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Magnésio Glicil-Glutamina Quelato -Suplemento Melhor Que Anabolizante


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#1 100%proteina

100%proteina
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Postado as 07:03:59 em 19/10/2010

Bom galera mandei manipular esta parada ai so não sei se fiz certo por que pedi cápsulas de 400 mg de MAGNÉSIO GLICIL e comprei a glutamina separada em po :blink: :blink:

se aguem ja usou e poder me esclarecer esta duvida agradeço

pra quem não conhecê :

MAGNÉSIO GLICIL-GLUTAMINA QUELATO

Uma vez que o magnésio e a glutamina são interdependentes e essenciais para o crescimento muscular e esse crescimento é sensível ao aumento da ingestão de ambos, é nutricionalmente racional a suplementação desses dois nutrientes ao mesmo tempo(9,13,14). Infelizmente, do ponto de vista prático, essa associação apresenta alguns problemas. A forma livre de glutamina não é estável em solução e rapidamente se decompõe em ácido piroglutâmico e amônia. A substituição da glutamina por uma forma mais estável, como o glutamato (um sal do ácido glutâmico), não forneceria o nitrogênio extra, que é encontrado na glutamina. Esse nitrogênio é essencial para a síntese proteica durante o processo de transaminação. Para que a suplementação de glutamina seja efetiva, a molécula deveria ser estabilizada sem que seus componentes essenciais sejam alterados, como, por exemplo, sem a perda de nitrogênio.

Paralelamente, a administração oral de sais inorgânicos de magnésio também pode ocasionar sérios efeitos colaterais, incluindo irritabilidade intestinal e diarreia. Para que a suplementação com magnésio seja efetiva, o mesmo deve ser biodisponível sem provocar distúrbios gástricos. Quando o magnésio é ingerido na forma de aminoácido quelato, sua biodisponibilidade é aumentada, com uma redução dos efeitos colaterais, incluindo diarreia(16). Assim, a quelação de íons de magnésio com glicina satisfaz ambos os critérios: elevada biodisponibilidade e baixos efeitos colaterais. A chave para estabilizar a molécula de glutamina e preservar a porção N, evitando, ao mesmo tempo, os efeitos gástricos indesejáveis dos íons de magnésio, é quelar a glutamina com um quelato de magnésio em glicina, formando uma única molécula. Esse processo patenteado cria uma molécula como a representada na Figura 3(17). O quelato resultante contém um cátion de magnésio, o qual é covalentemente ligado a um mol de glicina e um de glutamina. A molécula contém, aproximadamente, 8,5% de magnésio, 47,5% de glutamina e 23% de glicina. Nessa forma, a glutamina é estabilizada e o magnésio permanece biodisponível e não tóxico.

Estudo de absorção do composto magnésio glicil-glutamina quelato
Após verificação de baixa toxicidade em animais, alguns estudos clínicos foram desenvolvidos para demonstrar a eficácia do magnésio glicil-glutamina quelato, dois reportados abaixo. O propósito do primeiro estudo foi mostrar que a glutamina do composto magnésio glicil-glutamina quelato realmente permanece estável em solução(17). A razão para o planejamento do estudo foi baseada na premissa que, se a glutamina nessa molécula de quelato fosse modificada para alguma outra molécula antes ou durante a administração oral ou permanecesse como parte da molécula de quelato após a absorção, não haveria aumento mensurável nos níveis plasmáticos de glutamina. Por outro lado, se a glutamina na molécula de quelato se mantivesse estável na solução e, consequentemente, disponível para a absorção, isto seria clinicamente manifestado através de uma elevação dos níveis plasmáticos de glutamina imediatamente após a administração oral da molécula de quelato.

O estudo envolveu sete homens entre idades de 39 e 59 anos. Todos estavam trabalhando em ambiente de escritório e não praticaram nenhuma atividade física intensa durante o período de estudo ou, pelo menos, 12 horas antes de iniciar a participação. Imediatamente após a obtenção de amostras de sangue venoso, cada participante consumiu por completo uma solução preparada com 400 mg de magnésio glicil-glutamina quelato (40 mg de magnésio, 240 mg de glutamina e 120 mg de glicina). Logo após, três amostras de sangue venoso foram coletadas de cada participante, em intervalos de 30 minutos. Todas as amostras de sangue foram testadas para a concentração de glutamina por cromatografia líquida de alta pressão (HPLC). A Figura 4 mostra as variações médias dos níveis plasmáticos de glutamina no início, 30, 60 e 90 minutos após a administração de magnésio glicil-glutamina quelato. O aumento na glutamina plasmática de 0 a 30 minutos foi significativo (p<0,05).

A absorção de glutamina, a partir do magnésio glicil-glutamina quelato, apresenta alta efetividade demonstrada pelo aumento sérico de glutamina no sangue após apenas 30 minutos. O nível plasmático médio atingiu seu pico durante os primeiros 60 minutos pós-tratamento e depois declinou, devido à remoção da glutamina do plasma e captação pelo fígado e tecidos musculares. Estes fatos respaldam a hipótese de que mesmo uma pequena quantidade de glutamina (240 mg), quando estabilizada como parte da molécula de magnésio aminoácido quelato e depois administrada oralmente em solução, é capaz de causar uma significativa elevação da glutamina plasmática em apenas 30 minutos (p<0,05). Após 90 minutos da ingestão de magnésio glicil-glutamina quelato o nível plasmático médio de glutamina ainda era maior do que no início do estudo. Entretanto, as diferenças não foram estatisticamente significativas.

A suplementação com esta molécula resultou na elevação dos níveis da glutamina plasmática, com pouca influência no metabolismo. Assim, essa alta quantidade pode ser usada para aumento do anabolismo muscular durante períodos de catabolismo potencial.


Figura 4 - Média dos níveis de glutamina plasmática em homens adultos (N=7) em relação ao tempo após administração de 400 mg de magnésio glicil-glutamina quelato em solução. O aumento de 0 a 30 minutos e a diminuição de 30 a 60 minutos foram significativos (p<0,05).


Figura 5 - Elevação média da massa magra no período de 56 dias nos indivíduos que consumiram 400 mg de magnésio glicil-glutamina quelato ou 2 mg de testosterona.

Comparação entre magnésio glicil-glutamina quelato e testosterona no anabolismo muscular

O segundo estudo foi desenvolvido para determinar se o magnésio glicil-glutamina quelato promoveria anabolismo muscular durante períodos prolongados de atividade física intensa(17). Sob condições normais, atividade física intensa resultaria em catabolismo muscular, a menos que fosse consumido algum tipo de proteína suplementar. Se a suplementação com magnésio glicil-glutamina quelato bloqueasse o catabolismo e/ou promovesse anabolismo muscular, então a molécula poderia ser considerada metabolicamente importante. Participaram deste estudo 23 voluntários, fisiculturistas, e foram randomizadamente designados para um dos dois grupos: grupo quelato (N=11) e grupo esteroide (N=12). Todos frequentavam a mesma academia, tinham aproximadamente o mesmo peso e nível de treinamento nas atividades de fisiculturismo. As idades dos participantes variavam em torno de 10 anos e todos eram caucasianos. Durante o estudo os voluntários mantiveram exercícios similares, mesmos horários e atividades físicas e foram supervisionados pelo mesmo treinador. Suas dietas foram monitoradas e se tentou manter uma ingestão diária de aproximadamente 0,6 a 0,9 gramas de proteína por libra de peso corpóreo e 3200 a 3600 calorias durante o período de estudo. Ajustes no consumo de proteína foram feitos através da suplementação com uma bebida à base de soja fortificada com ambos produtos em teste, descritos abaixo. No início do estudo, a massa magra (massa muscular) foi determinada em cada indivíduo por um fisiologista treinado, utilizando-se medidas de pregas cutâneas do tríceps, subescapular, abdominal e crista ilíaca. Os participantes do grupo quelato receberam a bebida à base de proteína hidrolisada de soja suplementada com 400 mg de magnésio glicil-glutamina quelato. O grupo esteroide recebeu a mesma bebida, porém com 2 mg do esteroide anabólico testosterona. Cada participante foi completamente esclarecido a respeito do que estava sendo ingerido, as potenciais consequências negativas de tomar suplementos e foi assinado um termo concordando com a participação no estudo.

A administração do suplemento anabólico não esteroide para o grupo quelato e a testosterona para o grupo esteroide continuou diariamente por oito semanas (56 dias). Na conclusão do período de teste, a massa magra de cada indivíduo foi novamente determinada pelo mesmo fisiologista e as mudanças foram calculadas. Adicionalmente, pressão sanguínea, colesterol total, colesterol HDL e triglicérides foram medidos individualmente no início e na conclusão do estudo.

Os participantes do grupo quelato (magnésio glicil-glutamina quelato) tiveram uma elevação média da massa magra (músculo) de 7,0 libras (3,2 kg). Durante o mesmo período, o grupo esteroide que consumiu testosterona teve uma elevação em sua massa magra de 6,6 libras (3,0 kg). Estes aumentos são mostrados na Figura 5. Apesar do grupo quelato ter apresentado um aumento maior de massa muscular do que o grupo esteroide, a diferença não foi estatisticamente significativa. Vale ressaltar que o grupo quelato não manifestou nenhum aumento de pressão sanguínea, colesterol, colesterol HDL ou triglicérides, enquanto os níveis de colesterol e triglicérides tenderam a ter médias maiores no grupo esteroide. Este estudo sugere que a ingestão diária de 400 mg de magnésio glicil-glutamina quelato pode auxiliar no aumento da massa magra com a mesma efetividade da suplementação de 2 mg de esteroide anabólico testosterona. Estes resultados podem ser alcançados sem os efeitos colaterais imediatos associados ao uso de esteroides, não mencionando os efeitos colaterais que podem resultar de seu consumo à longo prazo. B) B) B) B)
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