Quando falamos em exercícios voltados para a região dorsal sempre nos lembramos das famosas “puxadas”, pois são os exercícios que promovem maiores ganhos e possuem baixa dificuldade na execução.
A adução do ombro no puxador vertical é um dos exercícios mais utilizados para o trabalho do músculo Grande Dorsal (Silva, 2008).
Atualmente existem inúmeros estudos comprovando a eficácia das puxadas, assim como outros que “condenam” este exercício.
Portanto, neste artigo, abordarei alguns pontos cruciais que podem influenciar diretamente nas decisões a serem tomadas na prescrição do treinamento para este grupamento muscular.
Puxadas
Nos exercícios de puxada anterior e posterior, a literatura apresenta como músculos atuantes o grande dorsal, peitoral maior (porção esternal), redondo maior, trapézio, subclávio, peitoral menor, bíceps braquial, braquial e braquiorradial.
Este exercício, independente da pegada utilizada, é realizado num plano frontal, rodando sobre um eixo antero-posterior e movimentando as articulações glenoumeral, escápulotorácica, umeroulnar e radiocarpal (Carpenter, 2005).
Os movimentos biomecânicos realizados em sua execução são: adução da articulação glenoumeral, rotação interna da articulação escapulotorácica, flexão da articulação umeroulnar e adução da articulação radiocarpal (Carpenter, 2005).
Campos (2002), afirma em seu estudo que puxada pela frente “isola” mais a musculatura dorsal do que a puxada por trás, pois essa tende a contribuir para a participação do músculo peitoral maior no movimento.
Carpenter et al. (2006) refere que a diferença básica que existe entre a puxada por trás e a puxada pela frente (no caso de aparelhos de roldana) é a posição do tronco (mais estendido para a puxada pela frente) e a região cervical (mais flexionada para a puxada por trás).
Carpenter et al. (2007) conclui em seu estudo que a puxada por trás mostrou leve superioridade na ativação elétrica de quase todos os músculos quando comparado com a puxada pela frente, porém apenas o trapézio apresentou diferença significativa de ativação (maior para a puxada por trás), sugerindo que tal exercício possa ser prescrito em um mesmo dia em que se treina os trapézios, como exercício de transição, otimizando assim o treinamento para este músculo.
Campos (2002) afirma que o antebraço do executante deve manter-se na posição vertical durante toda a amplitude de movimento e que o ombro deveria permanecer em rotação lateral. Já Carpenter (2005) enfatiza que a rotação medial do ombro é natural e que, além disso, este movimento protegeria mais esta articulação de possíveis lesões.
Como podemos ver, existem muitas divergências na literatura sobre este exercício, o que acarreta em conclusões errôneas quando a prescrição ou não das puxadas.
A Prática
Partindo para a prática, o que podemos ver nas academias é um grande número de pessoas realizando este exercício de forma errônea. Muitos dos casos com uso de sobrecargas excessivas, pegadas abertas demais ou fechadas demais, posição do tronco muito inclinado, anteriorização da barra no final do movimento, etc. Tais erros certamente levarão o praticante de musculação a desenvolver algumas lesões no decorrer do seu treinamento.
Atualmente, muitas academias ou centro de treinamentos proibiram a prescrição de alguns exercícios amparados em estudos que “concluíram” que estes aumentariam a chance de lesão. Entre alguns exercícios “condenados” estão alguns tipos de agachamento, remadas, supinos e a PUXADA POR TRÁS.
Os estudos atuais sobre lesões esportivas indicam três origens para as lesões no ombro: impacto mecânico (extrínseco), alterações fisiológicas no espaço subacromial (intrínseco) e fraqueza muscular no manguito rotador, que pode ser considerada a mais comum dentre as três citadas.
A puxada por trás é um dos exercícios que supostamente podem desenvolver uma “síndrome do impacto”, levando em consideração que tal lesão certamente será desenvolvida caso a musculatura que compreende o manguito rotador (que possui a função de alinhar e ajustar a articulação glenoumeral) estiver enfraquecida ou lesionada.
Basicamente, as puxadas podem ser realizadas nas três pegadas (pronada, neutra, supinada), mas neste artigo abordarei somente a pegada pronada para efeito comparativo entre as posições anterior e posterior.
Algumas considerações pessoais em relação a estes exercícios são.
Puxada Frontal
- Antes de iniciar o movimento, deve-se analisar a pegada na barra, de forma que o a articulação do ombro e do cotovelo estejam em um ângulo de 90º em relação ao tronco e ao úmero, respectivamente;
- No inicio do movimento deve-se atentar para a posição do tronco, que dever estar levemente inclinado (10º a 15º) para trás, facilitando assim o perfeito alinhamento do cabo em sua descida na fase concêntrica, além de evitar a excessiva rotação medial do úmero no final do movimento;
- Os braços devem estar em completa extensão no início do movimento e as escápulas abduzidas, de forma que o grande dorsal possa apresentar um “pré-estiramento”;
- Na fase concêntrica, o movimento deve ser realizado de forma controlada, descendo a barra até a o ponto meso-esternal (próximo à linha mamilar), onde deverá ser realizada uma leve retração escapular, aumentando o grau de contração muscular e, consequentemente, a eficiência do exercício;
- Na fase excêntrica, realizar a extensão dos cotovelos lentamente até a posição inicial.
Puxada Posterior
- Antes de iniciar o movimento, deve-se analisar a pegada na barra, de forma que o a articulação do ombro e do cotovelo estejam em um ângulo de 90º em relação ao tronco e ao úmero, respectivamente;
- No inicio do movimento deve-se atentar para a posição do tronco, que dever estar levemente posicionado à frente do cabo (5 a 10 cm), facilitando assim o perfeito alinhamento deste em sua descida na fase concêntrica, além de evitar a rotação medial do úmero e a desnecessária anteriorização cervical no final do movimento;
- Os braços devem estar em completa extensão no início do movimento e as escápulas abduzidas, de forma que o grande dorsal possa apresentar um “pré-estiramento” e, principalmente (e que traz total segurança na execução), as escápulas devem estar levemente retraídas e os ombros abduzidos horizontalmente a 100º), o que proporcionará uma descida alinhada ao tronco, sem que o mesmo necessite se projetar para frente;
- Na fase concêntrica, o movimento deve ser realizado de forma controlada, descendo a barra até a região superior dos trapézios (pouco acima da divisão entre as vertebras cervicais e a torácicas), onde deverá ser realizada uma leve retração escapular, aumentando o grau de contração muscular e, consequentemente, a eficiência do exercício;
- Na fase excêntrica, realizar a extensão dos cotovelos lentamente até a posição inicial sem movimentar o tronco, evitando assim qualquer desalinhamento e, consequentemente, atritos na articulação do ombro.
Um fator muito importante na boa execução das puxadas está relacionado à pegada na barra. Quando se realiza uma pegada muito forte, ou seja, quando se realiza uma preensão manual excessiva, os flexores dos dedos, assim como o braquiorradial, tendem a fadigar rápido (por serem músculos pequenos), portanto um dos recursos interessantes, mas que requer uma boa consciência corporal é fazer uma pegada leve na barra com dedos em “gancho”, sem a utilização dos polegares, podendo ser utilizada luva com gancho ou fita de segurança para musculação, o que evita a fadiga dos músculos citados.
Na fase concêntrica, o trabalho deverá ser feito pela articulação do ombro (adução), portanto não deve ser realizada força excessiva nos braços, mas sim no grande dorsal. Por isso não devemos “puxar no braço” (o que leva a fadiga os pequenos músculos e o grande dorsal não trabalha como deveria), mas sim “trazer” a barra com a musculatura dorsal.
Certamente, estes passos quando bem seguidos e “incorporados” a rotina de treinamento, farão com que seu treino seja muito mais proveitoso e te proporcionará maiores ganhos com menor necessidade de sobrecargas (excessivas), além de desenvolver uma maior funcionalidade muscular e proteção articular.
Conclusão
Todo e qualquer exercício realizado com incrementos de carga devem ser executados diante da supervisão de um profissional tecnicamente qualificado, pois a técnica correta na execução é o fator primordial que separa uma musculatura bem desenvolvida de uma articulação altamente lesionada.
Deve-se respeitar a individualidade de cada um, suas características corporais, fisiológicas e biomecânicas, pois cada sujeito responde de um jeito a certo tipo de treinamento, portanto não existe “receita de bolo”, mas sim bom senso e adaptação funcional ao treinamento.
Toda sobrecarga deve ser extremamente controlada e devidamente planejada (periodizada), evitando assim o desgaste muscular excessivo e impactos indesejáveis nas cápsulas articulares.
Nas puxadas devemos avaliar a amplitude articular da articulação glenoumeral do sujeito, pois estas, quando apresentam baixos escores, tendem a se desgastar mais nestes exercícios do que os que apresentam maiores amplitudes.
Devemos dar atenção especial ao manguito rotador que, se apresentar alguma deficiência (fraqueza / lesão) poderá comprometer a articulação do ombro. Portanto, antes de prescrever as puxadas, deve-se atentar para esta região e, se for necessário, fortalece-la bem antes de aplicar exercícios mais “técnicos”.
Não existem exercícios proibidos, mas sim técnicas mal executadas e sujeitos ou situações inapropriados para utilizarem certos exercícios!
Referências:
- CAMPOS, M. A. Biomecânica da Musculação. 2a Ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2002.
- CARPENTER, C. S. Análise eletromiográfica da puxada por trás e pela frente em praticantes de musculação do gênero masculino. Dissertação de Mestrado, UCB, 2005.
- CARPENTER, C. S.; NOVAES, J.; BATISTA, L.A. Comparação cinemática entre os exercícios de puxada por trás e pela frente. Cabo Frio, RJ: X Encontro de Atividade Física e Fisioterapia do Estado do Rio de Janeiro, 2006.
- CARPENTER, C. S.; NOVAES, J.; BATISTA, L.A. Comparação cinemática entre a puxada por trás e a puxada pela frente de acordo com a ativação eletromiográfica. Revista de Educação Física, n. 136, pg.20-27, 2007.
- Silva, L.P. Análise biomecânica do exercício “puxada alta” utilizando dois diferentes aparelhos de musculação: aparelho articulado vs aparelho de polia fixa. Dissertação de Mestrado, UFSC, 2008.
Texto por: Prof. Esp. Raphael Benassi (CREF 028831-G/RJ).
Curriculum: http://lattes.cnpq.br/0217509531723214
Benassi & Salvador Fisiologia do Exercício e Consultoria
Contato: (21) 7682-1353 / [email protected]
Serviços oferecidos:
Personal Training;
Preparação Física Desportiva;
Avaliação Funcional;
Consultoria Técnica;
Projetos Esportivos (Jiu-Jitsu);
Orientações Acadêmicas;









51 Comentários
Ótimo artgio, o blog está de parabéns!
cara, muito bom o post ai. Há duas semanas começei a fazer o treino bi-set, e foi incluido nele, para costas a puxada posterior ou por trás, e com duas semanas de treino, tive uma lesão no ombro, igualmente como fala aki. E sobre a puxada, perfeito a citação que diz que: deve-se executar a puxada com os musculos dorsais, e não com o braço. Vejo muita gente fazendo isso. ;DD
Boa noite Ariel.
Certamente houve algum erro na execução ou fraqueza no tendão do supraespinhal…
Cuide da lesão e volte em treino rml para reabilitar e depois pense em dar um “UP” na intensidade.
Melhoras!
PAZ!
Aew Rafael é aqueles principio basico q tu passava na academia ai fiquei feliz em ver um artigo seu aki no site … q eu ja acompanho a anos … se juntou aos melhores … artigo muito bom ja q quando eu treinava na Pro Combat n podia fazer supino canadense q a Dona faltou me bater …
Fala Thiago!
É verdade… ainda me lembro das “restrições” do canadense (com argumentos equivocados)…
Espero poder encontrar os amigos novamente!
Sucesso irmão!
PAZ
Muito bom ,eu já usava esses metodos e sempre obitive resutados ótimos,parabéns ao site…
E, mais uma vez, o ‘hipertrofia’ dando um show de bola com artigos que facilitam bastante aqueles que procuram informações para otimizar seus treinos. Parabéns!
vcs estão certos eu sou estudante de educação física e onde treino muitos “profissionais” abandonam os alunos na hora desse exercicio achando ser de fácil execução e quem esta começando realmente sente na pele quando o exercicio eh mal executado …. já vi muitos alunos reclamando infelizmente
vlw post
Na minha academia a puxada por trás foi totalmente banida. A justificativa é que ela é perigosa demais, porque se o cabo se arrebentar a barra virá com tudo justamente na área cervical. Há uma história — que eu não sei se é lenda urbana ou não — de que esse acidente aconteceu e o cara teve uma luxação bem séria na coluna. Como há muito pouca diferença entre puxada pela frente ou por trás, e a primeira é muito mais confortável, só passam a puxada pela frente.
caramba, já frequendo academias a 15 anos e nunca vi cabo o cabo arrebentar. Desculpa bem esfarrapada ou academia bem tosca, para usar um cabo que não suporta os pesos.
luiz nao fala bobeira rapz tu ta acostumado a malhar em academia de boy mas tem gente que nao tem esse mesmo privilegio pois conto o caso de um amigo q tomo 7 ponto na testa pq malhava em uma academia ate boa pelo preço 70$ por mes e o cabo arrebentou isso acotence brow entao nao fala besteira
Boa noite!
Respeito sua posição na restrição da puxada, mas deve-se lembrar de que a puxada por trás é um excelente exercício postural, principalmente para quem apresenta quadro de escápulas protraídas e/ou aladas.
Em relação ao cabo, o mesmo deverá passar por uma revisão periódica para evitar sua fadiga.
Lembro também que a puxada por trás executada corretamente faz com que a barra esteja alinhada aos trapézios e não na junção cervical-toráxica.
Abraço!
A matéria é muito boa,o que mais tenho visto nas academias são pessoas colocando pesos exorbitantes(superando seu próprio peso
mas fazendo todo movimento com os braços e antebraços)
Sábia que tinha algo de errado com aquele movimento,mas com esse artigo aqui pude confirmar minha dúvida.
Ainda não vejo exercício melhor do que a barra fixa,não adianta o cara colocar 100 kg para fazer uma puxada pela frente ou por tráz e na hora da barra fixa,não aguênta fazer dez repetições mesmo sem peso,na barra se tiver leve,coloca uma caneleira e pronto.Mas,parabéns pela matéria…texto muito bom.
Boa noite Jones.
Certamente a puxada na barra fixa é um excelente exercício, mas em cadeia fechada, portanto é primordial o uso das puxadas paa complementar o treino em cadeia semi-aberta.
PAZ
Valeu Raphael…Muito legal sua interatividade com a galera,com esclarecimentos precisos.Grandes profissionais são assim.Parabéns mais uma vez.
Parabéns, muito bom os esclarecimentos. Realmente o que se vê hoje na maioria das academias são técnicas mal executadas e profissionais mal preparados para a orientação. A valorização da execução técnica é promordial para o bom desempenho nos treinos, sem riscos de lesões. Isso vale para qualquer exercício em musculação.
Sempre fiz a puxada pronada para trás e nunca tive nenhum problema nem de ombro,nem cravícula,etc…
Sempre fiz da maneira correta.Isso é importante!
Uso puxadas, mas prefiro as remadas e o bom e velho Terra
idem.
Boa tarde Marcelo!
As remadas são excelentes exercícios, principalmente para os músculos que compreendem o manguito rotador, além de atuar nos trapézios, deltóide (porção posterior), etc…
O levantamento terra (ou deadlift), é um exercício que proporciona ganhos significativos nos membros inferiores, atuando também nos eretores lombares, mas não apresenta atuação no grande dorsal, já que o mesmo apresenta maior ativação quando realizada uma adução de ombro a partir dos 180º de abdução.
PAZ.
é clavicula
Parabéns pelo excelente artigo! Sucinto e esclarecedor! É a boa e velha biomecânica quebrando mitos… Acompanhamento técnico e especializado sempre! Forte abraço meu irmão.
Fala Carlinhos!
Valeu amigo pela força!
Realmente, quando a ciência é aplicada ao treinamento, os resultados mudam!
Abração!
Por isso q meu braço “queima” muito nos exercicios de puxada, poque eu estou usando o braço…..caraca nun sabia , mas entendi essa de puxar com os dorsais vo faze direito agora HAHA…sbaia q tinha algo errado, nem dói minhas costas no dia seguinte.
A principio achei o artigo complicado, porem eh um recurso bom para profissionais.
Acho interessante que fizessem o Hipertrofia fizesse um vídeo mostrando a posição e execução correta das puxadas, pois eu também acho um exercício difícil de se acertar, e metade do pessoal da academia faz errado.Só quero que o Hipertrofia melhore sempre…
Valeu.
nada substitui a barra fixa.
Costa de naja e nois.
só no feijão e o arroz? 47 de braço….hurum seiiii?
acompanho o hipertrofia.org principalmente porque os assuntos abordados não são tratados somente com a experiência dos responsável, mas também a luz de estudos e citações técnicas de respeito.
Parabéns a todos os profissionais do hipertrofia.org pelo excelente trabalho.
devo muito de meu crescimento corporal a este belo site, pois todo novo exercício que implemento em minha rotina pesquiso antes aqui, pois assim sei que terei melhores resultados.
sucesso contínuo a todos
Os melhores exercicios para região dorsal para causar hipertrofia é sem duvida os puxadores.As causas de lesões bem explicadas no artigos e sem duvida devido a execucões errada, principalmente em iniciantes que teimam em colocar cargas excessiva. as remadas são otimos exercicios para fortalecer os manguito rotadores, onde aparecem sem duvida como os principais fatores causadores de lesões, alem de iniciar um programa de treinamento para fins de preservação antes de inicar um programa de hipertrofia muscular (preparar de modo geral toda musculatura). deve tbm ter principios de priorização de exercicios, intensidade e volume.
parabens muito bom … bom mesmo…muito bomm…bom mesmo….
muito bommm
Péssimo!
Me parece partes retiradas de um mestrado.
Cadê os vídeos, fotos, certo e errado, etc.
Companheiro vc entende alguma coisa de biomecânica, cinesiologia, anatomia ou áreas afins? Sabe o que significa citações literárias? É formado em Educação física, tem pós-graduação, cursos de atualização e especialização? Apenas com essas qualificações vc pode julgar um excelente trabalho desse! Fica na PAZ!
Boa noite Wesley.
Este artigo objetivou apresentar alguns quesitos técnicos sobre as puxadas, mas com conteúdo científico, ou seja, procurei apresentar o assunto como “um todo” e não somente em partes.
Concordo com você nos pontos visuais, mas como este site é destinado, principalmente, para pessoas com experiência na área de treinamento resistido (treinadores, atletas, etc), a forma de abordagem foi a mais branda possivel, de fácil leitura e compreensão.
Como o Prof. Carlos Fontes citou, devemos olhar os exercícios com a visão biomecânica e anatômica, senão veremos sempre pessoas lesionadas e academias “condenando” (errôneamente) exercícios.
Que Deus o abençoe.
po coloca uns videos e uam fotos p q pelo o que percebi quase ninguem entendeu
Muito bom o texto!Sou estudante de jornalismo e em alguns momentos fui forçado a fazer algumas pesquisas para entender melhor o contexto – o que sem dúvida foi muito bom,pois absorvi muito conteúdo.
Parabéns pelo site,está cada vez melhor.Continuem com o belo trabalho.
Abraço
Obrigado André.
É muito bom saber que somamos para o esclarecimento de todos.
Otima matéria
As dicas estão de parabéns, mas seria melhor se colocasse, a foto dos exercicio, especificos!
por que, não sei o nome de muitos exercicios, daí dificulta bastante!
obrigado.
Vc comentou sobre fazer execícios com acompanhamento de profissionais.Na minha academia, tem um coordenador que só se preocupa com os seus alunos de PT.Os outros professores, geralmente estagiários vivem sendo trocados.Então não acompanham evolução nenhuma de treinamento.Aqui na Baixada Santista tá complicado.
Fala Mauricio.
É amigo, infelizmente não é só em SP que isso acontece…
Aqui no RJ as academias (muitas delas renomadas), investem na contratação de estagiários e “forçam” os professores a “empurrar” serviços de PT para a própria academia lucrar mais, pois além de receber o valor da menasalidade do cliente, o PT ainda paga um repasse estabelecido pela academia.
Cara, no meu dia-a-dia, mesma quando estou dando minhas aulas de PT, procuro corrigir os alunos do salão, pois realmente acho que se eu não fizer minha parte, estarei contribuindo para a continuação dos problemas que você citou.
Espero neste ano de 2012 entrar na área acadêmica para ministrar aulas para o curso de EF, pois gostaria muito de contribuir para a formação de BONS PROFISSIONAIS e não para a formação de ANIMADORES DE MICARETAS!
PAZ.
só uma dica, esses posts de treino e outros, tinham q ter imagens dos exercícios q está falando, pois tem gente que está começando e quando le um post desses fica perdido, sem contar q ajuda muito pra entender o q está dizendo.
Ótimo artigo Raphael Benassi!
excelente!
Obrigado Juggernaut.
Em breve mais artigos.
sempre faço puxada posterior e tenho tido ótimos resultados. Mesmo com roupa nota-se que minhas costas estão largas.
Por favor, me ajude. Eu pus peso demais no puxador frente, e senti que meu púbis, ventre, veias, etc. dilataram, esticaram, ou, me rendi, algo do gênero. As dores sub abdominal são demais. Não consigo mais fazer exercícios, dormir de barriga pra baixo, levantar pesos! O que pode ter acontecido (tensão, veia, músculo, desfibramento, esticamento exarcebado das veias, rendedura? Já viu algum tipo de lesão similar?
Até – aguardando resposta (urgente).
*rendidura
amigos, boa noite
faço puxada por tras a varios anos, nunca senti dores. porem hoje o professor da academia condenou o exercicio. e aí é prejucial ou não o citado exercicio. grato fábio
BELISSIMA MATERIA, PARABENS!