Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

danilorf

Levantador Olímpico
  • Total de itens

    892
  • Registro em

  • Dias Ganhos

    19

Histórico de Reputação

  1. Gostei
    danilorf recebeu reputação de BUSY em Perdendo a fé em Deus e entrando em depressão - Ajuda séria   
    Não vou responder aos ateístas militantes, pois o nível dos argumentos deles é ridículo, e mesmo o faaps que é o ateu mór (ele diz que é agnóstico, HA-HA), é tão estúpido nessa questão (e em todas - foi mal, Faaps, é nóis) que dá pena.
     
    Mas, enfim, aos que ficam falando de Deus ser bom ou mal, vejam, vocês são seres finitos e estão tentando compreender algo que é infinito. Algo dele nós podemos saber, de fato, mas o que vcs estão fazendo aqui não vai levar a lugar algum. Tentar encaixar Deus dentro de um conceito de moralidade de bom e mal não faz sentido nenhum. Reclamam que ele deixa pessoas morrerem e passar fome...
     
    Meu Deus, é de lascar o cu da bunda. 
     
    Olha aqui, seus estúpidos, Deus quer salvar almas. Qnd alguém que merece ser salva morre, ela vai estar mais próxima dele. Isso é uma punição pra você? E mais, a morte de pessoas santas e boas pode ajudar na conversão de muitas almas também. Isso é algo ruim pra vc? Pelo amor de Deus. Se vc é religioso não diga esse tipo de bobagens.
     
    @A_Almeida, faça outro filho. Não estou zoando, é sério. 
     
     
  2. Gostei
    danilorf deu reputação a Reinero em tópico do desafio   
    Ate o Terry Crews já foi viciado em pornografia, da pra notar no relato breve dele que o problema e as soluções são basicamente as mesmas. Pra quem caiu ou acha que não funciona, vai ai o depoimento de um " expendables "
     
     
     
  3. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Zaro em Como Ser Alpha?   
    Pra que vc quer ser o sr. simpaticão? Essa é a coisa mais idiota do mundo. 
  4. Gostei
    danilorf recebeu reputação de bigolo em Perdendo a fé em Deus e entrando em depressão - Ajuda séria   
    Lá vai uns flames:
     
    1 - Espírita não é cristão.
    2 - Espiritismo é pseudo-religião, e reencarnação é uma impossibilidade metafísica.
    3 - Protestantismo diz que não aceita a tradição, logo não pode aceitar a bíblia, pois a bíblia foi formada pela tradição que existia muito antes da compilação dos textos sagrados. 
     
     
    @A_Almeida, você já leu René Guenón?
  5. Gostei
    danilorf recebeu reputação de bigolo em Perdendo a fé em Deus e entrando em depressão - Ajuda séria   
    Não vou responder aos ateístas militantes, pois o nível dos argumentos deles é ridículo, e mesmo o faaps que é o ateu mór (ele diz que é agnóstico, HA-HA), é tão estúpido nessa questão (e em todas - foi mal, Faaps, é nóis) que dá pena.
     
    Mas, enfim, aos que ficam falando de Deus ser bom ou mal, vejam, vocês são seres finitos e estão tentando compreender algo que é infinito. Algo dele nós podemos saber, de fato, mas o que vcs estão fazendo aqui não vai levar a lugar algum. Tentar encaixar Deus dentro de um conceito de moralidade de bom e mal não faz sentido nenhum. Reclamam que ele deixa pessoas morrerem e passar fome...
     
    Meu Deus, é de lascar o cu da bunda. 
     
    Olha aqui, seus estúpidos, Deus quer salvar almas. Qnd alguém que merece ser salva morre, ela vai estar mais próxima dele. Isso é uma punição pra você? E mais, a morte de pessoas santas e boas pode ajudar na conversão de muitas almas também. Isso é algo ruim pra vc? Pelo amor de Deus. Se vc é religioso não diga esse tipo de bobagens.
     
    @A_Almeida, faça outro filho. Não estou zoando, é sério. 
     
     
  6. Gostei
    danilorf recebeu reputação de »Neo em Perdendo a fé em Deus e entrando em depressão - Ajuda séria   
    Lá vai uns flames:
     
    1 - Espírita não é cristão.
    2 - Espiritismo é pseudo-religião, e reencarnação é uma impossibilidade metafísica.
    3 - Protestantismo diz que não aceita a tradição, logo não pode aceitar a bíblia, pois a bíblia foi formada pela tradição que existia muito antes da compilação dos textos sagrados. 
     
     
    @A_Almeida, você já leu René Guenón?
  7. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Fabininja em Perdendo a fé em Deus e entrando em depressão - Ajuda séria   
    Não vou responder aos ateístas militantes, pois o nível dos argumentos deles é ridículo, e mesmo o faaps que é o ateu mór (ele diz que é agnóstico, HA-HA), é tão estúpido nessa questão (e em todas - foi mal, Faaps, é nóis) que dá pena.
     
    Mas, enfim, aos que ficam falando de Deus ser bom ou mal, vejam, vocês são seres finitos e estão tentando compreender algo que é infinito. Algo dele nós podemos saber, de fato, mas o que vcs estão fazendo aqui não vai levar a lugar algum. Tentar encaixar Deus dentro de um conceito de moralidade de bom e mal não faz sentido nenhum. Reclamam que ele deixa pessoas morrerem e passar fome...
     
    Meu Deus, é de lascar o cu da bunda. 
     
    Olha aqui, seus estúpidos, Deus quer salvar almas. Qnd alguém que merece ser salva morre, ela vai estar mais próxima dele. Isso é uma punição pra você? E mais, a morte de pessoas santas e boas pode ajudar na conversão de muitas almas também. Isso é algo ruim pra vc? Pelo amor de Deus. Se vc é religioso não diga esse tipo de bobagens.
     
    @A_Almeida, faça outro filho. Não estou zoando, é sério. 
     
     
  8. Gostei
    danilorf recebeu reputação de cotozin em Legalização Do Aborto No Brasil   
    Só pra lembrar uma coisa. Quando falam que, em países onde o aborto foi descriminalizado, houve a redução nessa prática, isso é mentira pura e simples: 
     
    "O primeiro equívoco é afirmar que, no Brasil, há um milhão de abortos, um milhão e quinhentos mil de abortos. De onde saiu essa estimativa?
     
    [Mostrando estatísticas na tela:
    - Como se chegou ao número de 1.000.000?
    - Instituto Alan Guttmacher [IPFF]: número de internações hospitalares x 5
    - IPAS: número de internações hospitalares x 6
    - Qual a explicação para este cálculo? Nunca houve.]
     
    O instituto Alan Guttmacher é um braço da IPFF. A IPFF - eu acredito que vários dos senhores já ouviram falar dela - é a grande multinacional do aborto. Ela é proprietária de clínicas de aborto não só nos EUA, mas no mundo todo. E esse instituto (Alan Guttmacher) é um braço da IPFF que faz as análises estatísticas. O outro instituto é o IPAS. Ele foi fundado na década de 70 na Carolina do Norte. E qual foi o papel do IPAS? Foi substituir o papel que a Alzeid (não sei se é a grafia correta) fazia. A alzeid era uma agência norte-americana pro desenvolvimento internacional. Fato é que, quando a fundação Rockfeller começou a trabalhar para diminuir o crescimento populacional do mundo, ela dividiu o início dos seus trabalhos em três fases: a primeira em relação a estudos demográficos, pra mostrar que estava tendo um aumento da população mundial; o segundo foi colocar institutos, centros de planejamento familiar no mundo todo, incentivando a inserção de DIU, esterilização forçada nas mulheres, enfim, isso pode ficar pra uma outra audiência; o terceiro período do conselho populacional que é ligado à fundação Rockfeller pra diminuir o crescimento populacional no mundo foi um lobby junto ao governo norte-americano, na época o presidente era o Nixon, pra dizer que, o aumento da população, principalmente nos países em desenvolvimento, trazia sérios riscos para a segurança interna dos EUA. E aí, o que o presidente faz? Dentro da Alzeid, que é essa agência norte-americana pro desenvolvimento internacional, ele cria um departamento para assuntos populacionais. E esse departamento recebe, aproximadamente em 15 anos, 1,7 bilhões de dólares pra frear o crescimento populacional no mundo todo. Esse plano só perdeu pro plano Marshall, que foi a maior ação da Alzeid que reconstruiu o continente Europeu no pós-guerra.
     
    [...]
     
    E aí a Alzeid começou os seus trabalhos. Mas, com a troca da presidência, veio o Carter e ele proibiu que fosse usado dinheiro público para financiar aborto fora dos EUA. E aí a Alzeid vê o seu recurso secar. Bom, não tem problema. Com 0,5 milhões de dólares da fundação Scaff (diz-se squêifi, não sei se a grafia está correta), eles criam o IPAS, que passa então a fazer tudo o que a Alzeid fazia, agora com dinheiro privado. É esse instituto que nos dá essa estatística, certo?
     
    O instituto Allan Guttmacher fala que precisamos pegar pra estimaro número de abortos, o número de internações hospitalares e multiplicar por 5. E o IPAS vai dizer que a gente precisa multiplicar por 6. Agora, a pergunta que não quer calar: De onde eles tiraram esse fator de multiplicação? Jamais houve uma explicação. Nunca eles explicaram. Eles ensinam que é assim e todo mundo fica fazendo. Aí dá uns números absurdos que é o que a gente vê aqui no Brasil.
     
    [...]
     
    Vamos ver se a gente consegue estimar o número de abortos. A gente de fato estima o número de abortos por internações hospitalares, obviamente, pois é o indicador que nos chega. Em 2013, e isso são dados do DATA-SUS, aconteceram 206.270 internações hospitalares por aborto - mas aqui, aborto considerando-se tanto espontâneo como o provocado.
     
    [Mostrando na tela:
    - Em 2013 -> 206.270 internações hospitalares devidas a aborto (espontâneo e provocado)
    -Em 2010 foi realizada a Pesquisa Nacional do Aborto (UNB com a ONG ANIS) -> 1 a cada 2 mulheres que abortam precisam de internação
    - 20~25% das internações hospitalares são por aborto provacado]
     
    Essa pesquisa de 2010 foi citada várias vezes e eu vou usá-la como fundamentação dessa estimativa de abortos. O que ela percebeu, gente? Que pra cada duas mulheres que cometem aborto, uma precisa de internação hospitalar. E a gente sabe - isso também a Dr. Elizabeth Kipman que nos trouxe - que todas as internações hospitalares por aborto, de 20 a no máximo 25% são por aborto provocado. Então, a gente vai fazer o cálculo aqui.
     
    [Mostrando na tela:
    - 206.270 x 0,25 = 51.567
    - 51.567 x 2 = 103.134 
    - No Brasil, são realizados, aproximadamente, 100.000 abortos/ano]
     
    Se a gente pegar as internações hospitalares, mais ou menos 206.270, e multiplicar por 0,25 - pois 25% das internações hospitalares são por aborto provacado - a gente tem mais ou menos 50 mil. E aí a gente precisa multiplicar por 2, porque a pesquisa nos mostra que pra cada duas mulheres que faze aborto, uma precisa de internação. Então a gente multiplica por 2 e chega na seguinte estimativa que é a mais fundamentada pra saber o número de abortos no país, que é 100 mil abortos por anos. 1 milhão e 1,5 milhão não encontra uma explicação dessas. Não é verdade, é um equívoco.
     
    [Mostrando na tela:
    Exemplo dos Estados Unidos
    - Antes da legalização do aborto em todo o território nacional, estimava-se:
    . 200~300 mortes de mulheres por ano.
    . 200.000 abortos ilegais
    - Os que militavam a favor da legalização do aborto afirmavam:
    . 5.000 a 10.000 mortes de mulheres por ano
    . 1.000.000 de abortos ilegais eram realizados]
     
    Vamos ver nos Estados Unidos. Será que é só aqui no Brasil que as pessoas usam dessa estratégia de colocar o número de abortos lá em cima pra sensibilizar a opinião pública, pra que o aborto seja legalizado? A gente vai ver que não. Nos Estados Unidos, o aborto foi legalizado no começo da década de 70. E a gente sabia que existia lá, de 200 a 300 mortes de mulheres por ano por aborto provocado, e mais ou menos uns 200 mil abortos. Os que militavam pela legalização do aborto, eles diziam que de 5 mil a 10 mil mulheres morriam por ano. E que havia 1 milhão de abortos. Detalhe: nessa época, a população dos EUA era semelhante à nossa - 200 milhões de habitantes. Qualquer coincidência... Né? E eu vou mostrar pros senhores a confissão do Dr. Bernard Nathanson que, no começo da década de 70 e na década de 60, ele já militava ferozmente pela legalização do aborto. Ele foi um dos fundadores da associação nacional pela revogação das leis do aborto. Olha o que ele diz. Eu vou ler na íntegra com os senhores [mostrando na tela e a Isabela lendo]:
     
    'Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos e suponho que os outros, se parassem pra pensar sobre isso, também sabiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram número úteis, amplamente aceitos, então por que não usá-los da nossa forma, por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis [contra o aborto], e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida.
    - Extraído do livro América que aborta.'
     
    [...]
     
    Vamos lá pro segundo equívoco, que eu tenho 5 pra falar pros senhores. O segundo é afirmar que, com a legalização do aborto, o número de abortos diminui. E aqui a gente vai direto pros dados. Vamos lá. Nos Estados Unidos eu falei pros senhores que o aborto foi legalizado no início da década de 70. Tinha 193 mil abortos para uma população de de 205 milhões.
     
    [Mostrando na tela:
    -Vamos analisar os números de alguns países:
    -EUA
    -1970 -> 193.494 abortos -> 205.052.000 população
    -1975 -> 1.054.170 abortos -> 225.973.000 população
    -1980 -> 1.553. 890 abortos -> 227.225.000 população
    -1989 -> 1.566.870 abortos -> 246.829.000 população
    -1998 -> 1.319.000 abortos -> 275.854.000 população
    -2000 -> 1.313.000 abortos -> 282.262.411 população
    -2008 -> 1.212.350 abortos -> 304.093.966 população]
    5 anos mais tarde chegou no 1 milhão de abortos e a população nem aumentou tanto assim. 10 anos depois, 1.5 milhão - estamos falando de um aumento de 626%.
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela um gráfico com a proporção de abortos pela quantidade da população]
    Todo mundo percebe que a curva de abortos está aumentando. Vamos ver um outro país. A Suécia.
    [Mostrando na tela:
    1929 - 439 abortos - sem dados da população
    1949 - 5.503 abortos - sem dados da população
    1969 - 13.735 abortos - 7.968.072 população
    1999 - 30.712 abortos - 8.857.824 população
    2010 - 37.698 abortos - 9.378.126 população
    Mostrando na tela a curva ascendente do número de abortos realizados proporcionalmente com o número da população, utilizando somente os dados de 1969 até 2010.]
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela as estatísticas da Espanha, que legalizou o aborto em 1985:
    1987 - 16.766 abortos - 38.630.820
    1990 - 37.231 abortos - 38.850.435
    1997 - 49.578 abortos (+190%) - 39.582.413 população
    2002 - 77.825 abortos - 41.431.558 população
    2007 - 112.158 abortos - 45.226.803 população
    2011 - 118.359 (+488%) - 46.742.697
    Mostrando na tela a curva ascendente do número de abortos realizados proporcionalmente com o número da população.]
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela:
    -Inglaterra, desde a legalização em 1967, o número de abortos só aumenta.
    -2007, aumento de 4% em relação a 2006.
    -Grupo que apresenta um aumento mais rápido durante os anos - adolescentes.
    -Lord Steel
    -Ann Furedi (Serviço Britânico de assistência à gravidez)]
     
    [...] 40 anos depois [da legalização na Inglaterra], um senhor chamado Lord Steel, que era um militante pela legalização do aborto, ele se assusta quando vê o número de abortos, de como tinha aumentado. E ele fica tão assustado, que vai à imprensa. Saíram várias reportagens que ele falava assim, 'Olha, era inimaginável que o número de abortos chegaria a essa proporção. Quando a gente militava pela legalização, a gente não tinha noção de que isso pudesse acontecer. As mulheres estão recorrendo ao aborto quando seus métodos contraceptivos falham'. E é isso que acontece em uma sociedade que legaliza o aborto. Ele passa a ser mais um método contraceptivo. Eu engravido, eu aborto. É isso o que acontece. O aborto se enraiza na cultura da sociedade, tanto que - isso não sou eu que estou falando, são os dados, é a gente olhar pra realidade - lá na Inglaterra, o grupo que apresentou o maior número na prática do aborto foram as adolescentes, porque elas não participaram da discussão. Elas nasceram num mundo onde se mata crianças. Elas nasceram num país que se habituou a assassinar crianças dentro do ventre das mães. Então elas fazem isso.
     
    [...]
     
    Um exemplo bem perto da gente é a questão do Uruguai. Lá, eles usaram dessa artimanha de colocar o número de abortos lá em cima pra conseguir sensibilizar a opinião pública e legalizar. Pros senhores terem uma noção, eles chegaram a afirmar que, no Uruguai, tinha 150 mil abortos. Daí eles tiveram que se retratar, porque daí eles faziam a conta, e pelo número de mulheres em idade fértil não dava certo, não casava. Daí eles se retrataram, falaram em 50 mil, 33 mil, e chegaram no consenso de 33 mil. Bom, fato é que, em 2012, em dezembro, o aborto foi legalizado no Uruguai, e em 2013, quantos abortos? 4.500. Onde estão os outros 29 mil abortos? E aí, gente, olha, eu vou falar. É verdade. Isso está nos jornais uruguaios. Os senhores procurem, que teve um senhor do Ministério da Saúde que teve a capacidade de ir na imprensa fazer a seguinte afirmação: "Os senhores estão vendo como a legalização do aborto diminui a sua prática?" Como se ninguém tivesse capacidade de raciocinar e de pensar que esses 29.000 abortos não existiam.
     
    [...]
     
    Bom, o terceiro equívoco é: o Brasil tem maior número de aborto que os países que o legalizaram. Vamos direto para os dados:
     
    [Mostrando na tela:
    -Brasil: 100 mil abortos/ano - população de 200 milhões
    -França: 200.000 abortos/anos (10x mais que o Brasil) - população 50 milhões
    -Suécia: 40 mil abortos (8x mais proporcionalmente) - população 10 milhões
    -Inglaterra: 100.000 abortos (4x mais proporcionalmente) - população 50 milhões
    -Japão: 200.000 abortos (4x mais proporcionalmente) - população 100 milhões]
     
    Portanto, vocês percebem como essa informação é arquitetada, deliberada? E eu esqueci de contar uma coisa pros senhores. Bernard Nathanson dizia que o importante era envolver a mídia, porque daí, em todos os espaços, em todos os jornais, iam aparecer os números deles. E ele fala que nenhum jornalista nunca chegou pra ele e falou: "Olha, então o sr. me mostra por favor aonde é que tem 1 milhão de abortos aqui nos Estados Unidos?" Não! Nunca ninguém perguntou pra ele. E aí as pessoas passavam a reproduzir o discurso. E uma mentira contada mil vezes? Tem a credibilidade de uma verdade.
     
     
     
    [Mostrando na tela:
     
    - O número de abortos está diminuindo no Brasil
    - O número de curetagens diminui ano após ano, chegando a 12% de queda de 2008 para 2009.]
     
    O quarto equívoco é falar que o número de abortos está aumentando no Brasil. Isso não é verdade, por quê? A gente não calcula o número de abortos pelo número de internações hospitalares? Sim, então aí o que a gente vê? Que o número de internações hospitalares vem em queda ano após ano, né? E o número de curetagens também. E aí, gente, isso é coerente com os dados da opinião pública, que mostra...
     
    [Mostrando na tela:
     
    -IBOPE: 2003 - 90% da população era contra o aborto.
    -IBOPE: 2005 - a aprovação do aborto de 2003 para 2005 diminui de 10 para 3%
    - Data Folha: 2007 - o percentual dos que achavam a prática do aborto muito grave foi de 61% em 1998, para 71% em 2007. Só 3% consideravam moralmente aceitável fazer um aborto]
     
    Depois disso não apareceu mais resultado de pesquisas. Eu não vou falar que ninguém está fazendo, está bom? Eu só posso afirmar que ninguém está mostrando. O que eu posso dizer é que Sonia Corrêa, em 2009, disse num congresso de direitos reprodutivos na assembléia legislativa do Estado de São Paulo que, "a rejeição ao aborto está aumentando ano após ano no Brasil".
     
    E o quinto equívoco - e o último - é o seguinte. Essa afirmativa de que legalizar o aborto diminui a mortalidade materna. E aí eu vou dizer pros senhores, com toda a experiência que eu tenho em saúde pública e saúde coletiva, com todos os estudos que eu já fiz - já tenho duas especializações na área e estou fazendo o mestrado.
     
    [Mostrando na tela:
    - Não há relação entre a legalização do aborto e a diminuição da mortalidade materna.
    - Há países com leis extremamente restritas em relação ao aborto, como o Chile, com a mortalidade baixa. Diminuiu de 275 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos em 1960 para 18.7 em 2000, a maior redução da América Latina.]
     
    Há países onde o aborto é legal e a mortalidade materna é extremamente alta, como é o caso da Índia.
     
    [Mostrando na tela:
    - Há países onde o aborto é legal e a mortalidade materna é alta, como a Índia. 200 mortes em 2010.
    - Há países onde o aborto era legalizado, foi proibido (com restrições) e a mortalidade materna diminuiu, como a Polônia, 11 em 1993 para 2 em 2010.
    - Os dados mostram que não há relação entre legalização do aborto e diminuição da mortalidade materna.]
     
    [...]
     
    Agora, eu vou ser honesta com os senhores, eu não vou usar isso aqui e falar pra vocês que legalizar o aborto aumenta a mortalidade materna. Tem gente que usaria, viu? Então, os dados mostram que não há relação entre legalização do aborto e a diminuição do número de mortes maternas. O que diminui a mortalidade materna? E aí o dr. Henrique trouxe - 92% das causas de morte materna são previníveis. O que diminui é o investimento na assistência ao pré-natal."
  9. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Jackson Dexter em tópico do desafio   
    Cara, não é por nada, mas isso tá com cheiro de um puta migué dos carai dela. Na humilda mesmo. Eu conheço esse tipo de mina, e elas mentem MUITO, mas MUITO mesmo. Não cai nesse papinho que ela tentou se matar e os caralhos não. Pode ser o caso mesmo de ser mitomaníaca. Se ela é neurótica, aparenta ser fora da casinha, extremamente simpática com todo mundo, fácil de conversa... Meu amigo, esse tipo de mina é encrenca. Sério. Sai fora dessas neuras suas. Reze por ela e se afaste. Ademais, você também não tem culpa de ter flertado com ela antes dela namorar. Desencana disso.
  10. Gostei
    danilorf recebeu reputação de BUSY em Como Ser Alpha?   
    Só que não. Essa é uma realidade recente e restrita à parte burguesa das populações de países com algum tipo de conforto material um pouco maior. Eu não sei por quê, mas esse mito de que a mulher sempre ficou em casa enquanto o homem saía pra trabalhar se espalhou de uma tal maneira que mesmo eu cheguei acreditar nessa idiotice. Mas nem é tão difícil desfazer isso, só precisamos lembrar, por exemplo, do início da revolução industrial, época em que mulheres, crianças, velhos e todos trabalhavam pra garantir o sustento de si e da família. Na idade moderna, na idade média e assim sucessivamente, as mulheres sempre trabalharam, fosse na lavoura, cuidando de animais etc. Esse negócio da mulherzinha enfurnada em casa e lavando a louça é uma coisa BURGUESA, minha gente. BURGUESA. E RECENTE. O ponto chave é que, as pessoas sempre se casaram, por piores que fossem as condições. E sempre tiveram filhos, por mais bosta que o mundo estivesse. Mais uma vez, essa mania de ter conforto material pra construir família é uma coisa BURGUESA. BURGUESA.
     
    Os burgueses podem ir às putas que lhes pariram.
  11. Gostei
    danilorf recebeu reputação de RainbowPill em tópico do desafio   
    Cara, não é por nada, mas isso tá com cheiro de um puta migué dos carai dela. Na humilda mesmo. Eu conheço esse tipo de mina, e elas mentem MUITO, mas MUITO mesmo. Não cai nesse papinho que ela tentou se matar e os caralhos não. Pode ser o caso mesmo de ser mitomaníaca. Se ela é neurótica, aparenta ser fora da casinha, extremamente simpática com todo mundo, fácil de conversa... Meu amigo, esse tipo de mina é encrenca. Sério. Sai fora dessas neuras suas. Reze por ela e se afaste. Ademais, você também não tem culpa de ter flertado com ela antes dela namorar. Desencana disso.
  12. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Vergalhão em Como Ser Alpha?   
    Só que não. Essa é uma realidade recente e restrita à parte burguesa das populações de países com algum tipo de conforto material um pouco maior. Eu não sei por quê, mas esse mito de que a mulher sempre ficou em casa enquanto o homem saía pra trabalhar se espalhou de uma tal maneira que mesmo eu cheguei acreditar nessa idiotice. Mas nem é tão difícil desfazer isso, só precisamos lembrar, por exemplo, do início da revolução industrial, época em que mulheres, crianças, velhos e todos trabalhavam pra garantir o sustento de si e da família. Na idade moderna, na idade média e assim sucessivamente, as mulheres sempre trabalharam, fosse na lavoura, cuidando de animais etc. Esse negócio da mulherzinha enfurnada em casa e lavando a louça é uma coisa BURGUESA, minha gente. BURGUESA. E RECENTE. O ponto chave é que, as pessoas sempre se casaram, por piores que fossem as condições. E sempre tiveram filhos, por mais bosta que o mundo estivesse. Mais uma vez, essa mania de ter conforto material pra construir família é uma coisa BURGUESA. BURGUESA.
     
    Os burgueses podem ir às putas que lhes pariram.
  13. Gostei
    danilorf recebeu reputação de planeta em tópico do desafio   
    Cara, não é por nada, mas isso tá com cheiro de um puta migué dos carai dela. Na humilda mesmo. Eu conheço esse tipo de mina, e elas mentem MUITO, mas MUITO mesmo. Não cai nesse papinho que ela tentou se matar e os caralhos não. Pode ser o caso mesmo de ser mitomaníaca. Se ela é neurótica, aparenta ser fora da casinha, extremamente simpática com todo mundo, fácil de conversa... Meu amigo, esse tipo de mina é encrenca. Sério. Sai fora dessas neuras suas. Reze por ela e se afaste. Ademais, você também não tem culpa de ter flertado com ela antes dela namorar. Desencana disso.
  14. Gostei
    danilorf deu reputação a Mklek em [Oficial] Imagens Engraçadas/Memes   
    Cursinho online de Inglês.
     
    Before Afternoon Than Never!
     

  15. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Vergalhão em Como Ser Alpha?   
    Pois é. Esse negócio de altura realmente é um fator chamativo; quem é alto realmente chama atenção. Mas em termos de poder social, poder político efetivo, na história da humanidade dá pra perceber que não é algo lá muito relevante.
  16. Gostei
    danilorf recebeu reputação de bigolo em Como Ser Alpha?   
    Sacumé, nóis num fica de manginage aqui não. Almeida approves.
     
    Acho que a cor não combinou com o tom da sua pele e com a cor do seu cabelo, o desenho é feio, enfim, ficou parecendo aquelas empreguetes que não têm noção estética do quê combina com o quê.
  17. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Corleone em Como Ser Alpha?   
    Mas, caralho, Lênin era feio pra desgraça. O Stálin tinha pinta quando novo:
     

  18. Gostei
    danilorf recebeu reputação de RainbowPill em Como Ser Alpha?   
    Pois é. Esse negócio de altura realmente é um fator chamativo; quem é alto realmente chama atenção. Mas em termos de poder social, poder político efetivo, na história da humanidade dá pra perceber que não é algo lá muito relevante.
  19. Gostei
    danilorf recebeu reputação de whey12 em Legalização Do Aborto No Brasil   
    "O sonho desses modernetes é salvar o mundo para a próxima geração de filhos inexistentes. Querem salvar o mundo do sofrimento e sacrifício mas não percebem que o único meio é deixá-lo estéril e sem vida."
     
  20. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Ricardo Queiroz em Como Ser Alpha?   
    Fala aí então, Planeta, quantas pepecas reais (e não as imaginárias) já te renderam a filosofia de redpill? Gorda de tinder não vale.
  21. Gostei
    danilorf recebeu reputação de Pablo79 em Legalização Do Aborto No Brasil   
    Só pra lembrar uma coisa. Quando falam que, em países onde o aborto foi descriminalizado, houve a redução nessa prática, isso é mentira pura e simples: 
     
    "O primeiro equívoco é afirmar que, no Brasil, há um milhão de abortos, um milhão e quinhentos mil de abortos. De onde saiu essa estimativa?
     
    [Mostrando estatísticas na tela:
    - Como se chegou ao número de 1.000.000?
    - Instituto Alan Guttmacher [IPFF]: número de internações hospitalares x 5
    - IPAS: número de internações hospitalares x 6
    - Qual a explicação para este cálculo? Nunca houve.]
     
    O instituto Alan Guttmacher é um braço da IPFF. A IPFF - eu acredito que vários dos senhores já ouviram falar dela - é a grande multinacional do aborto. Ela é proprietária de clínicas de aborto não só nos EUA, mas no mundo todo. E esse instituto (Alan Guttmacher) é um braço da IPFF que faz as análises estatísticas. O outro instituto é o IPAS. Ele foi fundado na década de 70 na Carolina do Norte. E qual foi o papel do IPAS? Foi substituir o papel que a Alzeid (não sei se é a grafia correta) fazia. A alzeid era uma agência norte-americana pro desenvolvimento internacional. Fato é que, quando a fundação Rockfeller começou a trabalhar para diminuir o crescimento populacional do mundo, ela dividiu o início dos seus trabalhos em três fases: a primeira em relação a estudos demográficos, pra mostrar que estava tendo um aumento da população mundial; o segundo foi colocar institutos, centros de planejamento familiar no mundo todo, incentivando a inserção de DIU, esterilização forçada nas mulheres, enfim, isso pode ficar pra uma outra audiência; o terceiro período do conselho populacional que é ligado à fundação Rockfeller pra diminuir o crescimento populacional no mundo foi um lobby junto ao governo norte-americano, na época o presidente era o Nixon, pra dizer que, o aumento da população, principalmente nos países em desenvolvimento, trazia sérios riscos para a segurança interna dos EUA. E aí, o que o presidente faz? Dentro da Alzeid, que é essa agência norte-americana pro desenvolvimento internacional, ele cria um departamento para assuntos populacionais. E esse departamento recebe, aproximadamente em 15 anos, 1,7 bilhões de dólares pra frear o crescimento populacional no mundo todo. Esse plano só perdeu pro plano Marshall, que foi a maior ação da Alzeid que reconstruiu o continente Europeu no pós-guerra.
     
    [...]
     
    E aí a Alzeid começou os seus trabalhos. Mas, com a troca da presidência, veio o Carter e ele proibiu que fosse usado dinheiro público para financiar aborto fora dos EUA. E aí a Alzeid vê o seu recurso secar. Bom, não tem problema. Com 0,5 milhões de dólares da fundação Scaff (diz-se squêifi, não sei se a grafia está correta), eles criam o IPAS, que passa então a fazer tudo o que a Alzeid fazia, agora com dinheiro privado. É esse instituto que nos dá essa estatística, certo?
     
    O instituto Allan Guttmacher fala que precisamos pegar pra estimaro número de abortos, o número de internações hospitalares e multiplicar por 5. E o IPAS vai dizer que a gente precisa multiplicar por 6. Agora, a pergunta que não quer calar: De onde eles tiraram esse fator de multiplicação? Jamais houve uma explicação. Nunca eles explicaram. Eles ensinam que é assim e todo mundo fica fazendo. Aí dá uns números absurdos que é o que a gente vê aqui no Brasil.
     
    [...]
     
    Vamos ver se a gente consegue estimar o número de abortos. A gente de fato estima o número de abortos por internações hospitalares, obviamente, pois é o indicador que nos chega. Em 2013, e isso são dados do DATA-SUS, aconteceram 206.270 internações hospitalares por aborto - mas aqui, aborto considerando-se tanto espontâneo como o provocado.
     
    [Mostrando na tela:
    - Em 2013 -> 206.270 internações hospitalares devidas a aborto (espontâneo e provocado)
    -Em 2010 foi realizada a Pesquisa Nacional do Aborto (UNB com a ONG ANIS) -> 1 a cada 2 mulheres que abortam precisam de internação
    - 20~25% das internações hospitalares são por aborto provacado]
     
    Essa pesquisa de 2010 foi citada várias vezes e eu vou usá-la como fundamentação dessa estimativa de abortos. O que ela percebeu, gente? Que pra cada duas mulheres que cometem aborto, uma precisa de internação hospitalar. E a gente sabe - isso também a Dr. Elizabeth Kipman que nos trouxe - que todas as internações hospitalares por aborto, de 20 a no máximo 25% são por aborto provocado. Então, a gente vai fazer o cálculo aqui.
     
    [Mostrando na tela:
    - 206.270 x 0,25 = 51.567
    - 51.567 x 2 = 103.134 
    - No Brasil, são realizados, aproximadamente, 100.000 abortos/ano]
     
    Se a gente pegar as internações hospitalares, mais ou menos 206.270, e multiplicar por 0,25 - pois 25% das internações hospitalares são por aborto provacado - a gente tem mais ou menos 50 mil. E aí a gente precisa multiplicar por 2, porque a pesquisa nos mostra que pra cada duas mulheres que faze aborto, uma precisa de internação. Então a gente multiplica por 2 e chega na seguinte estimativa que é a mais fundamentada pra saber o número de abortos no país, que é 100 mil abortos por anos. 1 milhão e 1,5 milhão não encontra uma explicação dessas. Não é verdade, é um equívoco.
     
    [Mostrando na tela:
    Exemplo dos Estados Unidos
    - Antes da legalização do aborto em todo o território nacional, estimava-se:
    . 200~300 mortes de mulheres por ano.
    . 200.000 abortos ilegais
    - Os que militavam a favor da legalização do aborto afirmavam:
    . 5.000 a 10.000 mortes de mulheres por ano
    . 1.000.000 de abortos ilegais eram realizados]
     
    Vamos ver nos Estados Unidos. Será que é só aqui no Brasil que as pessoas usam dessa estratégia de colocar o número de abortos lá em cima pra sensibilizar a opinião pública, pra que o aborto seja legalizado? A gente vai ver que não. Nos Estados Unidos, o aborto foi legalizado no começo da década de 70. E a gente sabia que existia lá, de 200 a 300 mortes de mulheres por ano por aborto provocado, e mais ou menos uns 200 mil abortos. Os que militavam pela legalização do aborto, eles diziam que de 5 mil a 10 mil mulheres morriam por ano. E que havia 1 milhão de abortos. Detalhe: nessa época, a população dos EUA era semelhante à nossa - 200 milhões de habitantes. Qualquer coincidência... Né? E eu vou mostrar pros senhores a confissão do Dr. Bernard Nathanson que, no começo da década de 70 e na década de 60, ele já militava ferozmente pela legalização do aborto. Ele foi um dos fundadores da associação nacional pela revogação das leis do aborto. Olha o que ele diz. Eu vou ler na íntegra com os senhores [mostrando na tela e a Isabela lendo]:
     
    'Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos e suponho que os outros, se parassem pra pensar sobre isso, também sabiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram número úteis, amplamente aceitos, então por que não usá-los da nossa forma, por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis [contra o aborto], e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida.
    - Extraído do livro América que aborta.'
     
    [...]
     
    Vamos lá pro segundo equívoco, que eu tenho 5 pra falar pros senhores. O segundo é afirmar que, com a legalização do aborto, o número de abortos diminui. E aqui a gente vai direto pros dados. Vamos lá. Nos Estados Unidos eu falei pros senhores que o aborto foi legalizado no início da década de 70. Tinha 193 mil abortos para uma população de de 205 milhões.
     
    [Mostrando na tela:
    -Vamos analisar os números de alguns países:
    -EUA
    -1970 -> 193.494 abortos -> 205.052.000 população
    -1975 -> 1.054.170 abortos -> 225.973.000 população
    -1980 -> 1.553. 890 abortos -> 227.225.000 população
    -1989 -> 1.566.870 abortos -> 246.829.000 população
    -1998 -> 1.319.000 abortos -> 275.854.000 população
    -2000 -> 1.313.000 abortos -> 282.262.411 população
    -2008 -> 1.212.350 abortos -> 304.093.966 população]
    5 anos mais tarde chegou no 1 milhão de abortos e a população nem aumentou tanto assim. 10 anos depois, 1.5 milhão - estamos falando de um aumento de 626%.
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela um gráfico com a proporção de abortos pela quantidade da população]
    Todo mundo percebe que a curva de abortos está aumentando. Vamos ver um outro país. A Suécia.
    [Mostrando na tela:
    1929 - 439 abortos - sem dados da população
    1949 - 5.503 abortos - sem dados da população
    1969 - 13.735 abortos - 7.968.072 população
    1999 - 30.712 abortos - 8.857.824 população
    2010 - 37.698 abortos - 9.378.126 população
    Mostrando na tela a curva ascendente do número de abortos realizados proporcionalmente com o número da população, utilizando somente os dados de 1969 até 2010.]
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela as estatísticas da Espanha, que legalizou o aborto em 1985:
    1987 - 16.766 abortos - 38.630.820
    1990 - 37.231 abortos - 38.850.435
    1997 - 49.578 abortos (+190%) - 39.582.413 população
    2002 - 77.825 abortos - 41.431.558 população
    2007 - 112.158 abortos - 45.226.803 população
    2011 - 118.359 (+488%) - 46.742.697
    Mostrando na tela a curva ascendente do número de abortos realizados proporcionalmente com o número da população.]
     
    [...]
     
    [Mostrando na tela:
    -Inglaterra, desde a legalização em 1967, o número de abortos só aumenta.
    -2007, aumento de 4% em relação a 2006.
    -Grupo que apresenta um aumento mais rápido durante os anos - adolescentes.
    -Lord Steel
    -Ann Furedi (Serviço Britânico de assistência à gravidez)]
     
    [...] 40 anos depois [da legalização na Inglaterra], um senhor chamado Lord Steel, que era um militante pela legalização do aborto, ele se assusta quando vê o número de abortos, de como tinha aumentado. E ele fica tão assustado, que vai à imprensa. Saíram várias reportagens que ele falava assim, 'Olha, era inimaginável que o número de abortos chegaria a essa proporção. Quando a gente militava pela legalização, a gente não tinha noção de que isso pudesse acontecer. As mulheres estão recorrendo ao aborto quando seus métodos contraceptivos falham'. E é isso que acontece em uma sociedade que legaliza o aborto. Ele passa a ser mais um método contraceptivo. Eu engravido, eu aborto. É isso o que acontece. O aborto se enraiza na cultura da sociedade, tanto que - isso não sou eu que estou falando, são os dados, é a gente olhar pra realidade - lá na Inglaterra, o grupo que apresentou o maior número na prática do aborto foram as adolescentes, porque elas não participaram da discussão. Elas nasceram num mundo onde se mata crianças. Elas nasceram num país que se habituou a assassinar crianças dentro do ventre das mães. Então elas fazem isso.
     
    [...]
     
    Um exemplo bem perto da gente é a questão do Uruguai. Lá, eles usaram dessa artimanha de colocar o número de abortos lá em cima pra conseguir sensibilizar a opinião pública e legalizar. Pros senhores terem uma noção, eles chegaram a afirmar que, no Uruguai, tinha 150 mil abortos. Daí eles tiveram que se retratar, porque daí eles faziam a conta, e pelo número de mulheres em idade fértil não dava certo, não casava. Daí eles se retrataram, falaram em 50 mil, 33 mil, e chegaram no consenso de 33 mil. Bom, fato é que, em 2012, em dezembro, o aborto foi legalizado no Uruguai, e em 2013, quantos abortos? 4.500. Onde estão os outros 29 mil abortos? E aí, gente, olha, eu vou falar. É verdade. Isso está nos jornais uruguaios. Os senhores procurem, que teve um senhor do Ministério da Saúde que teve a capacidade de ir na imprensa fazer a seguinte afirmação: "Os senhores estão vendo como a legalização do aborto diminui a sua prática?" Como se ninguém tivesse capacidade de raciocinar e de pensar que esses 29.000 abortos não existiam.
     
    [...]
     
    Bom, o terceiro equívoco é: o Brasil tem maior número de aborto que os países que o legalizaram. Vamos direto para os dados:
     
    [Mostrando na tela:
    -Brasil: 100 mil abortos/ano - população de 200 milhões
    -França: 200.000 abortos/anos (10x mais que o Brasil) - população 50 milhões
    -Suécia: 40 mil abortos (8x mais proporcionalmente) - população 10 milhões
    -Inglaterra: 100.000 abortos (4x mais proporcionalmente) - população 50 milhões
    -Japão: 200.000 abortos (4x mais proporcionalmente) - população 100 milhões]
     
    Portanto, vocês percebem como essa informação é arquitetada, deliberada? E eu esqueci de contar uma coisa pros senhores. Bernard Nathanson dizia que o importante era envolver a mídia, porque daí, em todos os espaços, em todos os jornais, iam aparecer os números deles. E ele fala que nenhum jornalista nunca chegou pra ele e falou: "Olha, então o sr. me mostra por favor aonde é que tem 1 milhão de abortos aqui nos Estados Unidos?" Não! Nunca ninguém perguntou pra ele. E aí as pessoas passavam a reproduzir o discurso. E uma mentira contada mil vezes? Tem a credibilidade de uma verdade.
     
     
     
    [Mostrando na tela:
     
    - O número de abortos está diminuindo no Brasil
    - O número de curetagens diminui ano após ano, chegando a 12% de queda de 2008 para 2009.]
     
    O quarto equívoco é falar que o número de abortos está aumentando no Brasil. Isso não é verdade, por quê? A gente não calcula o número de abortos pelo número de internações hospitalares? Sim, então aí o que a gente vê? Que o número de internações hospitalares vem em queda ano após ano, né? E o número de curetagens também. E aí, gente, isso é coerente com os dados da opinião pública, que mostra...
     
    [Mostrando na tela:
     
    -IBOPE: 2003 - 90% da população era contra o aborto.
    -IBOPE: 2005 - a aprovação do aborto de 2003 para 2005 diminui de 10 para 3%
    - Data Folha: 2007 - o percentual dos que achavam a prática do aborto muito grave foi de 61% em 1998, para 71% em 2007. Só 3% consideravam moralmente aceitável fazer um aborto]
     
    Depois disso não apareceu mais resultado de pesquisas. Eu não vou falar que ninguém está fazendo, está bom? Eu só posso afirmar que ninguém está mostrando. O que eu posso dizer é que Sonia Corrêa, em 2009, disse num congresso de direitos reprodutivos na assembléia legislativa do Estado de São Paulo que, "a rejeição ao aborto está aumentando ano após ano no Brasil".
     
    E o quinto equívoco - e o último - é o seguinte. Essa afirmativa de que legalizar o aborto diminui a mortalidade materna. E aí eu vou dizer pros senhores, com toda a experiência que eu tenho em saúde pública e saúde coletiva, com todos os estudos que eu já fiz - já tenho duas especializações na área e estou fazendo o mestrado.
     
    [Mostrando na tela:
    - Não há relação entre a legalização do aborto e a diminuição da mortalidade materna.
    - Há países com leis extremamente restritas em relação ao aborto, como o Chile, com a mortalidade baixa. Diminuiu de 275 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos em 1960 para 18.7 em 2000, a maior redução da América Latina.]
     
    Há países onde o aborto é legal e a mortalidade materna é extremamente alta, como é o caso da Índia.
     
    [Mostrando na tela:
    - Há países onde o aborto é legal e a mortalidade materna é alta, como a Índia. 200 mortes em 2010.
    - Há países onde o aborto era legalizado, foi proibido (com restrições) e a mortalidade materna diminuiu, como a Polônia, 11 em 1993 para 2 em 2010.
    - Os dados mostram que não há relação entre legalização do aborto e diminuição da mortalidade materna.]
     
    [...]
     
    Agora, eu vou ser honesta com os senhores, eu não vou usar isso aqui e falar pra vocês que legalizar o aborto aumenta a mortalidade materna. Tem gente que usaria, viu? Então, os dados mostram que não há relação entre legalização do aborto e a diminuição do número de mortes maternas. O que diminui a mortalidade materna? E aí o dr. Henrique trouxe - 92% das causas de morte materna são previníveis. O que diminui é o investimento na assistência ao pré-natal."
  22. Gostei
    danilorf recebeu reputação de EctoFrangoMorfo em Como Ser Alpha?   
    Fala aí então, Planeta, quantas pepecas reais (e não as imaginárias) já te renderam a filosofia de redpill? Gorda de tinder não vale.
  23. Gostei
    danilorf recebeu reputação de HeadShot em Como Ser Alpha?   
    A coisa toda da Real se resume à esse mentira (e aqui eu deixo o Almeida de fora): "Nós da Real queremos desenvolvimento pessoal (estudar pra concurso e ficar bombado), ter o frame forte e os caralhos, mas isso não tem nada a ver com as mulheres; fazemos isso por nós mesmos."
     
    Aham, beleza.
     
    Daí quando uma mina dá uma cortada neles porque ficam cheio de firulages, a dor de cotovelo aparece: "Mas, como assim?! Eu me desenvolvi pessoalmente, fui frio e calculista, tinha o frame de Deus, e você me deu um pé na bunda? VAGABUNDA!"
     
     
    (y)
  24. Gostei
    danilorf recebeu reputação de »Neo em Como Ser Alpha?   
    A condição humana, tão bem descrita pelos hinduístas, pode ser dividida em 4 castas:
     
    - Os servos em geral. O dharma da vida deles é servir às castas superiores. A imensa maioria da população, obviamente, se encaixa aqui. E muito provavelmente um monte de gente que lê esse tópico também. A alma do sujeito é ordenada de forma que, quando ele serve a alguém, ela realiza o seu potencial e ele fica em paz. Esse sujeito não tá nem aí pra conhecer as coisas, ser probo, correto e gerar prosperidade, não liga para nobreza e nem nada do tipo. Ele só quer servir, e no fim do dia ir conversar sobre coisas mundanas enquanto toma lá sua cerveja.
     
    - Os comerciantes, empreendedores e afins. O dharma da vida destes não é estar sujeito às ordens de ninguém, mas está centrado na excelência da profissão que exerce, que, necessariamente, não pode ser subordinada ao mando de outra pessoa. O sujeito centra a vida na probidade e na correição. Quando ele é probo e correto, ele realiza plenamente o seu dharma, e consequentemente ele gerará riquezas para a sociedade em geral e para si próprio. Probidades e correição tem a ver com manter a palavra nos negócios, se excelente na tarefa que realiza e coisas assim.
     
    - Os nobres, guerreiros e etc. Esse o sujeito que vai para o pau quando a coisa fica feia. Ele escolhe algo ou uma coisa para defender fisicamente quando necessário. A nobreza dele gira em torno de, se necessário, dar a própria vida por algo ou alguém; gira em torno de fazer algo fisicamente em prol daquilo que é justo e correto, seja ajudar pessoas, defender o país e assim por diante.
     
    - Intelectuais ou sacerdotes. Esse busca o conhecimento, sabedoria. O dharma da vida dele gira em torno disso, de ampliar os horizontes do seu nível de consciência. Isso geralmente remete à busca de ordenar o mundo ou a sociedade de forma geral a partir dos conhecimentos obtidos.
     
    Bem, tem uma quinta casta que seria a dos santos e iluminados, que simplesmente aceitam o mundo como é, e cujos kharmas não mais pesam sobre a vida deles. Não sei explicar direito ainda, mas com certeza ninguém aqui vai se considerar um santo, e eu também tenho certeza de que ninguém nunca viu em vira um São Francisco de Assis ou um Padre Pio de Pietrelcina.
     
    Muita gente fica reclamando de gente que parece bicho pela vida que leva. Bem, meu filho, nem todo mundo é da casta de comerciantes, ou dos nobres ou dos intelectuais. Você também provavelmente tem uma visão muito inflada de si mesmo, e se encaixa na casta dos servos também. Só porque leu um livrinho do poder do agora, isso não te coloca na casta daqueles que buscam sabedoria - se a busca dessa sabedoria não for o centro ordenador de toda a sua vida. Se você estuda, mas estuda, faz faculdade, doutorado e os caraio, só porque é o único meio que você achou de sustentar a sua pança, isso não te faz um intelectual também; se o estudo é apenas um meio de servir e de encher a pança no fim do dia, você é um servo - e falo isso sem qualquer juízo de valor, apenas constatando um fato; se o estudo é um meio de atingir a excelência numa atividade não subordinada ao mando de ninguém, então você é um comerciante.
     
    Enfim, acho que nem tem muito a ver com isso. Mas é dazora pa carai.
     
    Falou.
     
     
  25. Gostei
    danilorf recebeu reputação de »Neo em Como Ser Alpha?   
    O Almeida tá vendo essas manginage aqui, hem?
×
×
  • Criar Novo...