{"id":12563,"date":"2017-10-04T17:41:19","date_gmt":"2017-10-04T20:41:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/?p=12563"},"modified":"2026-06-21T09:12:39","modified_gmt":"2026-06-21T12:12:39","slug":"periodizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/2017\/10\/04\/periodizacao\/","title":{"rendered":"Periodiza\u00e7\u00e3o de treino para hipertrofia: o que a ci\u00eancia diz em 2026"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento \u00e9 essencial para continuar gerando progresso no treino, permitir que o corpo tenha seu devido descanso e evitar plat\u00f4s, mas desde que voc\u00ea saiba o que est\u00e1 fazendo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O treinamento de for\u00e7a \u00e9 uma modalidade esportiva que vem h\u00e1 anos ganhando in\u00fameros adeptos. Desde os anos 40 do s\u00e9culo XX, j\u00e1 se utilizavam os exerc\u00edcios com pesos para otimizar o rendimento nas diversas modalidades esportivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Surge ent\u00e3o neste per\u00edodo o termo halterofilismo que se torna uma pr\u00e1tica regulamentada, que consistia no levantamento com pesos (MEC, 1966). Assim, foi criado na d\u00e9cada de 40 o culturismo moderno, cujo autor foi o canadense Josef Weider.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente a maioria das pessoas que procuram uma academia visam prioritariamente os efeitos est\u00e9ticos que o treinamento proporciona, sendo o mais buscado, a hipertrofia muscular, utilizando at\u00e9 mesmo de meios extremos, como esteroides anabolizantes e\/ou recursos ergog\u00eanicos nocivos \u00e0 sa\u00fade para tal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para um bom rendimento f\u00edsico, existem diversos m\u00e9todos de treinamento que objetivam ganhos de massa muscular de forma satisfat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitos desses, at\u00e9 hoje, s\u00e3o empregados de forma descontrolada ou emp\u00edrica por profissionais da \u00e1rea de treinamento de for\u00e7a, ou seja, sem controle e embasamento cient\u00edfico para seu correto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algo que, na maioria dos casos, al\u00e9m de n\u00e3o promoverem os ganhos objetivados, resultam em perdas significativas de massa muscular, altos n\u00edveis se estresse metab\u00f3lico e at\u00e9 mesmo les\u00f5es graves que afastam durante muito tempo o sujeito dos treinamentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria dos m\u00e9todos de treinamento resistido, incluindo a periodiza\u00e7\u00e3o, foram originalmente criados por treinadores de for\u00e7a, levantadores de pesos, levantadores ol\u00edmpicos de pot\u00eancia ou culturistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes foram criados de forma emp\u00edrica, sem uma comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mas porque praticantes experientes acreditam que eles funcionam para produzirem resultados significantes nos ganhos de for\u00e7a e hipertrofia muscular (Fleck e Kraemer, 1999; Fleck e Kraemer, 2006).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como profissional da \u00e1rea e treinador de atletas, pude vivenciar diversas vezes profissionais aplicando de forma incorreta diversos protocolos de treinamento em seus alunos, visando somente uma hipertrofia aguda (moment\u00e2nea).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fazem isso atrav\u00e9s de cargas excessivas, movimentos incorretos, drop-sets, super-sets sem controle e at\u00e9 mesmo trabalhos complexos, somente para proporcionarem a seus clientes aquele \u201cincha\u00e7o\u201d no final dos treinos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lembro que para conseguirmos alcan\u00e7ar um bom resultado em longo prazo, de forma mais est\u00e1vel (cr\u00f4nico), devemos respeitar uma progress\u00e3o t\u00e9cnica e f\u00edsica, al\u00e9m de boa alimenta\u00e7\u00e3o e descanso, que certamente equilibrados resultar\u00e3o em um corpo saud\u00e1vel e sim\u00e9trico, com excelente qualidade e estabilidade muscular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E nada disso vai ocorrer sem a&nbsp; periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/periodizacao-de-treino.jpg\" alt=\"como funciona a periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento e como extrair mais ganhos\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos dias 07. 08 e 09 de setembro de 2012 participei do Simp\u00f3sio Internacional de Hipertrofia Muscular, onde pude ter a felicidade e honra de conhecer um dos grandes pesquisadores sesta \u00e1rea na Europa, o Prof. Dr. Jos\u00e9 Vila\u00e7a Alves (UTAD-PT).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele apresentou alguns estudos realizados em seu laborat\u00f3rio e de outros de autores renomados como Steven Fleck e William J. Kraemer (USA), onde foram investigadas as respostas de diversos m\u00e9todos de treinamento para hipertrofia e tamb\u00e9m o uso da periodiza\u00e7\u00e3o linear e ondulat\u00f3ria para esses fins.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tais trabalhos mostraram um resultado em comum.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para um bom trabalho de hipertrofia muscular, uma correta periodiza\u00e7\u00e3o, a carga certa para cada momento e a correta execu\u00e7\u00e3o dos exerc\u00edcios, com ampla abordagem biomec\u00e2nica, resultou em grandes respostas musculares, n\u00e3o somente nos n\u00edveis de for\u00e7a total, mas tamb\u00e9m nos n\u00edveis hipertr\u00f3ficos cr\u00f4nicos, ou seja, est\u00e1veis de longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, neste artigo abordarei alguns pontos de forma pr\u00e1tica e resumida sobre como realizar a periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento, os m\u00e9todos de treinamento mais utilizados e algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a execu\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios mais eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Conte\u00fado do texto:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/2017\/10\/04\/periodizacao\/#periodizacao-de-treinamento\">1.\u00a0Periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/2017\/10\/04\/periodizacao\/#metodos-de-treinamento-para-hipertrofia\">2.\u00a0M\u00e9todos de Treinamento Para Hipertrofia<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/2017\/10\/04\/periodizacao\/#conclusao\">3.\u00a0Conclus\u00e3o<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 id=\"h-periodizacao-de-treinamento\" class=\"wp-block-heading\">Periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V\u00e1rios pesquisadores renomados como William Kraemer e Yuri Verkhoshansky j\u00e1 demonstraram em seus estudos a efici\u00eancia da periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento de for\u00e7a para fins desportivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A hipertrofia \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica e n\u00e3o uma capacidade f\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Gentil (2005), no caso do treinamento de hipertrofia, a periodiza\u00e7\u00e3o serviria para definir crit\u00e9rios t\u00e9cnicos de controle, pois at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia nenhum.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem v\u00e1rios tipos de periodiza\u00e7\u00e3o, sendo uma das mais utilizadas o modelo Cl\u00e1ssico proposto por Matveev (1965).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na periodiza\u00e7\u00e3o Cl\u00e1ssica, utilizamos um macrociclo de treinamento que pode ser montado na forma de 12, 06 ou 04 meses (anual, semestral ou quadrimestral).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste tipo de periodiza\u00e7\u00e3o, as fases de treinamento podem ser divididas em:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fase B\u00e1sica (Prepara\u00e7\u00e3o de Base);<\/li>\n\n\n\n<li>Espec\u00edfica (Aplica\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica \u2013 Sobrecargas);<\/li>\n\n\n\n<li>Competitiva (Peak), com suas peculiaridades descritas a seguir.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FASE B\u00c1SICA:<\/strong>&nbsp;Predomina o volume sobre a intensidade; Adapta\u00e7\u00e3o articular, muscular e tendinosa ao treino. Adapta\u00e7\u00e3o cardiorrespirat\u00f3ria ao treino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vari\u00e1veis do Treino:&nbsp;<\/strong>8 semanas de Dura\u00e7\u00e3o; 8 exerc\u00edcios por Treino; Uma carga em torno dos 60% de 1 RM; Exerc\u00edcios Pluriarticulares; 8 a 12 repeti\u00e7\u00f5es por s\u00e9rie; 2 s\u00e9ries nas primeiras 2 semanas e 3 nas 6 seguintes; 1\u201930 de descanso entre s\u00e9ries; 24h de intervalo entre treinos. (Alves, J.V. 2012);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FASE ESPEC\u00cdFICA:<\/strong>&nbsp;Predomina a intensidade sobre o volume; Melhorar a coordena\u00e7\u00e3o inter e intramuscular; Estimular \ufb01bras do tipo II; Aumentar a capacidade de recrutamento de unidades motoras do tipo II.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vari\u00e1veis do Treino:<\/strong>&nbsp;8 semanas de Dura\u00e7\u00e3o; 8 exerc\u00edcios por Treino; Uma carga em torno dos 80% de 1 RM; Exerc\u00edcios Pluriarticulares; 6 a 8 repeti\u00e7\u00f5es por s\u00e9rie; 3 s\u00e9ries por exerc\u00edcio; 2 a 2\u201930 minutos de descanso entre os exerc\u00edcios; 72h de intervalo entre treinos. (Alves, J.V. 2012).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FASE DE PEAK:<\/strong>&nbsp;Melhor apresenta\u00e7\u00e3o muscular; Hipertrofia M\u00e1xima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vari\u00e1veis do Treino:<\/strong>&nbsp;12 semanas de Dura\u00e7\u00e3o; At\u00e9 12 s\u00e9ries por grupo muscular; Uma carga em torno dos 75 e 85% de 1 RM; Exerc\u00edcios Pluriarticulares e monoarticulares; 6 a 12 repeti\u00e7\u00f5es por s\u00e9rie;&nbsp; 3&nbsp; ou mais s\u00e9ries por exerc\u00edcio; 72h de intervalo entre treinos. (Alves, J.V. 2012).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O macrociclo de treinamento \u00e9 subdividido em mesociclos (Atividades realizadas em um m\u00eas de treino, com o objetivo de solucionar as tarefas de um dado macrociclo) e em microciclos (Semana do treino, representa o elemento da estrutura de prepara\u00e7\u00e3o que inclui uma s\u00e9rie de sess\u00f5es de treino respeitando as tarefas do mesociclo), onde os volumes e intensidades de treinamento devem ser cuidadosamente calculados para um \u00f3timo efeito fisiol\u00f3gico neuromuscular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os mesociclos (meses) s\u00e3o classificados como: INCORPORA\u00c7\u00c3O, B\u00c1SICO, ESTABILIZADOR, CONTROLE, PR\u00c9-COMPETITIVO (PR\u00c9-PEAK), COMPETITIVO (PEAK) E RECUPERATIVO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os microciclos (semanas) s\u00e3o classificados como: INCORPORA\u00c7\u00c3O, ORDIN\u00c1RIO, CHOQUE e RECUPERATIVO.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"h-exemplos-de-microciclos\" class=\"wp-block-heading\"><strong>Exemplos de Microciclos:<\/strong><\/h3>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/exemplos_microciclos.png\" alt=\"\" title=\"exemplos_microciclos\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 id=\"h-mesociclos-e-microciclos-na-periodizacao\" class=\"wp-block-heading\"><strong>Mesociclos e Microciclos na periodiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/mesociclosmicrociclos.png\" data-rel=\"lightbox-image-0\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/mesociclosmicrociclos.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s termos uma no\u00e7\u00e3o de como s\u00e3o subdivididos os mesociclos e os microciclos, surge a quest\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como aplica-los em um treinamento de for\u00e7a?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sabendo dos valores de volume e intensidade a serem aplicados em cada fase, devemos ent\u00e3o confeccionar os programas de treinamento, lembrando que, neste caso espec\u00edfico (Treinamento de For\u00e7a), os volumes podem ser representados pelo n\u00famero de s\u00e9ries \/ exerc\u00edcios e a as intensidades pela carga \/ tempo de recupera\u00e7\u00e3o \/ velocidade utilizadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como atuo na \u00e1rea de prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica desportiva e tamb\u00e9m como personal trainer na \u00e1rea de est\u00e9tica e terceira idade, uma das coisas que mais demandava tempo nas minhas atividades era a elabora\u00e7\u00e3o de programas de treinamento periodizado para salas de muscula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pois al\u00e9m de ter que encaixar bem os mesociclos de acordo com cada cliente, ainda surgia o problema das zonas de treinamento (repeti\u00e7\u00f5es por exerc\u00edcio), pois a literatura cient\u00edfica n\u00e3o apresenta valores concretos sobre este assunto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s analisar alguns estudos de autores renomados na \u00e1rea de treinamento de for\u00e7a, desenvolvi um software para planejamento de treinamentos periodizados por zona de intensidade, que me gera mesociclos compostos por 5 semanas de treinamento, onde consegui equalizar bem as zonas de repeti\u00e7\u00f5es por carga, que proporcionam um excelente controle dos treinamentos dos meus clientes \/ atletas, conforme os exemplos a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 1 \u2013 Mesociclo de Incorpora\u00e7\u00e3o (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase1.png\" data-rel=\"lightbox-image-1\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase1.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 2 \u2013 Mesociclo B\u00e1sico (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase2.png\" data-rel=\"lightbox-image-2\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase2.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 3 \u2013 Mesociclo Estabilizador (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase3.png\" data-rel=\"lightbox-image-3\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase3.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 4 \u2013 Mesociclo Controle (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase4.png\" data-rel=\"lightbox-image-4\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase4.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 5 \u2013 Mesociclo Pr\u00e9-Peak (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase5.png\" alt=\"\" title=\"fase5\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 6 \u2013 Mesociclo Peak (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase6.png\" alt=\"\" title=\"fase6\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fase 7 \u2013 Mesociclo Recuperativo (Intensidades x Repeti\u00e7\u00f5es \/ Microciclo \u2013 Semana):<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase7.png\" data-rel=\"lightbox-image-5\" data-rl_title=\"\" data-rl_caption=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/fase7.png\" alt=\"\" title=\"\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes mesociclos podem ser repetidos de acordo com o per\u00edodo do treinamento que o sujeito encontra-se, lembrando que para tal, todo o trabalho deve estar planejado dentro do macrociclo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com os valores das cargas, os volumes e os exerc\u00edcios bem planejados, podemos ent\u00e3o utilizar diversos m\u00e9todos de treinamento para proporcionar a musculatura sempre uma nova adapta\u00e7\u00e3o, quebrando a homeostase (estabiliza\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto promove maior recrutamento de unidades motoras e maior destrui\u00e7\u00e3o de fibras (micro les\u00f5es), gerando assim excelentes respostas nos n\u00edveis hipertr\u00f3ficos musculares, l\u00f3gico, acompanhados de uma boa nutri\u00e7\u00e3o e per\u00edodos controlados de descanso.<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-metodos-de-treinamento-para-hipertrofia\" class=\"wp-block-heading\">M\u00e9todos de Treinamento Para Hipertrofia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No treinamento de for\u00e7a existem diversos m\u00e9todos de treinamento que objetivam a hipertrofia m\u00e1xima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses m\u00e9todos como qualquer treinamento, devem ser bem planejados dentro dos mesociclos em cada fase espec\u00edfica para tal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por exemplo, se em um momento objetiva-se desenvolver a resist\u00eancia muscular espec\u00edfica, utilizaremos exerc\u00edcios que utilizem m\u00e9dios-grandes-grandes volumes com intensidades m\u00e9dias-baixas e n\u00e3o exerc\u00edcios intensos com volume baixo que necessitar\u00e3o recrutar com mais \u00eanfase tipos de fibras r\u00e1pidas e n\u00e3o as lentas objetivadas na fase em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para aplicarmos corretamente alguns m\u00e9todos de treinamento para hipertrofia, devemos lembrar que para conseguirmos grandes resultados, os exerc\u00edcios devem proporcionar TENS\u00c3O MECANICA; \u201cLES\u00c3O\u201d MUSCULAR e ESTRESSE METAB\u00d3LICO, que atingir\u00e3o de forma satisfat\u00f3ria as fibras tipo I, IIa, IIb e IIx.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para tais, utilizaremos m\u00e9todos espec\u00edficos que, devidamente aplicados, al\u00e9m de promoverem altos ganhos de for\u00e7a e resist\u00eancia, resultar\u00e3o em m\u00fasculos bem desenvolvidos e sim\u00e9tricos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EXEMPLOS DE M\u00c9TODOS DE TREINAMENTO PARA HIPERTROFIA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1. S\u00c9RIE SIMPLES:<\/strong>&nbsp;execu\u00e7\u00e3o de cada exerc\u00edcio proposto em uma s\u00e9rie somente. (Fleck, S. J. 1999);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2. S\u00c9RIE M\u00daLTIPLA:<\/strong>&nbsp;consiste em 2 ou 3 s\u00e9ries de aquecimento com carga crescente, seguido por v\u00e1rias s\u00e9ries de igual carga. (Fleck, S. J. 1999);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3. TREINAMENTO PROGRESSIVO:<\/strong>&nbsp;Adi\u00e7\u00e3o de cargas progressivas periodicamente, aumento de n\u00ba de s\u00e9ries e sess\u00f5es de treino e diminuir as pausas entre as s\u00e9ries. (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>4. PIR\u00c2MIDE CRESCENTE:<\/strong>&nbsp;das cargas, das repeti\u00e7\u00f5es em cada s\u00e9rie. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>5. PIR\u00c2MIDE DECRESCENTE:<\/strong>&nbsp;das cargas, das repeti\u00e7\u00f5es em cada s\u00e9rie. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>6. ISOLADO:<\/strong>&nbsp;consiste em isolar o m\u00fasculo da a\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos auxiliares. (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>7. REPETI\u00c7\u00d5ES NEGATIVAS:<\/strong>&nbsp;usar cargas acima de 100% dando \u00eanfase ao trabalho exc\u00eantrico do movimento. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>8. REPETI\u00c7\u00d5ES FOR\u00c7ADAS:<\/strong>&nbsp;usar cargas entre 80 e 100% e ao final de uma s\u00e9rie, fazer mais 2 ou 3 repeti\u00e7\u00f5es com ajuda de 1 companheiro na fase conc\u00eantrica. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>9. REPETI\u00c7\u00d5ES ROUBADAS:<\/strong>&nbsp;idem acima, sem ajuda do companheiro, sacrificar a postura correta para a realiza\u00e7\u00e3o dessas repeti\u00e7\u00f5es. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>10. CONFUS\u00c3O MENTAL:<\/strong>&nbsp;consiste em variar constantemente o exerc\u00edcio, a s\u00e9rie, repeti\u00e7\u00f5es e \u00e2ngulos, para que n\u00e3o ocorra a homeostase. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>11. PR\u00c9 EXAUST\u00c3O:<\/strong>&nbsp;consiste em executar um exerc\u00edcio uni-articular, para que o m\u00fasculo em quest\u00e3o sofra uma exaust\u00e3o parcial e em seguida executar um exerc\u00edcio bi-articular onde o m\u00fasculo \u00e9 auxiliado por um sinergista. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>12. EXAUST\u00c3O:<\/strong>&nbsp;executar tantas repeti\u00e7\u00f5es poss\u00edveis com uma determinada carga, at\u00e9 a falha conc\u00eantrica moment\u00e2nea. (Fleck, S. J. 1999);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>13. PRIORIT\u00c1RIO:<\/strong>&nbsp;iniciar o treino pelo m\u00fasculo ou segmento corp\u00f3reo mais fraco ou aquele segmento que precisa de um maior desenvolvimento. (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>14. SUPER-S\u00c9RIE:<\/strong>&nbsp;trabalha-se os m\u00fasculos agonistas e antagonistas entre s\u00ed, em uma mesma s\u00e9rie, sem ou muito pouco intervalo. (Fleck, S. J. 1999);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>15. FLUSHING (fluxo):<\/strong>&nbsp;executa-se 2 ou mais exerc\u00edcios para o mesmo m\u00fasculo, ou grupo muscular pr\u00f3ximos. (Fleck, S. J. 1999);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>16. TREINAMENTO DIVIDIDO:<\/strong>&nbsp;consiste em dividir o treino em 2 partes (MMSS em 1 dia e MMII em outro dia). (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>18. PAUSA E DESCANSO:<\/strong>&nbsp;treina-se com cargas altas que possibilitam 2 \u00e0 4 rep. dando intervalo de 15\u201d e ent\u00e3o repete-se o processo por 3 ou 4 x aumentando o intervalo p\/ 30, 45, 60\u201d. (Guedes, D. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>19. DROP SET:<\/strong>&nbsp;consiste em realizar uma s\u00e9rie at\u00e9 o esgotamento total, diminuindo o peso logo em seguida e imediatamente continuada at\u00e9 obter novamente o esgotamento total. (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>20. BLITZ:<\/strong>&nbsp;dividir os m\u00fasculos a fim de treinar somente um por dia, aumentando assim a intensidade do treinamento, podendo at\u00e9 utilizar mais de 1 princ\u00edpio de treino simultaneamente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>21. ISOTENS\u00c3O:<\/strong>&nbsp;consiste em tensionar o m\u00fasculo e mante-lo em tens\u00e3o m\u00e1xima por 3 a 6\u201d, 3x.(Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>22. TREINAMENTO EM CICLO:<\/strong>&nbsp;estruturar o treino para que em um treino anual desenvolver a hipertrofia e a for\u00e7a e em outra parte do ano desenvolver a resist\u00eancia muscular. (Guimar\u00e3es, W. 1997);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>23. INTUI\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0consiste em treinar um grupamento muscular que se tenha vontade, considerando o fator psicol\u00f3gico e n\u00e3o fisiol\u00f3gico. (Guedes, D.1997).<\/p>\n\n\n\n<h2 id=\"h-conclusao\" class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as informa\u00e7\u00f5es apresentados neste artigo n\u00e3o s\u00e3o uma \u201creceita de bolo milagrosa\u201d que quando aplicada apresenta um excelente resultado comum, mas sim par\u00e2metros com amplo embasamento t\u00e9cnico-cient\u00edfico para podermos elaborar programas e treinar de forma mais consciente, controlada e respeitando todas as vari\u00e1veis fisiol\u00f3gicas pertinentes ao treinamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para conseguirmos atingir grandes resultados em hipertrofia muscular \u00e9 extremamente importante levar em considera\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da perfeita organiza\u00e7\u00e3o dos treinos com est\u00edmulos variados que quebram a homeostase (variabilidade) utilizando as vias tensional e metab\u00f3lica (Fibras I, IIa, IIb e IIx), os fatores gen\u00e9ticos do indiv\u00edduo (somatotipo, heran\u00e7a gen\u00e9tica, desenvolvimento \u00f3sseo, etc), nutricionais (consumo x gasto cal\u00f3rico, qualidade alimentar, etc) e os per\u00edodos de recupera\u00e7\u00e3o (sono, repouso entre treinos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem a perfeita equaliza\u00e7\u00e3o desses fatores, junto ao conhecimento te\u00f3rico e pr\u00e1tico profissional, \u00e9 imposs\u00edvel atingirmos resultados significativos utilizando qualquer m\u00e9todo de treinamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Resumindo, devemos primeiramente conhecer bem as limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e funcionais de cada um. Saber que cada ser humano \u00e9 um ser subjetivo \u00e9 o princ\u00edpio de todo planejamento de um \u00f3timo programa de treinamento. Por isso, o BOM SENSO e o pleno conhecimento cient\u00edfico, t\u00e9cnico e pr\u00e1tico que norteia o tema treinamento de for\u00e7a \u00e9 a base para o sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Texto por:<\/strong>&nbsp;Prof. Esp. Raphael Benassi (CREF 028831-G\/RJ).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>REFER\u00caNCIAS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>DANTAS, E. H. M. A Pr\u00e1tica da Prepara\u00e7\u00e3o F\u00edsica. 5ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>GENTIL, P. Bases Cient\u00edficas do Treinamento de Hipertrofia. Sprint, 2005;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><em><strong>GUEDES<\/strong><\/em><strong>,\u00a0<\/strong><em><strong>D. P. Muscula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><strong><em>:\u00a0<\/em><\/strong><em><strong>est\u00e9tica e sa\u00fade<\/strong><\/em><strong>feminina. S\u00e3o Paulo: Phorte, 2003;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>GUIMAR\u00c3ES, W. M. N. Muscula\u00e7\u00e3o anabolismo total. Liberdade, S\u00e3o Paulo: Phorte, 2002.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><em><strong>FLECK<\/strong><\/em><strong><em>,\u00a0<\/em><\/strong><em><strong>S. J<\/strong><\/em><strong><em>;\u00a0<\/em><\/strong><em><strong>KRAEMER, W. J. Fundamentos do Treinamento de For\u00e7a Muscular<\/strong><\/em><strong><em>,\u00a0<\/em><\/strong><strong>Ed. ArtMed, 1999;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fleck S. J; Kraemer W. J. Fundamentos do treinamento de for\u00e7a muscular. 3ed. Artmed, 2006.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Benassi &amp; Salvador Fisiologia do Exerc\u00edcio e Consultoria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Contato:<\/strong>&nbsp;(21) 7682-1353 \/&nbsp;<a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20260114103607\/mailto:benassi.salvador@yahoo.com.br\">benassi.salvador@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Servi\u00e7os oferecidos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Personal Training;<br>Prepara\u00e7\u00e3o F\u00edsica Desportiva;<br>Avalia\u00e7\u00e3o Funcional e Biomec\u00e2nica;<br>Consultoria T\u00e9cnica para academias e atletas;<br>Projetos Esportivos (Jiu-Jitsu);<br>Orienta\u00e7\u00f5es Acad\u00eamicas, Cursos e Palestras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Periodiza\u00e7\u00e3o de treinamento \u00e9 essencial para continuar gerando progresso no treino, permitir que o corpo tenha seu devido descanso e evitar plat\u00f4s, mas desde que voc\u00ea saiba o que est\u00e1 fazendo. O treinamento de for\u00e7a \u00e9 uma modalidade esportiva que vem h\u00e1 anos ganhando in\u00fameros adeptos. Desde os anos 40 do s\u00e9culo XX, j\u00e1 se &#8230; <a title=\"Periodiza\u00e7\u00e3o de treino para hipertrofia: o que a ci\u00eancia diz em 2026\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/2017\/10\/04\/periodizacao\/\" aria-label=\"Read more about Periodiza\u00e7\u00e3o de treino para hipertrofia: o que a ci\u00eancia diz em 2026\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":48391,"featured_media":38754,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1225],"tags":[],"class_list":["post-12563","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dicas-de-treino"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12563","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/48391"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12563"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12563\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":38761,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12563\/revisions\/38761"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.hipertrofia.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}