação da plateia, esta normalmente vem na forma da alegação de que a saúde dentária dos povos primitivos decorre do fato de eles passarem mastigando comidas ásperas. A vantagem deste argumento para os dentistas, cujos melhores esforços falharam em salvar os seus dentes, é óbvia. Lhes dá uma desculpa. A partir desta doutrina ele pode construir o caso de que nem mesmo todo o seu cuidado, mesmo com o suporte de sua habilidade e ciência, pode salvar os dentes de uma geração que só consome comidas macias, que não exercitam os dentes e não friccionam as gengivas.

Mas é deploravelmente difícil enquadrar a antropologia nesta confortável desculpa dos dentistas. Dentre os melhores dentes encontrados no mundo das dietas mistas estão aqueles dos habitantes das ilhas do Mar do Sul, que ainda mantém suas dietas nativas. Condições similares ou melhores são descritas, por exemplo, nos habitantes do Hawaii pelos primeiros visitantes. Mas você pode imaginar um exemplo pior para os defensores da hipótese da mastigação de comidas ásperas? A comida animal que estas pessoas consomem é essencialmente peixe, e os peixes são macios para os dentes, cozidos ou crus. Entre os principais elementos vegetais estava o poi, uma espécie de sopa ou mingau. Há ainda as batatas doces.

Seria difícil achar um novaiorquino ou um parisiense que não mastigasse mais ou usasse comida mais áspera do que um nativo dos Mares do Sul que, em sua dieta tradicional, atingia 97% de ausência de cáries, um recorde que nenhuma quadra da sofisticada Park Avenue pode sequer aproximar-se.

Nem tampouco os esquimós mastigam muito, quando comparados conosco. Quando sua comida é crua, pode ser consumida como uma ostra crua - escorrega pela garganta da mesma forma. Quando uma carne perfeitamente fresca é cozida, duas coisas determinam sua dureza: a idade do animal e a forma de preparo. O principal animal de caça dos esquimós do interior é o caribu. Um caribu jovem é rápido, e um caribu velho é lento como uma vaca. Assim, os lobos é que pegam os caribus velhos e desajeitados que ficam para trás quando a manada foge, e os esquimós raramente consomem um animal com mais do que 3 ou 4 anos de idade. Um caribu jovem desses tem carne macia, não importa como seja preparado.

Quanto às focas, não posso falar sobre suas idades, mas posso testemunhar após ajudar a comer milhares delas que sua carne nunca é dura - pelo menos não quando se compara com os bifes que às vezes se come nas casas do ramo em Nova Iorque.

E há ainda os esquimós que vivem praticamente exclusivamente de peixe. Como já disse, você nem os mastiga quando são crus, e não há muito o que mastigar quando são preparados por fervura. A única circunstância em que os peixes ficam realmente duros é quando são secos. Alguns esquimós usam peixe seco; outros não.

Em diferentes distritos há diferenças na quantidade de mastigação de diferentes esquimós, mas jamais foi relatado que os dentes dos que mastigavam mais fossem melhores. Aliás, como poderia haver diferença, se nenhum deles jamais desenvolve nenhuma cárie, não importa seu grau de mastigação?

Uma segunda linha de defesa dos defensores da teoria da mastigação é que, mesmo que os esquimós não mastiguem tanto a sua comida, ele mastigam peles de animais. O hábito de mascar peles é muito menos intenso do que você possa supor baseado no que foi dito por alguns tipos de escritores e mostrado em certos tipos de de filme. E, de qualquer forma, o hábito de mascar peles é essencialmente das mulheres, e não é fácil reconciliar com o pensamento científico moderno a ideia de que a mastigação da esposa possa preservar os dentes do marido.

Certa feita, em uma palestra para um grupo de médicos, eu me defrontei com mais um argumento. “Não era verdade que os esquimós empregam bastante os seus dentes em suas tarefas? Não era verdade que eles mordem madeira, marfim e metal para segurar, puxar, torcer, etc?” O melhor que pude pensar foi concordar que os esquimós de fato removem pregos com seus dentes, mas fazem isso porque têm bons dentes, e não que tenham bons dentes por que removem pregos.

Por vários motivos, os dentes de muitos esquimós gastam-se rapidamente. Eles em geral eles formam uma mordida perfeita, o que aumenta seu desgaste, enquanto nosso dentes tendem a se cruzar. Alguns esquimós secam peixes ou carne ao vento, a areia acaba se depositando, e isto deixa a carne um pouco como uma lixa. Ambos sexos, especialmente homens, usam seus dentes para morder materiais duros. Ambos sexos, mas especialmente as mulheres, usam seus dentes para amaciar as peles. Um desgaste severo dos dentes que chega até o canal tende a ocorrer cedo na idade adulta. O que ocorre, então, é narrado pelo Dr. Richie (a quem já citamos antes) com relação aos esquimós do Golfo da Coroação:

“Coincidindo com este desgaste extremo dos dentes, a polpas dentais assumiram suas funções com evidente sucesso. Dentina nova de boa qualidade formou-se para obliterar as câmaras pulpais e, em alguns casos, até mesmo os canais radiculares. Este novo crescimento de tecido saudável foi encontrado em todos os casos em que houve ameaça de acesso às câmaras pulpais devido ao desgaste. Portanto, não houve nenhum caso de destruição das polpas por infecção e consequentes abscessos alveolares, que são desconhecidos por aqui”

A total ausência de cáries para aqueles que vivem exclusivamente de carne é, portanto, um fato. A cessação do processo de decaimento dentário quando se passa de uma dieta mista para uma dieta de carne geralmente ocorre, talvez sempre ocorra. O restante do quadro não é tão claro.

Cáries foram encontradas nas múmias do Egito, do Peru e em nosso próprio sudoeste; Estes povos antigos comiam dietas mistas, e dependiam pesadamente de cereais. Seus dentes eram melhores que os nossos, embora bem piores que os dos esquimós. Se você deseja uma lei geral da odontologia, você poderia afirmar que os povos mais primitivos têm os melhores dentes. Você poderia ainda acrescentar que, em alguns casos, povos altamente vegetarianos, embora não atinjam a perfeição de 100% dos comedores de carne, conseguem, contudo, dentes muito bons quando comparados com os nossos.

O Projeto de Pesquisa em Saúde da Associação Havaiana de Plantadores de Açúcar debate se a mudança de dentes bons para dentes execráveis entre os polinésios de dieta mista foi causado por anos de consumo de cereais. Eu ainda não vi comentários deles sobre o (imagino) grande aumento do consumo de açúcar que coincidiu que a deterioração dos dentes dos havaianos.

Quanto à visão de que a dieta é o principal fator em salvar os dentes, os antropólogos têm ganho apoio de experimentos conduzidos em instituições e por pesquisadores individuais. Alguns dentistas estão contribuindo nobremente com as pesquisas e com uma campanha de educação, que parece destinada a diminuir sua  renda. Mas não consegui identificar tal desapego por parte dos fabricantes de dentifrícios.

Uma doença bucal séria, depois das cáries, é a piorreia. Quem olha rapidamente não consegue ver as marcas no esqueleto humano; mas parece no mínimo provável que os islandeses medievais, os esquimós e outros que deixaram dentes livres de cáries, fossem livres também de piorreia. Da mesma forma, investigadores modernos constataram que esquimós vivendo com seus alimentos nativos têm excelentes condições de saúde oral, e portanto ausência de piorreia.

 

http://www.lowcarb-paleo.com.br/2012/12/a-dieta-dos-esquimos-aventuras.html

 

 

Gostei, já havia ouvido falar em algo parecido na época de escola ainda, um aluno uma vez perguntou pra professora porque os negros de algumas tribos da África que apareciam em reportagens pareciam ter dentes tão bons vivendo do jeito que viviam, ela respondeu que era pq eles comiam coisas naturais e não esse monte de porcarias que comemos rs

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Em 07/09/2016 at 16:32, Norton disse:

 

Isso para mim é o ideal seria a liberdade plena, só que existe uma ordem de importância como família e a própria violência do nosso país. Eu gosto de ver programas que tem passado na tv a cabo mostrando que este movimento vem crescendo nos EUA, muita gente tem adotado este estilo de vida. Saem do maldito sistema, isto para mim é fazer a própria revolução. Alguns depois de muitos anos vivendo na cidade e percebendo o quanto isto é degradante, seja no plano mental, quanto no físico e no espiritual mudam radicalmente de vida. Imagino que só de não precisar olhar mais para o relógio fazer tudo no seu próprio tempo, já seria fantástico.

 

Esse movimento se chama anarco-primitivismo. Vou compartilhar um excerto:

 

Anarco-primitivismo

Uma mudança é definitivamente essencial para o que a filosofia da anarquia significa. Em paises como Inglaterra, França e Turquia assim como nos Estados Unidos, existe um crescente interesse em o que é chamado anarco-primitivismo. Publicações americanas como por exemplo, Anarchy, Fifth State e Feral refletem esta mudança. Assim como Green Anarchist e Do or Die! na Inglaterra.
Aqui esta um olhar, de uma perspectiva Americana, sobre o movimento.
1. Existe uma profunda crise em todos os níveis; individual, social, ambiental. O câncer do capitalismo tecnológico esta se expandindo com um impacto devastador.
2. Liberalismo, esquerdismo, pacifismo são faces de uma falida pseudo-oposição a ordem dominante. A única oposição radical é a anarquia.
3. A anarquia é cada vez mais militante. Sabemos que aproximações por métodos manipuladores e submissão são falsos. Se nós e o planeta desejamos sobreviver e nos tornar livres, devemos quebrar as regras e revidar.
4. A anarquia é cada vez mais primitivista. Sabemos que a tecnologia não é "neutra", e incorpora o sistema sugador de vidas que esta nos cercando. Civilização, que é baseada na divisão de trabalho e domesticação, também deve ser abolida. Sua lógica desdobradora tem nos levado para a atual condição de vazio, destruição e patologia.
5. Nosso objetivo é uma comunidade não-hierárquica e face a face. Todo obstáculo para tal deve ser removido. Um grande desmantelamento é necessário para que a natureza e cada individuo seja honrado. A descentralização completa é o objetivo.
6. Tecnologia e capital a uma monocultura massificada que escraviza toda vida. Produção em massa, fabrica, especialização, pensamento separatista é parte do problema, e não da solução.
7. Livre associação, autonomia, transparência, espontaneidade, comunhão com a natureza, diversão, criatividade são requisitos para uma existência saudável e livre. Produtividade, hierarquia, coerção, trabalho, consciência de tempo não.
8. Se nossa missão e nossa visão parece loucura, quão mais louco é não fazer nada efetivo para impedir a marcha mortal da compra e venda global? No futuro uma criança pode perguntar: "Como você deixou tudo isso chegar a esse ponto? O que você fez para parar?"
9. Com a infelicidade difundida está exposto muito das mentiras e condicionamentos que defende este sistema de não futuro, vemos que um diálogo aberto entre todos é essencial.
10. Voto, programas de reciclagem, reformismo, e protestos não têm conseguido realmente nada. Tem que haver um rompimento qualitativo com a Mega-maquina.
De que lado você está?
John Zerzan - Anarchist Action Collective, PO Box 11703, Eugene, Oregon 97440, USA

 

---

 

Algumas mensagens me lembraram este poema, que tem um final fantástico:

 

Para nós, Ele tem indicado o trabalho de permanente desemprego.
Afinal, se ele quisesse que nós trabalhássemos,
Não teria criado esse vinho.
Com o estômago cheio disso, Doutor,
você se apressaria em embrenhar-se na economia?
- Jalaloddin Rumi, Diwan-e Shams
Aqui, com um Pão debaixo dos Ramos,
Um frasco de Vinho, Um Livro de Versos - e Vós
A meu lado cantando no Deserto
E o Deserto é o Paraíso para nós.
Ah, meu Amor, encha a taça que redime
O hoje das Lágrimas passadas e futuros Temores –
Amanhã? - Bem, Amanhã eu posso ser
Eu mesmo com os Sete Mil Anos d e Outrora.
Ah, Amor! Poderíamos conspirar com as Moiras
Para agarrar inteiro este lamentável Esquema das Coisas,
Não iríamos estilhaçá-lo em pedaços - e então
Remoldá-lo mais próximo do Desejo do Coração?!
- Omar FitzGerald

 

---

 

@topic

 

Eu não tenho metas concretas para o futuro. Tenho apenas a esperança de ser alguém com mais aprendizado, mais coragem e mais amor ao próximo. Três coisas que nunca é de mais. 

 

Editado por FrangoEctomorfo (veja o histórico de edições)

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Eu num futuro próximo, se Deus assim tiver misericórdia de mim, espero estar morto, minha infelicidade e tristeza ja basta, a morte é tudo que espero...

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23 minutos atrás, Jornal disse:

Eu num futuro próximo, se Deus assim tiver misericórdia de mim, espero estar morto, minha infelicidade e tristeza ja basta, a morte é tudo que espero...

O que te falta?

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Visitante Flex W.
Eu vi o futuro cara, e sabe como que é ? É uma velha virgem de 47 anos sentada de pijama tomando milk shake de banana e cantando eu quero um cachorro-quente
Editado por Flex W. (veja o histórico de edições)

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Os meus planos é ser ator de Hollywood, sem besteira.

Sei que é muito complicado mas vou arriscar e tentar ter uma carreira no cinema americano.

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Em 26/10/2016 at 20:01, Pedro Luftwaffe disse:

Sou um cara diferenciado ("estranho", no entendimento da maioria). Não sonho com viagens, posses ou ostentações. Para meu futuro espero apenas uma vida simples, sem materialismo, mas com uma conta no banco bem recheada. Quero ter dinheiro, mas não demonstrar que tenho dinheiro. Embora de classe média-alta, de uma família bem de vida, por essência sou simples. Não uso coisa de marca e graças ao bom Deus me vejo livre de ter uma alma entorpecida pela maneira de pensar materialista

 

Me sinto realizado, atualmente com 24 anos. Tenho uma quantia própria de dinheiro que me dá alguma segurança e o mais importante: Me permite praticar a caridade com uma certa frequência. Isso é o que me dá mais satisfação. Para o futuro, só espero ter mais dinheiro, para ter maior margem de segurança, e poder aumentar a quantia de dinheiro que destino para caridade

 

Edit.: Na minha época de faculdade, tinha um cara que era rico, PODRE DE RICO, e ia pra aula com boné aba reta, camiseta de posto e chinelo havaianas. Eu admirava aquele cara... Tinha caminhões de dinheiro mas não ostentava, aquele cara era foda... Odeio playboys e pessoas vazias que enxergam no materialismo um meio de vida... Gostam de mostrar pros outros que têm dinheiro... Passam com um carro de luxo ao lado de um cara que anda a pé e logo em seguida olham pelo retrovisor pra ver se o cara a pé está parado a admirar o carro de luxo que acaba de passar... Esse tipo de pessoa pra mim não deveria existir. Se traduz na escória dos piores tipos de gente que já vi

Você é neto de alemão?

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Odeio pensar que tenho 18 anos e que daqui a míseros 10 anos terei quase 30 já, porra 30 cara, uma adulto chato, com várias responsabilidades. A pouco tempo atras tinha 9, 10 anos, passa muito rápido. Espero aproveitar bastante. E eu sonho em viver do fisioculturismo, guardem meu nome. hahah

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Em 19/10/2016 at 21:36, Buldoguii disse:

Formado em medicina, um corpo legal, frustrado e infeliz.

Porque se vê frustrado e infeliz?

 

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Eu me vejo com uma família, vivendo uma cidade tranquila.. Não sei ainda qual será minha escolha, se seguirei carreira acadêmica ou não, mas independente do que escolher quero que meus conhecimentos sejam uteis  para a população à minha volta.. Enfim, quero ser útil,ajudas os outros.. seja com conhecimento, serviços, etc.

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Daqui 10 anos, ou seja, aos meus 31 anos, pretendo continuar dando aula e investindo em meu próprio negócio, minha casa, meu carro e estar iniciando uma família com a mulher certa. Uma meta que coloquei na minha cabeça, um dia seja lá com que idade, quero competir em alguma coisa séria, seja fisiculturismo, levantamento de peso, corrida ou comer o máximo de cachorros quentes Hahaha.

 

Experiência é o que vale nessa vida.

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2 horas atrás, Buldoguii disse:

Certas coisas n mudam.

rs, claro que mudam.. Pra tudo tem jeito.. só são tem jeito pra morte, de resto.. Pode-se alterar muita coisa.

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