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Encontrado 30 registros

  1. Boa noite glr, fiz o exame de sangue para ver se ta tudo legal e mostrou que estou com resistencia a insulina Homa IR 0,84 (ref 1,54 à 2,56) Homa Beta 58 (ref 132 à 255) Faco dieta, como regularmente 6 refeições bem divididas. Os macros de carbo como praticamente apenas carboidratos de baixo indice glicemico. Acredito ser hereditario essa resistencia a insulina por ter a familia por parte de mae toda obesa. Estudos mostram dieta low carb sao boas no caso a pessoas resistentes a insulina, assim como que possuem diabetes tipo 1 e 2. O que vcs acham? E como ficaria a divisao de macros numa dieta low carb Proteina/kg Gordura /kg Carbo/kg ?
  2. Mais um mito indo pro cemitério. Esse então parece consagrado. Dieta com canela etc... Posso estar errado mas evidências científicas sugerem uso numa dieta e dizem que está "baseado em evidência científica". Como se isso fosse suficiente para provar que funciona. Esquecem de perguntar "Isso faz sentido mas foi testado? Se funciona, qual o benefício que posso esperar disso?" Para uma teoria funcionar, mesmo baseada em evidências ela precisa ter comprovação prática em seres humanos com controle rigoroso e verificar se os benefícios EXISTEM E SÃO SIGNIFICANTES. Então não adianta nada montar um protocolo e dieta inteligente baseado em evidências científicas se as mrsmas não comprovadas na prática com mensuração de benefícios. Pode parecer que funciona mas na verdade é mais placebo na dieta que algo que dá resultado significativo. Tem que pensar em deixar as coisas simples e não complicar sem mensuração de benefícios. Pensar que podemos perguntar "Isso faz sentido mas o foi feito um teste pra saber se funciona e se o ganho é significativo?" Dizer "na prática isso funciona" é afirmar um paradigma. Não é argumento, deixar de fazer uma coisa que se faz há décadas dá medo mesmo, tem que ter coragem e discernimento para abarcar a verdade relativa de ponta. Estudo de 22-fev-2019 aceito pela Sociedade Coreana de Endocrinologia com 40 referências bibliográficas. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6435844/ MITO: A RESISTÊNCIA À INSULINA CAUSA O GANHO DE PESO Qualquer medida de obesidade está positivamente associada à resistência à insulina, e o ganho de peso provavelmente aumenta a resistência à insulina. Um mito popular surgiu que defende a ideia de que a resistência à insulina aumenta o ganho de peso e / ou previne a perda de peso. Esta é a premissa para livros best-seller de perda de peso, como "O código da obesidade" por Fung [34]. Indivíduos resistentes à insulina compensam uma diminuição na ação da insulina com um aumento na concentração plasmática de insulina [35]. Como a insulina estimula a lipogênese [36], alguns afirmam que o estado hiperinsulinêmico - necessário para compensar a resistência à insulina - pode impedir a perda de peso. Zavaroni et al. [37], no entanto, refutaram essa hipótese e mostraram que o grau de resposta à insulina durante um teste oral de tolerância à glicose não prediz o ganho de peso ao longo de 14 anos de acompanhamento. Neste estudo, os adultos com uma média de idade basal de 40 anos foram estratificados em quartis com base na sua concentração de insulina de 2 horas após um desafio oral de 75 g de glicose. As concentrações de insulina variaram de 18 µIU / mL no quartil mais baixo a 106 µIU / mL no mais alto. Embora tenha havido uma diferença de quase seis vezes nas concentrações de insulina e, presumivelmente, na mesma faixa de resistência à insulina, o ganho de peso foi semelhante entre os quartis em 14 anos de acompanhamento. McLaughlin et al. [38] também mostraram que as diferenças na linha de base na resistência à insulina medida pelo teste de supressão de insulina não previam o grau de perda de peso em resposta a uma dieta hipocalórica. Em outro estudo, mulheres obesas (IMC 30 a 36 kg / m2) que foram caracterizadas como sensíveis à insulina ou resistentes à insulina com base no teste de supressão de insulina perderam o mesmo grau de peso em resposta a uma dieta hipocalórica e sibutramina medicação para perda que foi subsequentemente descontinuada) durante um período de 4 meses [39]. As mulheres resistentes à insulina perderam 8,6 kg e as mulheres sensíveis à insulina 7,9 kg. As mulheres resistentes à insulina também melhoraram significativamente seu grau de resistência à insulina em 34%, sugerindo que a IMGU pode ser modificada pela perda de peso. Recentemente, Gardner et al. [40] mostraram que indivíduos com sobrepeso / obesidade perderam a mesma quantidade de peso em dietas com baixo teor de gordura e baixo teor de carboidrato, independentemente de suas concentrações plasmáticas de insulina (medida em 30 minutos durante o teste oral de 75 g de tolerância à glicose). Quando os indivíduos foram estratificados por tercis das concentrações plasmáticas de insulina, o grau de perda de peso não variou entre os tercis, reforçando ainda mais a ideia de que o grau de hiperinsulinemia não altera a capacidade dos indivíduos de perder peso. Além disso, o tipo de dieta (baixo teor de gordura versus baixo teor de carboidrato) ou o genótipo da dieta (que sugeriu maior resposta a dietas com baixo teor de gordura ou baixo teor de carboidrato, ou nenhum) também não alteraram a capacidade dos indivíduos de perder peso. Em conclusão, os indivíduos com excesso de peso / obesos resistentes à insulina podem perder peso na mesma proporção que os indivíduos sensíveis à insulina.
  3. Boa noite pessoal, Vou direto pro assunto, sou um cara que tem pouca fome, especialmente de manhã... E ouvi falar numa dica do Renato Cariani que é comer alimentos em pequena quantidade que aumentam a insulina, que em consequência, irá dar fome! Porém não sei que alimentos causam o aumento da insulina.. Se vocês me falassem uns alimentos que ajudam no aumento da insulina agradecia, valeu :)
  4. Eae galera suave? Bom tou tomando hipercalórico como pós treino, 80g que dá: 48g de carboidratos 17,6g de proteina 3,4g de gordura Porém, são carboidratos baixo IG... Fiquei sabendo que dar uma aumentada na insulina depois do treino ajuda a anabolizar, e pra disparar a insulina tem que ingerir 40g de carboidrato de alto IG No momento não tenho como suplementar malto + whey no pós treino... Algumas dicas sobre alimentos bons para aumentar a insulina e proteicos para mandar no pós treino?
  5. Quero neste tópico solicitar a avaliação deste meu 3° ciclo, sendo a primeira vez com GH e Insulina (lembro que tenho que estudar quanto ao uso de insulina, aceito sugestões) Informações básicas (medidas) Tempo de Academia Experiências Objetivos
  6. Aos mods: esse foi o fórum que me pareceu mais apropriado pra postar isso já que é relacionado à alimentação, sintam-se à vontade pra realocá-lo se necessário for. Fiz um tipo de cirurgia de redução de estômago que pode causar o que chamam de dumping, evento onde tua glicose no sangue baixa demais pouco tempo depois de subir demais, como quando vc come carboidratos de rápida absorção. Passei 6 anos com esse problema e sem saber, meus médicos não souberam diagnosticar o problema quando eu relatava o que sentia de vez em quando (os efeitos da hipoglicemia). Hoje, a minha glicose em jejum sempre está estável, entre 85 e 90 mg/dl, mas quando como ela começa a bagunçar. Comendo direito, carbos de baixa absorção (b.doce, arroz integral, feijão carioca) e proteína (frango) ela sobe pros seus 120 mg/dl, só que depois de algum tempo começa a baixar para valores não adequados, lá pros seus 60, 70, às vezes abaixo disso. Se eu como porcaria, carbos de absorção rápida, aí fode tudo; em pouco tempo tá na casa dos 30 mg/dl. Não me preocupo muito com os carbos ruins pq eu posso simplesmente evitar eles, blz. Mas se isso acontece mesmo quando me alimento saudavelmente, aí tenho um problema, pode não ser algo grave mas é um problema pra otimizar minha saúde, meus ganhos na academia e minha qualidade de vida. Já tem algum tempo que estou cansado o tempo todo, perdendo massa muscular e ganhando cintura embora nem as dobras cutâneas nem o peso mudem (sei que a cintura tá alargando pq as roupas estão mais apertadas lá, sei que a massa muscular está diminuindo pq as roupas estão mais folgadas na região dos braços e superior do tórax, e pq toda vez que alguém passa dois meses sem me ver me fala que eu estou mais magro, pergunta se eu estou doente e se já fiz teste pra HIV algum vez). Quando decido passar um mês fazendo um cutting e mais aeróbicos, perco mais massa muscular e a cintura continua igual, quando decido passar um mês fazendo bulking eu não ganho músculo nem força e as roupas apertam mais na cintura. Daí que tem algo errado com meu corpo e eu tô tentando descobrir exatamente o que é pra ver o quanto disso é reversível e como lidar com o que não é. Endocrinologista aqui é muito complicado de marcar, a espera é de 3 meses pelo plano de saúde. Os dois com quem eu falei nao estavam muito interessados em entender exatamente como eu funciono hoje, só estavam preocupados em eu não ter nenhum ataque de hipoglicemia e morrer de uma parada cardíaca. Me passaram um remédio que retarda a absorção da glicose ingerida, e deram a coisa como resolvida. O remédio é o "Acarbose" ou "Glucobay". Sei que insulina e pâncreas são coisas complicadas, pq o organismo se acostuma e fica resistente à ação da primeira conforme o tempo passa e o segundo tende a jorrar mais e mais dela no sangue pra tentar fazer a absorção da glicose. O fato deu estar sempre sem energia e com aumento de gordura visceral deve ter relação com isso tudo, essa energia não tá entrando nos meus músculos por algum motivo e tá virando gordura. Queria descobrir o pq, qual a situação atual do meu pâncreas pois li que ele pode começar a ter problemas quando começa a produzir hormônios demais, e como resolver ou amenizar isso tudo pra voltar a ter saúde. A única coisa que tenho de informação sobre minha insulina é isso, um teste que uma médica com quem cruzei em minhas andanças fez. É uma pesquisa dela pra tese de mestrado dela. Comigo em jejum me deu um líquido com aparentemente 200ml de glicose e colheu sangue em determinados intervalos de tempo. A dosagem da glicemia também foi feita mas infelizmente não estão no resultado, aparentemente ela media a glicemia apenas para controle de riscos durante o experimento (evitar que eu tivesse um ataque durante o teste) e descartou essas informações. Os resultados: Insulina: Jejum Resultado: 6,30 uUI/mL Valores referência: Em jejum: 4 a 24 uUI/mL Adultos obesos: até 70 uUI/mL Insulina (60min) = 579,1 uUI/mL Insulina (105min) = 27,4 uUI/mL 02/05/17 Método: Quimioluminescência Architect 2000 Abbatt -------------------- Alguém teria informações pra me ajudar a descobrir como reverter o que quer que seja que eu tenha, e como fazer meu corpo voltar a transformar a glicose em energia pros músculos em vez de gordura pras minhas vísceras? Se souberem quem eu possa procurar pra ter mais informações (grupos de médicos que estudem sobre diabetes/insulina/efeitos de redução de estômago), também ajuda. Grato pela atenção
  7. Pessoal, boa noite. Fiquei com uma grande duvida de onde postar isso, então se estiver na área errada me avisem pfv. É o seguinte, sou diabetico e treino a 3 anos( parei a 6 meses e voltei em junho). Meu bio tipo é Ecto-Morfo Puro( morro comendo ) e tenho dificuldades para ganhar peso. Minha duvida é a seguinte: Consegui ganhar um peso consideravel com a insulina ( de 62 para 70 em poucos meses) Estou pensando em iniciar um ciclo, mas estou em duvida em iniciar agora ou continuar a pegar mais um peso somente com a insulina aumentando a demanda de calorias. O problema é que como vcs sabem, a insulina "embaça" o shape e não to gostando do resultado atual( sem muito volume e ainda sem definição). Vou deixar aqui minha medidas. Idade : 18 Altura: 1,78 Peso: 70 kg Bf: 9 a 12 % ( nao tenho certeza) Braços: 37 cm ( o resto estou sem medir a um tempo mas logo pego) Agradeço a ajuda de todos.
  8. Meu peitoral superior é bem fraco e como faço TRT estava pensando em começar aplicar no peitoral, para ver se da uma melhorada como se fosse uma local porem com AEs, eu apertando a parte superior sinto ate o osso kk, acho que o ideal seria a agulha de insulina, o que vocês acham? tem alguem que faz isso? algumas dicas? Irei fazer igual esse cara "Ele esta utilizando local Synthol" OBS: Antes que me perguntem por que não utilizar ADE ou Synthol, Essa são as duas coisas que nunca vou utilizar, prefiro aplicar stano do que localizadas.
  9. Então galera, vou introduzir insulina no meu ciclo porque acho que vale a pena por conta da alta quantidade de carbo que to ingerindo e por estar muito dificil de subir de peso.. To querendo saber a respeito das dosagens da humalog lispro, sei que 10ui 3x por dia posso tomar sem problema, só que quando usei tal quantidade não tive resultado, por isso comprei de novo pra tentar uma dosagem superior.. A minha duvida é a seguinte, é possivel mandar 20-30ui por vez se eu ingerir a quantidade certa de carbo? Porque vejo todos usando somente 10-12ui por aplicação, e li alguns artigos que dizem que isto estaria apenas repondo a quantidade que seu corpo produz naturalmente, ou seja não faz muita diferença.. O que acham? Isso é só pra quem entende ou já usou, por favor..
  10. Eu sei que pode soar um tanto equivocada essa pergunta mas estava pensando nisso enquanto estudava sobre Insulina nas aulas de biologia. Se o pico de insulina pode ser usado pra aumentar o peso, a coca-cola por contar com uma grande quantidade de açúcar pode ser usada (com moderação) durante as refeições pra ajudar durante um período de ganho de peso (bulking)?
  11. ola a todos,nao sei se estou postando na area certa mas vamos la,estou em um dieta cetogenica a 1 mes,estou tendo uma perca de gordura muito boua,mas tenho uma duvida sobre insulina,ja vi em alguns sites que a dieta cetogenica nao deveria ser mantida por mais de 15 dias pois iria gerar resistencia a insulina e o praticante poderia até desenvolver diabetes! gostaria de saber se é verdade mesmo, e se for qual deve ser a duração maxima da dieta cetogênica?
  12. olá pessoal!,gostaria de pedir um conselho a respeito do ciclo que estou pensando em começar no mês que vem! no caso eu gostaria de começar a ciclar : 25ml deka 25ml dura 1 hemogenin 1 dianabol e insulina durante todo o ciclo.... IMB:2600 calorias IGC:11% altura:175 peso:69 kilos tipo fisico:ecto/endomorfo (ombros largos,costa larga,dificuldade enorme em ganhar peso e musculos) e como nunca ciclei insulina,gostaria de conselho de pessoas que realmente manjam do assunto,alguem pra me passar o bizu?
  13. Fala ai galera, bom não sei se essa é a área correta, mais foi a que eu achei correta então peço que se não for mova para a área correta por favor. Bom, hoje fui a meu nutricionista esportivo, tive uma conversa com ele, ele me disse uma coisa bem interessante que queria discutir com vocês sobre. Bom, eu consumo Whey+Dextrose+bcaa no pós, dai eu conversando com ele ele me disse que como eu jogo "muito bcaa" na corrente sanguínea de uma vez seria interessante eu jogar a dextrose + o meu bcaa (que seria 15/20g) só logo a pós o treino, passar uns 20 minutos (é o que eu demoro pra chegar em casa +-) jogar o whey sozinho, segundo ele isso possibilita um pico de insulina longo e duradouro Pois a dextrose vai causar o pico, e logo depois vou jogar mais aminoácidos na corrente sanguínea decorrente do whey, assim possibilitando de dar um pico de insulina duradouro, bom surgiu as duvidas, mais quem sou eu pra descordar de um profissional como ele, queria debater o assunto, pois achei muito interessante (só lembrando, eu não sou a favor de suplemento para qualquer um, e nem acho que eles fazem milagre, pelo contrario, só achei interessante essa historia e queria trazer pra vocês, ele me disse que tinha um estudo, só que eu não pedi a ele e não consegui encontrar)
  14. 20-64-1-PB.pdf RESUMO No meio esportivo, há ainda uma tendência de que o efeito benéfico de uma dieta rica em carboidrato só ocorra em exercícios aeróbios de longa duração. Porém a suplementação com carboidrato em exercícios anaeróbios, como treinamento de força, age como um ergogênico associado com a hipertrofia muscular e aumento da performance. Um aumento na tensão muscular (força) é a exigência primária para dá início ao crescimento do músculo esquelético, ou hipertrofia, pelo treinamento com exercícios. Treinamento de força é definido como: exercícios que apresentam alguma forma de resistência graduável a contração muscular. A ingestão de 6g de aminoácidos essenciais estimulam o balanço protéico tão efetivamente quanto a ingestão de 6g de aminoácidos essenciais + 35g de carboidrato, assim como também aumenta o padrão de síntese de glicogênio. Vários estudos observaram que a ingestão pré-exercício de refeições com carboidrato de baixo índice glicêmico reduziram a oxidação de carboidrato comparado com a ingestão de carboidrato de alto índice glicêmico. Segundo alguns estudos a redução nos níveis de cortisol em resposta a suplementação com carboidrato em exercício resistido ocasionou uma elevação do GH . Isto sugere que o aumento na concentração de insulina e redução de cortisol pode resultar em aumento na concentração de GH o que pode levar a hipertrofia muscular e aumento da performance pelo exercício resistido. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN 1981-9900 versão eletrônica Periódico do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício www.ibpefex.com.br/www.rbpfex.com.br EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO COM CARBOIDRATOS SOBRE A RESPOSTA ENDÓDRINA, HIPERTROFIA E A FORÇA MUSCULAR.
  15. Idade 27 anos Tempo de treino 9 anos Experência com Ae's 6 anos Peso 91kg Bf 14% aproximadamente Treino ABCABC Exames de sangue e ECG ok Último ciclo setembro/2014 cutting após bulk sem uso de AE's Inicio 102kg, Bf 17% Enantato 1-12 600mg/semana Tremb Ace 1-12 50mg dsdn Boldenona 1-12 300mg/semana GH 8ui tsd T3 50mcg tsd Pro Labs final 94kg 9%bf aproximadamente Era pra ser BC mas após o Cruise tive que encerrar. Tpc HCG 4 aplicações 2500ui dsdn, libido ok Por uma série de contratempos inclusive mudança de país fiquei parado por 3 meses sem dieta e treino. Morei nos eua por um pouco mais de um ano, ainda pretendo competir entre até 90kg ou até 100kg,preparação será no estilo passado pelo coach que eu tinha lá on fire o ano todo mas low dose inicialmente. Atual 91kg BF 14% aproximadamente (dobra cutânea) Objetivo inicial bulk clean Enantato 600mg/sem boldenona 300mg/sem Tremb 50mg/dsdn Underlabs Slin 8ui pós treino Inicio hoje 22/04/15 Gosto de low dose por menos colaterais e pelo custo, mas dependendo aumento se eu for competir. Dieta: Dia de treino 180 carb 370 prot 180g Sem treino 130carb 320 prot 150g 6 litros de água. consigo ter bons ganhos com baixo carbo com pouco acumulo de gordura mantendo dessa forma, na prática o método gh15 que se tem tremb pode comer a vontade em LowDose não funciona rs. Calorias e água vão aumentando de acordo com o ciclo e o feeling. Suplementos: Whey, dextrose, glutamina, manipulado pro figado(b1,b2,b6, ornitina, boldo do chile, metionina, silimarina), polivitaminico e vita c.
  16. Insulina no Fisiculturismo A INSULINA A insulina é produzida pelas células beta nas ilhotas de Langerhans do pâncreas. É o hormônio mais importante do organismo para regular o metabolismo energético. Exerce múltiplas ações sobre o metabolismo e o crescimento celular. A insulina transporta proteínas (aminoácidos) e carboidratos (glicose) para várias células do corpo. Mas por que esse hormônio tem chamado tanto a atenção dos culturistas? Ocorre que a insulina tem um efeito anabólico e anti-catabólico: anabólico porque aumenta o transporte de aminoácidos, principalmente os de cadeia ramificada (BCAA’s), para dentro dos músculos, e anti-catabólico, porque previne a quebra de proteínas intramusculares. A síntese de glicogênio também depende da insulina para transportar a glicose para dentro dos músculos, a fim de promover recuperação tecidual após o exercício físico. Esses efeitos da insulina criam um perfeito ambiente metabólico para o crescimento e reparação tecidual. Partindo desse princípio, a insulina injetável passou a ser utilizada por alguns atletas, visando aumento de volume; bem como definição e densidade muscular. Esse é um medicamento originalmente usado por pessoas diabéticas, que não produzem insulina em quantia adequada ou porque as suas células não reconhecem a insulina. Existem dois tipos básico de insulina mais utilizados por alguns atletas: 1) insulina regular: tem ação rápida e inicia a sua atividade logo após a administração. Sua duração aproximada é de 6 horas, mas o pico de ação fica entre 1 e 2 horas após a aplicação. 2) Insulina lenta: tem um tempo de ação intermediário. Seu efeito inicia-se cerca de 1 a 3 horas após a aplicação, atingindo um efeito máximo entre 6 a 12 horas. Mas pode ficar no sistema por aproximadamente 24 horas. Esse tipo de insulina é mais imprevisível quanto ao horário de pico, podendo ter vários por dia. Existem diferentes fontes de insulina: suína, bovina, uma mistura de ambas e até mesmo humana. A insulina humana é idêntica em estrutura àquelas produzida pelo nosso pâncreas e difere muito pouco das insulinas de origem animal. Mas alguns atletas comentam que existem diferentes reações quando mudam a fonte de insulina. Todos os tipos devem ser armazenados na geladeira, mas não congelados. Também precisam ser protegidos do efeito da luz. Quando em desuso por várias semanas, o frasco deve ser abandonado. A insulina vem sendo utilizada em bases regulares por atletas que desejam um benefício extra desse hormônio. Eles injetam a quantidade certa, na hora exata e mantém um controle nutricional rigoroso para evitar hipoglicemia severa e armazenamento de gordura. O pâncreas naturalmente já libera insulina, quando aumentam os níveis de glicose na corrente sanguínea, afim de manter um equilíbrio glicêmico. Mas, quando a insulina extra é injetada, os níveis de açúcar podem baixar muito e ocasionar a hipoglicemia. Se um atleta desavisado fizer aplicação de insulina logo cedo e só se alimentar de carboidratos complexos, provavelmente, não terá glicose suficiente na corrente sanguínea quando a insulina der o seu pico. Ou então se um indivíduo administrar insulina regular e após cerca de 2 horas for treinar intensamente, poderá entrar em severo quadro hipoglicêmico. Os sintomas de hipoglicemia característico são: sudorese excessiva, fraqueza, perturbações visuais, tremores, dores de cabeça, falta de ar, náuseas, coma e morte. Um simples erro, com relação a uma dosagem de insulina ou erro na dieta, pode levar o indivíduo a uma morte rápida. Mesmo tudo sobre o mecanismo da insulina, a droga apresenta sérios riscos. O que dizer aqueles que não têm qualquer conhecimento sobre a droga!!! CUIDADO!!! Para evitar tais sintomas, parece ser conveniente o consumo de 10 gramas de carboidrato simples (glicose) para cada UI (unidade internacional) de insulina regular, administrada cerca de 30 minutos após a injeção. Se um atleta injetou 10UI, meia hora após, ele consumiria cerca de 100 gramas de glicose. Se o atleta estiver fazendo uso de insulina lenta, deverá se alimentar rigorosamente a cada duas horas e meia com uma mistura de carboidratos para garantir o controle da hipoglicemia. Ainda assim, ele deve prevenir, levando alguns alimentos no bolso, tais como balas, chocolates e pastilhas de glicose, para usar em caso de hipoglicemia eminente. Lembre-se da característica imprevisível da insulina lenta. A vantagem da sua aplicação é que sempre que o atleta fizer uma refeição, lá estará a insulina para drenar glicose e os aminoácidos para dentro das células. É óbvio que o atleta não irá ingerir apenas carboidratos. Ele também precisa manter uma dieta rica em proteínas para aproveitar todos os benefícios da insulina no armazenamento protéico. O consumo de gorduras deve ser muito limitado, mas garantindo o consumo de gorduras essenciais, como os óleos de peixe. É conveniente lembrar que o uso de insulina é incompatível com dietas pobres em carboidratos (dieta muito preconizada recentemente para culturistas) o que, evidentemente, ocasionaria um quadro hipoglicêmico rápido e muito possivelmente a morte. Em nossa experiência, verificamos alguns usuários de insulina que se fiavam nessa droga como meio anabolizante, tornando-se realmente cada vez mais pesados. Porém, a maior parte desse peso vinha na forma de gordura corporal. Pessoas que obtiveram maior resultado em aumento de peso, sem acúmulo de tecido adiposo, utilizaram outras drogas lipotrópicas concomitantemente, tais como clembuterol, efedrina, T3 e T4 e o dinitrofenol (DNP). Essa substâncias também apresentam potencial risco a manutenção da saúde e da vida – veja como um indivíduo movido pela obsessão pode se tornar um laboratório ambulante. Essa droga é utilizada muitas vezes em associação com o hormônio do crescimento, por um motivo claro e bem definido: o GH é contra-regulatório à insulina, ou seja, dependendo da quantidade de GH administrada, pode-se criar uma resistência à insulina, de forma que a insulina exógena serve apenas para manter um estado homeostático entre a insulina e o GH. Mas, e o seu uso como droga pré-competição? A insulina é utilizada junto com a dieta pré-competição naquela fase em que o atleta realiza a supercompensação de carboidratos após o período de depleção. Só para resumir: antes das competições, os culturistas sérios realizam uma dieta especial, que consiste da depleção de carboidratos por alguns dias. Neste período (de 4 a 6 dias), os atletas não consomem nenhum ou quase nenhum carboidrato. Continuam o treino a todo vapor e todo ou quase todo o glicogênio armazenado no corpo é gasto. Três dias antes da competição, o atleta passa a ingerir generosas quantias de carboidratos. Resultado: o corpo depletado de carboidratos, irá armazená-los por um mecanismo natural de auto-proteção, isto é, irá super-compensar as células, tornando-as mais volumosas e os músculos mais aparentes. A insulina, nesse caso, costuma ser utilizada com o objetivo de drenar ainda mais os carboidratos para dentro das células musculares. Se o atleta, dias antes da competição, não consumir quantidades suficientes de carboidratos, vai parecer um faquir indiano. Por outro lado, se consumir muito carboidrato, o excesso reterá líquido subcutâneo e o atleta ficará parecido com um balão inflado ou com o Fat Bastard do Austin Powers. A insulina poderá garantir que todo o carboidrato consumido seja drenado para dentro das células, ocasionando um surpreendente efeito quanto à definição e volume muscular! Mas lembre-se: a insulina, nesse caso, só é utilizada na fase de super-compensação e jamais quando há depleção de carboidratos. Dieta rigorosa e muito bem balanceada é fundamental. Não faça loucuras! Algumas pessoas com o receio de utilizar a insulina exógena, muitas vezes acabam optando por outras drogas desenvolvidas para pessoas diabéticas, tais como a metformina – que otimiza a captação da glicose – ou da potencialmente tóxica ao fígado, troglitazona – que aumenta a massa de receptores de insulina. Esses indivíduos, num esforço para salientar as ações metabólicas da poderosa insulina, não levam em conta que não são diabéticos e que, portanto, produzem naturalmente toda a insulina que necessitam. Não teria necessidade alguma de administrar insulina exógena, menos ainda outra droga anti-hiperglicêmica. Não sejam tolos! Agora, se desejar se tornar o Rei Momo de sua cidade, essas drogas poderão de certa forma, lhe auxiliar. Se não morrer, você poderá até ser coroado. Um certo atleta de meu conhecimento resolveu flertar com a insulina. Apesar de estar consciente dos perigos, ao conhecer a correta dosagem e os mecanismos de funcionamento da insulina, realizou uma aplicação numa determinada tarde de verão do tipo 40 graus. Prostrado em função da aerobiose que tinha feito no período da manhã e pelo calor do verão, resolveu esperar uns 30 minutos antes da ingestão de carboidratos que deveria seguir a aplicação da insulina no conforto de sua cama. Cansado acabou por cair no sono, quando percebeu os sintomas de hipoglicemia, que já estavam adiantados, começou a se debater na cama, mas não podia movimentar-se a ponto de sair do quarto e pedir socorro. Quando seu pai, que estava na sala, notou uma movimentação no quarto, correu e encontrou o filho em péssima condição. Sem poder melhorar o seu estado, rapidamente o levou para o hospital mais próximo. Segundo narrativas, o atleta já estava em coma quando o seu parceiro de treino, notificado do fato pela mãe do atleta, correu para o hospital e esclareceu para que fosse injetada glicose, pois o atleta havia administrado insulina. Por pouco não foi a óbito. Vejam, poderia não haver ninguém na casa ou mesmo um amigo confidente que pudesse ajudar no diagnóstico e salvar uma vida. Muitos outros atletas já passaram muito mal e estiveram à beira da morte e outros, infelizmente, já se foram desta vida em função do uso da insulina. Moral da história: mesmo conhecendo tudo sobre o mecanismo da insulina, a droga apresenta sérios riscos, quem dirá entre aqueles que não têm conhecimento algum. Fonte: Guerra Metabólica (Rodolfo Anthero de Noronha Peres e Waldemar Marques Guimarães Neto) Efeito da insulina sobre treinamento com pesos Professor: Leonardo Peracini Michel [email protected] Professora: Fernanda Alves de Oliveira [email protected] A insulina é composta por duas cadeias peptídicas não ramificadas mantidas ligadas por duas pontes dissulfeto. As duas cadeias da insulina e suas pontes dissulfeto são formadas como uma molécula de pró-insulina de cadeia única, da qual o peptídeo de conexão é removido por enzima semelhante a tripsina. A conversão da pró-insulina a insulina ocorre lentamente dentro dos grânulos de armazenamento, que contem a endopeptidase necessária. O peptídeo de conexão, portanto se acumula dentro dos grânulos em quantidades equimolares com a insulina. A insulina é secretada por exocitose e todo o conteúdo dos grânulos de armazenamento é lançado no liquido extracelular. Conseqüentemente, o peptídeo de conexão e qualquer quantidade remanescente de pró-insulina são liberados na circulação sempre que a insulina é secretada. Quando a secreção é rápida, a pró-insulina pode perfazer até 20% dos peptídeos circulantes, detectados pelos anticorpos da insulina, mas contribui com pouca atividade biológica. O peptídeo de conexão não tem atividade biológica conhecida. A consideração da insulina é importante porque ela atenua a degradação das proteínas e aumenta a captação de aminoácidos, promovendo, portanto o anabolismo protéico. A insulina atua nos receptores de IGF, o que pode contribuir de forma adicional na promoção de efeitos anabólicos no organismo (KRAEMER, W.J., 1994). Por isso mesmo, esse hormônio tem sido utilizado de modo farmacológico por pessoas interessadas em ganhar massa muscular. A maioria dos exercícios causa uma redução nas concentrações de insulina (WASSERMAN,D.H., O´DHERTY,R.M.,ZINKER,B.A., 1995) (inclusive o exercício de força) e o motivo disso permanece não completamente conhecido (embora em alguns tipos de exercício a musculatura acabe mais exposta á insulina em função da modificação vascular decorrente do exercício). Mas o fenômeno parece estar ligado à inibição da secreção pancreática do hormônio pelo sistema parassimpático.(McMURRAY,R.G & HACKNEY,A.C., 2000). Em exercícios com intensidade maior que 40% da capacidade máxima, (BEM-EZRA,V., et. al.., 1995) (VIRU,A., 1992) a intensidade parece ter pouco efeito sobre a inibição da secreção desse hormônio, mas a duração do exercício está diretamente relacionada ao fenômeno. Esse efeito do exercício sobre a secreção de insulina pode durar de poucas horas ate 48 horas (MIKINENS,K.J., et. al.., 1988). Na realidade, a redução na concentração sérica de insulina durante o exercício é importante, pois admite a ativação de processos que permitem a mobilização de glicose a partir do fígado, o uso de gordura como fonte de energia e a gliconeogênese (produção de glicose pelo fígado). A insulina tem um papel anabólico ao termino do exercício, recuperando e remodelando a massa muscular exercitada, e a administração de nutrientes nesse período é de enorme importância (onde haja a presença de glicose, o principal fator desencadeador da secreção de insulina). Alguns estudos têm experimentado o consumo de aminoácidos em conjunto com carboidratos para potencializar a liberação de insulina. De acordo com (KRAEMER, W.J., 1994), ainda que a insulina, assim como os hormônios da tireóide e a ß-endorfina, esteja implicada no crescimento, reparo e nos mecanismos de estresse do exercício, existem poucos dados disponíveis relativos ao papel desses hormônios na adaptação ao treinamento de força (1).Furukawa Y. “Enhancement of glucose-induced insulin secretion and modification of glucose metabolism by biotin.” Nippon Rinsho 1999 Oct; 57(10):226-9 (2) Borboni P, Magnaterra R, Rabini RA, Staffolani R, Porzio O, Sesti G, Fusco A, Mazzanti L, Lauro R, Marlier LN. “Effect of biotin on glucokinase activity, mRNA expression and insulin release in cultured beta-cells.” Acta Diabetol 1996 Jul;33(2):154-8 (3) 33.G. Paolisso et al., “Chronic Intake of Pharmacological Doses of Vitamin E Might be Useful in the Therapy of Elderly Patients with Coronary Heart Disease.” Am. J Clin Nutr 61(1995):848-52 (4) Rosolova H, Mayer O Jr., Reaven GM. “Insulin-mediated glucose disposal is decreased in normal subjects with relatively low plasma magnesium concentrations.” Metabolism 2000 Mar;49(3):418-20 (5) Matsuda M, Mandarino L, DeFronzo RA. “Synergistic interaction of magnesium on glucose metabolism in diabetic rats.” Metabolism 1999 Jun;48(6):725-31 (6) Jacob S, Rnus P, Hermann R, Tritschler HJ, Maerker E, Renn W, Augustin HJ, Dietze GJ, Rett K. “Oral administration of RAE-ALA modulates insulin sensitivity in patients with type 2 diabetes mellitus: a placebo controlled pilot trial.” Free Radic Biol Med 1999 Aug; 27(3-4):309- (7) Jacob S, Henriksen EJ, Schiemann AL, Simon I, Clancy DE, Tritschler HJ, Jung WI, Augustin HJ, Dietze GJ. “Enhancement of glucose disposal in patients with type 2 diabetes by ALA.” Arzneimittel forschung 1995 Aug;45(:872-4 ( NaKaya Y, Minami A, Harada N, Sakamoto S, Niwa Y, Ohnaka M. “Taurine improves insulin sensitivity in the Otsuka Long-Evans Tokushima fatty rat, a model of spontaneous type 2 diabetes. Am J Clin Nutr 2000 Jan; 71(1):54-8 (9) Goldfine AB, Patti ME, Zuberi L, Goldstein BJ, LeBlanc R, Landaker EJ, Jiang ZY, Willsky GR, Kahn CR. “Metabolic effects of vanadyl sulfate in humans with non insulin dependent diabetes mellitus: in vivo and vitro studies.” Metabolsim 2000 Mar; 49(3):400-10 Fonte: Blog Hipertrofia Insulina Entendendo a importância deste hormônio Por Rodolfo Anthero de Noronha Peres - Nutricionista Esportivo - CRN8 2427 Os hormônios são substâncias responsáveis pela harmonia das nossas funções orgânicas, visto que aceleram ou diminuem a velocidade de reações e funções biológicas – que acontecem mesmo em sua ausência – mas em ritmos diferentes. Essas mudanças são fundamentais no funcionamento do corpo humano. Na comunidade esportiva, existem alguns hormônios de maior interesse, tais como: hormônio de crescimento, hormônios tireoidianos, hormônios esteróides e a insulina, dentre outros. Neste artigo discutiremos a ação do hormônio insulina no organismo, expondo informações sobre como beneficiar-se por meio do controle de sua liberação natural, assim como os riscos de se administrar insulina extra. A insulina é um hormônio anabólico, sintetizado pelas células beta nas ilhotas de Langerhans do pâncreas, sendo o hormônio mais importante na regulação do metabolismo energético. Sua principal função é regular o metabolismo da glicose por todos os tecidos do corpo, com exceção do cérebro. Ela aumenta a velocidade de transporte da glicose para dentro das células musculares e do tecido adiposo. Com a captação da glicose, se ela não for imediatamente catabolizada como fonte de obtenção energética, gera-se glicogênio nos músculos e triglicerídeos no tecido adiposo. Ou seja, o efeito da insulina é hipoglicemiante, visto que reduz a glicemia sangüínea. A insulina atua ainda nos receptores de IGFs, o que pode contribuir de forma adicional na promoção de efeitos anabólicos no organismo. Normalmente, a insulina é liberada em ocasiões nas quais existam altos índices de glicose plasmática, como acontece após as refeições, variando de acordo com a quantidade e o tipo de alimento ingerido. Quando os níveis sangüíneos de alguns aminoácidos forem elevados, principalmente os BCAA'S, também ocorre um aumento considerável na liberação de insulina. Ela atua primeiramente reabastecendo as reservas de glicogênio nos músculos e no fígado. Depois disso, se os níveis de glicose sangüínea ainda forem altos, a insulina estimula o seu armazenamento em tecido adiposo. Portanto, como vocês podem observar, a insulina pode auxiliar tanto no ganho de massa magra, devido à ótima captação de nutrientes e aceleração na ressíntese tecidual, como também pode ajudar no aumento da gordura corporal. Sempre que os níveis de insulina forem altos, os níveis de glucagon serão baixos e vice-versa, visto que são hormônios contra-regulatórios. Como o exercício estimula a liberação de glucagon, a insulina tem sua liberação diminuída quando existe trabalho muscular, principalmente como forma de tornar a glicose mais disponível para a atividade, assim como usar gordura como fonte de energia. Além disso, as catecolaminas (adrenalina, por exemplo), que são liberadas durante o exercício, têm a propriedade de reduzir os níveis de insulina. A supressão na liberação de insulina é proporcional à intensidade do exercício, sendo que, em exercícios mais prolongados, existe um aumento progressivo na obtenção de energia a partir da mobilização de tecido gorduroso, decorrente da baixa observada nos níveis de glicose e da ação do glucagon. Esse efeito do exercício sobre a secreção de insulina pode durar até 48 horas. Quando existe deficiência no organismo em manter adequados os níveis de insulina, ocorre uma patologia denominada diabetes. O diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado por uma destruição auto-imune de células beta do pâncreas, ou seja, o corpo destrói, por engano, o próprio tecido que produz e secreta a insulina. Já o diabetes mellitus tipo 2 é bastante diferente do diabetes mellitus tipo 1. Nesse caso, a insulina está presente, mas não é eficiente para estimular a absorção de glicose nas células (o que é chamado de “resistência à insulina”). O corpo tenta compensar esse defeito secretando cada vez mais insulina, até que a capacidade de reserva das células beta pancreáticas se reduz e a glicemia aumenta. Tanto o diabetes mellitus tipo 1 como o tipo 2 são diagnosticados pela glicemia em jejum (> 8h) acima de 126 mg/dl ou acima de 200 mg/dl, 2 horas depois da ingestão de 75 g de glicose via oral ou do surgimento de outros sintomas clássicos do diabetes. É prática padrão repetir os exames e realizar testes mais abrangentes após o diagnóstico inicial. Embora a insulina exerça muitas funções, cinco delas são particularmente importantes durante ou após o exercício: 1) estímulo da absorção de glicose na maioria das células do corpo, 2) inibição da liberação de glicose pelo fígado, 3) inibição da liberação de ácidos graxos armazenados, 4) facilitação da síntese protéica nas células do corpo e 5) estímulo da ressíntese de glicogênio muscular após o exercício. Portanto, deve-se tomar as devidas medidas com a dieta, para aproveitar ao máximo a ação anabólica deste hormônio naturalmente, consumindo alimentos fonte de carboidratos com baixo índice glicêmico na maior parte das refeições. Esta prática visa manter uma glicemia mais constante, evitando inclusive crises hipoglicêmicas e rompantes de fome. No entanto, existem alguns horários em que nós podemos nos beneficiar com a ingestão de alimentos fonte de carboidratos com alto índice glicêmico, tais como antes, durante e imediatamente após o treinamento com pesos. Com relação à ingestão de carboidratos com alto índice glicêmico antes de uma sessão de treino, alguns indivíduos costumam apresentar hipoglicemia de rebote, causando uma queda no rendimento. No entanto, caso ocorra consumo de carboidratos durante o treinamento, este problema estará sanado. Deve-se ressaltar que até 2 horas após o término do treinamento, nosso organismo possui uma capacidade extraordinária para absorção de nutrientes, sendo que é muito interessante elevar os níveis de insulina para aproveitar seu potencial. O estímulo pode ser dado pela ingestão de em torno de 1 grama de glicose por kg de peso corporal logo após o treinamento, acompanhada preferencialmente por proteínas de rápida absorção e aminoácidos de cadeia ramificada. Deve-se ainda, aproveitar os níveis elevados de insulina neste momento para aproximadamente 40 minutos após o término do treinamento, realizar uma refeição rica em carboidratos e proteínas e baixíssima em gorduras, visando recompor os estoques de glicogênio degradados e otimizar a síntese protéica. Lembre-se de que altos níveis de insulina também otimizam a absorção de gorduras!!! Algumas pessoas também utilizam o mineral cromo, na forma picolinato, num esforço para salientar os efeitos anabólicos da insulina. Este é um mineral-traço essencial que participa ativamente do metabolismo de carboidratos, principalmente co-atuando com a insulina, melhorando a tolerância à glicose. Por agir estimulando a sensibilidade à insulina, o cromo pode influenciar também no metabolismo protéico, promovendo maior estímulo da captação de aminoácidos e, conseqüentemente, aumentando a síntese protéica. Existem, ainda, algumas evidências sobre a função do cromo no metabolismo lipídico, as quais parecem estar relacionadas com o aumento das concentrações de lipoproteínas de alta densidade (HDL) e a redução do colesterol total e de lipoproteínas de baixa densidade (LDL, VLDL), por meio do aumento da atividade da enzima lipase de lipoproteínas em indivíduos com dislipidemias. Pode ser que a administração deste mineral funcione para pessoas com deficiência de cromo, mas provavelmente não proporcionará nenhum grande benefício para indivíduos que não apresentem tal deficiência. O exercício físico pode aumentar a excreção urinária de cromo, no entanto, não se sabe se este fator pode induzir uma deficiência de cromo. Por outro lado, a suplementação de cromo pode auxiliar no controle da glicemia de indivíduos diabéticos não insulino-dependentes engajados em atividade física. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não estabelece um valor seguro exato para a ingestão de cromo, mas relata que dosagens de 125 a 200µg/dia além da dieta habitual podem favorecer o controle glicêmico e melhorar o perfil lipídico. Dessa forma, a dosagem máxima, dentro de um limite de segurança, é de até 250µg/dia. A ingestão de altas doses de cromo, dentre outros malefícios, pode ocasionar prejuízos no estado nutricional do ferro, devido ao fato do cromo competir com o ferro pela ligação com a transferrina, proteína responsável pelo transporte de ferro recém-absorvido. Porém, mesmo com todas estas maneiras de se aproveitar o enorme potencial anabólico desse hormônio, muitos indivíduos teimosos ainda insistem em flertar com o uso de insulina exógena, mesmo após já terem ocorrido diversas mortes de fisiculturistas por hipoglicemia severa. Esse é um medicamento originalmente usado por pessoas diabéticas, que não produzem insulina em quantia adequada ou porque as suas células não reconhecem a insulina. Existem dois tipos básicos de insulina mais utilizados por alguns atletas: 1) insulina regular: tem ação rápida e inicia a sua atividade logo após a administração. Sua duração aproximada é de 6 horas, mas o pico de ação fica entre 1 e 2 horas após a aplicação. 2) insulina lenta: tem um tempo de ação intermediário. Seu efeito inicia-se cerca de 1 a 3 horas após a aplicação, atingindo um efeito máximo entre 6 a 12 horas. Mas pode ficar no sistema por aproximadamente 24 horas. Esse tipo de insulina é mais imprevisível quanto ao horário de pico, podendo ter vários por dia. Existem diferentes fontes de insulina: suína, bovina, uma mistura de ambas e até mesmo humana. A insulina humana é idêntica em estrutura àquela produzida pelo nosso pâncreas e difere muito pouco das insulinas de origem animal. Mas os atletas comentam que existem diferentes reações quando mudam a fonte de insulina. Todos os tipos devem ser armazenados na geladeira, mas não congelados. Também, precisam ser protegidos do efeito da luz. Quando em desuso por várias semanas, o frasco deve ser abandonado. Se um atleta desavisado fizer aplicação de insulina logo cedo e só se alimentar de carboidratos complexos, provavelmente, não terá glicose suficiente na corrente sangüínea quando a insulina der o seu pico e poderá fazer uma viagem sem direito a volta para o paraíso, ou seja lá para onde for. Os sintomas de hipoglicemia característicos são: sudorese excessiva, fraqueza, perturbações visuais, tremores, dores de cabeça, falta de ar, náuseas, coma e a morte. Ou seja, um simples erro, com relação a uma dosagem de insulina ou erro na dieta, pode levar o indivíduo a uma morte rápida. Este, sem dúvida alguma é um risco que não vale a pena! Algumas pessoas com o receio de utilizar a insulina exógena, muitas vezes acabam optando por outras drogas desenvolvidas para pessoas diabéticas, tais como a metformina - que otimiza a captação da glicose - ou da potencialmente tóxica ao fígado, troglitazona - que aumenta a massa de receptores de insulina. Esses indivíduos, num esforço para salientar as ações metabólicas da poderosa insulina, não levam em conta que não são diabéticos e que, portanto, produzem naturalmente toda a insulina que necessitam. Não teriam necessidade alguma de administrar insulina exógena, menos ainda outra droga anti-hiperglicêmica. Não brinque com seu bem mais precioso que é sua vida! Procure otimizar a liberação natural desse poderoso hormônio anabólico em seu organismo pelas estratégias nutricionais aqui explanadas. Um ótimo programa de treinamento em conjunto com uma prescrição nutricional adequada, somados a uma grande motivação, é o suficiente para você conquistar seus objetivos! LITERATURA CONSULTADA AUGUSTO, A. L. P. et al. Terapia Nutricional . São Paulo: Atheneu, 1999. BENNETT, J. C.; PLUM, F. Tratado de medicina interna . 20 o ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. CANALI, E.S.; KRUEL, L. F. M. Respostas hormonais ao exercício. Revista Paulista de Educação Física , São Paulo, vol. 15, 2001, p. 141-153. COTRAN, R. S; KUMAR, V; COLLINS, T. Robbins - Patologia Estrutural e Funcional. 6 o ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. GRACEY, M.; KRETCHMER, N. O diabetes mellitus não insulino-dependente (tipo II) em populações em curso de urbanização. In: FREITAS, H. Diabetes Mellitus. Anais Nestlé , São Paulo, vol. 46, 1993, p. 29-37. GROSS, J. L. et al . Diagnóstico e classificação do diabetes melito e tratamento do diabetes melito e tratamento do diabetes melito tipo 2 - Recomendações da sociedade brasileira de Diabetes. Archivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabolismo . Vol. 44, n.4, p.09-35, set. 2000. MORRISON, G.; HARK, L. 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A insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas,sendo que , dentre suas funções principais, está o transporte de proteínas(aminoácidos) e carboidratos (glicose) para dentro da célula. Porém, o efeito da insulina é uma faca de dois gumes, pois ela pode evitar a quebra de gorduras e ainda aumentar a sua reserva. Isso visto só para repetir o que já foi mencionada no item 4 carboidratos, onde também aprendemos como fazer uso da secreção natural deste poderoso hormônio em nosso favor, mas aqui o que mencionamos é o uso de insulina extra injetável. Ocorre que muitos culturistas fazem uso de insulina sem se torna obesos e sim mais fortes e definidos. Se você estiver realizando um treinamento rigoroso e não estiver ingerindo quantidade desnecessárias de carboidratos, a insulina no seu corpo irá levar nutrientes para dentro da célula e não trabalhar no processo de armazenamento de gorduras. Mas se você já tiver excesso de gordura e se consumir quantias desnecessárias de carboidratos e ainda for sedentário, a insulina irá aumentar a reserva de gordura. A insulina vem sendo injetada em conjunto com drogas como GH( hormônio do crescimento), esteróides anabólicos , clembuterol, drogas para a tiróide e outras para que , em conjunto, tenham o seu efeito aumentado. Existem dois tipos básicos de insulina: insulina de ação lenta e insulina de ação rápida (regular). A insulina lenta permanece no corpo aproximadamente seis horas após a injeção ( a qual deve ser subcutânea). Este tipo de insulina normalmente inicia sua ação entre1 à 3 horas após a injeção e tem o seu pico de ação de 6 à 8 horas após a administração. A insulina regular tem ação imediata e dura cerca de 6 à 8 horas. É importante notificar que o pâncreas naturalmente libera insulina após ter aumentado os níveis de glicose na corrente sanguínea, mas quando é injetado insulina extra, pode ocorrer um quadro hipoglicêmico (queda na corrente sanguínea ). Se um culturista injeta insulina de manhã ao acordar e se alimentar de carboidratos complexos, provavelmente não criará quantidades de glicose suficientes para o aumento em que a insulina der o seu pico ou seja, após 1 ou 2 horas. Isso pode ocasionar severo quadro hipoglicêmico que se caracteriza por sudorese, falta de ar e tremores. SEVERA HIPOGLICEMIA PODE OCASIONAR A MORTE. Para evitar o problema, os culturistas que insistem em fazer uso desta droga perigosa consomem, além da refeição normal, 10 gramas de glicose para cada UI (unidade internacional) de insulina administrada. Se um atleta injeta 10 UI de insulina de manhã, ingere 100 gramas de carboidratos simples (glicose) de 20 a 30 minutos após a administração. Normalmente, o ciclo de insulina é usado por oito semanas, permanecendo-se oito semanas fora do ciclo. Durante o ciclo, a dieta deve ser precisa contendo carboidratos simples e complexos consumidos na hora exata. O uso de insulina parece ter efeito bastante positivo, quando especificamente utilizada na fase da dieta pré-competição em que o atleta aumenta o consumo de carboidratos, após passar pela fase de depleção dos mesmos como foi mencionado anteriormente neste item. A célula já ocupada por carboidratos será ainda mais recheada pelos mesmos com injeção de insulina. A insulina jamais é utilizada na fase em que a ingestão de carboidratos é limitada. Repetimos, usa-se insulina, só quando o consumo de carboidratos for elevado para promover supercompensação. Cremos que o uso despropositado de insulina não vale a pena , pois corre-se o risco da instalação de um quadro hipoglicêmico e isto basicamente ocorre pela administração de muita insulina e pelo consumo de quantias inadequadas de carboidratos que, advertimos , pode levar a um quadro hipoglicêmico, à coma e até à morte. Este é um risco que não vale a pena. Por: Waldemar Marques G. Neto Livro Anabolismo Total Phorte Editora – LTDA Perguntas Freqüentes sobre a Insulina: Pergunta : O que é insulina? Resposta: A insulina é um hormônio secretado pelas células beta do pâncreas sendo responsável pelo transporte de produtos da digestão de alimentos para diversas células de todo o corpo. Sua administração exógena é utilizada para o tratamento de diabetes e como iremos ver também é bastante usada na musculação Pergunta : Por que usamos insulina na musculação? Resposta : A insulina pela sua ação promove um efeito anabólico e um potente efeito anti-catabólico, sendo assim a princípio contribuindo para o usuário ter bons ganhos de massa muscular, é so lembrar que a insulina é responsável pelo transporte de aminoácidos e glicose para diversas células, incluindo aí as células musculares. Pergunta : Como devemos usar a Insulina? Resposta : Antes de mais nada devemos atentar que a administração desse hormônio pode MATAR o usuário, se a administração é feita sem os devidos cuidados que iremos explicar ,o usuario pode ter uma hipoglicemia fatal e obviamente vir a falecer, então muito cuidado e atenção para a administração da insulina se não quiser ser mais um que morre devido a sua administração. Sintomas de hipoglicemia são geralmente sonolência, distúrbios na visão, dores de cabeça e náuseas. Começando devemos atentar que o uso da insulina deverá ser feito com o uso de esteroides anabolizantes preferencialmente, evitará que vc tenha um ganho excessivo de gordura por causa do uso da insulina, alem de que ela irá contribuir para os ganhos de massa muscular em um ciclo de esteroides. São usados também em um ciclo o GH e a Creatina…porém esteroides e creatina já são o bastante para o ciclo, juntamente com outros suplementos que aumentam a sensibilidade a insulina, o que veremos mais adiante (Anexo ). A insulina é encontrada em qualquer farmácia. Nelas iremos encontrar diversos tipo mas devemos atentar para as que tem duração rápida e estas são a Humulin-R e Humalog (Lispro). Para iniciantes eu aconselho o uso da Lispro, ela terá um pico rápido e duração idem, sendo diminuídos assim os riscos de hipoglicemia para usuários inexperientes. A Humulin R tem duração de 13 horas e pico de 3 horas após a aplicação, enquanto a Lispro tem duração de 6 horas e pico de 2 horas aplicação. Qual a importância disso? Simples, para sabermos quais os horários você deve atentar para não consumir gorduras (duração) e quando voce tem que comer a quantidade certas de carboidratos (pico) assim evitando o ganho de gordura e prevenindo uma possível hipoglicemia. A recomendação para todos é começar com 10 UI após o treino, sendo que assim que for pegando experiência a aplicação também pode ser feita também de manhã. Não acho necessário a aplicação de mais de 10 UI/dia, quando fiz uso apliquei até 16 UI 2 X ao dia e somente senti um aumento no ganho de gordura, alguns recomendam 1 UI a cada 9 kgs, podendo até ser uma referencia. Tente não usar a noite, pois o risco de hipoglicemia é grande durante o sono, se você so puder usar a noite use preferencialmente a Lispro e não muito depois das 18 horas. A parte mais importante está na sua alimentação , a recomendação é de 10 g de carbo de ALTO I.G para cada UI de insulina aplicada…atente que voce vai ter que ingerir isso logo após a aplicação e também no horário de pico da insulina ( Lispro 2 horas e Humulin-R 3 horas) para assim prevenir uma possível hipoglicemia. Sempre ande com algum carbo de alto índice glicemico em mãos para uma eventual hipo e que seja de fácil acesso e uso (shake com algum carbo tipo dextrose e maltodextrina, alguns alimentos feitos a base principalmente de açucar etc) A recomendação para um shake seria o carbo + proteína + creatina. Pergunta : Como eu devo aplicar a insulina? Resposta: A insulina é aplicada de forma subcutânea geralmente na barriga (em um local não próximo da região do umbigo). Você deve usar a seringa de 100 UI com agulha ultra fina, atente bem para a medição dos UI na aplicação…e cuidado para não confundir UI com ml senão será bem letal. De um modo simples para a aplicação você irá aspirar a insulina do recipiente, tirar todas as bolhas da seringa, puxar um pouco da pele e introduzir a agulha em um ângulo de 90?, sempre atentando para higiene, lavando as mãos antes da aplicação e passando álcool antes da aplicação, pronto, está injetada a sua insulina. Anexo: Recomendações Finais: 1) É preferível o tempo de uso da insulina por não mais de um mês, assim você estará diminuindo os riscos de aumentar a sua resistência a insulina. 2) Sempre avise alguém de sua confiança que você está fazendo uso de algo que pode te matar, para que possa ser avisado e que seja tomada alguma providencia em caso de uma hipoglicemia severa 3) Não use álcool ou qualquer tipo de droga 4) Só durma após a duração da insulina acabar. Existem alguns suplementos e drogas que podem ser usadas também para aumentar a sensibilidade a insulina,ajudando você tambem em seu treinamento normal, o que está sendo mais usado seria o ALA e o R-ALA, porem os demais podem ser uteis tambem ,estes são: Biotina:9-16 mg/dia (1) (2) Vitamina E:800-1400 UI/dia (3) Magnésio: 350-600 mg/dia (4) (5) ALA: 600 mg/dia dividido em dosagens ao dia (6) (7) Taurina: 2-6 g/dia ( Sulfato de Vanádio: 30 mg/dia (9)
  17. Chá Verde como Insulin Booster A substância mais importante bioativo presente no chá verde, EGCG ou epigallocatechine galato induz as células dos músculos para absorver mais glicose. Pesquisadores da Universidade Kyung Hee na Coréia descobriu como: como a insulina, EGCG [fórmula estrutural abaixo] ativa a enzima fosfatidilinositol (PI) 3-quinase. Os coreanos fizeram experimentos usando o músculo dos ratos. Quando as células foram alimentadas com EGCG e glicose, as células absorveram até 70% mais. Interessantemente, mesmo com a concentração mais elevada de EGCG, nenhuma das células musculares morreram. Isto significa que ECGC não é citotóxico . O gráfico abaixo mostra o efeito de doses crescentes de EGCG sobre a absorção de glicose. Os investigadores utilizaram a insulina com uma concentração de 200 nanomoles de um grupo de controlo. A exposição foi de meia hora. Há duas maneiras em que as células musculares podem absorver glicose. Uma é através de insulina e imitadores de insulina, e passa através da via de P13K. O outro passa através da AMPK proteína, e torna-se mais ativo, como resultado de exercício físico. É também por isso que atletas injetam insulina depois da atividade física. Após o treinamento, as células musculares absorvem a glicose tanto que quase nada fica para as células de gordura. Se você injetar insulina, em seguida, as células musculares absorvem a glicose ainda mais rápido, para que os seus depósitos de gordura não aumentem. Eles aumentaram se você usar insulina em outros momentos. Os pesquisadores coreanos queriam saber exatamente qual era o mecanismo exato que o EGCG causava, então eles repetiram seus experimentos utilizando bloqueadores diferentes. Um deles, LY294002, bloqueia o efeito de P13K. Este é o LY bloqueador no gráfico abaixo. Quando os coreanos acrescentaram LY para as células musculares, o efeito estimulador do EGCG na captação de glicose havia parado: os pesquisadores tiveram a informação necessária sobre como funciona o mecanismo de EGCG. Os pesquisadores estão interessados ​​em saber mais sobre o EGCG e glicose, porque eles estão buscando maneiras de aliviar a diabetes tipo 2 através de dieta e suplementos. Mas os resultados são interessante para os atletas. O chá verde pode ser interessante se for usado antes do treino, já que estimula a queima de gordura durante as sessões, e já que também aumenta a captação da glicose pós treino, isso aparenta ser ainda mais interessante para atletas. Fonte: J Food Med. 2008 Sep ________________________-- Outro artigo bem interessante sobre chá verde postado no blog: http://www.hipertrof...massa-muscular/
  18. Não tenho visto relatos sobre o uso concomitante da insulina com AES, então resolvi discutir esse assunto com quem queira e tenha conhecimento para conversar. Por se tratar de um hormônio extremamente anabólico e anti-catabólico tenho usado bastante com meus AES. Fiz diversas experiências de uso, tanto com a lenta como com a regular com a qual tive problemas e decidi correr dela. Quando não tenho GH costumo usar peptídeos mimetizadores de crescimento e vitaminas do complexo B em jejum e insulina logo após o treino. Quando fiz o uso com a regular dividi a dose em 3 aplicações ao decorrer do dia mas só me deu colaterais. Já com o uso da lenta a aceitação pelo meu organismo foi melhor. Não esquecendo que não tendo uma dieta adequada em gorduras podemos ficar como um corredor de maratona ou parecido com um lutador de sumo. Pergunta !!! ALGUÉM JÁ FEZ USO DA INSULINA ? DE QUE FORMA? QUANTO USOU? CONSIDERAÇÕES FINAIS. Abraço a todos.
  19. Eae galera, seguinte, to entrando nesse bulk ae, mas... é o primeiro bulk, acabei de sair de uma "dieta" paleo, que é low carb, sequei bastante e tals, mas não achei os ganhos legais, então qualquer dica é mto bem aceita Idade: 17 Peso: 74 (objetivo: 82kg, pelo menos) Altura: 1,73 BF: 6,5 (Fiz a avaliação e deu isso, mas acho que tá errado) Medidas: Não tenho aqui, mas vou atualizar, até segunda, que faço avaliação Objetivo: Ficar mutante bulk limpo Total de água: 3~5 litros GCD: 2911 Kcals Dieta OFF Total de Calorias: 3797 Excedente: 886Kcals Total de Proteínas: 166 (2,3g/kg) --> considerando apenas proteína animal Total de Carboidratos: 588,1G (8,1g/kg) Total de Gorduras: 57,78 (0,8/g/kg) Então, é isso, bora crescer porra Qtd Alimento - Proteina / Carbo / Gordura 6:30 100g Peito de Frango - 30 / 0 / 1 100g Macarrão Integral - 5.33 / 26.5 / 0.54 100g Arroz Integral - 8 / 72 / 2 2 Colheres de Azeite - 0 / 0 / 18,4 9:30 2 doses hipercalórico - 25 / 67.5 / 2.5 45g Aveia Integral - 6.88/23.9/3.9 3 castanhas do Caju - ? / ? / ? 1 castanha do pará - ? / ? / ? 2~3g Creatina - ? / ? / ? 12:30 100g Peito de Frango - 32/01 100g Feijão Preto - 9/24/0 100g Salada - ?/?/? 100g Arroz Integral - 8/72/2 2 Colheres de Azeite - 0/0/18,4 Pré Treino (14:30) 100g Macarrão Integral - 5,33/26,5/0,54 150g Mandioca - 1/33,5/0 TREINO - 15HRS Pós Treino (16:00) 1 Dose Elite Primal - 25/0/4 1 Dose Dextrose - ?/24/? BCAA - ? / ? / ? 18:00 50g Peito de Frango - 15/0/0 150g Arroz Integral - 12/108/2 20:30 1Dose Whey Protein - 24/4/1,5 22:30 50g Peito de Frango - 15/0/1,5 100g Arroz Integral - 8/72/2 Antes de Dormir Albumina - ? / ? / ? Abçs ae marombada o/
  20. ALGUÉM PODE ME DIZER SE O A VITAMINA C INTERFERE NO NÍVEL E INSULINA NO PÓS TREINO ? A VIT SERIA BOM NO POS TREINO PELO FATO DO CORTISOL ASSIM COMO AO ACORDAR MAS SE ELA INTERFERIR NA INSULINA VAI ATRAPALHA A ABSORÇÃO DOS NUTRIENTES ETC ? A PERGUNTA E PQ EM ALGUNS LUGARES PESQUISANDO MAIS SOBRE VITAMINA C ACABEI OUVINDO ISSO MAS NADA CONCRETO E FIQUEI NA DUVIDA
  21. Fala galera, me deem uma ajudinha com o cutting, já que é o primeiro que faço. Bom sei que estou magro - 1,74 com 73,5kg com 13,4% BF, só que como sou diabetico tipo 1 e faço uso de insulina, quero tentar reduzir mais uns 3-4% de gordura antes de começar o bulking, assim consigo manter baixa as dosagens de insulina. Tá boa? Fiz 2 semanas de reeducação alimentar e depois mais 2 semanas de cutting, estou entrando na terceira semana de cutting. To comendo bem isso ai certinho uns 100-200 kcal a mais ou a menos =) Os resultados dá pra ver aqui: http://www.hipertrofia.org/forum/topic/151984-diario-de-um-diabetico-tipo-1-e-com-hipotireoidismo-ajuda/ Tem fotos de quando começei o cutting e outra com duas semanas de cutting.
  22. bom quando ingerimos carboidratos de rapida digestão como a dextrose, ela aumenta os açucares no sangue e consecutivamente a insulina aumenta junto. mas se eu usar aumentar os açucares no sangue e ao mesmo aumentar a retirado dos mesmos, por meio de uma atividade fisica, o corpo ainda assim produzira insulina na mesma quantidade, como se eu não fizesse nenhum tipo de atividade? por exemplo, de vez emquando, eu tenho utilizado malto durante uma caminhada. e eu sei que isso não é aconselhavem para quem quer emagrecer. mas eu tenho utilizado mais carboidratos de alto indice glicemico na minha dieta, porque diminuem as minhas dores no corpo. então invez de tomar apenas o malto de tarde (o horario que eu caminho) por causa das dores, e ficar em casa, eu acabo saindo para fazer uma caminhada, pois tenho medo de engordar, principalmente na circuferencia do abdomen (barriga e culotes). será que tó fazendo certo?
  23. Bom ja li que ingerir proteina também causa produção de insulina , por causa dos aminoacidos se nao me engano, e me surgiu umas duvidas quanto a isso. . . 1 - A quantidade de insulina produzida pela ingestão de proteinas é muito grande, como de um carbo de alto IG ? 2 - Proteinas com maior Valor Biológico , causa picos maiores de Insulina ? 3 - Por conta da insulina, quantos gramas de proteina consumir em uma refeição sem ser Pós ou Pré Treino, num cutting restritivo ? Vlw galera, acabem com essa duvidaa ! Abrç
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