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Terminei de ler o livro Healing Homosexuality do PHD em psicologia Josep Nicolosi. Acho que um dia desses vou abrir um tópico no fórum para falar sobre esse assunto mais especificamente, já que a molecada hoje em dia aprende a ser gay nas escolas. E o que tem a ver com o nofap? Acho que muita coisa. São distúrbios sexuais sérios e acho que há uma certa transferência de um assunto para o outro. Também acho legal esses psicólogos da terapia reparativa porque eles tem culhões para falar boas verdades. Lendo o Nicolosi não dá para não senti-lo como um pai preparado para nos ensinar a desenvolver corretamente nossa masculinidade.

 

Bom, vamos lá a alguns pontos interessantes. 

 

Acho que a grande inovação do Nicolosi e um dos seus focos, é desenvolver a masculinidade através de amizades saudáveis entre homens. Ele comenta (e mostra, alias, todos os 8 homossexuais ao longo do livro confessaram isso em algum momento) que o homossexual é incapaz de verdadeiras amizades masculinas. O cara pode ter relação sexual gay, mas ele no final das contas não consegue se abrir verdadeiramente a outro homem. Para o gay, o homem é um mistério. Uma das causas (também sempre presente em todos os casos citados no livro) é a falta de um pai emocionalmente presente. O pai às vezes estava comprometido demais com o trabalho, ou não estava nem ai com o filho, então ele desenvolvia um certo bloqueio para a masculinidade. A consequência lógica, então, é tentar fazer com que o gay tenha verdadeiras amizades masculinas.

 

O que tem isso a ver com o fap? Acho que em algum grau há semelhanças com quem tem compulsão em se masturbar. Eu acho que entre minha época de fap e a minha de nofap, desenvolvi amizades muito mais saudáveis. Antes eu só tinha amizade com caras de pensamento pequeno, que só falavam de mulher e só procuravam divertimento. Agora tenho amizades focadas no desenvolvimento mútuo, focadas em desenvolver algum trabalho ou alguma atitude ética.

 

Quanto à minha visão de masculinidade, acho que meu problema não foi meu pai, alias, acho até que ele é o herói da minha vida. Meu pai é absolutamente correto e emocionalmente presente, sempre dando o exemplo do sacrifício pela família. Acho que meu problema foi mais em tentar imitar meu irmão que era um jovem adulto punheteiro em relação a mim que estava virando adolescente. A visão de masculinidade da sociedade hoje em dia também é bastante irresponsável. Só é homem quem faz sexo desenfreado. Se o cara abandona a família, mas faz muito sexo, é viril. Se o cara é um pai exemplar, parece que é um homem frouxo.Eu só fui entender o valor do meu pai depois do nofap.

 

Outra coisa muito citada no livro é a alienação corporal. O gay não vê o seu pênis como parte de si, sempre parece ser uma coisa alheia ao corpo. Eu acho que esse ponto tem muito a ver com quem se masturba compulsivamente. Fiz um post atrás falando da compulsão de checar a própria masculinidade e tinha em mente esse princípio da alienação corporal. Acho que isso está ligado ao ponto anterior que citei. A masculinidade virou performance sexual, sendo assim, a pessoa com déficit de masculinidade fica se masturbando o tempo inteiro para provar a si mesmo que é homem. Eu não vejo outra cura a não ser entender que o papel masculino é muito mais do que sexo. É preciso focar na liderança, no trabalho, no estudo e na família. Se o cara se sente homem em sua luta para sustentar a casa, ele não ficará mexendo no pênis para confirmar a si mesmo a sua masculinidade. O pênis passará a ser um membro como outro qualquer do outro e a pessoa passará a usá-lo apenas no momento adequado.

 

Editado por Shapudo
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Dia 28.

 

O frame está bom, sinto que posso fazer qualquer coisa. Final de semana vai ser longo, reta final de provas da faculdade na semana que vêm.

 

Estarei o fim de semana basicamente sozinho estudando, sei que o perigo mora aí, espero suportar.

 

Rumo ao foco.

 

#cuidado não caíam no fim de semana, sei que é foda!

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EM BUSCA DO SHAPUDO PERDIDO

 

Voltei a ver Cavaleiros do Zodíaco e Eu, a patroa e as crianças em italiano (faz parte da minha área) para dar uma treinada no idioma. Foram duas séries que fizeram parte da minha infância. Acho que assisti muito CDZ aos 8 anos e a série do Wayan dos 12~13 anos.

 

Foi uma verdadeira viagem no tempo. Lembrava com muitos detalhes da minha velha casa e andava pelo meu velho quintal como se ainda tivesse presente.

 

Eu acho que esse é o segredo do saudosismo. Não é tanto rever essa ou aquela série, mas entrar na máquina do tempo.

 

Acho que tive uma infância muito boa para um moleque. Aqui é cidade pequena e eu morava em frente a uma pracinha. Todo dia ia lá subir nas árvores e eu tinha por melhores amigos dois irmãos gêmeos. E, era curioso, quando estávamos juntos, juntavam mais pessoas. Não era difícil passar de 10 moleques brincando, seja de bola, de virar pirueta, de subir em árvore, de descer o morro, etc.

 

Mas alguma coisa aconteceu dos meus 11 anos em diante, de repente, parece que virei um nerd. Acho que foi porque os gêmeos se mudaram dali para outro bairro. Também aconteceu dos nossos horários não se baterem mais depois de passado para o segundo ciclo do fundamental. A quinta série na nossa cidade é só de tarde e a quarta série era de manhã. Apesar da infância muito agitada fisicamente, entrei para a adolescência sem muita atividade física.

 

Nunca fui próximo do meu irmão. Ele sempre foi do tipo colecionador. Na época só colecionava revistas, hoje coleciona videogames, jogos. Detestava que eu mexesse em suas coisas, só pegava nas suas coisas me escondendo. Acho que isso teve um peso imenso naquela fase da minha vida, ajudou-me a ficar mais introvertido. Acabei, é claro, pegando uns pornôs do meu irmão, na época em que a gente precisava esperar carregar a foto gradualmente para se poder ver uma imagem pornô.

 

Aqui tenho um insight importante. O doutour Nicolosi fala da homossexualidade como a busca de intimidade no mundo dos homens, mas acho que o problema de castidade no geral é um problema de intimidade. Acho que meu problema com a pornografia era uma carência de intimidade no mundo dos homens. Tentar imitar meu irmão em tudo era uma tentativa de se aproximar dele. Mas tem mais.

 

Levei a coisa da pornografia tão a sério que no meu colegial eu era conhecido por ser o maior especialista em pornografia. A rapaziada me pedia os melhores pornôs e eu dava um jeito de achar. Lembro de um cara do fórum (estava no colegial justamente na época em que frequentava o fórum aqui) que deu muita risada de mim quando eu falei que quem quer entender de pornô precisa conhecer até o nome dos diretores de filme.

 

Hoje em dia eu dou risada junto a ele.

 

 

Tenho outro insight sobre a minha história. Diferente dos gays, minha trajetória foi em outro caminho (menos mal). Como? Explico. Um gay, em sua mente ao menos, busca a masculinidade fazendo sexo com outros homens. Estranhamente o homossexual pensa que ao fazer isso, magicamente a masculinidade do parceiro passara a ele. É verdade que não faz sentido e é por isso que não é uma coisa correta, é a tentativa frustrante de preencher um vazio. Mas rapazes heterossexuais, creio, costumam ter outro pensamento. Pensam, como eu pensava, que ao ter relação sexual com uma mulher, magicamente se tornará homem. Eu quando tinha lá meus 12 anos, sonhava em achar uma mulher que "me faria homem", essa era uma das minhas fantasias. Inclusive, talvez até por isso preferisse mais velhas, esperava que elas de algum modo fossem me transmitir a masculinidade por esse rito de passagem chamado sexo.

 

É como o doutor Aardweg diz. O Don Juan também é um neurótico. E pensando na questão levantada pelo doutor Nicolosi do déficit de identidade masculina, creio que o Don Juan é um cara que não está satisfeito com sua masculinidade, apesar de sair com várias mulheres. Não sei se já viram algum cara assim, mas acho que todo mundo já conheceu algum cara que saia com várias mulheres, mas que depois virou gay. Uma coisa pode levar a outra. O cara pode se frustrar tanto em sua busca de masculinidade no ato sexual com mulheres que acabe partindo para homens. E o que isso tem a ver com masturbação? A diferença entre o Don Juan e o punheteiro é só que o Don Juan ao menos tem sucesso com mulheres. O punheteiro não é capaz disso, então acaba apelando para o sexo solitário. Mas internamente o problema é o mesmo: déficit de identidade masculina.

 

Sempre pensei em fazer um post sobre influências masculinas, acho que falar um pouco disso agora. O ser humano aprende pelo exemplo. Quanto mais, melhor.

 

Com todo respeito com quem não compartilha da mesma fé, mas o exemplo de Jesus é imbatível e o dos santos também são excelentes. Inclusive, são o mais propício para quem sofre com masturbação e pornografia, pois ensinam a masculinidade casta. Se você é católico, procure a vida dos grandes santos: São Francisco de Assis, São Bento, Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino, Santo Afonso de Ligório, São Vicente de Paula, etc...

 

Mas é muito importante ter exemplos "profanos". Era assim que chamavam os filósofos gregos que davam bom exemplo. Profano só significava não-religioso, mas hoje em dia tem um significado de antirreligioso.Gosto desse significado mais antigo. É preciso aprender alguns exemplos profanos, até porque os santos não enfrentaram exatamente os mesmos desafios que temos hoje, assim encontramos algumas ideias interessantes.

 

Gosto muito do Bolsonaro como modelo de homem. O cara mete a real demais e dá um bom exemplo de masculinidade. O Trump também. 

 

No esporte dá para encontrar muito exemplo. Eu sou fã de futebol americano e me inspiro muito no Tom Brady. Vejam o documentário dele, isso na época que só tinha metade dos títulos que tinha hoje. O cara era um fracassado, não no sentido interior, mas ninguém dava atenção ao seu jogo. Quando chegou na NFL, então ele teve a chance de mostrar que era diferente. O cara é muito decisivo. Na moral, acho que um dos momentos mais emocionantes da minha vida foi a final que ele venceu em 2015. Ele realizou a maior virada desde então (recorde batido por ele mesmo dois anos depois em 2017) contra a melhor defesa da história. 

 

 

 

Infelizmente, não acompanho mais tanto o futebol da bola redonda. Mas acho que o Messi e o CR7 são exemplos de masculinidade também. Grandes jogadores dentro e fora de campo. 

 

É válido apelar para séries fictícias também. Já que falei dos Cavaleiros do Zodíaco, acho que tem muita coisa boa ainda. Não era um anime melodramático como se é hoje em dia. Os caras lutam por bons valores e vão até a morte pelos seus ideias, sem caírem em coitadismo. Fiquei impressionado no capítulo do Shiryu dando seu sangue para restaurar a armadura do Seiya. Ele fez isso sem o menor escrúpulo. O Mu disse "você vai ter que morrer" e ele falou "o que eu tenho que fazer? eu morro". É essa pegada que homem tem que ter, cara. Hoje em dia o cara iria ficar dando desculpas com cara de choro.

 

Enfim, os exemplos são algo bem pessoal. Cada um deve achar o seu no seu meio. Só acho importante destacar que esse exemplo tem que ter fundamento moral. Por exemplo, muitos gostam do The Godfather. É complicado buscar inspiração num cara que é chefe de uma máfia.

 

Editado por Shapudo
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