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  1. Então rapaziada, partindo do principio que passamos 8 horas por dia dormindo, o jeito no qual dormimos pode influenciar na hipertrofia dos músculos? Vou dar um exemplo: Eu costumo dormir em cima dos braços, contraídos, e com o trapézio sempre contraído também, e por coincidência ou não são as partes que tenho mais dificuldade de fazer crescer. Sei que pode parecer uma pergunta boba, mas dormir com os músculos contraídos pode influenciar no descanso dos mesmos?! Obrigado!
  2. Eai glr suave? É o seguinte , praticamente desde quando comecei a treinar não evolui quase nada as costas, principalmente em largura (as dorsais) pois quando faço não sinto a contração dos músculos, parece q to fazendo o exercício só com os braços, ou sinto algum músuclo do braço como os músculos do antebraço e triceps, ou sinto o trapézio (no cruxifixo inverso sinto um pouco, porém sinto bastante trapézio) eu tinha a mesma dificuldade com o peito, mas foi qnd mudei de treino e inseri supino e cruxifixo cm halteres comecei a ter muitas dores tardias, e meu peitoral ta evoluindo bastante, na camiseta ja ta bastante diferença, oq vcs sugerem para sentir melhor a contração das costas? Pq parece q não evolui nada.
  3. Sou novo no fórum glr, vou contar minha história: desde quando comecei a treinar (quase 5 meses atras) nunca senti nada no peito, nem contração, nem dor tardia nada, sinto que nos exercícios de peito eu não consigo fazer o peito ser o principal músculo exigido, e eu quase não tive evolução nele, comparado aos outros músculos, que consegui evoluir bastante por favor galera, deem uma atenção ai, ja tentei de tudo.
  4. glr tenho pensando a uns dias, quando estou treinando tento focar no músculo que estou trabalhando, contraindo ele voluntariamente durante a execução "forçando" ele, e sinto muito no treino e depois tbm, porém, um amigo me disse que essa contração que faço durante o exercício não trás beneficio nenhum, pois o musculo ja se contrai com o movimento em si (sim, eu sei disso) e que posso até ficar limitado para subir cargas. Fiquei bolado com isso, alguém sabe alguma coisa sobre o assunto ou experiencia própria de como treina? obrigado
  5. Bom dia galera, Antes de mais peço desculpa se já houver alguma pergunta como esta no forum (deixem o link, plz), mas só vi tópicos a dizer que o tempo ideal era 72 horas porque o músculo tinha de recuperar e etc etc etc (mais do mesmo). Eu também sempre ouvi dizer que no mínimo era bom dar 72h de descanso para voltar a treinar o mesmo grupo muscular. Bem, isso é o que eu tenho feito até agora (ao todo já vão 2,5 anos). (Se treinava peito na segunda só o voltaria a treinar na quinta). Contudo, depois de ler alguns estudos sobre o assunto, deparei-me que a maioria fala que o descanso adequado é entre 48 e 72 horas. Ora bem, dar um descanso de 48 horas é treinar dia sim dia não o mesmo grupo muscular. Uma vez que eu treino pesado (quase sempre até à falha), pensei que as 48hr fossem realmente insuficientes, mas mesmo assim decidi avaliar a qualidade de contracção do músculo ao fim desse tempo. Então assim foi, segunda feira fiz o meu treino de peito (bem intenso) e hoje decidi voltar a treinar o mesmo músculo. A qualidade de contração foi boa, consegui até aumentar um pouco a carga em alguns exercícios. Conheço pessoas que treinavam nos anos 80/90, sem grande informação, e por isso nunca tinham ouvido falar nas tais 48/72 horas. Sendo assim, quando se sentiam bem voltavam a treinar o mesmo músculo. Muitas delas relatam que treinavam dia sim dia não e mesmo assim conseguiam obter bons resultados. Sendo assim 48 horas são suficientes para o músculo se recuperar? Se treino peitoral na segunda, posso voltar a treinar na quarta? P.S. Durmo 10 horas por dia.
  6. SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica, sendo caracterizado pela propriedade de contração e distensão de suas células, o que determina a movimentação dos membros e das vísceras. Há basicamente três tipos de tecido muscular: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco. Músculo liso: o músculo involuntário localiza-se na pele, órgãos internos, aparelho reprodutor, grandes vasos sangüíneos e aparelho excretor. O estímulo para a contração dos músculos lisos é mediado pelo sistema nervoso vegetativo. Músculo estriado esquelético: é inervado pelo sistema nervoso central e, como este se encontra em parte sob controle consciente, chama-se músculo voluntário. As contrações do músculo esquelético permitem os movimentos dos diversos ossos e cartilagens do esqueleto. Músculo cardíaco: este tipo de tecido muscular forma a maior parte do coração dos vertebrados. O músculo cardíaco carece de controle voluntário. É inervado pelo sistema nervoso vegetativo. Estriado esquelético Miócitos longos, multinucleados (núcleos periféricos). Miofilamentos organizam-se em estrias longitudinais e transversais. Contração rápida e voluntária Estriado cardíaco Miócitos estriados com um ou dois núcleos centrais. Células alongadas, irregularmente ramificadas, que se unem por estruturas especiais: discos intercalares. Contração involuntária, vigorosa e rítmica. Liso Miócitos alongados, mononucleados e sem estrias transversais. Contração involuntária e lenta. Musculatura Esquelética O sistema muscular esquelético constitui a maior parte da musculatura do corpo, formando o que se chama popularmente de carne. Essa musculatura recobre totalmente o esqueleto e está presa aos ossos, sendo responsável pela movimentação corporal. Os músculos esqueléticos estão revestidos por uma lâmina delgada de tecido conjuntivo, o perimísio, que manda septos para o interior do músculo, septos dos quais se derivam divisões sempre mais delgadas. O músculo fica assim dividido em feixes (primários, secundários, terciários). O revestimento dos feixes menores (primários), chamado endomísio, manda para o interior do músculo membranas delgadíssimas que envolvem cada uma das fibras musculares. A fibra muscular é uma célula cilíndrica ou prismática, longa, de 3 a 12 centímetros; o seu diâmetro é infinitamente menor, variando de 20 a 100 mícrons (milésimos de milímetro), tendo um aspecto de filamento fusiforme. No seu interior notam-se muitos núcleos, de modo que se tem a idéia de ser a fibra constituída por várias células que perderam os seus limites, fundindo-se umas com as outras. Dessa forma, podemos dizer que um músculo esquelético é um pacote formado por longas fibras, que percorrem o músculo de ponta a ponta. No citoplasma da fibra muscular esquelética há muitas miofibrilas contráteis, constituídas por filamentos compostos por dois tipos principais de proteínas – a actina e a miosina. Filamentos de actinae miosina dispostos regularmente originam um padrão bem definido de estrias (faixas) transversais alternadas, claras e escuras. Essa estrutura existe somente nas fibras que constituem os músculos esqueléticos, os quais são por isso chamados músculos estriados. Em torno do conjunto de miofibrilas de uma fibra muscular esquelética situa-se o retículo sarcoplasmático (retículo endoplasmático liso), especializado no armazenamento de íons cálcio. As miofibrilas são constituídas por unidades que se repetem ao longo de seu comprimento, denominadas sarcômeros. A distribuição dos filamentos de actina e miosina varia ao longo do sarcômero. As faixas mais extremas e mais claras do sarcômero, chamadas banda I, contêm apenas filamentos de actina. Dentro da banda I existe uma linha que se cora mais intensamente, denominada linha Z, que corresponde a várias uniões entre dois filamentos de actina. A faixa central, mais escura, é chamada banda A, cujas extremidades são formadas por filamentos de actina e miosina sobrepostos. Dentro da banda A existe uma região mediana mais clara – a banda H – que contém apenas miosina. Um sarcômero compreende o segmento entre duas linhas Z consecutivas e é a unidade contrátil da fibra muscular, pois é a menor porção da fibra muscular com capacidade de contração e distensão. 1- Bandas escuras (anisotrópicas – banda A). 2- Faixas claras (isotrópicas – banda I, com linha Z central). 3- Núcleos periféricos. Contração: ocorre pelo deslizamento dos filamentos de actina sobre os de miosina c sarcômero diminui devido à aproximação das duas linhas Z, e a zona H chega a desaparecer. A contração do músculo esquelético é voluntária e ocorre pelo deslizamento dos filamentos de actina sobre os de miosina. Nas pontas dos filamentos de miosina existem pequenas projeções, capazes de formar ligações com certos sítios dos filamentos de actina, quando o músculo é estimulado. Essas projeções de miosina puxam os filamentos de actina, forçando-os a deslizar sobre os filamentos de miosina. Isso leva ao encurtamento das miofibrilas e à contração muscular. Durante a contração muscular, o sarcômero diminui devido à aproximação das duas linhas Z, e a zona H chega a desaparecer. Constatou-se, através de microscopia eletrônica, que o sarcolema (membrana plasmática) da fibra muscular sofre invaginações, formando túbulos anastomosados que envolvem cada conjunto de miofibrilas. Essa rede foi denominada sistema T, pois as invaginações são perpendiculares as miofibrilas. Esse sistema é responsável pela contração uniforme de cada fibra muscular estriada esquelética, não ocorrendo nas fibras lisas e sendo reduzido nas fibras cardíacas. A química da contração muscular O estímulo para a contração muscular é geralmente um impulso nervoso, que chega à fibra muscular através de um nervo. O impulso nervoso propaga-se pela membrana das fibras musculares (sarcolema) e atinge o retículo sarcoplasmático, fazendo com que o cálcio ali armazenado seja liberado no hialoplasma. Ao entrar em contato com as miofibrilas, o cálcio desbloqueia os sítios de ligação da actina e permite que esta se ligue à miosina, iniciando a contração muscular. Assim que cessa o estímulo, o cálcio é imediatamente rebombeado para o interior do retículo sarcoplasmático, o que faz cessar a contração. A energia para a contração muscular é suprida por moléculas de ATP produzidas durante a respiração celular. O ATP atua tanto na ligação da miosina à actina quanto em sua separação, que ocorre durante o relaxamento muscular. Quando falta ATP, a miosina mantém-se unida à actina, causando enrijecimento muscular. É o que acontece após a morte, produzindo-se o estado de rigidez cadavérica (rigor mortis). A quantidade de ATP presente na célula muscular é suficiente para suprir apenas alguns segundos de atividade muscular intensa. A principal reserva de energia nas células musculares é uma substância denominada fosfato de creatina (fosfocreatina ou creatina-fosfato). Dessa forma, podemos resumir que a energia é inicialmente fornecida pela respiração celular é armazenada como fosfocreatina (principalmente) e na forma de ATP. Quando a fibra muscular necessita de energia para manter a contração, grupos fosfatos ricos em energia são transferidos da fosfocreatina para o ADP, que se transforma em ATP. Quando o trabalho muscular é intenso, as células musculares repõem seus estoques de ATP e de fosfocreatina pela intensificação da respiração celular. Para isso utilizam o glicogênio armazenado no citoplasma das fibras musculares como combustível. Uma teoria simplificada admite que, ao receber um estímulo nervoso, a fibra muscular mostra, em seqüência, os seguintes eventos: 1. O retículo sarcoplasmático e o sistema T liberam íons Ca++ e Mg++ para o citoplasma. 2. Em presença desses dois íons, a miosina adquire uma propriedade ATP ásica, isto é, desdobra o ATP, liberando a energia de um radical fosfato: 3. A energia liberada provoca o deslizamento da actina entre os filamentos de miosina, caracterizando o encurtamento das miofibrilas. http://www.afh.bio.br/sustenta/sustenta4.asp fonte e para visualização das imagens que explicam detalhadamente.
  7. Bom, o título é praticamente auto-explicativo, mas tenho uns detalhes para acrescentar. Em primeiro lugar, esse foi o meu primeiro treino em uns meses, e isso possibilita sim uma dor maior. Até porque já tive essa questão outras vezes. O problema é que, nessa vez, diferentemente de como foi nas outras, a dor não passou cedo. Já é o terceiro dia que estou assim, e amanhã temo não poder ir no treino para não complicar ainda mais a situação. Ontem tomei duas vezes um relaxante muscular, Tandrilax, mas não serviu de nada. Meu bíceps continua aparentemente contraído, involuntariamente. Quando eu "forço" pra ele esticar (uso alguma parede, ou peço para alguém puxar), depois de um tempo a dor de mantê-lo esticado passa. Mas aí começa a ficar difícil (e dolorido) para dobrar. Se eu faço o contrário, é o caminho inverso: sana a dor de dobrar, mas dificulta e intensifica a dor da extensão. O que "houve de diferente" no treino, além da questão de ser meu retorno, foi que, no desenvolvimento militar, da segunda série em diante, meu braço esquerdo passou a falhar. Não creio que fosse excesso de peso, pois era o mesmo da primeira série, a qual eu tinha feito com muita facilidade (reinício é assim, nada de inventar). O que, talvez, explicaria essas falhas, é que uma hora, pouco antes disso, a instrutora bonitinha estava falando comigo e não me "deixava" treinar, por assim dizer, então fui pegando a barra e fiquei segurando como que para começar o exercício para apressar o fim da conversa. Ou seja, passei um bom tempo "gastando" minha musculatura em segurar aquela barra até eu poder voltar a treinar sem parecer mal-educado. Mas, dado o baixo peso, não acredito que isso acarretaria um problema desse tamanho. Sei que o ideal é ir num médico, mas hoje é domingo, não vou conseguir uma consulta tão cedo e amanhã de manhã queria treinar, hauhauahau. Se alguém puder me sugerir o que fazer, fico feliz! Abs!
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