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Guest Message by DevFuse

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Emulsão Scott X Biotonico


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#1 Burn

Burn
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Postado as 08:31:29 em 23/11/2009

Ae alguem sabe explicar se esses 2 produtos ae servem pra alguma coisa ? no caso em nós que malhamos pesado e temos uma dieta restrita...
se alguem tiver algum conheçimento sobre isso por favor compartilhe

O artigo teve grande repercussão, e por isso recebi vários questionamentos sobre:

1. Qual óleo de fígado de bacalhau utilizar
2. Se ele pode provocar alergia
3. Onde encontrar óleo de fígado de bacalhau
4. Qual a diferença entre óleo de fígado de bacalhau em cápsulas ou líqüido
5. Quanto óleo de fígado de bacalhau tomar

Procurando na net achei isso sobre o emulsao scott e bem esclarecedor pra quem tinha duvida assim como eu, de qlqr forma ta ae



Existem muitas qualidades de óleo de fígado de bacalhau. Muitos de nós ou nossos pais tinham o hábito de utilizar diariamente, na infância, uma colherada grande da “Emulsão de Scott”, que até hoje se encontra disponível no mercado. Porém, sua composição atual está muito distante daquela do puro óleo de fígado de bacalhau. No rótulo, descobrimos que a “Emulsão” contém óleo de soja, sabor artificial, entre outros aditivos que não recomendo nem um pouco, além do desejável óleo de fígado de bacalhau – cuja proporção não se encontra especificada. Fica a minha sugestão para que o fabricante da famosa “Emulsão de Scott” crie uma linha “clássica”, contendo puro óleo de fígado de bacalhau, sem aditivos, e com a concentração especificada.

Ainda no tocante à qualidade do óleo de fígado de bacalhau, existem outras preocupações. A primeira delas é a concentração de vitaminas A e D. Nos rótulos, às vezes, lemos: “Cada colher (ou cápsula) contém no mínimo tantas unidades de Vitamina A e tantas de Vitamina D”. O que nós gostaríamos de saber é quanto, exatamente, de vitaminas A e D, estamos ingerindo através do óleo de fígado de bacalhau. Portanto recomendo que procure produtos em cujo rótulo esteja especificada a concentração, em Unidades Internacionais (U.I.), de vitaminas A e D. Na natureza, a proporção de vitamina A é 10 vezes maior que a de vitamina D no óleo de fígado de bacalhau – portanto, quando as concentrações destas vitaminas estiverem especificadas nos rótulos, é preciso conferir se essas concentrações guardam as proporções naturais.

Ainda com relação à concentração de vitaminas A e D: quando o óleo é extraído do fígado do bacalhau, ainda em alto-mar, na região da Noruega, ele é colocado em barris. A parte mais “pesada” desse óleo, que contém maior concentração de moléculas de vitamina A e D, vai precipitando para o fundo do barril, onde o óleo assume aspecto turvo. No topo do barril, o óleo contém bem menos vitaminas A e D, e possui aspecto límpido e translúcido. Adivinhem qual é a parte do barril que os noruegueses exportam? O topo. A melhor parte (o fundo do barril, que possui altíssima concentração vitamínica) fica quase todo reservado para consumo no país de origem, é bem mais cara e é consumida somente por aqueles que sabem essas informações e reconhecem a superioridade do óleo opaco, rico em vitaminas.

Outro problema é a adição de vitaminas A e D sintéticas ao óleo de fígado de bacalhau. O óleo é extraído do fígado do bacalhau ainda em alto-mar, e a maior parte dos topos-de-barril passa por um processo de quelação de metais pesados, no intuito de retirar mercúrio, chumbo e outras substâncias que a poluição ambiental faz acumular nos mares gelados do Norte. Essa presença não é mais tóxica que os nossos tomates, verduras e frutas repletos de agrotóxicos, e que as pssoas compram todos os dias no supermercado. Porém, o processo de remoção dos metais pesados remove também as vitaminas A e D do óleo. Acontece que, por Lei, o óleo de fígado de bacalhau só pode ser comercializado se contiver um mínimo de unidades internacionais (U.I.) de vitaminas A e D. Para atender a essa exigência legal, são adicionadas vitaminas A e D sintéticas a esse óleo de fígado de bacalhau. Acontece que as vitaminas sintéticas não são exatamente iguais às naturais, e isso pode fazer muita diferença. Uma diferença entre o benefício e o malefício. Entre a saúde e a doença. Por exemplo: até hoje, nunca foi relatado um estado de intoxicação por ingestão excessiva de vitaminas A e D naturais, presentes nos alimentos (como o óleo de fígado de bacalhau). Hoje, sabemos que o excesso dessas vitaminas pode provocar estados de intoxicação seríssimos. Mas será que essa intoxicação está associada à ingestão de formas sintéticas dessas vitaminas? Será que tem a ver com o consumo dessas vitaminas em proporções diferentes das encontradas nos alimentos na natureza? Essas são perguntas ainda sem resposta.

Outro fator é o grau de oxidação do óleo propriamente dito. O óleo de fígado de bacalhau contém ômega-3, e isso é muito bom, pois os ácidos graxos ômega-3 são necessários para o bom funcionamento do cérebro, e quando ingeridos em proporções adequadas, possui papel antiinflamatório e antioxidante comprovado, com repercussões positivas sobre o humor, a dor e o bom funcionamento do cérebro. E mais que isso, nossa alimentação é precária em ômega-3. Porém, o ômega-3 é extremamente delicado e facilmente oxidável, e uma vez oxidado, perde seus benefícios, passando a agredir nosso organismo com radicais livres e aumento de processos inflamatórios, acelerando o envelhecimento e propiciando a doenças degenerativas. O que faz o ômega-3 oxidar? Luz e calor, principalmente. Para que o óleo de fígado de bacalhau seja, realmente, um superalimento, precisamos nos certificar de que ele tenha sido manuseado e armazenado com cuidado. Os países nórdicos têm temperaturas baixas e pouca luz por natureza, o que ajuda a conservar o puro óleo de fígado de bacalhau em bom estado. Mas durante o transporte para países quentes como o Brasil, é preciso que tenham sido tomados cuidados de armazenamento – temperaturas baixas e nada de exposição à luz.

Portanto, jamais compre óleo de fígado de bacalhau armazenado em garrafas transparentes, mas sim em garrafas o quanto mais opacas, que protegem da entrada de luz.

Sugiro que mantenha seu óleo de fígado de bacalhau refrigerado, e agite antes de usar.

Não recomendo aos amigos leitores que comprem óleo de fígado de bacalhau em garrafas plásticas, pois os plásticos podem liberar quantidades vestigiais, porém biologicamente ativas, de compostos petroquímicos capazes de perturbar nosso delicado equilíbrio hormonal. Quem tem enxaqueca já sabe o quanto é importante o equilíbrio hormonal. E não adianta alguém consumir um produto bom numa embalagem ruim!

Agora que falamos um pouco sobre qualidade, vamos falar sobre o uso do óleo de fígado de bacalhau. Uma a duas colheres das de chá diárias desse alimento (ou melhor, superalimento) é uma quantidade segura e bem tolerada por quase todos. O forte gosto de peixe pode causar repulsa e até náuseas para algumas pessoas (eu fui uma delas), mas uma saída para isso pode ser um início gradual, tomar a colherada sem respirar e beber uns goles d’água logo em seguida, ou misturar o óleo com um pouco de água ou iogurte natural e integral batido com uma fruta, e beber de uma vez pela manhã. Minha esposa garante que, misturado ao iogurte com fruta e um pouco de óleo de coco (outro superalmento – leia mais a respeito clicando aqui), o gosto de peixe fica quase imperceptível.

Não tome mais que duas colheres das de chá de óleo de fígado de bacalhau sem a supervisão de um médico que conheça e tenha ampla experiência com a suplementação de doses maiores de óleo de fígado de bacalhau. Fique advertido de que o excesso de nutrientes como a vitamina A e D pode ser altamente tóxico, e ao mesmo tempo em que não queremos ter deficiências (que podem levar a inúmeras doenças, inclusive a distúrbios cerebrais, dores de cabeça crônicas, depressão, fibromialgia, distúrbios de humor, infertilidade, déficit de atenção, hiperatividade e até câncer), não queremos – definitivamente – ter excesso. Mais uma vez: até duas colheres das de chá do óleo de fígado de bacalhau comum (ou uma colher das de chá para crianças) é uma quantidade absolutamente segura, e de uso consagrado pelas civilizações ao longo dos séculos. No Brasil, não temos bacalhau. Deus o colocou nas regiões do planeta onde o Sol não brilha o suficiente para fornecer as quantidades de Vitamina D necessárias para uma saúde vibrante. Na maior parte do Brasil, brilha o Sol – de longe, a melhor, mais completa e mais segura fonte de Vitamina D.

Assim como qualquer alimento, o óleo de fígado de bacalhau pode causar reações alérgicas. Porém, isso é muito raro. Muito mais comuns são as alergias causadas pelos corantes e flavorizantes dos “óleos de fígado de bacalhau” com sabor “tutti frutti”, “laranja”, “pêssego”, além de outros aditivos. O gosto do peixe pode não ser o mais agradável, mas com certeza é o mais saudável e menos passível de causar alergias.

Quem tem alergia a peixes e frutos do mar não terá, necessariamente, alergia ao óleo de fígado de bacalhau, uma vez que a maioria das alergias é desencadeada pela proteína, e não pela gordura do peixe. Mas de qualquer forma, uma pessoa que já tem uma sensibilidade alérgica, deve ter um cuidado e acompanhamento especial ao iniciar o consumo do óleo de fígado de bacalhau.

A propósito, as cápsulas merecem também uma atenção especial. O material com que são feitas pode causar alergia. Não coloque a culpa somente no óleo. Além disso, o material das cápsulas causa sobrecarga no nosso sistema digestivo. Para tomar o equivalente a uma colher das de chá, são necessárias 8 a 10 cápsulas! Haja estômago para tantas cápsulas! De qualquer modo, se você realmente não suportar o gosto do óleo de fígado de bacalhau, tome uma dose menor em cápsulas (2 cápsulas por refeição) – é melhor do que nada.

Por fim, uma palavra sobre disponibilidade: “- Onde encontrar um bom óleo de fígado de bacalhau?” Gostaria de poder indicar locais de venda ao público de óleos de fígado de bacalhau de boa qualidade. Mas, honestamente, não saberia fazê-lo. Para meus pacientes, entro em contato com a farmácia de manipulação da preferência deles, e obtenho informações, com o farmacêutico responsável, sobre a procedência, data de extração e métodos de armazenamento, transporte, além, é claro, de teor vitamínico do óleo de fígado de bacalhau que eles possuem. Esses dados, o farmacêutico consegue através da solicitação de um laudo ao seu fornecedor de óleo de fígado de bacalhau. O seu médico poderá fazer o mesmo para você, e interpretar o laudo para saber se este óleo possui o padrão de qualidade desejado.

O melhor óleo de fígado de bacalhau que conheço, infelizmente nunca vi disponível no mercado brasileiro, mas pode ser adquirido dos Estados Unidos através do site www.greenpasture.org. As taxas alfandegárias e de transporte tornam o custo deste óleo bastante alto. Além disso, como é o caso para todo e qualquer suplemento alimentar, é necessário a apresentação da receita médica para liberar o óleo da alfândega brasileira.






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