O Overtrainning é o termo utilizado para pessoas que abusam dos treinos e acabam excedendo os seus limites. Ele acarreta uma situação de fadiga prolongada, com redução significativa de performance. As alterações fisiológicas envolvem as funções musculares, hormonais e também as imunológicas. Os sinais mais comuns e visíveis de overtrainning normalmente são:

- Dores musculares;
- pernas pesadas;
- Diminuição de peso;
- problemas ou perda do sono;
- aumento do pulso basal;
- Falta de motivação nos treino;
- menor rendimento e até mesmo, algumas infecções.
É claro que esses sintomas não aparecem todos de uma vez, pois o organismo vai se debilitando aos poucos. A melhor maneira de detectar o overtraining é avaliar se o atleta está cansado, dolorido ou irritado.
Para evitar que o seu organismo sofra com a grande intensidade de atividades físicas, é preciso prevenir-se através de um equilíbrio entre treino, descanso e alimentação. Este último, é de grande importância na prevenção do overtrainning. Toda dieta, independente da modalidade, deve atender ?s necessitades calóricas do treino, visando, especialmente, a ingestão de carboidratos.
O organismo armazena ou estoca carboidratos, como o glicogênio, no músculo e no fígado, que duram aproximadamente 1h30 min, durante uma atividade física moderada. Já os treinos que se aproximem ou ultrapassem esse tempo necessitam de reposição durante ou imediatamente após o exercício, para que as reservas possam ser repostas ou poupadas. O ideal seria um mínimo de 6 refeições diárias e um intervalo pequeno, de duas a três horas.
Portanto, tenha atenção para a recuperação entre cada sessão de treino.
Texto por Marcos Paulo Reis
Fonte: http://br.sports.yahoo.com/061024/50/1a5ew.html
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